Elmar Bones
13/11/08 - A 54a.Feira do Livro, que termina domingo, 16, deixará em Porto Alegre uma bomba de efeito retardado: o livro do jornalista Luiz Claudio Cunha, editado pela LPM, reconstituindo o “sequestro dos uruguaios” ocorrido em novembro de 1978, fato que abalou as ditaduras uruguaia e brasileira e que lançou seus primeiros estilhaços ali mesmo na Praça da Alfândega, em meio às barracas da Feira.(Elmar Bones) »»»
29/10/08 - A crise financeira que abalou a economia mundial ainda não estava nas manchetes quando a agência Matriz apresentou à Câmara Riograndense do Livro a proposta para a Feira do Livro de Porto Alegre deste ano: “Ler enriquece”. Acertou em cheio. A crise, que hoje preocupa a todos, fortaleceu a idéia.
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10/10/08 - Quando me refiro a um “poder paralelo” que determina as ações do poder público, não estou falando de uma conspiração, nem querendo questionar o papel da imprensa. »»»
9/10/08 - Sem condições para atender às crescentes demandas por serviços públicos que se acumulam e se agravam, o governo do Estado adotou uma prática simples: responde apenas as emergências que alcançam a mídia.
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28/09/08 - Há uma semana da eleição, os comentaristas políticos pedem cautela em relação às pesquisas. Os últimos índices, divulgados neste domingo, aumentaram a sensação de que o sentimento dos eleitores ainda não foi captado.
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17/09/08 - Ainda não pude ver direito os números do orçamento que a governadora Yeda Crusius encaminhou para a Assembléia esta semana, apontando para um “déficit zero” em 2009. »»»
8/09/08 - O empréstimo obtido junto ao Banco Mundial é outro exemplo do jogo de sombras. Sem dúvida, essa operação é a mais bem sucedida das iniciativas do atual governo na luta contra o déficit. É, no entanto, mais importante pelo exemplo do que pelos ganhos financeiros, que afinal serão pequenos. »»»
6/09/08 - Esse jogo de sombras todos os governos fazem. Como disse Rubens Ricúpero, o ministro de FHC: “O que é bom a gente mostra, o que é ruim a gente esconde”. É normal ao que parece, e não é muito diferente do que fazemos todos nós. »»»
3/09/08 - Outra razão do meu “pé atrás” com essa história de zerar o déficit estadual já em 2009 é o discurso. Na campanha, a candidata Yeda garantiu que não aumentaria impostos. Vitoriosa, antes de assumir já tentou manter o aumento aplicado por Rigotto. »»»
29/08/08 - Fico com pé atrás com essa história de zerar de um ano para o outro um déficit crônico de 30 anos por muitas razões. A primeira delas são os antecedentes. Em 1987, fiz uma reportagem sobre a façanha anunciada pelo governo Pedro Simon. Foi matéria de capa da revista IstoÉ. Em um ano e meio de austeridade, Simon havia alcançado o equilíbrio entre despesa e receita. Era um caso exemplar num Brasil em que quase todos os governos estavam endividados e deficitários.
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