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	<title>Jornal Já Notícias - Porto Alegre, Rio Grande do Sul</title>
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	<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 20:47:02 +0000</pubDate>
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		<title>FNAC Inaugura novo conceito em Porto Alegre</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 20:47:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Carmen Carlet]]></category>

		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<description><![CDATA[Carmen Carlet
Nos primeiros dias de abertura do BarraShoppingSul, uma das mais movimentadas lojas é a Fnac – oitava loja da rede que está presente no Brasil há quase uma década...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em><br />
Carmen Carlet</em></p>
<p>Nos primeiros dias de abertura do BarraShoppingSul, uma das mais movimentadas lojas é a Fnac – oitava loja da rede que está presente no Brasil há quase uma década. </p>
<p>Com um mix de produtos único no mundo, a Fnac também desperta a atenção dos gaúchos por ser a maior referência mundial no varejo de produtos culturais, de informação e tecnologia. </p>
<p>O arrojado projeto arquitetônico foi desenvolvido pela equipe de arquitetos da própria Fnac e tem como característica principal oferecer mais conforto - inclusive visual-  e aproximar ainda mais os clientes de todo o universo de 400 mil referências de produtos oferecidos. </p>
<p>Com investimentos da ordem de R$ 15 milhões, a loja de 3 mil m²  inaugura um novo formato de relacionamento com o cliente. De acordo com Luiz Apolônio dos Santos, diretor da Fnac Porto Alegre, “da mesma forma que priorizamos o conforto do cliente, cada produto é valorizado, com uma técnica de exibição única para cada linha”. </p>
<p>Com novo mobiliário, as formas arredondadas e as cores estão mais presentes, remetendo a referências minimalistas dos anos 70. Por outro lado, a Fnac Porto Alegre é a loja mais tecnológica da rede no Brasil e está totalmente preparada para funcionar wireless: pré-venda, consulta de preços, acesso à Internet, downloads. </p>
<p>Toda esta tecnologia demanda um alto volume de informações, gerenciadas por 70 servidores, sete dos quais inteiramente dedicados à nova loja.</p>
<p>Mas, a loja também traz como referencial a questão cultural. A loja do BarraShoppingSul chega com uma intensa programação cultural através do Fórum Fnac – um espaço interativo que oferece eventos, possibilitando o contato do grande público com personalidades da vida cultural. </p>
<p>Entre os eventos já programados para os meses de novembro e dezembro, estão lançamentos de livros como o de Adriana Calcanhoto, bate-papos como o com o humorista Rafinha Bastos, pocket-shows como o da banda Papas na Língua, além de diversos lançamentos e workshops. </p>
<p>Um outro diferencial da loja de Porto Alegre é o espaço infantil. A área Fnac Kids possui 130m² e mais de 15 mil itens e mostra uma preocupação da rede com a sustentabilidde.  Cerca de 70% dos produtos são fabricados no Brasil. Entre estes, destacam-se os jogos e brinquedos educativos produzidos artesanalmente, com materiais como madeira.<br />
Atualmente, além da Fnac Porto Alegre, são mais sete lojas no Brasil e somam 138 no mundo, empregando mais de 20 mil funcionários. </p>
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		<title>Dança de comando na área da segurança</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 20:38:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Polícia]]></category>

		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

		<category><![CDATA[Wanderley Soares]]></category>

		<category><![CDATA[Brigada Militar]]></category>

		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Com a aproximação do Natal, sempre há os que esperam pelos melhores presentes...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Com a aproximação do Natal, sempre há os que esperam pelos melhores presentes.</em></p>
<p>Com a aproximação do fim do ano, são tidas como certas algumas alterações tanto na Brigada Militar como na Polícia Civil.  Na Brigada, é discutida a possível indicação do atual comandante geral, coronel Paulo Roberto Mendes para o Tribunal Mili-tar do Estado, sendo seu substituto natural o subcomandante geral, coronel João Carlos Trindade, embora sejam ligeiros os que correm por fora. </p>
<p> Na Polícia Civil, as coisas começam a desanuviar. Caso houver a decisão de ser substituído o chefe da instituição, delegado Pedro Rodrigues, embora pouco mais de 50 delegados de 4ª classe tenham condições de postular o posto, há pressões na área política, junto ao Piratini, o que faz parte do jogo, em favor do titular do Deic (Departamento Estadual de Investigações Criminais), delegado Ranolfo Vieira Júnior, de vertiginosa carreira, que é filho do desembargador do Tribunal de Justiça do Estado Ranolfo Vieira.</p>
<p>Ranolfo, o delegado, fez concurso em 1998 e, em 2000, no governo do PT, ainda em estágio probatório, foi promovido a 2ª classe. Em dezembro de 2003, chegou a 3ª classe por merecimento e, também por merecimento, em setembro de 2007, com menos de dez anos de carreira, chegou a 4ª classe, superando dezenas de colegas mais antigos. </p>
<p>Sem dúvida, uma invejável trajetória realizada, com certeza, passando muitas delegacias dos confins do Rio Grande. Nenhuma promoção mais poderá ser concedida a Ranolfo a não ser a Chefia de Polícia. Como diria a mamãe deste humilde marquês, ao que parece, são favas contadas.</p>
<p>   <strong>Traficantes</strong></p>
<p>Agentes da 4ª DP da capital prenderam, nesta quinta, 20, um traficante de 23 anos de idade, conhecido pelo apelido de Novinho. Segundo o delegado o delegado Nedson Ramos de Oliveira, que comandou a operação, Novinho, que já incendiou a casa de um de seus inimigos, encontrava-se foragido do regime semi-aberto desde outubro de 2006 e foi encontrado na rua 698 da Vila Mário Quintana, bairro Navegan-tes. </p>
<p>Em Cruz Alta, policiais civis em conjunto com a Brigada Militar, prenderam na rua Argentina, Vila Machado, o traficante conhecido como Pedro Bala, de 44 anos. Além de mais de 9kg de maconha, o bandido tinha em seu poder um revólver de calibre 38 com numeração raspada.</p>
<p>   <strong>Artesanato</strong> </p>
<p> No presídio de Osório, agentes penitenciários encontraram quatro celulares escondidos numa correspondência enviada a um apenado. Os aparelhos chegaram por sedex e estavam entre duas tábuas coladas. A madeira costuma ser usada pelos detentos para trabalhos de artesanato.</p>
<p><strong> Crime e castigo</strong></p>
<p>   Dez pessoas foram mantidas reféns durante assalto à residência, na madrugada de quinta, 20, no bairro Mato Grande, em Canoas. Três homens armados executaram a invasão e mantiveram as vítimas sob a mira de armas por cerca de uma hora. </p>
<p>O dono da casa foi levado pelos bandidos e libertado minutos depois. O trio fugiu com carro, equipamentos eletrônicos e jóias. A Brigada Militar foi acionada e localizou os assaltantes no bairro Matias Velho, com o auxílio do sistema de monitoramento do veículo. Houve tiroteio e os três bandidos foram presos, sendo que um deles foi ferido.</p>
<p>   <strong>Greve </strong>  </p>
<p> Dirigentes da Ugeirm/Sindicato, entidade de classe dos escrivães, inspetores e investigadores da Polícia Civil, deverão ser recebidos, hoje, no Piratini, pela equipe econômica do governo Yeda Crusius. Na pauta de  reivindicações, entre outros pontos, consta aumento salarial, aposentadoria, plano de carreira e pagamento de horas-extras atrasadas. </p>
<p>Os sindicalistas irão para a reunião com a pré-disposição de dar continuidade à preparação de um movimento grevista caso não um avanço nas negociações.</p>
<p><strong>   Carro-forte </strong></p>
<p>  Um carro-forte da STV foi atacado por assaltantes no Shopping Lindóia, Zona Norte da capital no fim da tarde de quinta. O veiculo seria abastecido quando funcionários da empresa foram abordados pó por quatro bandidos que estavam em um carro Fiat Palio, roubado. Um malote com dinheiro foi levado e ninguém teria se ferido.</p>
<p><strong>   Criança  </strong></p>
<p> Na tarde de quinta, 20, na Escola Municipal José Loureiro da Silva, avenida Capivari,  bairro Cristal, um menino de 8 anos de idade, aluno da escola, estava em sala de aula com um revólver de calibre 38 em sua mochila. A arma estava com a numeração raspada.</p>
<p>					Wander.cs@terra.com.br</p>
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		<item>
		<title>Conselheiros divergem sobre uso de recursos do Fundo Estadual do Meio Ambiente</title>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 17:35:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>naira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Capa 1]]></category>

