{"id":82780,"date":"2020-12-11T19:31:39","date_gmt":"2020-12-11T22:31:39","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=82780"},"modified":"2020-12-11T20:26:58","modified_gmt":"2020-12-11T23:26:58","slug":"navio-que-afundou-com-5-mil-dois-e-apenas-um-das-tragedias-ambientais-de-barcarena","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/navio-que-afundou-com-5-mil-dois-e-apenas-um-das-tragedias-ambientais-de-barcarena\/","title":{"rendered":"Navio que afundou com 5 mil bois \u00e9 apenas uma das trag\u00e9dias ambientais de Barcarena"},"content":{"rendered":"<p>Cinco anos depois do acidente, foi autorizada a retirada do navio Haidar, que afundou com cinco mil bois vivos em Barcarena, no Par\u00e1.<\/p>\n<p>O acidente ocorreu no porto de Vila do Conde, o maior do Estado, no momento em que a embarca\u00e7\u00e3o desatracava com destino \u00e0 Venezuela.<\/p>\n<p>De acordo com a Secretaria de Meio Ambiente, o trabalho de resgate do navio come\u00e7ar\u00e1 em janeiro de 2021 e vai demandar cinco meses de trabalho.<\/p>\n<p>A retirada do navio se arrasta devido aos riscos ambientais com a movimenta\u00e7\u00e3o de sedimentos ou um poss\u00edvel vazamento de \u00f3leo, no fundo do navio. \u201cPor isso, exigimos o plano de a\u00e7\u00e3o emergencial\u201d, explicou o Secret\u00e1rio de Meio Ambiente e Sustentabilidade Mauro O&#8217;de Almeida.<\/p>\n<p>O navio Haidar, de bandeira libanesa, afundou no dia 6 de outubro de 2015, no porto de Vila do Conde, em Barcarena. Transportava cinco mil bois vivos e 700 toneladas de \u00f3leo para a Venezuela.<\/p>\n<p>Os animais morreram afogados, presos na embarca\u00e7\u00e3o. Parte do \u00f3leo vazou para o rio.\u00a0 A trag\u00e9dia atingiu a vida de milhares de pessoas nessa regi\u00e3o. As fam\u00edlias prejudicadas contam que at\u00e9 hoje n\u00e3o foram indenizadas por causa da trag\u00e9dia ambiental, social e econ\u00f4mica.<\/p>\n<p>O banho nas \u00e1guas foi proibido e o movimento de frequentadores das praias de Barcarena e ilhas vizinhas caiu. Pescadores tamb\u00e9m tiveram que suspender suas atividades nos rios vizinhos e os impactos do naufr\u00e1gio continuam sendo sentidos at\u00e9 hoje.<\/p>\n<p>N\u00e3o \u00e9 novidade em Barcarena. Em fevereiro de 2018, a cidade de 150 mil habitantes foi atingida pelo vazamento de bauxita das opera\u00e7\u00f5es da mineradora Hidro Alunorte. Uma barragem vazou e contaminou as \u00e1guas na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>A empresa at\u00e9 hoje nega a hip\u00f3tese de vazamento e os atingidos pela polui\u00e7\u00e3o, que deixou vermelha a \u00e1gua dos rios por v\u00e1rios dias, seguem sem aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>&#8220;A n\u00e3o ser as medidas emergenciais da \u00e9poca, como a distribui\u00e7\u00e3o de \u00e1gua e algumas cestas b\u00e1sicas, nada foi feito\u201d, diz o deputado Carlos Bordalo, do PT.<\/p>\n<p>Uma CPI na Assembleia Estadual do Par\u00e1 na \u00e9poca comprovou o vazamento e a origem dele.<\/p>\n<p>\u201cFicou provado pela investiga\u00e7\u00e3o da CPI de Barcarena, diz o deputado Bordalo,\u00a0 que a causa principal do transbordamento e o vazamento de efluentes n\u00e3o tratados da empresa na trag\u00e9dia de fevereiro de 2018, deveu-se a um estresse da planta da empresa que n\u00e3o suportou a escala de produ\u00e7\u00e3o. Com uma chuva um pouco maior, essas estruturas n\u00e3o aguentaram e acabaram despejando material n\u00e3o tratado para a bacia do rio Par\u00e1 e para as comunidades pr\u00f3ximas\u201d.<\/p>\n<p>Um Termo de Ajuste de Conduta (TAC) foi assinado em setembro de 2018 obrigando a empresa, entre outras coisas, a reduzir em 50% a produ\u00e7\u00e3o de min\u00e9rio e fixando\u00a0o valor de R$ 65 milh\u00f5es a serem investidos em medidas emergenciais, como pagamento de uma indeniza\u00e7\u00e3o mensal no valor de R$ 670 reais \u00e0s fam\u00edlias atingidas.<\/p>\n<p>Jackson Dias, do Movimento dos Atingidos por Barragens, afirma que o n\u00famero de fam\u00edlias reconhecidas pela empresa \u00e9 infinitamente menor do que a realidade da popula\u00e7\u00e3o atingida.<\/p>\n<p>\u201cA nossa estimativa \u00e9 que s\u00e3o cerca de 15 a 20 mil fam\u00edlias atingidas por essa polui\u00e7\u00e3o na bacia do rio Par\u00e1. S\u00f3 que foram cadastradas at\u00e9 agora cerca de 1500 fam\u00edlias, que est\u00e3o recebendo um cupom com um valor mensal. Inclusive v\u00e3o receber s\u00f3 por cinco meses, ou seja, j\u00e1 est\u00e1 acabando, j\u00e1 que esse TAC foi assinado em setembro\u201d.<\/p>\n<p>A Alunorte j\u00e1 tem antecedentes. Em 2009, foi multada pelo Ibama em R$ 5 milh\u00f5es pelo mesmo motivo: vazamento de rejeitos em Barcarena.<\/p>\n<p>A empresa recorreu das multas que at\u00e9 hoje n\u00e3o foram pagas. O Ibama informou na \u00e9poca que o vazamento colocou a popula\u00e7\u00e3o local em risco e gerou mortandade de peixes e destrui\u00e7\u00e3o da biodiversidade.<\/p>\n<p>Segundo o deputado Bordalo, h\u00e1 mais de duas d\u00e9cadas\u00a0os desastres socioambientais s\u00e3o comuns na regi\u00e3o de Barcarena. \u201cS\u00f3 em Barcarena s\u00e3o 24 trag\u00e9dias em 20 anos. O que d\u00e1 mais de uma trag\u00e9dia por ano. Trata-se de uma contamina\u00e7\u00e3o continuada que se reflete na queda de cabelo das pessoas, nas doen\u00e7as gastrointestinais, nas doen\u00e7as de pele, em aparecimento de c\u00e2nceres estranhos\u201d.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Cinco anos depois do acidente, foi autorizada a retirada do navio Haidar, que afundou com cinco mil bois vivos em Barcarena, no Par\u00e1. O acidente ocorreu no porto de Vila do Conde, o maior do Estado, no momento em que a embarca\u00e7\u00e3o desatracava com destino \u00e0 Venezuela. 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