{"id":82976,"date":"2021-04-12T10:53:11","date_gmt":"2021-04-12T13:53:11","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=82976"},"modified":"2021-11-11T19:14:26","modified_gmt":"2021-11-11T22:14:26","slug":"infestacao-de-peixes-carnivoros-ameaca-pesca-e-ecossistema-no-rio-jacui","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/infestacao-de-peixes-carnivoros-ameaca-pesca-e-ecossistema-no-rio-jacui\/","title":{"rendered":"Infesta\u00e7\u00e3o de peixes carn\u00edvoros amea\u00e7a pesca e ecossistema no Rio Jacu\u00ed"},"content":{"rendered":"<p><a href=\"https:\/\/ocorreio.com.br\/infestacao-de-peixes-carnivoros-ameaca-pesca-e-ecossistema-no-rio-jacui\/\">Milos Silveira, O Correio , Cachoeira do Sul *<\/a><\/p>\n<p>O aparecimento de palometas, peixes carn\u00edvoros considerados ex\u00f3ticos nos sistemas h\u00eddricos da Regi\u00e3o Central do Rio Grande do Sul, amea\u00e7a o ecossistema e atividade econ\u00f4mica de pescadores do Rio Jacu\u00ed que t\u00eam na pesca profissional a principal ou a \u00fanica fonte de renda.<\/p>\n<p>Em Cachoeira do Sul, a infesta\u00e7\u00e3o se acentuou nos \u00faltimos meses e as consequ\u00eancias desse fen\u00f4meno s\u00e3o percebidas por quem pesca diariamente no Rio Jacu\u00ed.<\/p>\n<p>O pescador Rodrigo Rodrigues Barbosa, 32 anos, e o pai H\u00e9lio Pinto Barbosa, 68, sentiram no bolso os efeitos da prolifera\u00e7\u00e3o desses peixes na manh\u00e3 desta ter\u00e7a-feira (6), quando foram revisar espinh\u00e9is na regi\u00e3o da Praia Velha colocados no final da tarde de segunda-feira (5).<\/p>\n<p>Pintados e jundi\u00e1s presos \u00e0s redes foram devorados, o que deixou pai e filho preocupados, j\u00e1 que a fam\u00edlia possui peixaria e a renda da pesca \u00e9 fundamental no or\u00e7amento dom\u00e9stico. \u201cPor enquanto, a gente ainda n\u00e3o sabe ao certo o tamanho preju\u00edzo que isso vai nos dar, mas estamos preocupados porque pelo que estamos percebendo essa infesta\u00e7\u00e3o s\u00f3 vai aumentar\u201d, lamenta.<\/p>\n<p><strong>SEM PREDADOR NATURAL<\/strong><\/p>\n<p>Como a palometa praticamente n\u00e3o possui predador natural, acredita-se que a popula\u00e7\u00e3o desses peixes aumente consideravelmente com o passar do tempo. Uma possibilidade, dizem bi\u00f3logos e pescadores, seria o dourado agir como predador natural. No entanto, como a esp\u00e9cie est\u00e1 praticamente em extin\u00e7\u00e3o, acredita-se que a popula\u00e7\u00e3o desses peixes \u00e9 considerada insuficiente para fazer frente \u00e0 prolifera\u00e7\u00e3o de palometas. Pescadores profissionais que fisgam peixes de linha de fundo relatam tamb\u00e9m que j\u00e1 pescaram esp\u00e9cies nativas, como jundi\u00e1, pintado, til\u00e1pia e tra\u00edra, entre outros, com barbatanas, nadadeiras e caudas mordiscadas.<\/p>\n<figure id=\"attachment_82978\" aria-describedby=\"caption-attachment-82978\" style=\"width: 1280px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" data-attachment-id=\"82978\" data-permalink=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/infestacao-de-peixes-carnivoros-ameaca-pesca-e-ecossistema-no-rio-jacui\/palometas-jundias-e-pintados\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometas-jundias-e-pintados.jpg\" data-orig-size=\"1280,960\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"palometas-jundias-e-pintados\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Jundi\u00e1s e pintados capturados em espinh\u00e9is foram devorados na Praia Velha do Rio