		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

		<category><![CDATA[Consema]]></category>

		<category><![CDATA[fundo estadual do meio ambiente]]></category>

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		<description><![CDATA[Claudia Viegas, especial
Na penúltima reunião do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema RS) realizada na tarde desta quinta-feira (20/11), o item mais polêmico foi o Plano de Aplicação dos recursos do Fundo Estadual do Meio Ambiente (FEMA) para 2009...]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Claudia Viegas, especial</strong></p>
<p>Na penúltima reunião do Conselho Estadual do Meio Ambiente (Consema RS) realizada na tarde desta quinta-feira (20/11), o item mais polêmico foi o Plano de Aplicação dos recursos do Fundo Estadual do Meio Ambiente (FEMA) para 2009.</p>
<p>A proposta apresentada pela diretoria do Consema prevê a utilização de R$ 1.477.733,00, divididos em três projetos: Prestação de Serviços Ambientais; Programa de Educação Ambiental Compartilhado (PEAC); e RS Mulher PEAC. O primeiro projeto soma R$ 1.427.733, dos quais 72,6% devem ser gastos com locação de mão-de-obra e 15,5% com prestação de serviços de terceiros. O segundo (PEAC) prevê investimentos totais de R$ 40 mil, dos quais 62,5% com prestação de serviços de terceiros. E o último (RS/Mulher PEAC) destina a soma de R$ 10 mil, totalmente para a prestação de serviços de terceiros.</p>
<p>Apesar de aprovado pelo plenário do Conselho, houve várias manifestações quanto à forma e à finalidade de destinação dos valores. “Em reunião da Apedema [Assembléia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente], consideramos que as questões do Fundo Estadual do Meio Ambiente deveriam ser discutidas por meio das Câmaras Técnicas do Consema. Também consideramos que a apresentação anterior não contemplava a discussão que deveria ter ocorrido”, afirmou Paulo Brack, do Instituto Gaúcho de Estudos Ambientais (Ingá).</p>
<p>Ele, que havia pedido vistas da proposta na reunião de outubro do Consema, acrescentou que “o fundo não deveria servir apenas para resolver problemas, como no caso do Parque de Itapuã”.</p>
<p>O conselheiro defendeu a utilização do mecanismo de editais para a aplicação dos recursos: “Vamos nos pronunciar contra esta decisão, pois carece de maior discussão”, disse. </p>
<p>Para ele, parte dos recursos do FEMA devem ser aplicados nas câmaras técnicas do próprio Consema. “Em situações em que precisamos ir a campo, verificar, por exemplo, como estão sendo realizados os plantios de eucaliptos, poderíamos contar com recursos do fundo”, ilustrou.</p>
<p>Brack solicitou ao presidente do Consema, Francisco da Rocha Simões Pires, esclarecimentos sobre o total de recursos arrecadado em 2008 pelo FEMA. “Queremos um balanço da arrecadação e uma prestação de contas”, solicitou. </p>
<p>Valtemir Goldmeier, representante da Federação das Associações de Municípios do Estado do Rio Grande do Sul (Famurs), comparou o funcionamento do Fundo Nacional do Meio Ambiente e de alguns fundos municipais com o que está sendo proposto em nível do Rio Grande do Sul.</p>
<p>“O fundo é um instrumento de política do meio ambiente. Na esfera federal, funciona muito bem, assim como em municípios como São Leopoldo, Novo Hamburgo e Lajeado”.</p>
<p>Goldmeier lamentou que o FEMA seja contingenciado e reiterou a proposta de Brack pela adoção de editais, por exemplo, para atividades de educação ambiental. “Os recursos do fundo deveriam ser utilizados em parcerias público-privadas para inspecionar o problema das emissões veiculares nos municípios”, sugeriu.</p>
<p>“Em nível municipal, ficamos prejudicados porque não temos condições de capacitar os servidores”, observou. O conselheiro da Famurs lembrou o exemplo de Lajeado, cujo Fundo Municipal de Meio Ambiente destinou, via editais, recursos de R$ 10 mil por projeto, num total de quatro, contemplando atividades de instituição acadêmica da região.</p>
<p>Para o major Luiz Roberto Gomes Marques, do Comando Ambiental da Brigada Militar, parte dos recursos do FEMA deveriam ser aplicados na infra-estrutura do Batalhão Ambiental. Ele relatou que o efetivo trabalha com coletes e armas defasados, atuando em condições precárias em atividades realizadas em áreas de matas e outras que exigem maior proteção para os policiais.</p>
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		</item>
		<item>
		<title>Final de semana terá protestos contra o Pontal</title>
		<link>http://www.jornalja.com.br/2008/11/20/final-de-semana-tera-protestos-contra-o-pontal/</link>
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		<pubDate>Fri, 21 Nov 2008 01:51:15 +0000</pubDate>
		<dc:creator>naira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Capa 2]]></category>

