{"id":77137,"date":"2019-09-06T09:19:54","date_gmt":"2019-09-06T12:19:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=77137"},"modified":"2019-09-06T09:19:54","modified_gmt":"2019-09-06T12:19:54","slug":"sao-os-indios-guardiaes-da-floresta-ou-sujeitos-de-direitos-que-o-estado-deve-garantir","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/sao-os-indios-guardiaes-da-floresta-ou-sujeitos-de-direitos-que-o-estado-deve-garantir\/","title":{"rendered":"S\u00e3o os \u00edndios guardi\u00e3es da floresta ou sujeitos de direitos que o Estado deve garantir?"},"content":{"rendered":"<p>A resposta \u00e9 ambos e n\u00e3o h\u00e1 contradi\u00e7\u00e3o no fato.<br \/>\nOs ind\u00edgenas brasileiros s\u00e3o povos origin\u00e1rios e em estat\u00edsticas desencontradas \u2013 porque h\u00e1 grupos isolados, sem contato conosco \u2013 somam cerca de 400 mil indiv\u00edduos. Distribu\u00eddos em aldeamentos e ocupa\u00e7\u00f5es do territ\u00f3rio regulados e administrados pela FUNAI \u2013 organismo federal.<br \/>\nEm todos os continentes em que se deu o fen\u00f4meno de invas\u00e3o e conquista do territ\u00f3rio que chamamos docemente de COLONIZA\u00c7\u00c3O, houve genoc\u00eddio, acultura\u00e7\u00e3o dos povos nativos e o que se tem s\u00e3o remanescentes dessas popula\u00e7\u00f5es em \u201creservas\u201d \u2013 supostamente \u00e1reas protegidas pelo Estado.<br \/>\nNo Brasil estes remanescentes s\u00e3o- em sua maioria \u2013 coletores e ca\u00e7adores com pequena agricultura de subsist\u00eancia, se agrupam em 185 etnias e falam 150 dialetos al\u00e9m do Portugu\u00eas que \u00e9 obrigat\u00f3rio.<br \/>\nA maioria desses grupos est\u00e1 na Amaz\u00f4nia \u2013 n\u00e3o s\u00f3 brasileira, por raz\u00f5es \u00f3bvias: ali tem floresta, bicho, \u00e1gua e podem sobreviver seguindo o modo de vida que conhecem.<br \/>\nPoucos \u00edndios se dedicam a atividades outras, minerarias ou de outra natureza. S\u00e3o em geral falsas as acusa\u00e7\u00f5es de que se dedicam a atividades ilegais.<br \/>\nEm geral suas aldeias pequenas e grupos itinerantes t\u00eam pouco impacto na destrui\u00e7\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o ou da fauna.<br \/>\nN\u00e3o estamos aqui defendendo o \u201cmito do bom selvagem\u201d tampouco somos \u201co homem cordial\u201d que surgiu do amesti\u00e7amento entre as tr\u00eas ra\u00e7as fundantes do brasileiro. Continuamos com a mentalidade colonialista, rentista, predadora do pior pr\u00e9-capitalismo.<br \/>\nBoi na pecu\u00e1ria extensiva e serras peladas \u00e9 o nome do capitalismo amaz\u00f4nico. \u00c0 bala e fogo.<br \/>\nPorque a cobi\u00e7a sobre as terras ind\u00edgenas n\u00e3o \u00e9 para beneficiar nem o \u00edndio nem os homens e mulheres ordin\u00e1rios desse pa\u00eds. Essa cobi\u00e7a que se materializa em assass\u00ednio de lideres ecologistas e ind\u00edgenas, e invas\u00f5es com capangas armados tem o selo da grilagem, do desmate ilegal e dos fazendeiros inescrupulosos. Em geral, a experi\u00eancia mostra, estes crimes ficam impunes.