{"id":81747,"date":"2020-03-14T08:42:17","date_gmt":"2020-03-14T11:42:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=81747"},"modified":"2020-03-13T19:51:54","modified_gmt":"2020-03-13T22:51:54","slug":"biologa-gaucha-e-referencia-em-pesquisas-de-cianobacterias-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/biologa-gaucha-e-referencia-em-pesquisas-de-cianobacterias-no-brasil\/","title":{"rendered":"Bi\u00f3loga ga\u00facha \u00e9 refer\u00eancia em pesquisas de cianobact\u00e9rias no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>H\u00e1 somente cinco pesquisadores em atividade no Brasil com conhecimento suficiente para identificar e descrever esp\u00e9cies novas de cianobact\u00e9rias, tamb\u00e9m chamadas algas azuis ou cianof\u00edceas. A bi\u00f3loga Vera Regina Werner \u00e9 uma das refer\u00eancias. Os outros taxonomistas est\u00e3o em S\u00e3o Paulo.<\/p>\n<p>Pesquisadores da Argentina, do Uruguai e de todo o Brasil seguidamente trocam informa\u00e7\u00f5es e consultam a bi\u00f3loga porto-alegrense, que trabalha soma mais de 40 anos de trabalhos realizados no Museu de Ci\u00eancias Naturais da FZB.<\/p>\n<p>Quando ela ingressou como estagi\u00e1ria e estudante do curso de Ci\u00eancias Biol\u00f3gicas da PUC, a atual Se\u00e7\u00e3o de Bot\u00e2nica de Cript\u00f3gamas (SBC) ainda era o N\u00facleo de Vegetais Inferiores (NVI), coordenado pela bi\u00f3loga Zulanira Meyer Rosa, sua primeira orientadora.<\/p>\n<p>\u201cL\u00e1 nas d\u00e9cadas de 70 e 80 a gente j\u00e1 reconhecia na natureza as flora\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o eram muito estudadas as cianobact\u00e9rias\u201d, afirma.<\/p>\n<p>Sua grande inspira\u00e7\u00e3o foi o livro de Lothar Geitler, de 1932, em alem\u00e3o, que ela considera a b\u00edblia para os estudos das cianobact\u00e9rias. Sua descend\u00eancia alem\u00e3 ajudou no aprendizado da l\u00edngua, mas Vera admite que n\u00e3o foi f\u00e1cil. Recentemente, o tcheco Jir\u00ed Kom\u00e1rek escreveu o livro Cyanoprokaryota em tr\u00eas volumes, que representam uma revis\u00e3o da \u2018b\u00edblia\u2019 de Geitler.<\/p>\n<p>\u201cTem-se que ter muito cuidado porque \u00e9 um problema de sa\u00fade p\u00fablica. E o pior: as cianobact\u00e9rias s\u00e3o muito resistentes. N\u00e3o adianta ferver a \u00e1gua porque elas podem arrebentar e liberar as toxinas na \u00e1gua\u201d, ensina. \u201cE quando atingem o solo, mesmo ali elas sobrevivem, podendo resistir por dezenas de anos em lugares secos. Elas s\u00e3o danadas. N\u00e3o resta outra alternativa se n\u00e3o investir muito em educa\u00e7\u00e3o ambiental\u2019, insiste a bi\u00f3loga.<\/p>\n<p>Hoje, h\u00e1 profissionais habilitados para trabalhar com as cianobact\u00e9rias nos \u00f3rg\u00e3os respons\u00e1veis pela qualidade da \u00e1gua, sendo que muitos foram treinados na Funda\u00e7\u00e3o Zoobot\u00e2nica. Antes, Vera era chamada constantemente. Prefeitos, gestores e t\u00e9cnicos dos departamentos de \u00e1gua sempre recorreram \u00e0 bi\u00f3loga em busca de seu conhecimento.<\/p>\n<p>De S\u00e3o Leopoldo, por exemplo, iam t\u00e9cnicos toda semana \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Zoobot\u00e2nica para receber treinamento. Os custos eram irris\u00f3rios.