		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

		<category><![CDATA[Cultura]]></category>

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		<category><![CDATA[Movimento ambientalista gaúcho]]></category>

		<category><![CDATA[movimento comunitário]]></category>

		<category><![CDATA[Pontal do Estaleiro]]></category>

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		<description><![CDATA[O parque da Redenção vai sediar duas manifestações do Fórum de Entidades. No sábado pela manhã, uma banca na feira ecológica vai recolher assinaturas contra o projeto. E no domingo, os militantes vão distribuir panfletos explicando sua posição.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sábado e domingo serão de mobilização para os integrantes do Forum Municipal de Entidades, que congrega 50 associações comunitárias, ambientalistas e de classe da Capital. Durante toda a manhã de sábado, uma banquinha instalada na Feira Ecológica da José Bonifácio vai buscar novas adesões ao abaixo-assinado encabeçado pela Agapan. O documento já conta com quase sete mil subscreventes contrários ao projeto Pontal do Estaleiro.</p>
<p>No domingo, apoiadores do “Movimento Defenda a Orla” farão uma concentração no Brique da Redenção, em frente ao monumento ao Expedicionário, a partir das 11h. O objetivo é explicar à população as razões pelas quais defendem o veto do prefeito à lei aprovada dia 12 pela Câmara de vereadores. </p>
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		<title>Fórum de Entidades protesta em frente à Prefeitura</title>
		<link>http://www.jornalja.com.br/2008/11/18/forum-de-entidades-protesta-em-frente-a-prefeitura/</link>
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		<pubDate>Tue, 18 Nov 2008 20:20:11 +0000</pubDate>
		<dc:creator>naira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[1.Posicionamento]]></category>

		<category><![CDATA[Capa 1]]></category>

		<category><![CDATA[Pontal do Estaleiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Uma semana após a aprovação do Pontal do Estaleiro na Câmara Municipal, comunidade contrária ao projeto pressiona o veto de Fogaça. O encontro acontece na quarta-feira, 19, a partir das 17h30.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Naira Hofmeister</strong></p>
<p>Entidades de classe e ambientalistas e associações de bairro contrárias ao projeto Pontal do Estaleiro se reúnem na quarta-feira (19), para um protesto em frente ao Paço Municipal. Além de fazer um novo movimento público atrás de adesões para o abaixo-assinado (que já superou os 6 mil participantes), o Fórum de Entidades quer sensibilizar o gabinete de José Fogaça para a questão.</p>
<p>&#8220;Não queremos confronto. Apenas um diálogo respeitoso para instruir o prefeito&#8221;, revela o coordenador do Fórum, Paulo Guarnieri.</p>
<p>A intenção é agendar um encontro para a próxima semana e fornecer detalhes que possam levá-lo ao veto do projeto, aprovado em uma tumultuada sessão na Câmara de Vereadores, no dia 12 de novembro.</p>
<p><strong>&#8220;Temos integrantes respeitáveis&#8221;</strong></p>
<p>Outro ponto importante a ser esclarecido com o Executivo municipal é afirmar a importância e legitimidade das entidades envolvidas com o Fórum. &#8220;Fomos chamados de escória na Câmara e queremos uma oportunidade de mostrar as instituições de alto nível que estão nos apoiando: IAB, Agapan e Associação dos Geógrafos, por exemplo&#8221;.</p>
<p>Guarnieri se refere às ofensas do vereador Nereu D&#8217;Ávila (PDT). O relógio já marcava 21h, quando os vereadores Alceu Brasinha (PTB) e José Valdir (PT, suplente de Sofia Cavedon) discutiram a ponto de ameaçarem trocar socos, o presidente da Casa, Sebastião melo (PMDB) convocou os colegas para a Mesa Diretora para acalmar os ânimos.</p>
<p>Em meio à protestos dos legisladores, que que não havia mais clima para votação, Nereu deixou clara sua vontade. &#8220;Não quero ser antidemocrático e mandar evacuar essa escória. Mas eles não estão se comportando&#8221;.</p>
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		<item>
		<title>PORTO ALEGRE SE PREPARA PARA O BARRA SHOPPING</title>
		<link>http://www.jornalja.com.br/2008/11/16/porto-alegre-se-prepara-para-o-barra-shopping/</link>
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		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 15:25:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Capa 2]]></category>

		<category><![CDATA[Carmen Carlet]]></category>

		<category><![CDATA[Economia]]></category>

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		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>

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		<category><![CDATA[comércio]]></category>

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		<category><![CDATA[varejo]]></category>

