{"id":82058,"date":"2020-05-27T07:25:26","date_gmt":"2020-05-27T10:25:26","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=82058"},"modified":"2020-08-05T12:13:58","modified_gmt":"2020-08-05T15:13:58","slug":"mata-atlantica-perdeu-145-mil-hectares-no-primeiro-ano-do-governo-bolsonaro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/mata-atlantica-perdeu-145-mil-hectares-no-primeiro-ano-do-governo-bolsonaro\/","title":{"rendered":"Mata Atl\u00e2ntica perdeu 14,5 mil hectares no primeiro ano do governo Bolsonaro"},"content":{"rendered":"<p>Depois de longo per\u00edodo de redu\u00e7\u00e3o, o desmatamento em \u00e1reas da Mata Atl\u00e2ntica voltou a crescer no \u00faltimo ano, refletindo a orienta\u00e7\u00e3o do governo Bolsonaro, enunciada j\u00e1 na campanha eleitoral, de relaxar as pol\u00edticas de conten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Relat\u00f3rio divulgado nesta quarta-feira, 27, mostra que o desmatamento aumentou 27% entre 2018 e 2019.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio \u00e9 da Funda\u00e7\u00e3o SOS Mata Atl\u00e2ntica com base em informa\u00e7\u00f5es do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) nesta quarta-feira (27).<\/p>\n<p>Foram\u00a014.502 hectares de mata derrubados entre 1\u00ba de outubro de 2018 e 30 de setembro de 2019. No mesmo per\u00edodo, entre 2017 e 2018, foram desmatados 11.399 hectares. Os n\u00fameros vinham caindo desde 2016.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" data-attachment-id=\"82059\" data-permalink=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/mata-atlantica-perdeu-145-mil-hectares-no-primeiro-ano-do-governo-bolsonaro\/mata-atlantica-grafico-desmatamento-1\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/05\/Mata-Atlantica-grafico-desmatamento-1.jpg\" data-orig-size=\"644,458\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Jornalistas Serra&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1590561586&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Mata Atlantica grafico desmatamento 1\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Desmatamento cresce depois de longo per\u00edodo em queda&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/05\/Mata-Atlantica-grafico-desmatamento-1.jpg\" class=\" wp-image-82059\" style=\"font-weight: bold;background-color: transparent;text-align: inherit\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/05\/Mata-Atlantica-grafico-desmatamento-1-300x213.jpg\" alt=\"\" width=\"220\" height=\"156\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/05\/Mata-Atlantica-grafico-desmatamento-1-300x213.jpg 300w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/05\/Mata-Atlantica-grafico-desmatamento-1.jpg 644w\" sizes=\"(max-width: 220px) 100vw, 220px\" \/><\/p>\n<p>Desmatamento cresce depois de longo per\u00edodo em quedaMinas Gerais foi o Estado que mais desmatou, com 4.972 hectares destru\u00eddos, seguido da Bahia, com 3.532; depois v\u00eam Paran\u00e1 (2.767) e Piau\u00ed (1.558). Os estados tamb\u00e9m ocupavam os primeiros postos no ano passado.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" data-attachment-id=\"82060\" data-permalink=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/mata-atlantica-perdeu-145-mil-hectares-no-primeiro-ano-do-governo-bolsonaro\/mata-atlantica-grafico-desmatamento-2\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/05\/Mata-Atlantica-grafico-desmatamento-2.jpg\" data-orig-size=\"667,458\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;Jornalistas Serra&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1590561930&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Mata Atlantica grafico desmatamento 2\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/05\/Mata-Atlantica-grafico-desmatamento-2.jpg\" class=\"alignnone size-medium wp-image-82060\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/05\/Mata-Atlantica-grafico-desmatamento-2-300x206.