{"id":82829,"date":"2021-01-25T08:36:31","date_gmt":"2021-01-25T11:36:31","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=82829"},"modified":"2021-11-11T19:27:03","modified_gmt":"2021-11-11T22:27:03","slug":"dois-anos-de-brumadinho-r-3-7-bilhoes-de-indenizacoes-r-196-bilhoes-de-dividendos","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/dois-anos-de-brumadinho-r-3-7-bilhoes-de-indenizacoes-r-196-bilhoes-de-dividendos\/","title":{"rendered":"DOIS ANOS DE BRUMADINHO: R$ 3, 7 bilh\u00f5es de indeniza\u00e7\u00f5es, R$ 19,6 bilh\u00f5es de dividendos"},"content":{"rendered":"<p>Neste 25 de janeiro, completam-se dois anos da &#8220;trag\u00e9dia de Brumadinho&#8221;, provocada pelo rompimento de uma barragem de res\u00edduos da mineradora Vale do Rio Doce, num dos maiores acidentes ambientais do Brasil que causou estragos em 25 cidades de Minas Gerais.<\/p>\n<p>J\u00e1 foram resgatados da lama os corpos de 259 pessoas e h\u00e1 ainda pelo menos 11 desaparecidos.<\/p>\n<p>Os reparos ambientais e as indeniza\u00e7\u00f5es \u00e0s familias atingidas tem sido motivo de muitas queixas e a\u00e7\u00f5es contra a Vale na Justi\u00e7a. Segundo a mineradora, j\u00e1 foram pagos R$ 3,7 de indeniza\u00e7\u00f5es at\u00e9 agora.<\/p>\n<p>Os acionistas da Vale, no entanto, n\u00e3o tem do que se queixar: neste mesmo per\u00edodo\u00a0 receberam R$ 19,6 bilh\u00f5es de dividendos, valor cinco vezes maior do que o dispendido para reparar os estragos do acidente, que n\u00e3o foi evitado por neglig\u00eancia da empresa.<\/p>\n<p>&#8220;S\u00e3o valores alt\u00edssimos repassados aos acionistas. \u00c9 um desrespeito com aquelas pessoas que tiveram suas vidas ceifadas. E n\u00e3o falo s\u00f3 das v\u00edtimas que foram privadas do direito de viver. As fam\u00edlias que perderam seus entes queridos est\u00e3o sem for\u00e7as pra nada. \u00c9 um pesadelo constante&#8221;, diz a engenheira civil Josiane Melo, presidente da Associa\u00e7\u00e3o dos Familiares de V\u00edtimas e Atingidos do Rompimento da Barragem da Mina C\u00f3rrego do Feij\u00e3o (Avabrum).\u00a0 Ela perdeu sua irm\u00e3 Eliane Melo, que estava gr\u00e1vida de cinco meses.<\/p>\n<p>A mineradora diz estar empenhada na repara\u00e7\u00e3o dos danos. &#8220;Comprometida em indenizar de forma justa e c\u00e9lere todos os impactados, a empresa j\u00e1 pagou mais de R$ 2 bilh\u00f5es em indeniza\u00e7\u00f5es. Ao todo, 8,7 mil pessoas j\u00e1 firmaram acordos de indeniza\u00e7\u00e3o com a Vale, sendo 1,6 mil por meio da justi\u00e7a trabalhista e 7,1 mil pessoas em indeniza\u00e7\u00f5es c\u00edveis. No total, mais de 3,8 mil acordos foram assinados. Os recursos destinados ao aux\u00edlio emergencial ultrapassam R$ 1,7 bilh\u00e3o&#8221;, diz a Vale em nota.<\/p>\n<p>Desde a trag\u00e9dia, ocorrida ap\u00f3s o rompimento de uma barragem na Mina C\u00f3rrego do Feij\u00e3o, 259 corpos foram resgatados. Permanecem desaparecidas 11 pessoas e o Corpo de Bombeiros prossegue com as buscas.<\/p>\n<p>A avalanche de lama tamb\u00e9m destruiu comunidades, devastou vegeta\u00e7\u00e3o e poluiu o Rio Paraopeba, que abastece parte da regi\u00e3o metropolitana de Belo Horizonte.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s o epis\u00f3dio, a primeira vez que a mineradora anunciou remunera\u00e7\u00e3o de acionistas foi no final de 2019, ano da trag\u00e9dia. Foram reservados R$ 7,25 bilh\u00f5es para distribui\u00e7\u00e3o a t\u00edtulo de juros sobre capital (JCP).<\/p>\n<p>O repasse desse valor aos acionistas aconteceu no dia 7 de agosto de 2020, quando o Conselho de Administra\u00e7\u00e3o da Vale restabeleceu a pol\u00edtica de remunera\u00e7\u00e3o que estava suspensa desde a trag\u00e9dia.<\/p>\n<p>Um novo an\u00fancio da Vale envolvendo a remunera\u00e7\u00e3o de acionistas voltou a ocorrer em outubro do ano passado: foram reservados US$ 2,3 bilh\u00f5es (cerca de R$ 12,35 bilh\u00f5es) para pagamento de dividendos e juros sobre capital pr\u00f3prio (JCP).