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	<title>Comentários sobre: Minc propõe mudanças no Código Florestal</title>
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		<title>Por: eriveldo</title>
		<link>http://www.jornalja.com.br/2009/06/25/minc-propoe-mudancas-no-codigo-florestal/comment-page-1/#comment-3233</link>
		<dc:creator>eriveldo</dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Dec 2009 18:01:14 +0000</pubDate>
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		<description>sou do ceará,vivo frequentemente com escacez ce agua,ja fiz curso de agroecologia,mas não consigo enteder como uma louca que nem essa Coceição Carrion diz que uma barragem vai ter empacto ambiental,se uma barragem tras uma enorme diversidade de aves para aquele ambiente.Ta precisando ela passar um ano aqui no ceará pra ela saber como reamente se deve proteger o codigo florestal.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>sou do ceará,vivo frequentemente com escacez ce agua,ja fiz curso de agroecologia,mas não consigo enteder como uma louca que nem essa Coceição Carrion diz que uma barragem vai ter empacto ambiental,se uma barragem tras uma enorme diversidade de aves para aquele ambiente.Ta precisando ela passar um ano aqui no ceará pra ela saber como reamente se deve proteger o codigo florestal.</p>
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		<title>Por: Daniel Santos</title>
		<link>http://www.jornalja.com.br/2009/06/25/minc-propoe-mudancas-no-codigo-florestal/comment-page-1/#comment-3107</link>
		<dc:creator>Daniel Santos</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 08 Dec 2009 15:36:39 +0000</pubDate>
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		<description>Quem ler o projeto de lei vai perceber que as discussões sobre ele são mais sérias do que o próprio projeto! Além de retrocesso é uma piada do início ao fim e de muito mau gosto. Uma vez escutei o professor Paulo Brack dizer que os nossos &quot;políticos &quot; estavam vendendo as tábuas que compunham o casco do barco em que estamos navegando. E com argumentos muito sólidos de que isso era necessário para nossa sobrevivência! Pra mim a frase do Paulo nunca fez tanto sentido quanto agora. Quanto ao fazer parte do meio, existem jeitos bem mais sustentáveis de fazer parte do meio do que essas alterações na legislação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Quem ler o projeto de lei vai perceber que as discussões sobre ele são mais sérias do que o próprio projeto! Além de retrocesso é uma piada do início ao fim e de muito mau gosto. Uma vez escutei o professor Paulo Brack dizer que os nossos &#8220;políticos &#8221; estavam vendendo as tábuas que compunham o casco do barco em que estamos navegando. E com argumentos muito sólidos de que isso era necessário para nossa sobrevivência! Pra mim a frase do Paulo nunca fez tanto sentido quanto agora. Quanto ao fazer parte do meio, existem jeitos bem mais sustentáveis de fazer parte do meio do que essas alterações na legislação.</p>
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		<title>Por: Claudio R Pontes</title>
		<link>http://www.jornalja.com.br/2009/06/25/minc-propoe-mudancas-no-codigo-florestal/comment-page-1/#comment-2204</link>
		<dc:creator>Claudio R Pontes</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 03:53:02 +0000</pubDate>
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		<description>Estamos vivendo um momento bastante delicado e importante para a preservação do nosso grande bioma Brasil. O novo Código Florestal deve ser capaz de unir os interesses aparentemente antagônicos da preservação ambiental e do desenvolvimento econômico. 
Se desejamos isto para nós e descendentes, e uma nova lei à altura do nosso país, é necessário que toda a sociedade se mobilize para conhecer um pouco mais sobre a Ciência Florestal. Ramo da ciência que estuda o manejo das florestas para inúmeros fins. A cada ano formam-se aproximadamente 200 engenheiros florestais no país, de norte a sul, cada qual com suas peculiaridades regionais ministradas nas disciplinas dos cursos. Isto que dizer que a discussão técnica da nova lei possui um forte embasamento técnico. Por outro lado, todo o cuidado deve ser tomado para não desvirtuar a discussão técnica em detrimento do político. Quando se deseja isto muitas vezes o leigo faz uso de chavões como por exemplo dizer que a monocultura de eucalipto causa um processo de esgotamento dos recursos naturais. Está mais do que comprovado cientificamente que esta afirmação é uma leitura muito superficial do complexo ecossistema que vivemos. Se bem manejado a floresta, ocorre exatamente o contrário, ou seja, o enriquecimento dos recursos naturais com práticas tais como de recuperação de erosão, plantios em mosaico, corredores ecológicos, etc. Além disto, a dimensão social é beneficiada com  a
geração de renda, redução do desemprego, abastecimento de madeira para diversas indústrias evitando o consumo por você de madeira nativa, etc. Tudo isto  e ainda preservando as áreas que precisam ser preservadas. Taí, acabei de dizer como dá para unir o econômico com o ambiental. O que não dá para aguentar é o discurso piegas em defesa do meio ambiente por pessoas que insistem em não saber que fazem parte deste mesmo meio.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Estamos vivendo um momento bastante delicado e importante para a preservação do nosso grande bioma Brasil. O novo Código Florestal deve ser capaz de unir os interesses aparentemente antagônicos da preservação ambiental e do desenvolvimento econômico.<br />