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"206\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/05\/Mata-Atlantica-grafico-desmatamento-2-300x206.jpg 300w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/05\/Mata-Atlantica-grafico-desmatamento-2.jpg 667w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/p>\n<p><em>Fonte: SOS Mata Atl\u00e2ntica<\/em><\/p>\n<p>J\u00e1 Alagoas e Rio Grande do Norte conseguiram zerar o desmatamento, conforme os par\u00e2metros da ONG. (O &#8220;Atlas da Mata Atl\u00e2ntica&#8221; consegue mapear desmatamentos acima de 3 hectares, o equivalente a 30 mil m\u00b2).<\/p>\n<p>Mario Mantovani, ge\u00f3grafo e diretor de Pol\u00edticas P\u00fablicas da SOS Mata Atl\u00e2ntica, explicou que os estados com os piores \u00edndices j\u00e1 eram, historicamente, aqueles onde o desmatamento criminoso era mais comum.<\/p>\n<p>&#8220;Em Minas Gerais, \u00e9 a queima de \u00e1rvores para carv\u00e3o vegetal. Na Bahia, \u00e9 a soja. No Paran\u00e1, h\u00e1 a press\u00e3o dos grandes agricultores em rela\u00e7\u00e3o aos pequenos&#8221;, segundo o ge\u00f3grafo.<\/p>\n<p>Ele credita a continuidade da situa\u00e7\u00e3o \u00e0 elei\u00e7\u00e3o do presidente\u00a0Jair Bolsonaro, em novembro de 2018.<\/p>\n<p>Ainda na \u00e9poca da campanha, Bolsonaro afirmou, entre outras declara\u00e7\u00f5es, que &#8220;n\u00e3o aceitava&#8221; as multas ambientais. &#8220;Ele sinalizou um vale-tudo. E esse pessoal [que j\u00e1 desmatava antes] se sentiu inspirado&#8221;, avalia Mantovani.<\/p>\n<p>&#8220;E, agora, o despacho do ministro [Ricardo Salles] comprovou: o que ele falava na campanha l\u00e1 atr\u00e1s, o ministro n\u00e3o entrou para cuidar do meio ambiente do Brasil. Ele entrou com o plano de acabar com o meio ambiente. Esse Atlas j\u00e1 sinalizou que a situa\u00e7\u00e3o \u00e9 ruim&#8221;, afirma Mantovani.<\/p>\n<p>O despacho, emitido pelo\u00a0Minist\u00e9rio do Meio Ambiente\u00a0em abril, recomendou a \u00f3rg\u00e3os ambientais do pa\u00eds que n\u00e3o levassem em considera\u00e7\u00e3o a Lei da Mata Atl\u00e2ntica, de 2006, e aplicassem no lugar dela o C\u00f3digo Florestal.<\/p>\n<p>O Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal\u00a0disse ao Ibama para descumprir o documento\u00a0do governo, considerando que ele fere a lei de prote\u00e7\u00e3o do bioma.<\/p>\n<p>Com a pandemia, Mantovani acredita que o pr\u00f3ximo relat\u00f3rio da ONG tamb\u00e9m n\u00e3o ser\u00e1 favor\u00e1vel. &#8220;A prova maior foi a autoden\u00fancia do ministro [Salles] naquela reuni\u00e3o&#8221;, afirma.<\/p>\n<p>Na reuni\u00e3o com outros ministros e o pr\u00f3prio presidente, no dia 22 de abril, Ricardo Salles\u00a0defendeu &#8220;passar a boiada&#8221; e &#8220;mudar&#8221; regras de prote\u00e7\u00e3o ambiental\u00a0enquanto a aten\u00e7\u00e3o da imprensa est\u00e1 concentrada na cobertura da Covid-19 (veja v\u00eddeo).<\/p>\n<p>A Mata Atl\u00e2ntica \u00e9 o bioma brasileiro mais desmatado, segundo a SOS Mata Atl\u00e2ntica: apenas 12,4% da \u00e1rea de floresta original ainda sobrevive \u2013 cerca de 16,3 milh\u00f5es de hectares.<\/p>\n<p>Do ponto de vista da conserva\u00e7\u00e3o de biodiversidade, explica Mario Mantovani, um percentual abaixo de 20% j\u00e1 coloca as esp\u00e9cies ali praticamente em extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>E, se o bioma se extinguir por completo, pode haver consequ\u00eancias como falta de \u00e1gua nas cidades, assoreamento de rios e piora na qualidade do ar.