{"id":82763,"date":"2020-12-07T06:37:36","date_gmt":"2020-12-07T09:37:36","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=82763"},"modified":"2020-12-07T06:38:14","modified_gmt":"2020-12-07T09:38:14","slug":"vinte-areas-indigenas-na-amazonia-ja-tem-loteamentos-ilegais-diz-greenpeace","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/vinte-areas-indigenas-na-amazonia-ja-tem-loteamentos-ilegais-diz-greenpeace\/","title":{"rendered":"Vinte \u00e1reas ind\u00edgenas na Amaz\u00f4nia j\u00e1 t\u00eam loteamentos ilegais, diz Greenpeace"},"content":{"rendered":"<p>Os loteamentos ilegais na Amaz\u00f4nia j\u00e1 atingem pelo menos 20 \u00e1reas ind\u00edgenas, situadas em cinco estados: Par\u00e1, Amazonas, Acre, Rond\u00f4nia e Maranh\u00e3o.<\/p>\n<p>Em alguns casos os grileiros at\u00e9 j\u00e1 conseguiram \u00a0homologa\u00e7\u00e3o, segundo levantamentos feitos pelo Greenpeace e pelo Conselho Mission\u00e1rio Indigenista (Cimi) divulgados\u00a0 neste domingo.<\/p>\n<p>As invas\u00f5es resultam de uma mudan\u00e7a na pr\u00e1tica das quadrilhas que, antes, \u00a0entravam para cortar \u00e1rvores, explorar garimpos ou ca\u00e7as, e depois sa\u00edam.<\/p>\n<p>Agora os grileiros tentam se estabelecer dentro dos territ\u00f3rios ind\u00edgenas, amea\u00e7ando as aldeias. Chegam a vender \u00e1reas com a promessa de que poder\u00e3o ser ser\u00e3o transferidas para propriet\u00e1rios privados.<\/p>\n<p>Segundo o INPE o desmatamento dentro de terras ind\u00edgenas \u00a0atingiu 878,8 km2 entre agosto de 2018 e julho de 2020, \u00a0uma \u00e1rea maior do que \u00a0tudo que foi desmatado nessas \u00e1reas nos cinco anos anteriores: de agosto de 2013 a julho de 2018 \u00a0foram derrubados \u00a0732,7 km\u00b2 em florestas nativas.<\/p>\n<p>Loteamentos ilegais foram detectados\u00a0 em quatro das dez terras ind\u00edgenas mais desmatadas da Amaz\u00f4nia este ano: Cachoeira Seca, Apyterewa, Ituna-Itat\u00e1 e Trincheira Bacaj\u00e1, todas no Par\u00e1.<\/p>\n<p>Em setembro do ano passado,\u00a0 na Opera\u00e7\u00e3o Verde Brasil, a Pol\u00edcia Federal \u00a0j\u00e1 \u00a0identificou cerca de 15 mil hectares em processo de\u00a0 grilagem na terra ind\u00edgena Ituna-Itat\u00e1, em Altamira no Par\u00e1.<\/p>\n<p>O territ\u00f3rio Ituna-Itat\u00e1 \u00e9 interditado em raz\u00e3o da presen\u00e7a de \u00edndios isolados, e tem sofrido press\u00e3o de pol\u00edticos locais, que defendem a redu\u00e7\u00e3o da \u00e1rea, hoje de 142 mil hectares.<\/p>\n<p>Um levantamento do Greenpeace identificou que 94% da terra ind\u00edgena \u00a0est\u00e1 registrada em nome de propriet\u00e1rios privados por meio do Cadastro Ambiental Rural (CAR), que n\u00e3o legaliza a posse da terra, mas serve para que eles se declarem donos e geram conflitos de posse.<\/p>\n<p>Na Uru-Eu-Wau-Wau, em Rond\u00f4nia, a Associa\u00e7\u00e3o de Defesa Etnoambiental Kanind\u00e9 denuncia a exist\u00eancia de a\u00e7\u00e3o orquestrada para reduzir o territ\u00f3rio que, segundo a entidade, j\u00e1 est\u00e1 bastante degradado.<\/p>\n<p>\u2014 Eles transformam as \u00e1reas desmatadas em cultivos de milho e soja, ou pasto para gado, com apoio e financiamento de fazendeiros e pol\u00edticos locais \u2014 diz Ivaneide Bandeira, fundadora da entidade.