Jacu\u00ed \/ Foto: Rodrigo Barbosa\/Divulga\u00e7\u00e3o&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometas-jundias-e-pintados-1024x768.jpg\" class=\"wp-image-82978 size-full\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometas-jundias-e-pintados.jpg\" alt=\"\" width=\"1280\" height=\"960\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometas-jundias-e-pintados.jpg 1280w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometas-jundias-e-pintados-300x225.jpg 300w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometas-jundias-e-pintados-1024x768.jpg 1024w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometas-jundias-e-pintados-768x576.jpg 768w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometas-jundias-e-pintados-1200x900.jpg 1200w\" sizes=\"(max-width: 1280px) 100vw, 1280px\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-82978\" class=\"wp-caption-text\">Jundi\u00e1s e pintados capturados em espinh\u00e9is foram devorados na Praia Velha do Rio Jacu\u00ed \/ Foto: Rodrigo Barbosa\/Divulga\u00e7\u00e3o<\/figcaption><\/figure>\n<p>Em entrevista recente \u00e0 R\u00e1dio Rio Pardo, o bi\u00f3logo Andreas K\u00f6hler, professor do Departamento de Ci\u00eancias da Vida da Unisc, disse acreditar que uma das poss\u00edveis causas da prolifera\u00e7\u00e3o no Rio Jacu\u00ed seja o desequil\u00edbrio ambiental. \u201cH\u00e1 relatos do surgimento de piranhas por pescadores h\u00e1 mais de dez anos no Rio Jacu\u00ed. No entanto, a captura de predadores naturais das palometas, como o pr\u00f3prio peixe dourado, que est\u00e1 em extin\u00e7\u00e3o, propicia a multiplica\u00e7\u00e3o dessa esp\u00e9cie\u201d, afirmou K\u00f6hler.<\/p>\n<p>\u201cOutro fator \u00e9 o aquecimento global. A cada ano ficando mais quente, o clima muda, assim como a temperatura. As \u00e1guas que antigamente eram mais frias agora ficam mais quentes, e esse clima favorece a prolifera\u00e7\u00e3o das popula\u00e7\u00f5es de peixes. Falta um controlador biol\u00f3gico\u201d, explicou o bi\u00f3logo.<\/p>\n<p>Embora seja uma esp\u00e9cie carn\u00edvora, as palometas n\u00e3o t\u00eam por h\u00e1bito atacar humanos, a n\u00e3o ser banhistas que apresentem algum tipo de ferimento ou corte, j\u00e1 que esses peixes s\u00e3o atra\u00eddos pelo sangue.<\/p>\n<p>Exemplares das pr\u00f3prias palometas tamb\u00e9m j\u00e1 foram pescados de linha no Rio Jacu\u00ed e afluentes, como o Irapu\u00e1. Em meados no m\u00eas passado, um banhista que pescava por esporte na regi\u00e3o conhecida como Po\u00e7o da Laje, pr\u00f3ximo ao Balene\u00e1rio Irapu\u00e1, ficou surpreso ao fisgar uma palometa com linha, anzol e isca usados para fisgar esp\u00e9cies nativas.<\/p>\n<p><strong>ENTREVISTA<\/strong>:<\/p>\n<p>Deividi Kern, bi\u00f3logo-chefe do Departamento Ambiental da Secretaria Municipal de Meio Ambiente (SMMA) de Cachoeira do Sul e licenciador ambiental<\/p>\n<p>1) Nos \u00faltimos meses, vem aumentando o n\u00famero de relatos em redes sociais e em reportagens de jornais e portais de not\u00edcias a respeito de infesta\u00e7\u00e3o de palometas no Rio Jacu\u00ed. A Secretaria de Meio Ambiente de Cachoeira do Sul j\u00e1 foi acionada a respeito para averiguar essa situa\u00e7\u00e3o?<\/p>\n<p>A secretaria Municipal de Meio Ambiente n\u00e3o foi acionada oficialmente para averiguar a situa\u00e7\u00e3o de ocorr\u00eancia de poss\u00edvel desequil\u00edbrio ecol\u00f3gico da ictiofauna do rio. Apenas acompanhamos os fatos noticiados na m\u00eddia local e regional. Atualmente existem relatos de ocorr\u00eancia ao longo do Rio Jacu\u00ed e Rio Pardo.