<\/p>\n<p>Para tentar refor\u00e7ar a prote\u00e7\u00e3o do bioma \u00e9 que foi aprovada a Lei da Mata Atl\u00e2ntica, em 2006, explica explica Pedro Avzaradel, professor adjunto de direito ambiental da\u00a0Universidade Federal Fluminense\u00a0em Volta Redonda (RJ).<\/p>\n<p>O texto acrescentou \u00e0 lei de crimes ambientais brasileira, de 1998, o artigo sobre crimes contra o bioma da Mata Atl\u00e2ntica, com pena de at\u00e9 3 anos de deten\u00e7\u00e3o. Mas a aplica\u00e7\u00e3o \u00e9 complexa.<\/p>\n<p>&#8220;Pelo fato de a pena ser de deten\u00e7\u00e3o menor que 4 anos, muitas vezes essas s\u00e3o substitu\u00eddas por outra coisa \u2013 penas restritivas de direitos, como o pagamento de uma determinada quantia&#8221;, explica Avzaradel.<\/p>\n<p>Ele acrescenta que h\u00e1 uma s\u00e9rie de dificuldades em processos penais ambientais, inclusive do ponto de vista t\u00e9cnico. &#8220;Por exemplo: quando voc\u00ea analisa um furto, um roubo, vai pegar uma pessoa, ou um grupo de pessoas que atuam juntas. Os crimes ambientais, muitas vezes, est\u00e3o sendo praticados por corpora\u00e7\u00f5es enormes \u2013 uma cadeia enorme de pessoas, que \u00e0s vezes nem se conhecem&#8221;, lembra Avzaradel.<\/p>\n<p>Relat\u00f3rio in\u00e9dito mostra que 99% do desmatamento feito no Brasil em 2019 foi ilegal<\/p>\n<p>No caso da aplica\u00e7\u00e3o de multas ainda h\u00e1 a diferen\u00e7a entre as multas administrativas (aplicadas, por exemplo, pelo Ibama) e as que s\u00e3o determinadas por um juiz. &#8220;A multa aplicada pelo Poder Judici\u00e1rio \u00e9 a que decorre de um crime. E o crit\u00e9rio n\u00e3o \u00e9 o mesmo [da multa administrativa]&#8221;, explica.<\/p>\n<p>A maior parte da Mata Atl\u00e2ntica do Brasil est\u00e1 em\u00a0Minas Gerais, que tem 17% do bioma (cerca de 2,8 milh\u00f5es de hectares).<\/p>\n<p>Em seguida v\u00eam\u00a0S\u00e3o Paulo\u00a0e\u00a0Paran\u00e1\u00a0(com cerca de 2,3 milh\u00f5es cada),\u00a0Santa Catarina\u00a0(2,2 milh\u00f5es),\u00a0Bahia\u00a0(2 milh\u00f5es) e\u00a0Rio Grande do Sul, com 1 milh\u00e3o de hectares.<\/p>\n<p>A Mata Atl\u00e2ntica se estende por 11 Estados brasileiros: Alagoas, Cear\u00e1, Esp\u00edrito Santo, Goi\u00e1s, Mato Grosso do Sul, Para\u00edba, Pernambuco, Piau\u00ed, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e Sergipe.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Depois de longo per\u00edodo de redu\u00e7\u00e3o, o desmatamento em \u00e1reas da Mata Atl\u00e2ntica voltou a crescer no \u00faltimo ano, refletindo a orienta\u00e7\u00e3o do governo Bolsonaro, enunciada j\u00e1 na campanha eleitoral, de relaxar as pol\u00edticas de conten\u00e7\u00e3o. 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Segundo o jornal noruegu\u00eas \"Dagens N\u00e6ringsliv\" (DV), especializado em neg\u00f3cios, o governo local estaria\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/category\/ambiente-geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbKnZo-llw","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82058","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=82058"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82058\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":82062,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/82058\/revisions\/82062"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/media\/82061"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=82058"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=82058"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=82058"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}