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	<title>Jornal Já - Porto Alegre, Rio Grande do Sul &#187; ditadura</title>
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		<title>População hostiliza jornalistas na Argentina &#8211; maioria acredita que eles mentem</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Dec 2011 19:50:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<p>Vai passando quase despercebida – por estar sendo pouco comentada –   matéria da Folha de São Paulo de segunda-feira que, por sua importância,   chegou a ser publicada no site da <strong><a href="http://www.abert.org.br/site/index.php?/teste/argentina/cristina-kirchner-faz-cerco-a-imprensa-independente.html">Abert</a></strong> (Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão). É de autoria   da jornalista Sylvia Colombo, 39, correspondente daquele jornal na   Argentina (Buenos Aires). <a href="http://www.jornalja.com.br/?p=10908"><em><strong>Leia mais</strong></em></a></p>
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		<title>O valente Sarney do lado de lá</title>
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		<pubDate>Tue, 02 Aug 2011 21:29:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[<div id="_mcePaste">Luiz Cláudio Cunha *</div>
<div id="_mcePaste">Pego em flagrante delito como defensor do indefensável, o senador José Sarney, presidente do Congresso Nacional, esperou calado até a véspera da audiência na Justiça paulista para externar sua repulsa à condição de testemunha de defesa do coronel da reserva do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra.</div>
<div id="_mcePaste">Como major, nos anos chumbados do Governo Médici, Ustra criou e comandou no II Exército de São Paulo o DOI-CODI da rua Tutóia, ganhando por merecimento a  condição de símbolo vivo da repressão mais feroz da ditadura  — o regime que Sarney defendia sem rebuço, como cacique do partido dos militares, a ARENA. Se não apoiava, Sarney nunca expressou publicamente esta suposta contrariedade. Permaneceu corajosamente silente.</div>
<div id="_mcePaste">Nesta quarta-feira, 27, começou em São Paulo o processo em que a família do jornalista Luiz Eduardo Merlino acusa Ustra pela morte em julho de 1971 do jovem de 22 anos, após quatro dias de brutal tortura na máquina de moer carne administrada por Ustra.</div>
<p>Luiz Cláudio Cunha *<br />
Pego em flagrante delito como defensor do indefensável, o senador José Sarney, presidente do Congresso Nacional, esperou calado até a véspera da audiência na Justiça paulista para externar sua repulsa à condição de testemunha de defesa do coronel da reserva do Exército Carlos Alberto Brilhante Ustra. Como major, nos anos chumbados do Governo Médici, Ustra criou e comandou no II Exército de São Paulo o DOI-CODI da rua Tutóia, ganhando por merecimento a  condição de símbolo vivo da repressão mais feroz da ditadura  — o regime que Sarney defendia sem rebuço, como cacique do partido dos militares, a ARENA. Se não apoiava, Sarney nunca expressou publicamente esta suposta contrariedade. Permaneceu corajosamente silente.Nesta quarta-feira, 27, começou em São Paulo o processo em que a família do jornalista Luiz Eduardo Merlino acusa Ustra pela morte em julho de 1971 do jovem de 22 anos, após quatro dias de brutal tortura na máquina de moer carne administrada por Ustra.</p>
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		<title>Seminário debaterá ditaduras do Cone Sul</title>
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		<pubDate>Mon, 28 Mar 2011 13:10:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator>patricia</dc:creator>
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		<category><![CDATA[Cultura]]></category>
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		<description><![CDATA[<p>Os 47 anos do golpe de 1964 serão lembrados no seminário<em> Memória, Verdade e Justiça: Marcas das Ditaduras do Cone Sul</em><em> </em>, dias 30 e 31 de março e 1º de abril, em Porto Alegre, com entrada franca. Serão três noites com manifestações culturais e mesas-redondas. Confira a programação completa e o perfil dos painelistas.</p>
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		<title>Dilma: a tortura julgada, a anistia sangrada</title>
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		<pubDate>Sat, 13 Nov 2010 12:38:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Luiz Cláudio Cunha *

Dilma Rousseff, a primeira mulher eleita presidente do Brasil, deve encarar um desafio que intimidou os cinco homens que a antecederam no Palácio do Planalto a partir de 1985, quando acabou a ditadura: a tortura e a impunidade aos torturadores do golpe de 1964.