<br \/>\nIvaneide Cardozo, chamada Neidinha com propriedade (\u00e9 pequena, magra, mas tem olhos incendiados de indigna\u00e7\u00e3o) \u2013 lidera uma organiza\u00e7\u00e3o em Rond\u00f4nia, a Kanind\u00e9. A organiza\u00e7\u00e3o existe desde 1992 e ali se instalou para fazer cumprir os des\u00edgnios da nossa Constitui\u00e7\u00e3o de 1988 \u2013 que garante as terras ind\u00edgenas e a sua demarca\u00e7\u00e3o.<br \/>\nNo caso do centroeste de Rond\u00f4nia, onde atua a Kanind\u00e9 vive o povo Uru-eu-wau -wau.<br \/>\nNeidinha, presente ao Congresso de Jornalistas Ambientais, acontecido em agosto (S\u00e3o Paulo), onde tamb\u00e9m estive, trouxe v\u00eddeos comoventes, mostrando as invas\u00f5es que se aceleraram nos \u00faltimos meses.<br \/>\nAs cenas se repetem: 5 a 10 homens armados escoltam grupo que vem com equipamento para desmatar e aumentar o territ\u00f3rio de algum fazendeiro ou outro empreendedor ilegal.<br \/>\nMuitas vezes os \u00edndios os recha\u00e7am- apenas com arcos e flecha. Os grupos recuam com amea\u00e7as de que vamos voltar, somos muitos e armados.<br \/>\nNeidinha relata mais de 2.000 focos de invas\u00e3o nos 2 milh\u00f5es de hectares da terra dos Iru-eu-wau wau na \u00faltima d\u00e9cada.<br \/>\nS\u00e3o \u00e1reas remotas de um Brasil que n\u00e3o vemos, n\u00e3o visitamos. S\u00e3o propriedades asseguradas por Lei \u2013 se a Lei valer alguma coisa. Tomara que sim.<br \/>\nNo atual governo temos acompanhado o desmonte da FUNAI, as tentativas mal sucedidas de rever as \u00e1reas ind\u00edgenas por decreto e discursos temer\u00e1rios de \u201ctem muita terra pra pouco \u00edndio\u201d.<br \/>\nA solu\u00e7\u00e3o que o governo encaminha ent\u00e3o \u00e9 a do FATO CONSUMADO \u2013 deixar queimar, derrubar e n\u00e3o punir. Ou fazer de conta.<br \/>\nA viol\u00eancia contra ind\u00edgenas e contra as popula\u00e7\u00f5es tradicionais n\u00e3o \u00e9 nova nem ocorre s\u00f3 na Amaz\u00f4nia.<br \/>\nA viol\u00eancia n\u00e3o \u00e9 sazonal nem terminar\u00e1 com o per\u00edodo da seca.<br \/>\nMuito mais do que donos de terras os ind\u00edgenas- pelo seu modo de vida \u2013 v\u00eam prestando enormes servi\u00e7os ambientais ao Brasil todo e ao mundo. A floresta em p\u00e9 significa \u00e1gua, carbono fixado e biodiversidade riqu\u00edssima que devemos explorar com bom senso.<br \/>\nDefend\u00ea -los do genoc\u00eddio que se anuncia, e dos conflitos j\u00e1 armados no horizonte, para muito al\u00e9m das queimadas que agora assustam e s\u00e3o vistas no Jornal Nacional \u2013 \u00e9 evitar um ecoc\u00eddio, o colapso do bioma amaz\u00f4nico.<br \/>\nDeu para entender o tamanho do desatino?<br \/>\nVidas ind\u00edgenas importam.<br \/>\nNosso futuro como civiliza\u00e7\u00e3o est\u00e1 correndo s\u00e9rio risco.<br \/>\nDe como lidaremos com a Amaz\u00f4nia sairemos piores ou melhores como gente.<br \/>\n(Envolverde\/Carta Capital)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A resposta \u00e9 ambos e n\u00e3o h\u00e1 contradi\u00e7\u00e3o no fato. 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