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		<description><![CDATA[Nesta terça, 18 de novembro é a tão esperada inauguração do novo Barra ShoppingSul. Com 215 lojas,sendo mais de 30 operações inéditas, terá 11 âncoras e cinco megalojas... (Carmen Carlet)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Nesta terça, 18 de novembro, está chegando e Porto Alegre aguarda, com ansiedade, a inauguração do novo Barra ShoppingSul. Com 215 lojas - sendo mais de 30 operações inéditas – o Barra Shopping terá 11 âncoras e cinco megalojas. </p>
<p>Uma das âncoras é a C&#038;A que estréia um novo conceito de loja com arquitetura e design diferenciados o que proporcionará ao cliente uma nova experiência de compra. Este novo conceito de loja foi desenvolvido pela agência de design norte-americana Chute Gerdeman, com apoio do escritório gaúcho Marcelo Braga Arquitetura, especializado em varejo.</p>
<p>O projeto se inspirado no dia-a-dia das grandes metrópoles, com a utilização de conceitos-chave como internacionalidade, diversidade, modernidade e inovação. E foi eleito, em julho, a “Loja da Semana” pela revista Retail Week, a mais importante publicação da Inglaterra sobre o setor de varejo. As inovações poderão ser percebidas já na entrada. </p>
<p>O cliente será recebido por uma ampla passarela. A iluminação também valoriza os produtos e suas cores. As coleções receberão destaque ao serem expostas em vitrines e mesas de vários tamanhos e com diversos manequins. Uma novidade que promete agradar aos acompanhantes será um lounge, localizado na frente dos provadores. </p>
<p>Os provadores também terão uma dupla de espelhos, um para a frente do corpo e outro para as costas; bancos de apoio, vários cabides, portas no lugar de cortinas e maior espaço interno.</p>
<p>Com uma área construída de 96 mil m², o Barra Shopping, pertencente ao grupo Multiplan, reunirá compras, serviços e lazer. Além de lojas já conhecidas dos gaúchos, o shopping terá também operações novas como Fnac, Made In Brazil Music, Big e Mega Zone – o maior parque indoor da América Latina com diversões eletrônicas de última geração – além de um centro de eventos multiuso e uma academia de ginástica. </p>
<p>O Gourmet Shopping será uma atração à parte com seis restaurantes e vista única para o Guaíba. Do total de lojas, 165 abrem nesta primeira fase.</p>
<p>O complexo multiuso prevê, além do shopping, uma torre de escritórios, dois prédios residenciais e um hotel. O sucesso de comercialização do shopping –100% das lojas vendidas um ano antes da data de inauguração – fez levou o empreendedor a antecipar o lançamento do edifício comercial Cristal Tower. Até o momento já foram comercializados 60% dos 290 conjuntos comerciais. A estimativa é de que o valor geral de vendas nominal (VGV) da torre ultrapasse os R$ 70 milhões. </p>
<p>NOVIDADE INTERNACIONAL DAS HAVAIANAS<br />
Porto Alegre é o primeiro mercado a receber as bolsas das Havaianas. A loja HSConcept, do bairro Moinhos de Vento, já está comercializando as bolsas que chegam em oito modelos e preços variáveis entre R$ 80,00 e R$ 200,00. </p>
<p>A empresária Janice Chmelnitsky estima que com o lançamento dos novos produtos a loja terá um incremento de 10% nas vendas de Natal. “Até o fechamento da estação em março a comercialização das bolsas deve alavancar em 15% nosso desempenho”, prevê.  “O novo produto é a aposta para o mercado internacional e tem a cara do Brasil, pois une versatilidade, simplicidade e qualidade”, declara Janice.  </p>
<p>RECARGA FÁCIL VIVO VIA CARTÕES DE CRÉDITO<br />
A JCN, empresa especializada no desenvolvimento de aplicações e soluções para celulares, acaba de firmar uma parceria com a Vivo Sul e com quatro operadoras de cartões de crédito - Visa, Mastercard, Hipercard, Aura e Dinners - para lançar o serviço “Recarga Fácil”. </p>
<p>Trata-se do primeiro sistema de vendas diretas via celular do País exclusivamente voltado para a venda de recarga eletrônica de crédito em telefones pré-pagos.  Pelo acordo, as empresas já começam a operar o novo modelo ainda em novembro, para todo o Estado do Rio Grande do Sul.</p>
<p>A expansão para outras praças deve iniciar-se ainda este ano, com prognóstico de ser concluída ao longo de 2009. De acordo com a Vivo, a base de celulares no Rio Grande atinge cerca de 3,9 milhões, dos quais 3,1 milhões são de aparelhos pré-pagos. A expectativa da JCN, através de sua operação, é absorver 20% das vendas de recarga realizadas pela empresa de telefonia no Estado. </p>
<p>PAIM É AGÊNCIA DO ANO NO COLUNISTAS<br />
A Paim Comunicação foi uma das grandes vencedoras do 26º Prêmio Colunistas Rio Grande do Sul, concedido pela ABRACOMP- Associação Brasileira dos Colunistas de Marketing e Propaganda: Agência do Ano e a empresa com o melhor Desempenho Criativo. Além disso, o cliente Nacional Supermercados, foi escolhido como o Anunciante do Ano.</p>
<p>LODUCCA NA SEMANA ARP<br />
O publicitário Celso Loducca fará a palestra de abertura da Semana ARP da Comunicação 2008. Abordando o tema “Próximo Passo”, o publicitário deverá contribuir com uma visão global do setor e alternativas para não cair na possível crise econômica. A Semana ARP inicia nesta segunda-feira,16.</p>
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		<title>Policiais vão em passeata até o Piratini</title>
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		<pubDate>Sun, 16 Nov 2008 13:15:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Capa 1]]></category>

