{"id":82603,"date":"2020-10-02T17:25:41","date_gmt":"2020-10-02T20:25:41","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=82603"},"modified":"2020-10-02T17:25:41","modified_gmt":"2020-10-02T20:25:41","slug":"invasoes-de-terras-indigenas-dobraram-em-2019","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/invasoes-de-terras-indigenas-dobraram-em-2019\/","title":{"rendered":"Invas\u00f5es de terras ind\u00edgenas dobraram em 2019"},"content":{"rendered":"<p>O relat\u00f3rio\u00a0<a href=\"https:\/\/cimi.org.br\/2019\/09\/a-maior-violencia-contra-os-povos-indigenas-e-a-apropriacao-e-destruicao-de-seus-territorios-aponta-relatorio-do-cimi\/\"><strong>Viol\u00eancia Contra os Povos Ind\u00edgenas no Brasil \u2013 dados de 2018<\/strong><\/a>, lan\u00e7ado pelo Conselho Indigenista Mission\u00e1rio (Cimi), mostra como cresce a grilagem, roubo de madeira, garimpo, invas\u00f5es e agora at\u00e9 venda de loteamentos em terras tradicionais ind\u00edgenas, que pertencem \u00e0 Uni\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 2018, foram registrados\u00a0109 casos de \u201cinvas\u00f5es possess\u00f3rias, explora\u00e7\u00e3o ilegal de recursos naturais e danos diversos ao patrim\u00f4nio\u201d, enquanto em 2017 foram 96 casos.<\/p>\n<p>Nos nove primeiros meses de 2019, por\u00e9m, dados parciais e preliminares do Cimi contabilizam, at\u00e9 o lan\u00e7amento do relat\u00f3rio, em setembro, 160 casos do tipo em terras ind\u00edgenas do Brasil.<\/p>\n<p>Al\u00e9m do aumento de casos, aumentou tamb\u00e9m a abrang\u00eancia territorial dos registros. Em todo o ano de 2018, o Cimi contabilizou 111 casos de invas\u00e3o ou explora\u00e7\u00e3o ilegal de recursos em 76 terras ind\u00edgenas diferentes, distribu\u00eddas em 13 estados do pa\u00eds. Os 160 casos contabilizados at\u00e9 setembro de 2019 afetaram 153 terras ind\u00edgenas em 19 estados do Brasil.<\/p>\n<p>Os assassinatos registrados tamb\u00e9m v\u00eam aumentando: 135\u00a0em 2018, 110 em 2017.<\/p>\n<p>Segundo o Cimi, um novo modelo de esbulho possess\u00f3rio de terras ind\u00edgenas est\u00e1 sendo praticado no Brasil. \u201cGeralmente, os invasores entravam nas terras e roubavam a madeira, os min\u00e9rios, a biodiversidade etc\u2026 mas, em algum momento, eles iam embora\u201d, conta Ant\u00f4nio Eduardo Cerqueira de Oliveira, secret\u00e1rio executivo do Cimi. Agora, segundo ele, em muitas regi\u00f5es, querem a posse da pr\u00f3pria terra e as invadem com o prop\u00f3sito de permanecer nelas.<\/p>\n<p>\u201cChegam a dividir os territ\u00f3rios ancestrais em lotes e vendem estas \u00e1reas. O que pouco se fala \u00e9 que estas terras s\u00e3o de usufruto exclusivo dos ind\u00edgenas, mas elas pertencem \u00e0 Uni\u00e3o.\u00a0As terras ind\u00edgenas s\u00e3o patrim\u00f4nio da Uni\u00e3o!\u00a0Ent\u00e3o, podemos dizer que toda a sociedade brasileira est\u00e1 sendo prejudicada, extorquida, de certo modo\u201d, avalia Oliveira.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio do Cimi pode ser acessado <a href=\"https:\/\/cimi.org.br\/2019\/09\/a-maior-violencia-contra-os-povos-indigenas-e-a-apropriacao-e-destruicao-de-seus-territorios-aponta-relatorio-do-cimi\/\">aqui<\/a>.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O relat\u00f3rio\u00a0Viol\u00eancia Contra os Povos Ind\u00edgenas no Brasil \u2013 dados de 2018, lan\u00e7ado pelo Conselho Indigenista Mission\u00e1rio (Cimi), mostra como cresce a grilagem, roubo de madeira, garimpo, invas\u00f5es e agora at\u00e9 venda de loteamentos em terras tradicionais ind\u00edgenas, que pertencem \u00e0 Uni\u00e3o. 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