José Sarney, Fernando Collor, Itamar Franco, FHC e Lula nunca tiveram a cara e a coragem de botar o dedo na ferida da impunidade, chancelada pela medrosa decisão de abril passado do Supremo Tribunal Federal, que reafirmou o perdão aos militares e policiais que mataram e machucaram presos políticos. Na quarta-feira passada (4), quando o país ainda vivia a ressaca da vitória no domingo da primeira ex-guerrilheira a chegar ao poder supremo da Nação, o incansável Ministério Público Federal em São Paulo (MPF-SP) ajuizou ação civil pública pedindo a declaração da responsabilidade civil de quatro militares reformados...]]></description>
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		<title>SIMON DESTACA JULGAMENTO HISTÓRICO DESTA QUARTA FEIRA</title>
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		<pubDate>Tue, 27 Apr 2010 20:30:51 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O senador Pedro Simon foi à tribuna chamar atenção para o "julgamento histórico" que ocorrerá no Supremo Tribunal Federal nesta quarta-feira, 28."O Supremo terá uma oportunidade de reconciliar o país com sua história, de ajustar a memória à verdade" disse Simon, em discurso escrito. Depois de dois anos, o STF vai decidir se a Lei da Anistia, de 1979, se estende também aos torturadores do regime militar. 
 
"O Brasil é o único país da América Latina que ainda não julgou criminalmente os homens que se excederam na ditadura, torturando e matando", disse Simon.  ]]></description>
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		<title>General diz que não houve tortura</title>
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		<pubDate>Thu, 08 Apr 2010 04:23:34 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Série de depoimentos de generais que sustentaram o regime de 64, começou com o ex ministro do Exército, Leônidas Pires Gonçalves. Leônidas continua acreditando que o jornalista Vladimir Herzog é apenas um "suicida assustado" pelo simples fato de ser convocado ao centro de torturas da Tutóia.(Luiz Cláudio Cunha)
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		<title>Trinta anos depois, Lilian encara sequestrador</title>
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		<pubDate>Mon, 01 Feb 2010 20:50:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Pela primeira vez a uruguaia Lilian Celiberti estará frente a frente com um dos policiais que a sequestraram em 1978. Ela é testemunha no processo que o policial João Augusto da Rosa, o Irno, move contra o jornalista Luiz Claudio Cunha, autor do premiado livro "O sequestro dos Uruguaios. Será nesta quinta-feira, dia 04/02, às 15h, na 18º Vara Cível, no Foro Central de Porto Alegre.]]></description>
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		<title>Jornalista processado por livro sobre sequestro</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jan 2010 11:14:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Está marcada para 4 de fevereiro, na 18a. Vara em Porto Alegre,  a primeira audiência do processo que o policial aposentado João Augusto da Rosa, o Irno, move contra o jornalista Luiz Cláudio Cunha, autor do livro "O Sequestro dos Uruguaios", um dos lançamentos mais premiados em 2009.]]></description>
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		<title>Osmar Béssio Trindade, um jornalista</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jul 2009 12:44:26 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elmar</dc:creator>
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		<description><![CDATA[(Elmar Bones) Se me coubesse escolher um caso exemplar nessa geração de jornalistas gaúchos que enfrentou a ditadura militar, eu não hesitaria em apontar o nome de Osmar Béssio Trindade. Ele era desses que nascem prontos, nos quais o tempo e a experiência só fazem aperfeiçoar as qualidades inatas. Conheci-o na nossa Santana do Livramento, eu era um garoto imberbe, ele já repórter da Folha Popular, o jornal editado pelo Ivo Caggiani. Fazer a cobertura policial num jornal do interior, ainda mais numa cidade como Livramento, não é para qualquer [...]]]></description>
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