Wanderley Soares
21/11/08 - Com a aproximação do Natal, sempre há os que esperam pelos melhores presentes… »»»
16/11/08 - Policiais civis de todo o Estado fazem passeata nesta segunda-feira,17. A concentração será no Palácio da Polícia, a partir de 14h. De lá, a marcha seguirá até o Palácio Piratini. A caminhada é um ato de solidariedade aos policiais civis de São Paulo, que estão em greve, e também uma manifestação pública contra a governo… (Wanderley Soares) »»»
9/11/08 - Homenagem aos invisíveis serviços de inteligência da segurança pública: “Para além da curva da estrada/ Talvez haja um poço, e talvez um castelo,/ E talvez apenas a continuação da estrada… »»»
6/11/08 - A falência da segurança pública do país exige a tomada de novos rumos, mas as utopias devem ser evitadas… »»»
5/11/08 - O presidente da Associação dos Delegados, Wilson Muller repudia o aquartelamento em Porto Alegre de um enorme contingente de policiais militares do interior numa “indisfarçável e inútil”, sic, tentativa de intimidar a manifestação pacífica da Polícia Civil. O presidente da Asdep também manifestou sua certeza de que a quase totalidade dos PMs, silenciosa e solidariamente, repudia esta forma de demonstração de força.(Wanderley Soares) »»»
4/11/08 - Os órgãos policiais estão cercados pelo clamor da sociedade, pelas suas próprias contradições internas, pela indolência dos governos e pelo poder do banditismo rico e organizado… »»»
30/10/08 - A dança dos coronéis, na Brigada Militar, não é importante somente para os coronéis envolvidos diretamente, não é importante somente para a instituição, ela é importante, acima de tudo para a sociedade. E quem dá a palavra final sobre essa coreografia é a caneta da governadora Yeda Crusius. »»»
28/10/08 - Ex-comandante geral da instituição aceita retornar ao antigo posto que ocupou em Santo Ângelo.
O brigadianos ortodoxos entendem e defendem que a hierarquia militar, vertical, é a coluna dorsal da instituição e que, por isso, não deve ser sequer levemente tisnada em favor de indivíduos e grupos, pois isso provocaria, no pensamento deles, a descaracterização dos valores maiores da Brigada Militar. A quebra dessa hierarquia não é admitida nem mesmo em favor de um eventual clamor da sociedade civil. Movimentos de rotina que ocorrem na Polícia Civil, por exemplo, quando um delegado, hoje dirigindo um departamento, amanhã pode ser deslocado para uma delegacia distrital, não afinam com o diapasão brigadiano. Um tenente-coronel que comanda um batalhão não tiraria os olhos do chão se fosse reduzido a comandante de uma companhia. Sigam-me. »»»
25/10/08 - O TRE (Tribunal Regional Eleitoral), como já havia feito no primeiro turno da eleição, disponibilizará uma urna eletrônica para que 55 detentos do Presídio Central, com domicílio eleitoral em Porto Alegre, possam votar no próximo domingo (26/10). O cadastramento dos presos foi feito pela Brigada Militar junto com o Ministério Público. Segundo a promotora de Justiça, Cynthia Jappur, podem votar presidiários que não possuem contra si condenação criminal transitada em julgado. Explicou Cynthia que provisórios são os autuados em flagrante, presos preventivos que irão a júri popular ou condenados por sentença recorrível. Na outra penitenciária de regime fechado, em Porto Alegre, a Feminina Madre Pelletier, não houve número suficiente de presas provisórias com domicílio eleitoral na Capital – o mínimo exigido é de 50.
Há um movimento no país, muito forte no Rio Grande do Sul, que envolve, inclusive jovens magistrados, que pretende levar o direito de votar e ser votado a todos os apenados, inclusive aos integrantes do PCC. Considerando a possibilidade de mobilização de parentes, cúmplices, mais o lastro financeiro e o poder de coação do crime organizado, não seria apenas um sonho da bandidagem colocar seus representantes em todos os parlamentos do país. »»»
24/10/08 - Com máxima indiferença a maior ou menor competência dos organismos de segurança do Rio Grande do Sul, os bandidos gaúchos implantaram entre os seus membros e adversários, para disciplinar o funcionamento de suas organizações, a pena de morte. Como os quadrilheiros têm os seus refúgios, com maior potencial de fogo, nas vilas populares, os habitantes desses locais, gradativa e assustadoramente, passam a condição de reféns. Ora é executado um traficante infiel, ora é trucidado aquele moço que, simplesmente, não quis colaborar. »»»