<\/p>\n<p>A remunera\u00e7\u00e3o de executivos tamb\u00e9m tem cifras significativas. A Vale distribuiu R$ 19,1 milh\u00f5es como pr\u00eamio por desempenho a diretores. Esse valor, aprovado em assembleia em abril de 2020, \u00e9 referente a 2019, ano em que a trag\u00e9dia ocorreu.<\/p>\n<p>Entre os beneficiados estavam pessoas que desempenhavam fun\u00e7\u00e3o de dire\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e9poca do rompimento da barragem.<\/p>\n<p>A Vale afirmou na \u00e9poca que os valores foram divididos entre os executivos que n\u00e3o estavam sendo investigados e sustentou que os diretores cumpriram ao longo do ano suas metas de sustentabilidade e de repara\u00e7\u00e3o de danos do desastre. S\u00f3cios minorit\u00e1rios e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econ\u00f4mico e Social (BNDES) votaram contra a decis\u00e3o, mas foram votos vencidos diante dos acionistas que det\u00e9m 60% das a\u00e7\u00f5es, entre eles o Bradesco e a Previ, fundo de pens\u00e3o dos funcion\u00e1rios do Banco do Brasil.<\/p>\n<p>Apesar do impacto financeiro que se seguiu nos meses posteriores \u00e0 trag\u00e9dia, a Vale minimizou as perdas de 2019 com bom desempenho no segundo semestre. A mineradora fechou o ano com preju\u00edzo de R$ 6,672 bilh\u00f5es (US$ 1,683 bilh\u00e3o). Em 2020, considerando os balan\u00e7os j\u00e1 divulgados dos tr\u00eas primeiros trimestres, o lucro l\u00edquido acumulado \u00e9 de R$ 21,9 bilh\u00f5es. Restando o balan\u00e7o do \u00faltimo trimestre a ser divulgado, a Vale se aproxima do desempenho de 2018, ano anterior \u00e0 trag\u00e9dia, quando lucrou R$ 25,6 bilh\u00f5es.<\/p>\n<p><strong>Indeniza\u00e7\u00f5es por mortes<\/strong><br \/>\nPara indenizar parentes dos trabalhadores que morreram, um acordo foi firmado entre a Vale e o Minist\u00e9rio P\u00fablico do Trabalho (MPT) em julho de 2019. Mais de 90% dos 259 corpos resgatados pertenciam a funcion\u00e1rios que atuavam no Mina C\u00f3rrego do Feij\u00e3o: 123 eram empregados pr\u00f3prios da Vale e 117 de empresas terceirizadas. &#8220;N\u00e3o avaliamos que foi um acordo positivo. N\u00e3o fomos consultados e n\u00e3o tivemos op\u00e7\u00f5es. Disseram que era isso ou ir pra Justi\u00e7a&#8221;, disse Josiane Melo.<\/p>\n<p>Conforme o acordo, pais, c\u00f4njuges ou companheiros e filhos dessas v\u00edtimas receberiam, individualmente, R$ 500 mil por dano moral. J\u00e1 os irm\u00e3os receberiam R$ 150 mil cada um. Al\u00e9m disso, a t\u00edtulo de dano material, a Vale deve pagar uma pens\u00e3o mensal para os familiares que dependiam financeiramente da v\u00edtima. O acordo assegura que dependentes de cada morto n\u00e3o devem receber menos que R$ 800 mil, ainda que o c\u00e1lculo fique abaixo desse valor.<\/p>\n<p>Os valores s\u00e3o inferiores ao que previa um\u00a0estudo interno\u00a0da pr\u00f3pria mineradora Vale que foi apreendido pelo Minist\u00e9rio P\u00fablico de Minas Gerais (MPMG) no curso das investiga\u00e7\u00f5es sobre a trag\u00e9dia. Ele fixava a indeniza\u00e7\u00e3o em quase R$ 10 milh\u00f5es por morto. &#8220;Claro que uma vida n\u00e3o tem pre\u00e7o. Mesmo R$ 10 milh\u00f5es, a gente ainda iria achar que \u00e9 pouco perante uma vida perdida. Mas temos vistos algumas boas indeniza\u00e7\u00f5es para quem teve danos materiais. Houve lotes e ch\u00e1caras devastados no rompimento da barragem que foram muito bem valorizados. Enquanto isso, quem perdeu um irm\u00e3o ou um filho sequer foi ouvido para definir a indeniza\u00e7\u00e3o&#8221;, lamenta Josiane.<\/p>\n<p><strong>Decis\u00f5es judiciais<\/strong><\/p>\n<p>Nem todas as fam\u00edlias aceitaram os valores e algumas optaram por mover processos. A Vale j\u00e1 foi condenada em alguns deles, embora existam decis\u00f5es que foram alvo de recursos tanto da mineradora como de parentes que pleiteiam majora\u00e7\u00e3o das indeniza\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Na 3\u00aa Vara do Trabalho de Governador Valadares, por exemplo, a Justi\u00e7a determinou o pagamento de R$ 2 milh\u00f5es em danos morais a um casal que perdeu sua filha na trag\u00e9dia: ela era engenheira e estava na Mina C\u00f3rrego do Feij\u00e3o quando foi soterrada pela lama. Na segunda inst\u00e2ncia, o valor foi reduzido para R$ 1,3 milh\u00e3o. O casal manifestou discord\u00e2ncia em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 quantia fixada e o caso subiu para o Tribunal Superior do Trabalho (TST).