		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Polícia]]></category>

		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

		<category><![CDATA[Wanderley Soares]]></category>

		<category><![CDATA[governo do estado]]></category>

		<category><![CDATA[segurança]]></category>

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		<description><![CDATA[Policiais civis de todo o Estado fazem passeata nesta segunda-feira,17. A concentração será no Palácio da Polícia, a partir de 14h. De lá, a marcha seguirá até o Palácio Piratini. A caminhada é um ato de solidariedade aos policiais civis de São Paulo, que estão em greve, e também uma manifestação pública contra a governo... (Wanderley Soares)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>WANDERLEY SOARES</p>
<p><strong>Uma ponte pênsil de balanço festivo</strong>.</p>
<p><em>Agentes da Polícia Civil gaúcha manifestarão solidariedade com policiais de São Paulo.<br />
</em><br />
Policiais civis de todo o Estado realizarão passeata, na segunda-feira, dia 17. A concentração será no Palácio da Polícia, a partir de 14h. De lá, a marcha seguirá até o Palácio Piratini. A caminhada é um ato de solidariedade aos policiais civis de São Paulo, que estão em greve, e também uma manifestação pública contra a governo Yeda Crusius.</p>
<p>Não obstante serem as reivindicações dos policiais por salários dignos, condições de trabalho com tecnologia avançada e efetivo completo tenham o apoio de todos os segmentos da sociedade que buscam alcançar a sonhada sensação de segurança, essa salada dos agentes gaúchos com os policiais de São Paulo não me parecer ter qualquer consistência. Observo que é inconsistente ainda o dialogo entre agentes e delegados de polícia. Além disso,  a harmonização entre Polícia Civil e Brigada Militar nos processos reivindicatórios pode ser considerada, ainda, embrionária. Portanto, esta ponte pênsil armada entre policiais gaúchos e paulistas me parece ter cabos frágeis e um balanço festivo.</p>
<p>   Salva-vidas<br />
   A Brigada Militar receberá, até amanhã, inscrições para o processo seletivo de contratação de 600 Salva-Vidas Civis Temporários que trabalharão sob o regime jurídico estatutário, submetidos ao Regime Geral da Previdência Social, nos meses de dezembro de 2008 e janeiro, fevereiro e março de 2009. As 600 vagas serão distribuídas por todo o Estado.  As informações estão à disposição no site www.brigadamilitar.rs.gov.br.</p>
<p>   Meio ambiente<br />
   Ontem, o 4° Grupo Ambiental da Brigada Militar do Município de São José do Ouro realizou a solenidade de inauguração de sua nova sede. O prédio foi construído através de parceria entre o Consórcio da Usina Machadinho, a Fundação Brigada Militar e o Grupo Ambiental de São José do Ouro.</p>
<p>   Foragido<br />
   Agentes do Deic prenderam, ontem, um homem de 25 anos que se encontrava foragido. Ele foi detido em um beco na rua da Fé, Vila Cai-Cai, bairro Cavalhada, na Capital. Segundo o delegado Eduardo de Oliveira César, o preso possui diversas condenações pelos crimes de roubo à mão armada em estabelecimentos comerciais e pedestres, porte ilegal de arma de fogo, tráfico de entorpecentes, homicídio e formação de quadrilha, totalizando uma pena de 28 anos e 10 meses de prisão.</p>
<p>      Homicídios<br />
   O jovem Tiago Vargas do Amaral, de 18 anos, foi morto a tiros, ontem, na frente de casa. O crime ocorreu no bairro Sharlau, em São Leopoldo. Em Alvorada, Roberto Taylor da Rosa, de  48 anos, morreu baleado quando chegava em casa no bairro vila Isabel. Em Porto Alegre, uma mulher, não identificada, foi morta com dois tiros  na cabeça no bairro Rubem Berta.</p>
<p>   Macaco<br />
   Agentes da DP de Taquara prenderam no bairro Empresa, na rua Tabajara, um homem de 24 anos conhecido pelo apelido de Macaco que  está envolvido em roubo de veículos, assaltos a residências, pedestres e caminhoneiros, além de incêndio, receptação e tentativa de homicídio. Macaco infernizava vários bairros daquele mu-nicípio e ninguém sabe por quanto tempo per-manecerá preso.</p>
<p>   Prisões<br />
   A Brigada Militar, em ação do 1º BPM, deteve, ontem, no Beco das Flores, bairro Santa Tereza, na Capital, um homem que estava foragido do sistema prisional desde setembro deste ano. Logo depois foi detido um jovem de 20 anos, na Avenida Tramandaí, no Bairro Ipanema, que tinha em seu poder 63 pedras de crack e um tijolinho de maconha. Agentes da 2ª DP de Alvorada, com apoio da 1ª e da 3ª DP do município, prenderam três pessoas na sexta-feira . Dois homens, um de 20 e outro de 28 anos, e uma mulher de 32, foram detidos na Rua Loureiro da Silva, na Vila São Pedro, naquela cidade. De acordo com o delegado Marcos Antônio Machado, foram apreendidos dois rádios comunicadores, uma espingarda calibre 12 e uma pistola 380, além de farta munição. Os dois homens são suspeitos de terem praticado o homicídio que vitimou Emerson Leandro dos Santos Ferreira, fato ocorrido no dia 30 de outubro último.</p>
<p>   Mulher<br />
   Uma ex-policial civil foi presa, na manhã de ontem, num ponto de tráfico de drogas no bairro Santa Cecília em Viamão. A mulher, de 49 anos, é apontada chefe de um grupo de traficantes daquela região. Na casa onde houve a prisão, na rua Vinicius de Moraes, PMs apreenderam 50 pedras de crack, uma pistola e munição. Os PMs também encontraram oito capacetes, tocas ninja e equipamentos eletrônicos. Não tenho na memória outro caso de uma ex-policial gaúcha que tenha optado pelo crime. Entre os homens esse tipo de troca de atividade não chega a ser uma coisa rara.</p>
<p>   Negritude<br />
   Efeito Barack Obama: recebo e-mails apontando para o fato de que a Brigada Militar nunca teve um comandante geral negro. </p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Empresários orientam votação do Pontal</title>
		<link>http://www.jornalja.com.br/2008/11/13/empresarios-orientam-votacao-do-pontal/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 19:36:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>naira</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Capa 2]]></category>

		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

		<category><![CDATA[Economia]]></category>

		<category><![CDATA[Geral]]></category>

		<category><![CDATA[Meio Ambiente]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>