<\/p>\n<p>A bi\u00f3loga prestou muito aux\u00edlio ao DMAE, \u00e0 Corsan e a companhias municipais de abastecimento de \u00e1gua do interior do Estado, onde havia problemas de flora\u00e7\u00f5es. Quando n\u00e3o ia coletar, Vera recebia amostras de v\u00e1rios locais, por exemplo, de hospitais e locais de tratamento de hemodi\u00e1lise. Em muitos casos foram identificados problemas graves no tratamento de esgoto.<\/p>\n<p>Vera foi chamada em S\u00e3o Jer\u00f4nimo, quando a \u00e1gua ficou com colora\u00e7\u00e3o amarelada, devido \u00e0 flora\u00e7\u00e3o da esp\u00e9cie Cylindrospermopsis raciborskii, que tem essa tonalidade. No laguinho do parque de Lajeado ou da Ulbra, a bi\u00f3loga identificou as esp\u00e9cies respons\u00e1veis pelas flora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na Lagoa do Viol\u00e3o, em Torres, o tom esverdeado indicava a flora\u00e7\u00e3o. Vera participou de uma reuni\u00e3o na Prefeitura. \u201cEu perguntei se tinha algum esgoto sendo lan\u00e7ado na lagoa e um sil\u00eancio dominou a reuni\u00e3o, mas, de repente, algu\u00e9m disse que havia obras com esgotos clandestinos sendo lan\u00e7ados na lagoa\u201d, resume. \u201cEst\u00e1 a\u00ed a causa das flora\u00e7\u00f5es. Basta fechar os esgotos e o problema ser\u00e1 resolvido\u201d, explicou.<\/p>\n<p>A bi\u00f3loga diz que soube de casos de animais que tiveram que ser sacrificados naquele munic\u00edpio do litoral por terem ficado com problemas graves. \u201cN\u00e3o cheguei a verificar se tinha a ver com as toxinas, mas uma pessoa pelo menos relatou que o seu cachorro entrava na lagoa com flora\u00e7\u00e3o\u201d, lembra Vera.<\/p>\n<p>Num laguinho do Zool\u00f3gico, em Sapucaia, foram identificadas flora\u00e7\u00f5es e animais com sintomas que podem estar relacionados \u00e0s toxinas de cianobact\u00e9rias.<\/p>\n<p><strong>No Gua\u00edba, esp\u00e9cie agressiva<\/strong><\/p>\n<p>Em 2004, foi identificada flora\u00e7\u00e3o de cianobact\u00e9rias no Gua\u00edba, que deu a colora\u00e7\u00e3o esverdeada, cheiro e gosto fortes de barro na \u00e1gua, caracter\u00edsticas de Planktothrix, esp\u00e9cies potencialmente t\u00f3xicas.<\/p>\n<p>Segundo Vera, essas cianobact\u00e9rias filamentosas, agressivas, s\u00e3o muito comuns no Gua\u00edba durante o ver\u00e3o, porque se desenvolve mais em temperaturas quentes e quando chove menos. Nestas \u00e9pocas o n\u00edvel da \u00e1gua diminui, aumenta a concentra\u00e7\u00e3o de nutrientes, criando o ambiente ideal pra esses organismos proliferarem-se.<\/p>\n<p>O \u00faltimo problema com a \u00e1gua do Gua\u00edba, verificado no ano passado, nada teve a ver com as flora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Vera coletou amostras e verificou que n\u00e3o havia prolifera\u00e7\u00e3o de cianobact\u00e9rias.<\/p>\n<p>\u201cNormalmente, se a gente sente cheiros da natureza, terra, mofo, peixe, est\u00e3o presentes as cianobact\u00e9rias. Por causa da geosmina, o cheiro liberado na \u00e1gua por esses organismos.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>H\u00e1 somente cinco pesquisadores em atividade no Brasil com conhecimento suficiente para identificar e descrever esp\u00e9cies novas de cianobact\u00e9rias, tamb\u00e9m chamadas algas azuis ou cianof\u00edceas. A bi\u00f3loga Vera Regina Werner \u00e9 uma das refer\u00eancias. 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