{"id":77554,"date":"2019-09-18T09:37:03","date_gmt":"2019-09-18T12:37:03","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=77554"},"modified":"2019-09-18T09:37:03","modified_gmt":"2019-09-18T12:37:03","slug":"governo-e-garimpeiros-defendem-mineracao-na-amazonia","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/governo-e-garimpeiros-defendem-mineracao-na-amazonia\/","title":{"rendered":"Governo e garimpeiros defendem minera\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia"},"content":{"rendered":"<p>Representantes do Minist\u00e9rio de Minas e Energia (MME) e do setor de minera\u00e7\u00e3o defenderam nesta ter\u00e7a-feira (17), em audi\u00eancia p\u00fablica na C\u00e2mara dos Deputados, a viabilidade de atividades mineradoras sustent\u00e1veis na regi\u00e3o Amaz\u00f4nica. Segundo eles, o esfor\u00e7o para regularizar os garimpos aumentaria a arrecada\u00e7\u00e3o de tributos e aprimoraria o controle do Estado sobre as unidades de conserva\u00e7\u00e3o.<br \/>\nSecret\u00e1rio de Geologia, Minera\u00e7\u00e3o e Transforma\u00e7\u00e3o Mineral do MME, Alexandre Vidigal entende que o atual modelo de minera\u00e7\u00e3o \u00e9 mais sustent\u00e1vel do que a constru\u00e7\u00e3o civil e a ind\u00fastria. \u201cN\u00e3o h\u00e1 minera\u00e7\u00e3o hoje sem o compromisso com as pr\u00f3ximas gera\u00e7\u00f5es, tanto do ponto de vista social quanto ambiental\u201c, disse Vidigal, mesmo reconhecendo o impacto socioambiental do rompimento de barragens rejeitos de minera\u00e7\u00e3o em Brumadinho e Mariana, ambas em Minas Gerais.<br \/>\nSegundo o MME, o setor de minera\u00e7\u00e3o representa 4% do Produto Interno Bruto PIB e 22% da pauta de exporta\u00e7\u00f5es do Pa\u00eds (US$ 11 bilh\u00f5es entre janeiro e julho).<br \/>\nVidigal ressaltou ainda o compromisso assumido pelo governo para destravar mais de 200 mil processos envolvendo pesquisa e lavra de min\u00e9rios que aguardam a an\u00e1lise da Ag\u00eancia Nacional de Minera\u00e7\u00e3o (AMN). \u201cN\u00e3o queremos mais tratar a minera\u00e7\u00e3o apenas como patrim\u00f4nio e sim transform\u00e1-la em riqueza\u201d, completou.<br \/>\n<strong>Garimpos ilegais<\/strong><br \/>\nRepresentando o Departamento de Desenvolvimento Sustent\u00e1vel do MME, Gabriel Maldonado citou exemplos de compatibilidade entre explora\u00e7\u00e3o de min\u00e9rios e preserva\u00e7\u00e3o ambiental e destacou o potencial arrecadat\u00f3rio da regulariza\u00e7\u00e3o de garimpos ilegais no Pa\u00eds, que, segundo ele, faturam entre R$ 3 bilh\u00f5es e R$ 4 bilh\u00f5es por ano.<br \/>\nPara Maldonado, o Estado deve ser educador e n\u00e3o apenas repressor. \u201cPrecisamos levar tecnologias, ensinar t\u00e9cnicas de manejo adequado e de recupera\u00e7\u00e3o de \u00e1reas.\u201d<br \/>\nDurante o debate proposto pelos deputados Silas C\u00e2mara (REPUBLICANOS-AM) e Joaquim Passarinho (PSD-PA) na Comiss\u00e3o de Minas e Energia (CME), entidades ligadas ao garimpo criticaram a cria\u00e7\u00e3o de diversas unidades de conserva\u00e7\u00e3o colocando tradicionais \u00e1reas de garimpo na ilegalidade.