Se desejamos isto para nós e descendentes, e uma nova lei à altura do nosso país, é necessário que toda a sociedade se mobilize para conhecer um pouco mais sobre a Ciência Florestal. Ramo da ciência que estuda o manejo das florestas para inúmeros fins. A cada ano formam-se aproximadamente 200 engenheiros florestais no país, de norte a sul, cada qual com suas peculiaridades regionais ministradas nas disciplinas dos cursos. Isto que dizer que a discussão técnica da nova lei possui um forte embasamento técnico. Por outro lado, todo o cuidado deve ser tomado para não desvirtuar a discussão técnica em detrimento do político. Quando se deseja isto muitas vezes o leigo faz uso de chavões como por exemplo dizer que a monocultura de eucalipto causa um processo de esgotamento dos recursos naturais. Está mais do que comprovado cientificamente que esta afirmação é uma leitura muito superficial do complexo ecossistema que vivemos. Se bem manejado a floresta, ocorre exatamente o contrário, ou seja, o enriquecimento dos recursos naturais com práticas tais como de recuperação de erosão, plantios em mosaico, corredores ecológicos, etc. Além disto, a dimensão social é beneficiada com  a<br />
geração de renda, redução do desemprego, abastecimento de madeira para diversas indústrias evitando o consumo por você de madeira nativa, etc. Tudo isto  e ainda preservando as áreas que precisam ser preservadas. Taí, acabei de dizer como dá para unir o econômico com o ambiental. O que não dá para aguentar é o discurso piegas em defesa do meio ambiente por pessoas que insistem em não saber que fazem parte deste mesmo meio.</p>
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		<title>Por: Claudio Nery Martins</title>
		<link>http://www.jornalja.com.br/2009/06/25/minc-propoe-mudancas-no-codigo-florestal/comment-page-1/#comment-2202</link>
		<dc:creator>Claudio Nery Martins</dc:creator>
		<pubDate>Tue, 30 Jun 2009 02:45:22 +0000</pubDate>
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		<description>Os cuidados ao meio ambiente devem ser pontuais pois os ecosistemas divergem de acordo às caracteristicas do solo, clima e população animal e vegetal neles atuantes. A legislação de controle deve ser produzida a partir de um estudo minucioso, científico e sério. Ambientalismo não é política partidária, é uma visão de uma realidade onde não podem ser esquecidos os aspéctos sociais e econômicos já instalados. A produção agrícola e pecuária podem ser feitas de forma racional e sustentável, preservando a biodiversidade local, pois esta é fundamental para o equilíbrio dinâmico dos recursos naturais. Creio que o princípio federativo da República do Brasil poderia sustentar juridicamente a criação dos códigos ambientais das unidades dessa federação.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Os cuidados ao meio ambiente devem ser pontuais pois os ecosistemas divergem de acordo às caracteristicas do solo, clima e população animal e vegetal neles atuantes. A legislação de controle deve ser produzida a partir de um estudo minucioso, científico e sério. Ambientalismo não é política partidária, é uma visão de uma realidade onde não podem ser esquecidos os aspéctos sociais e econômicos já instalados. A produção agrícola e pecuária podem ser feitas de forma racional e sustentável, preservando a biodiversidade local, pois esta é fundamental para o equilíbrio dinâmico dos recursos naturais. Creio que o princípio federativo da República do Brasil poderia sustentar juridicamente a criação dos códigos ambientais das unidades dessa federação.</p>
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		<title>Por: Carlos Matsubara</title>
		<link>http://www.jornalja.com.br/2009/06/25/minc-propoe-mudancas-no-codigo-florestal/comment-page-1/#comment-2174</link>
		<dc:creator>Carlos Matsubara</dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Jun 2009 14:00:27 +0000</pubDate>
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		<description>Essa proposta de &#039; regionalizar&#039; o código florestal brasileira é uma afronta aos que lutaram durante anos para se ter um regramento que defenda de verdade o pouco que restou do ambiente natural, em especial, áreas de Mata atlântica. 

e o nosso secretário, Berfran, é do Meio Ambiente mesmo? Mais parece ser um representante da Farsul....Estamos muito bem encaminhados para seguir o &quot;bom exemplo&quot; da vizinha nem tão Santa, e já não tão bela Catarina.</description>
		<content:encoded><![CDATA[<p>Essa proposta de &#8216; regionalizar&#8217; o código florestal brasileira é uma afronta aos que lutaram durante anos para se ter um regramento que defenda de verdade o pouco que restou do ambiente natural, em especial, áreas de Mata atlântica. </p>
<p>e o nosso secretário, Berfran, é do Meio Ambiente mesmo? Mais parece ser um representante da Farsul&#8230;.Estamos muito bem encaminhados para seguir o &#8220;bom exemplo&#8221; da vizinha nem tão Santa, e já não tão bela Catarina.</p>
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