		<category><![CDATA[camara de porto alegre]]></category>

		<category><![CDATA[Estaleiro Só]]></category>

		<category><![CDATA[Movimento ambientalista gaúcho]]></category>

		<category><![CDATA[movimento comunitário]]></category>

		<category><![CDATA[orla do guaiba]]></category>

		<category><![CDATA[Pontal do Estaleiro]]></category>

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		<description><![CDATA[Não foram poucos os flagrantes de conversa entre representantes do legislativo municipal e o grupo de empresários que ocupou o lado direito das galerias. O ex-presidente do Conselho Consultivo do Sinducscon RS, Zalmir Chwartzmann, foi um dos mais atuantes e forneceu as diretrizes da votação aos vereadores Alceu Brasinha, Haroldo de Souza e Dr. Goulart.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><strong>Naira Hofmeister*<br />
</strong></p>
<p>“Foi mais light do que a gente imaginava, né”. Passava das 22h e o vereador Ismael Heinen (DEM) não conseguiu esconder sua alegria com a aprovação do projeto de lei que permite a construção do Pontal do Estaleiro. O interlocutor não era um colega de parlamento, mas um dos maiores interessados no projeto – o arquiteto e urbanista Jorge Debiagi.</p>
<p class="MsoNormal" style="text-align: justify;">
<p class="MsoBodyText">A Câmara Municipal já estava totalmente vazia – as luzes principais do plenário tinham sido desligadas – e o arquiteto descia as escadas laterais da Casa acompanhado de sua assessora de imprensa quando deu de cara com Heinen.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Debiagi não correspondeu à efusão do vereador, limitando-se a um breve sorriso e um aperto de mão cordial. Em seguida, foi embora – não sem antes olhar bem para os lados para certificar-se de que não havia mais nenhum manifestante contrário ao projeto por perto.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">O vereador desconversou na hora da entrevista formal. “Eu apenas imaginei o que eles estavam sentindo”, justificou, fazendo questão de salientar que &#8220;sentia muito orgulho por ter assinado o projeto&#8221;.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText"><strong>&#8220;Meu nome é João César da Silva&#8221;, diz Zalmir Chwartzmann</strong></p>
<p class="MsoBodyText">Não foram poucos os flagrantes de conversa entre representantes do legislativo municipal e o grupo de empresários que ocupou o lado direito das galerias. Como o diálogo que reuniu os vereadores Dr. Goulart (PTB), Haroldo de Souza (PMDB) e Brasinha (PTB) antes da votação da última emenda, do Professor Garcia (PMDB), que retirava do projeto a determinação de 43m como sendo a altura máxima para o empreendimento.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Na platéia, o grupo de senhores vestidos com camisas bem alinhadas não fazia nenhuma questão de disfarçar e chamavam os vereadores nominalmente. Primeiro, convocaram Dr. Goulart (PTB). Apenas um senhor careca, de cabelos brancos, nariz muito fino e olhos grandes se dirigia claramente aos parlamentares. Os demais ouviam.</p>
<p class="MsoBodyText">“Essa tem que derrubar”, orientou.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Dr. Goulart não respondeu. Em seguida chegou Haroldo de Souza (PMDB). O homem repetiu “Achamos que tem que derrubar”.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Os vereadores não demonstraram muita confiança. “É? Tem?”, perguntaram. Em seguida se uniu ao grupo o proponente do PLCL 06/2008 – Alceu Brasinha (PTB). E os engravatados ataram numa conversa muito baixinha.</p>
<p class="MsoBodyText">“O pessoal acha que tem que derrubar, viu”, avisou pela terceira vez o homem. Nova rodada de discussões entre os espectadores e finalmente alguém disse.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">“Na verdade deixa passar. É a emenda do líder do governo, pode ser importante depois para o Fogaça”. Todos concordaram e a emenda do professor Garcia passou com folga.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Um servidor da Casa se revoltou. “Porque vocês não vêm aqui apertar as teclas do painel? Ficam desmoralizando o legislativo. Sem vergonha!!”</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Eu fui conversar com o grupo. Eles negaram a tentativa de influenciar a votação e disseram que nunca falaram com os parlamentares antes. Perguntei como se chamavam.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">“João César da Silva”, respondeu o senhor esguio que conversou com os parlamentares. Não quis dizer em qual bairro morava – “Sou cidadão de Porto Alegre” -, mas garantiu que era engenheiro.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Ao seu lado, um companheiro me respondeu. “O que você quer que eu diga? Que me chamo João César da Silva”? E avisou que não tinha nada a ver com a história. “Estou só sentado aqui observando”.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Consultando uma foto da comemoração é fácil identificar o homem que passava orientações explicitamente: era Zalmir Chwartzmann, ex-presidente do Conselho Consultivo do Sindicato da Indústria da Construção Civil (Sinduscon). Ao seu lado estavam dois altos executivos da construtora Goldzstein (que inclusive carregam o nome da construtora na carteira de identidade) - nenhum deles foi entrevistado por essa repórter, porém suas participações nas conversas com os vereadores ficaram claras em mais de um momento.</p>
<p class="MsoBodyText">Inclusive na comemoração, como pode ser visto na <em><a title="Elson Sempé/CMPA" href="http://bancodeimagenscmpa.procempa.com.br/visualiza.php?codImagem=8375"  target="_blank">imagem de Elson Sempé</a></em>, fotógrafo da Câmara Municipal, na qual o quarteto, acompanhado de um dos sócios da BM Par, Saul Boff, comemora junto com os petebistas Brasinha e Maria Luíza a aprovação do projeto.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText"><strong>Voto de minerva foi de Dib</strong></p>
<p class="MsoBodyText">A sessão plenária a Câmara de Vereadores do dia 13 de novembro de 2008 aprovou alterações na lei 470, o que vai permitir a construção de projetos na área da Ponta do Melo, na Zona Sul de Porto Alegre. Depois de oito horas de discussão e dez tentativas da opisição de adiar a decisão final, o texto apresentado pelo vereador Alceu Brasinha em abril foi aprovado em plenário por 20 votos a 14. Elói Guimarães (PTB) e Maristela Maffei (PCdoB) se abstiveram.</p>
<p class="MsoBodyText">O voto de minerva foi do vereador mais experiente da Casa, o progressista João Dib. &#8220;Achei que fossemos ter uma discussão sobre pontos importantes. Mas se cheguei aqui com alguma dúvida, vocês não me ajudaram a solucioná-la&#8221;, alertou antes de anunciar seu parecer favorável.</p>
<p class="MsoBodyText">Explica-se. O projeto precisava de 19 votos para passar - 18 vereadores assinaram o texto de Brasinha como co-autores. Desses, Elói Guimarães (PTB) preferiu abster-se. Ou seja, haviam 17 parlamentares no plenário com uma forte tendência ao sim.</p>
<p class="MsoBodyText">Ao definir que a bancada votaria unida, o PDT agregou um nome a mais à lista, o de João Bosco Vaz. A coordenadora do Fórum de Entidades, Neuza Canabarro não foi obrigada pelos colegas de partido a seguir sua decisção. Votou contra.</p>
<p class="MsoBodyText">Por fim, o presidente Sebastião Melo (PMDB) já havia informado que não seria o seu voto que decidiria a briga. Ele confirmou que era favorável ao Pontal, mas só votari dessa forma caso o jogo já estivesse decidido. Foi o que ele fez - Melo foi o 20° voto a constar no placar eletrônico.</p>
<p class="MsoBodyText"><strong>Emendas são prêmio de consolação</strong></p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Na seqüência os representantes do legislativo municipal apreciaram sete emendas. Todas passaram. Com elas, o projeto original se modifica sutilmente. A mais comemorada pelos proponentes da matéria foi de autoria do vereador Dr. Goulart e permite a construção de “edificações residenciais desde que a área para esse uso seja protegida contra eventuais cheias do Guaíba”.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">As emendas de n° 2 e 3 dizem que as alterações na lei valem para a “subunidade de Estruturação Urbana 03 da UEU 4036”. O texto original propunha as novas regras de urbanização para o Pontal do Estaleiro. Na prática, as regras não estão mais restritas ao projeto.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Segundo Dr. Goulart, trata-se apenas do termo técnico que designa exatamente a área na qual serão erguidos os prédios do De Biaggi. “Era apenas para tirar o nome Pontal do Estaleiro do projeto”, argumenta.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Mas Guilherme Barbosa (PT) está seguro que o espaço é bem maior do que Dr. Goulart diz. “Essa é a prova de que o projeto não serve apenas ao Pontal, mas vale para toda a Orla – até o parque Marinha do Brasil”, denuncia. A pedido do Jornal JÁ, a Secretaria Municipal de Planejamento vai verificar até sexta-feira (13) quais os limites exatos da área.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Restaram dois prêmios de consolação para a massa de estudantes universitários, ambientalistas e líderes comunitários que queriam derrubar o projeto.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Única matéria a ganhar a unanimidade da Casa na noite de quarta-feira, a emenda de Luiz Braz (PSDB) suprime do texto original o artigo que permite a compra de Solo Criado com o limite de uma vez e meia a área do terreno . Essa possibilidade de compra de índice construtivo é fundamental no cálculo de lucros que um projeto pode ter, já que amplia o tamanho do empreendimento. Será mantido o índice que vigora na lei 470, de uma vez a área do terreno.</p>
<p class="MsoBodyText">
<p class="MsoBodyText">Outra comemoração do lado derrotado foi a aprovação da emenda do líder do governo, professor Garcia (PMDB), que retira do projeto original a permissão para erguer prédios de até 43m – e devolve a decisão para o Executivo, através do Estudo de Viabilidade Urbanística.</p>
<p class="MsoBodyText"><strong><em>*Colaborou Helen Lopes</em></strong></p>
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		<item>
		<title>Fato de 30 anos atrás deixa uma bomba na Feira do Livro</title>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2008 14:22:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Capa 2]]></category>