<br \/>\n\u201cEnquanto o Pa\u00eds n\u00e3o reconhecer a exist\u00eancia do garimpeiro como ele \u00e9, esse Pa\u00eds n\u00e3o vai chegar a lugar nenhum. N\u00f3s n\u00e3o conseguimos sair de uma simples mendic\u00e2ncia mineral para chegar ao topo como minerador. Essa lei n\u00e3o nos permite\u201d, observou o fundador da Uni\u00e3o Nacional dos Garimpeiros e Mineradores do Brasil, Jos\u00e9 Machado.<br \/>\nO deputado Joaquim Passarinho comentou os benef\u00edcios de transformar os garimpos em empresas legalizadas. \u201cQuando voc\u00ea legaliza, voc\u00ea conhece o CNPJ de quem est\u00e1 explorando l\u00e1. Se houver excessos, a pol\u00edcia pode bater l\u00e1 para cobrar\u201d, disse. \u201cN\u00f3s precisamos \u00e9 dar dignidade para quem est\u00e1 ali produzindo\u201d, disse.<br \/>\n<strong>Sugest\u00f5es<\/strong><br \/>\nPor sua vez, Silas C\u00e2mara, que preside a Comiss\u00e3o de Minas e Energia, disse que as sugest\u00f5es do debate poder\u00e3o ser usadas para embasar propostas legislativas de regulariza\u00e7\u00e3o da lavra e da comercializa\u00e7\u00e3o de produtos do garimpo. \u201cSe for apresentada de forma coletiva pela comiss\u00e3o, quem sabe n\u00f3s possamos juntos produzir uma legisla\u00e7\u00e3o moderna, atual, e tenhamos essa mat\u00e9ria brevemente em condi\u00e7\u00e3o de ser aprovada\u201d, observou.<br \/>\nA atividade garimpeira \u00e9 regulada pela Lei 7805\/89 por meio de permiss\u00e3o de lavra garimpeira (PLG), que \u00e9 concedida pela ANM \u2013 sucessora do Departamento Nacional de Produ\u00e7\u00e3o Mineral (DNPM) \u2013, ap\u00f3s pr\u00e9vio licenciamento ambiental.<br \/>\n<strong>Lentid\u00e3o<\/strong><br \/>\nRepresentante da Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Metais Preciosos (ABRAMP), Valmor Bremm disse na audi\u00eancia que minera\u00e7\u00e3o e garimpo n\u00e3o s\u00e3o crimes. \u201cMinerador n\u00e3o \u00e9 criminoso. O que n\u00e3o podemos \u00e9 esperar 10 anos para termos a concess\u00e3o de lavra\u201d, disse ele, ao comentar a demora na an\u00e1lise de processos pela ANM.<br \/>\nGarimpeiro no Par\u00e1 h\u00e1 40 anos, Marcelo Duarte disse que o Sistema Nacional de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o (SNUC) permite a exist\u00eancia de garimpos legalizados dentro de unidades de conserva\u00e7\u00e3o, mas, segundo ele, isso \u00e9 imposs\u00edvel na pr\u00e1tica.<br \/>\n\u201cA \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o permanente do Triunfo do Xingu, que \u00e9 a estadual do Par\u00e1, tem 13 anos e 1 milh\u00e3o e 700 mil hectares. Ela n\u00e3o tem plano de uso, n\u00e3o tem zoneamento, nenhuma documenta\u00e7\u00e3o. Como \u00e9 que eu vou tirar licen\u00e7a mineral?\u201d, questionou Duarte, destacando a exist\u00eancia de garimpos na regi\u00e3o desde a d\u00e9cada de 70.<br \/>\n(Com informa\u00e7\u00f5es da Ag\u00eancia C\u00e2mara)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Representantes do Minist\u00e9rio de Minas e Energia (MME) e do setor de minera\u00e7\u00e3o defenderam nesta ter\u00e7a-feira (17), em audi\u00eancia p\u00fablica na C\u00e2mara dos Deputados, a viabilidade de atividades mineradoras sustent\u00e1veis na regi\u00e3o Amaz\u00f4nica. 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