<\/p>\n<p>J\u00e1 na 6\u00aa Vara do Trabalho de Betim, a mineradora foi condenada ao pagamento de R$ 1,5 milh\u00e3o aos familiares de outro trabalhador falecido.<\/p>\n<p>A Vale recorreu e, na segunda inst\u00e2ncia, as partes chegaram a um acordo pactuando a quantia de R$ 1 milh\u00e3o, com o processo transitando em julgado. Na Justi\u00e7a comum, tamb\u00e9m existem decis\u00f5es favor\u00e1veis a quem processou a Vale.<\/p>\n<p>Em maio de 2020, a 1\u00aa Vara C\u00edvel, Criminal e da Inf\u00e2ncia e da Juventude de Brumadinho, condenou a Vale ao pagamento total de R$ 5 milh\u00f5es a uma mulher que perdeu o filho de um ano, o esposo e a irm\u00e3, al\u00e9m de ter tido sua casa destru\u00edda e de ter sofrido fraturas e les\u00f5es que deixaram cicatrizes. H\u00e1 um recurso da mineradora aguardando julgamento.<\/p>\n<p>Em outra decis\u00e3o, o Tribunal de Justi\u00e7a de Minas Gerais (TJMG) fixou em setembro de 2019 o montante de R$ 11,8 milh\u00f5es para indeniza\u00e7\u00e3o por danos morais a quatro parentes &#8211; pais e irm\u00e3os &#8211; de Luiz Taliberti, a irm\u00e3 Camila Taliberti e a esposa dele Fernanda Damian, gr\u00e1vida de cinco meses.<\/p>\n<p>Eles estavam hospedados na Pousada Nova Est\u00e2ncia, que foi soterrada pela lama de rejeitos. Ap\u00f3s a Vale apresentar um recurso, as partes firmaram um acordo em segunda inst\u00e2ncia cujos valores s\u00e3o sigilosos e o processo foi arquivado.<\/p>\n<p>Posteriormente, outros cinco parentes &#8211; av\u00f3s, irm\u00e3os e primos &#8211; das mesmas v\u00edtimas tamb\u00e9m tiveram decis\u00e3o favor\u00e1vel: a mineradora foi condenada a desembolsar mais R$ 8,1 milh\u00f5es. A Vale recorreu dessa senten\u00e7a.<\/p>\n<p>Bombeiros procuram por sobreviventes ap\u00f3s o rompimento da barragem de Brumadinho\u00a0&#8211;\u00a0REUTERS\/Washington Alves\/Direitos Reservados<br \/>\nSobreviventes<\/p>\n<p>Indeniza\u00e7\u00f5es para os trabalhadores sobreviventes tamb\u00e9m foram discutidos na Justi\u00e7a. Negocia\u00e7\u00f5es entre a mineradora e seis sindicatos levaram a acordos que foram homologados em abril do ano passado pela 5\u00aa Vara da Justi\u00e7a do Trabalho de Betim. Dever\u00e3o ser pagos at\u00e9 R$ 250 mil por danos morais e materiais a cada um dos funcion\u00e1rios, sejam eles da pr\u00f3pria Vale ou de empresas terceirizadas, que atuavam na Mina C\u00f3rrego do Feij\u00e3o. O maior valor \u00e9 para os que estavam trabalhando no momento do rompimento da barragem.<\/p>\n<p>Josiane, que tamb\u00e9m \u00e9 funcion\u00e1ria da mineradora, conta que muitos colegas tiveram dificuldade de lidar com o trauma vivido. &#8220;Muitos dos trabalhadores sobreviventes optaram por se desligar da Vale. E h\u00e1 uma dificuldade de se recolocar no mercado de trabalho. Primeiro porque estamos no meio de uma pandemia. Segundo porque essas pessoas realizaram ou est\u00e3o realizando tratamento psiqui\u00e1trico. Os curr\u00edculos est\u00e3o manchados porque trabalharam na Mina C\u00f3rrego do Feij\u00e3o e ningu\u00e9m quer contratar pelo estigma. Os empregadores n\u00e3o querem um trabalhador com problema psiqui\u00e1trico&#8221;.<br \/>\n( Com Ag\u00eancia Brasil)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Neste 25 de janeiro, completam-se dois anos da &#8220;trag\u00e9dia de Brumadinho&#8221;, provocada pelo rompimento de uma barragem de res\u00edduos da mineradora Vale do Rio Doce, num dos maiores acidentes ambientais do Brasil que causou estragos em 25 cidades de Minas Gerais. 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