Símbolos da riqueza antiga
Projeto Monumenta restaura prédios que marcam uma época de prosperidade no Rio Grande do Sul. Seis edifícios públicos e 12 privados foram recuperados em oito anos no centro histórico de Porto Alegre. (Elmar Bones)
Projeto Monumenta restaura prédios que marcam uma época de prosperidade no Rio Grande do Sul. Seis edifícios públicos e 12 privados foram recuperados em oito anos no centro histórico de Porto Alegre. (Elmar Bones)
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A Patrulha de Sete JoãoO diário deixado por um mercenário alemão foi o ponto de partida deste livro que aborda as guerras no sul do continente, os costumes no interior gaúcho e a imprensa na segunda metade do século XIX. Retrata uma época violenta, que ainda desafia interpretações. |
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O Menino que se Tornou BrizolaA vida de Leonel Brizola, com ênfase para os primeiros anos em Porto Alegre, até o exílio no Uruguai e a volta, quinze anos depois. “…Éramos todos jovens e nos identificávamos com aquela massa anônima a percorrer as ruas de Porto Alegre, gritando ‘Getúlio’, ‘Getúlio’ e empunhando faixas com toscas inscrições em favor dos sindicatos e das garantias de trabalho”. Leonel de Moura Brizola |
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A Paz dos Farrapos“É que esta paz é nebulosa. Ela é uma paz só dos farroupilhas. Só existe uma documentação assinada elos rebeldes. Não há nenhum documento assinado por qualque autoridade do Império. Ela pode ser questionada”. |
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Histórias da Santa Casa – O Cardeal e o Guarda ChuvaRelato jornalístico do projeto que transformou a Santa Casa de Misericórdia de Porto Alegre num dos melhores hospitais do país. |
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Obra Completa de Simões Lopes NetoEis, enfim, a reunião da obra completa de uma das expressões máximas do pré-modernismos brasileiro. Simões Lopes Neto é o exemplo mais marcante da ficção regionalista desse período. O imaginario mítico, o humor belicoso, guerreiro, a fala inculta e insolente – eses são os elementos básicos dessa ficção que soube transcender seu quadro de referências e firmar-se em um contexto universal. |
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Manchetes que não Foram EscritasA coluna Manchetes que não foram escritas, publicada pelo jornal JÁ, tem registrado pequenos exemplos que retratam o todo da grande crise pela qual passa a imprensa brasileira, em especial os jornais. Este livro reúne alguns dos textos escritos nos últimos dez anos. Revelam o universo da grande mídia, os interesss e os critérios (ou a falta deles) que determinam o que é ou não notícia e como ela será reportada ao público leitor. |
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O Homem que Perdeu os OlhosSeleção de reportagens publicadas no Jornal JÁ: “O homem que perdeu os olhos”(um crime sem solução), “O Cara Cortada” (um crime de imprensa), “A primeira eleição em Porto Alegre” (um registro histórico), “O dia em que o Rio Grande resistiu” (sobre a Legalidade) “O dia em que o Rio Grande vacilou” (sobre o golpe de 1964), “O Brasil se debruça sobre Vargas” (sobre o cinqüentenário do suicídio de Getúlio Vargas). |
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Pioneiros da EcologiaA obra resgata a história do movimento ambientalista gaúcho. São relatos jornalísticos dos principais fatos históricos (a poluição da Borregaard e a contestação aos agrotóxicos) e depoimentos dos personagens que participaram dessa trajetória. Entre eles, Augusto Carneiro, Magda Renner, Giselda Castro, Celso Marques, Flávio Lewgoy e, claro, José Lutzenberger, cujo capítulo inclui as últimas entrevistas que ele concedeu antes de sua morte |
Para restituir o visual da Praça da Alfândega ao seu original, do início do século XX, quando não se sabia ainda da importância das árvores na vida urbana, o projeto Monumenta cercou a praça (QUE SEMPRE FOI ABANDONADA PELA PREFEITURA) com um muro metálico de dois metros de altura e, assim escondido, dedicou-se a cortar sistematicamente mais de duas dezenas de árvores da praça, algumas centenárias. (Marilia Levacov, Especial para o JÁ)
A Câmara Riograndense do Livro está aguardando uma audiência com o prefeito José Fortunati para se manifestar publicamente sobre a questão da Praça da Alfândega. Segundo os coordenadores do projeto Monumenta, a praça não estará liberada em outubro quando acontecerá mais uma Feira do Livro de Porto Alegre, o principal evento cultural da cidade. “Vamos ver o que o prefeito nos diz, para depois tomar uma posição”, disse ao JÁ o presidente da CRL, João Carneiro. A Praça da Alfândega está incluída no projeto Monumenta, do Ministério da Cultura, para [...]
O palacete amarelo, que se destaca na esquina da rua Santa Teresinha com a avenida Venâncio Aires, é propriedade definitiva da Ordem dos Carmelitas Descalças. O imóvel foi deixado como herança para a paróquia de Santa Teresinha por uma devota, que morreu em 2003. A história é um dos destaques da edição de outubro do jornal JÁ Bom Fim/Moinhos, que já está circulando.
Um ato pela Paz encerra neste sábado, 23, a Semana do Centro Histórico de Porto Alegre, no terraço da Usina do Gasômetro. A celebração que teve início no último dia 16, proporcionou a quem estava na cidade, momentos de confraternização, com espetáculos de música e dança, além das “happy hours” no Mercado Público da capital.