		<category><![CDATA[Elmar Bones]]></category>

		<category><![CDATA[Mundo]]></category>

		<category><![CDATA[Opinião]]></category>

		<category><![CDATA[Política]]></category>

		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>

		<category><![CDATA[direitos humanos]]></category>

		<category><![CDATA[feira do livro]]></category>

		<category><![CDATA[sequestro dos uruguaios]]></category>

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		<description><![CDATA[A 54a.Feira do Livro, que termina domingo, 16, deixará em Porto Alegre uma bomba de efeito retardado: o livro do jornalista Luiz Claudio Cunha, editado pela LPM, reconstituindo o "sequestro dos uruguaios" ocorrido em novembro de 1978, fato que abalou as ditaduras uruguaia e brasileira e que lançou seus primeiros estilhaços ali mesmo na Praça da Alfândega, em meio às barracas da Feira.(Elmar Bones)]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Elmar Bones</p>
<p>A 54a.Feira do Livro, que termina domingo, 16, deixará em Porto Alegre uma bomba de efeito retardado: o livro do jornalista Luiz Claudio Cunha, editado pela LPM, reconstituindo o &#8220;sequestro dos uruguaios&#8221; ocorrido em novembro de 1978, fato que abalou as ditaduras uruguaia e brasileira e que lançou seus primeiros estilhaços ali mesmo na Praça da Alfândega, em meio às barracas da Feira.</p>
<p>Na abertura da feira daquele ano, o governador Synval Guazzelli foi encurralado pelos repórteres para falar de um assunto do qual vinha fugindo nos últimos dias - a denúncia de que dois adultos (Universindo Dias e Lilian Celiberti) e duas crianças (Camilo, 8, e Francesca, 3, filhos de Lilian) haviam sido sequestrados em Porto Alegre e levados para Montevidéo por uma ação conjunta de policiais uruguaios e brasileiros.</p>
<p>O livro tem 472 páginas, e reconstitui os fatos num ritmo de reportagem, sem buscar isenção, nem distanciamento. O repórter está envolvido desde o primeiro minuto, quando numa tarde de novembro de 1978, acompanhado do fotógrafo J.B. Scalco, bateu num apartamento na rua Botafogo, no Menino Deus, e foi recebido por uma pistola. O autor do livro está do lado de cá da pistola, que como se descobriu depois, a partir do testemunho dele e de Scalco, estava a serviço de uma organização criminosa, que eliminava dissidentes à sombra das ditaduras do continente. Por isso, Luiz Cláudio é impiedoso com todos aqueles que estavam do lado de lá, o da pistola.</p>
<p>O livro, lançado dia 7, com autógrafos na feira, detonou uma série de eventos em  Porto Alegre e, de certa forma fez o mundo político local reviver os dias sombrios daqueles tempos &#8220;em que adversários eram punidos com a tortura, o desaparecimento e a morte&#8221;.</p>
<p>Lilian e Universindo vieram de Montevidéo para homenagens na Assembléia Legislativa, na Ordem dos Advogados, deram dezenas de entrevistas em rádios, jornais e tevês. Lembraram a prisão, as torturas, nominaram os algozes, repudiaram as ditaduras e reitararam sua gratidão aos jornalista, advogados, defensores de direitos humanos e parlamentares que alimentaram a campanha, que não só desvendou o sequestro. Também salvou a vida deles, dos raros que escaparam das garras da Operação Condor.</p>
<p>Luiz Claudio Cunha, que vive em Brasilia, voltou para casa. Lilian, Universindo, Camilo e Francesca voltaram para Montevidéo, onde vivem. O livro ficou como uma bomba silenciosa, demolidora de biografias que se reconstruiam sob a poeira do tempo.</p>
]]></content:encoded>
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		<item>
		<title>Ambulantes que ficarem fora do camelódromo poderão ir para os bairros</title>
		<link>http://www.jornalja.com.br/2008/11/09/camelodromo-adiado-outra-vez-agora-ficou-para-janeiro/</link>
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		<pubDate>Sun, 09 Nov 2008 19:58:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
		
