Jornal Já – Porto Alegre, Rio Grande do Sul

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A Revolução Eólica (40) – VISITANTES SUPERLOTAM CERRO CHATO NO FIM DE SEMANA

Apenas cinco dos 45 aerogeradores estão funcionando, e produzindo 10 megawatts (MW) de potência, mas já é o bastante para levar milhares de pessoas ao canteiro de obras da Usina Eólica Cerro Chato, em Santana do Livramento. Calcula-se que no último final de semana passaram por lá quase mil veículos.

“No domingo, cruzaram por aqui uns 600 carros”, garante Nereo Mendes, responsável pela recepção aos visitantes, agora com auxílio de quatro estagiários.

A Revolução Eólica (38) – USINA COMEÇA PRODUZIR ENERGIA ATÉ O FINAL DO MÊS

Já estão prontos para começar a produzir energia os cinco primeiros aerogeradores do parque III da Usina Eólica Cerro Chato, em Santana do Livramento. A expectativa é entrar em operação comercial até dia 30 deste mês. 

A Eletrosul aguarda a aprovação da documentação junto ao Operador Nacional do Sistema Elétrico – ONS para energização do Sistema de Transmissão em 230 kV – kilovolts. [C.D.T.]

Maio 16th, 2011 Publicado em A revolução eólica, Especiais em série, Notícias

A Revolução Eólica (37) – ENGENHEIROS DEFINEM DATA PARA COMEÇAR OPERAR UECC

Diretores da Eletrosul, Wobben e das empresas envolvidas nas obras se reúnem na quarta-feira, 18, para definir a data em que começarão a funcionar os primeiros aerogeradores da Usina Eólica Cerro Chato.

Segundo o coordenador de implantação da UECC, Franklim Fabricio Lago, já foram erguidos quatro torres do Parque III, de um total de cinco. A expectativa dos engenheiros é que o Circuito 1 comece a produzir energia até o final do mês. [C.D.T]

A Revolução Eólica (35) – SUBESTAÇÃO E LINHA DE TRANSMISSÃO DA UECC QUASE PRONTAS

A subestação coletora de energia e a linha de transmissão formada por 75 torres devem ficar prontas na metade de maio, informa o coordenador das instalações, o engenheiro Sato Yoshiki (foto).

A energia captada pelos aerogeradores será enviada em 34,5 Kv ( ou 34,5 mil volts) através de uma rede subterrânea para a subestação coletora onde transformadores elevam a tensão para 230 Kv (ou 230 mil volts).

A energia vai abastecer a Subestação Livramento 2, da Companhia Estadual de Energia Elétrica, distante 25 quilômetros, para em seguida entrar no sistema elétrico brasileiro.