<\/p>\n<p>No fim de novembro, tr\u00eas ind\u00edgenas foram feitos ref\u00e9ns por cerca de 12 horas e foram roubados. Uma ro\u00e7adeira e um drone doado para ajudar a monitorar as terras foram levados.<\/p>\n<p>A estrat\u00e9gia dos grileiros na Amaz\u00f4nia, segundo Ant\u00f4nio Eduardo Cerqueira de Oliveira, secret\u00e1rio executivo do Cimi, \u00e9 ocupar a terra com pessoas de baixo poder aquisitivo, com ro\u00e7as pequenas, e construir barracos de madeira, cobertos de amianto, for\u00e7ando a cria\u00e7\u00e3o de vilas.<\/p>\n<p>Consolidada a ocupa\u00e7\u00e3o, a \u00e1rea \u00e9 transferida para grandes empres\u00e1rios, para cria\u00e7\u00e3o de gado.<\/p>\n<p>Segundo Danicley Aguiar, da campanha do Greenpeace na Amaz\u00f4nia, as opera\u00e7\u00f5es pontuais, feitas contra desmatamento ou queimadas, j\u00e1 n\u00e3o s\u00e3o mais suficientes para conter o avan\u00e7o do crime organizado na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>Em Rond\u00f4nia, numa a\u00e7\u00e3o conjunta com outros \u00f3rg\u00e3os federais iniciada em junho de 2019, a Pol\u00edcia Federal prendeu at\u00e9 agora 23 pessoas, em quatro opera\u00e7\u00f5es destinadas a impedir a a\u00e7\u00e3o de grileiros na TI Karipuna, homologada desde 1998 e localizada em Porto Velho. A \u00faltima delas ocorreu na semana passada, com a pris\u00e3o preventiva de um dos l\u00edderes da quadrilha.<\/p>\n<p>Luiz Carlos Tempestini, delegado regional da PF em Rond\u00f4nia, disse ao Globo que \u201cuma associa\u00e7\u00e3o de produtores rurais promovia reuni\u00f5es para vendas de lotes dentro da terra dos \u00edndios karipunas, com a participa\u00e7\u00e3o de pol\u00edticos, que prometiam futura regulariza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p>Para o delegado, n\u00e3o se tratava de a\u00e7\u00f5es isoladas, mas de um grupo criminoso que dividia tarefas, desde o desmatamento at\u00e9 a demarca\u00e7\u00e3o e comercializa\u00e7\u00e3o de lotes dos mais variados tamanhos.<\/p>\n<p>A investiga\u00e7\u00e3o ganhou corpo depois que um dos l\u00edderes dos ind\u00edgenas, Adriano Karipuna, descobriu no YouTube um v\u00eddeo de uma reuni\u00e3o de venda de lotes, quando pesquisava novos materiais para fazer uma oca. Ele conta que os cerca de 60 integrantes da aldeia s\u00e3o constantemente amea\u00e7ados e, agora, temem caminhar mais do que um quil\u00f4metro dentro da mata para colher castanha, principal fonte de subsist\u00eancia:<\/p>\n<p>\u2014 A gente fica com receio de ir longe, onde colhemos as frutas. Quando a gente sai da aldeia \u00e9 amea\u00e7ado. Dizem que v\u00e3o nos matar e que v\u00e3o conseguir ficar com as terras.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os loteamentos ilegais na Amaz\u00f4nia j\u00e1 atingem pelo menos 20 \u00e1reas ind\u00edgenas, situadas em cinco estados: Par\u00e1, Amazonas, Acre, Rond\u00f4nia e Maranh\u00e3o. Em alguns casos os grileiros at\u00e9 j\u00e1 conseguiram \u00a0homologa\u00e7\u00e3o, segundo levantamentos feitos pelo Greenpeace e pelo Conselho Mission\u00e1rio Indigenista (Cimi) divulgados\u00a0 neste domingo. 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