		<category><![CDATA[Capa 1]]></category>

		<category><![CDATA[Cidadania]]></category>

		<category><![CDATA[Notícias]]></category>

		<category><![CDATA[Porto Alegre]]></category>

		<category><![CDATA[camelódromo]]></category>

		<category><![CDATA[cidade]]></category>

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		<description><![CDATA[Incluído entre as realizações de José Fogaça, o Centro Popular de Compras foi um dos destaques na campanha de reeleição do prefeito, embora não estivesse totalmente concluído. A inauguração do prédio de dois módulos, com 20 mil metros construídos, foi marcada inicialmente para setembro, depois para outubro e, agora, foi adiada para janeiro. Quando ele começar a funcionar, não será mais permitida a presença de ambulantes nas ruas do centro. Mas a SMIC vai permitir que se instalem nos bairros do entorno os que são cadastrados e não tem lugar no camelódromo.]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><em>Inauguração do Camelódromo de Porto Alegre foi adiada pela quarta vez. Secretário admite que a legislação tem brechas</em></p>
<p>Foi transferida para janeiro de 2009 a inauguração do Centro Popular de Compras, o Camelódromo, no centro de Porto Alegre. Foi o quarto adiamento desde o início da construção, em setembro de 2007.</p>
<p>Dúvidas não faltam a respeito da obra, orçada em R$ 14 milhões e entregue por licitação à construtora Verdicon, empresa de Erechim, especializada na construção de presídios. Ela constrói o prédio de 20 mil metros quadrados, em dois módulos, em troca da permissão para explorar comercialmente o local por 25 anos, com direito a duas renovações de cinco anos cada. </p>
<p>Serão 800 boxes, alugados aos camelôs, mais praça de alimentação e um estacionamento, não previsto no projeto original. </p>
<p>Inicialmente, tudo seria explorado pela concessionária, mas depois de uma denúncia do Jornal do Centro - de que a empresa iria arrecadar R$ 120 milhões a mais, sem nenhuma contrapartida ao município, houve mudança. O estacionamento será explorado pela EPTC, até uma nova licitação. </p>
<p>Há polêmica também quanto à lista dos selecionados para ocupar os 800 boxes do CPC. Durante a campanha eleitoral, apareceu o nome de Juarez Gutierrez de Souza, candidato à vice-prefeito em Viamão pelo PMDB. </p>
<p>Funcionário público estadual, Gutierrez declarou ao Tribunal Regional Eleitoral um patrimônio de R$ 90 mil, incluindo um imóvel de 100 m² em Viamão e três automóveis. “Desde 1981, o funcionário público tem cadastro na secretaria, estando em condições totalmente legais”, justificou o secretário municipal de Indústria e Comercio, Léo Antônio Bulling.</p>
<p>O secretário, reconhece que a  a legislação tem brechas que podem levar a distorções. Não é obrigatório, por exemplo, que o trabalhador da banca seja o signatário do contrato. “A legislação facultou ao ambulante ter o chamado <em>auxiliar.</em> E isso possibilita que o titular tenha outra atividade&#8221;. </p>
<p>Não há também, segundo Bulling, impedimento a um camelô que possua outra fonte de renda. “Eticamente é incorreto, pois esse espaço público é para suprir uma necessidade de uma pessoa que não tem emprego. Mas legalmente não há o que impeça”. </p>
<p>As afirmativas de Bulling reforçam os comentários entre os ambulantes, de que está havendo venda dos espaços por quem foi contemplado com uma vaga. Uma das entidades que representa os camelôs está preparando um dossiê sobre o tema, mas não adianta os resultados do levantamento. </p>
<p><strong>Quem sobrar vai para os bairros</strong></p>
<p>Segundo a Smic, estão registrados 840 camelôs com bancas fixas no cetro de Porto Alegre. “Por isso idealizamos o camelódromo para 800 bancas”, observa o secretário Léo Antônio Bulling. </p>
<p>Ele admite que há mais gente sem registro na Smic. É o caso de Ana Cláudia Fonseca dos Santos, de 37 anos, 20 deles dedicados à atividade ambulante. Ela e seus dois filhos dependem exclusivamente da venda de bijuterias. “Querem exterminar nossa classe”, desabafa. </p>
<p>Muitos outros camelôs afirmam ter ficado de fora do espaço da Prefeitura. A maioria garante que não vai sair das ruas do Centro. &#8220;Não sei os outros, mas eu não vou”, promete uma camelô que tem mais de 30 anos de praça. </p>
<p>Prevenida, ela está antecipando a quitação de suas dívidas e também trancou a faculdade da filha, pois não sabe como obter outro rendimento caso seja impedida de trabalhar na rua.</p>
<p>Aos 40 ambulantes registrados, que ficarão fora do camelódromo, a secretaria vai oferecer a alternativa de irem para os bairros. “Como a legislação proíbe a instalação de qualquer banca de camelô no centro após instalado o CPC, nós iremos oportunizar para essas pessoas, para que não fiquem sem trabalho, para se dirigirem aos bairros”, revela. </p>
<p><em>Com reportagem de Priscila Pasko e Gabriel Sobé</em></p>
<p><strong>Smic prepara licitação do estacionamento</strong></p>
<p>A Secretaria Municipal da Produção, Indústria e Comércio (Smic), por meio de sua assessoria jurídica, deve finalizar nos próximos dias os termos para o edital de licitação prevendo concorrência pública para a exploração do estacionamento do Centro Popular de Compras do Terminal Rui Barbosa (CPC), o Camelódromo, atendendo à recomendação do Ministério Público. As obras devem estar concluídas no próximo mês.</p>
<p>Responsável pela construção do Camelódromo, que se deu graças a uma Parceria Público-Privada (PPP), a empresa Verdicon Construções já adiantou que não pretende participar dessa nova concorrência para a exploração comercial das 216 vagas do estacionamento. </p>
<p>No contrato assinado entre a prefeitura e a Verdicon, ficou acertado que a empresa construiria o empreendimento, num investimento de R$ 14 milhões, e que, em troca, teria 25 anos para a exploração comercial do Camelódromo, prazo renovável por dois períodos de cinco anos. (do site da prefeitura)</p>
<p><strong>Estrutura do camelódromo</strong></p>
<p>- Localizado na Praça Ruy Barbosa, entre as avenidas Mauá e Voluntários da Pátria, o novo empreendimento vai abrigar 800 camelôs licenciados, numa área de 2.914 metros quadrados<br />
- A plataforma de concreto é de 10 mil metros quadrados, sobre o terminal de ônibus na Praça Ruy Barbosa<br />
- Cruzará a Avenida Júlio de Castilhos por uma passarela totalmente coberta até Avenida Mauá<br />
- Cada comerciante ocupará um Box, que terá de três a quatro metros quadrados, contendo pontos de luz, água, esgoto e telefone, com aluguel estimado em R$ 300<br />
- Com acesso a todas as calçadas e interligado às ruas do entorno, o CPC terá ainda lojas-âncoras, como restaurante popular, farmácia e agência bancária<br />
- O projeto prevê jardins descobertos, praça de alimentação, sanitários, acesso para deficientes, sistema de segurança por câmeras de vídeo e policiamento<br />
- Serão instalados 30 filtros de carvão ativado. Cada filtro terá a capacidade de renovação de 60 mil metros cúbicos de ar por minuto. Os equipamentos têm a função de filtrar os gases gerados pelos ônibus. (da Redação)</p>
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