<\/p>\n<p>2) Nesse caso espec\u00edfico das palometas, existe algum tipo de interven\u00e7\u00e3o por parte da Secretaria que possa se mostrar eficaz para controlar a dissemina\u00e7\u00e3o desses peixes?<\/p>\n<p>As medidas de controle passam necessariamente pelo monitoramento inicial de locais de ocorr\u00eancia destes animais e, diretamente, pela fiscaliza\u00e7\u00e3o de a\u00e7\u00f5es que envolvem pesca predat\u00f3ria. O desequil\u00edbrio ocasionado pela pesca predat\u00f3ria, ou at\u00e9 pela piscicultura sem o devido controle ambiental, podem contribuir para o desequil\u00edbrio ecol\u00f3gico da ictiofauna. Existem algumas hip\u00f3teses a serem consideradas em rela\u00e7\u00e3o a ocorr\u00eancia de poss\u00edvel aumento da frequ\u00eancia da esp\u00e9cie no rio. Entre as hip\u00f3teses, a principal est\u00e1 relacionada ao desequil\u00edbrio ambiental do ecossistema, seja ele ocorrente atrav\u00e9s da pesca predat\u00f3ria, introdu\u00e7\u00e3o de novas esp\u00e9cies e\/ou atrav\u00e9s do aquecimento global, em que a altera\u00e7\u00e3o da temperatura das \u00e1guas pode ser capaz de alterar o ciclo reprodutivo de determinadas esp\u00e9cies de peixes, favorecendo determinadas esp\u00e9cies em detrimento de outras. No caso das palometas, a esp\u00e9cie predadora \u00e9 o peixe-dourado (Salminus brasiliensis), no entanto, esta esp\u00e9cie est\u00e1 na listagem oficial das amea\u00e7adas em extin\u00e7\u00e3o. Portanto, \u00e9 importante salientar que o recurso h\u00eddrico possui uma determinada din\u00e2mica e capacidade de suporte alimentar para sustentar os animais existentes e que, ao surgir, por algum motivo, prolifera\u00e7\u00e3o de determinada esp\u00e9cie, por introdu\u00e7\u00e3o ou diminui\u00e7\u00e3o de outra, esta passa a competir em n\u00edvel tr\u00f3fico com as naturalmente ocorrentes em frequ\u00eancia menor. O impacto ambiental causado pela introdu\u00e7\u00e3o de animais ex\u00f3ticos ou exterm\u00ednio de determinada esp\u00e9cie nativa predadora pode ser, portanto, um fator determinante na conserva\u00e7\u00e3o de esp\u00e9cies nativas ocorrentes no recurso h\u00eddrico envolvido.<\/p>\n<p>\u00c9 importante\u00a0tamb\u00e9m ser destacado que, conforme registro\u00a0em pesquisa de bibliografia cient\u00edfica consultada,\u00a0foi reportado a ocorr\u00eancia nas Bacias Hidrogr\u00e1ficas do Rio Jacu\u00ed e Uruguai de duas esp\u00e9cies que s\u00e3o popularmente denominadas de palometas, entre elas est\u00e3o\u00a0Pygocentrus nattereri\u00a0popularmente conhecida como\u00a0piranha\/palometa vermelha, e a\u00a0Serrasalmus maculatus\u00a0popularmente conhecida como piranha\/palometa amarela.\u00a0 A\u00a0piranha\/palometa vermelha possui ocorr\u00eancia natural nas bacias do Amazonas, Araguaia-Tocantins, Prata, S\u00e3o Francisco e em a\u00e7udes do Nordeste brasileiro. J\u00e1 a\u00a0piranha\/palometa amarela ocorre naturalmente nas bacias do Paraguai, Paran\u00e1 e Amaz\u00f4nica. Portanto,\u00a0as esp\u00e9cies de palometa\u00a0s\u00e3o ex\u00f3ticas ao ecossistema local em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 ictiofauna, especialmente, do Rio Jacu\u00ed. Os resultados da pesquisa em rela\u00e7\u00e3o a ocorr\u00eancia de esp\u00e9cies decorrente da pesca artesanal, para o ano de 2016 foi de 1,3 a 1,5% conforme dados consultados.<\/p>\n<p>3) Como o pescador profissional pode agir para se adaptar a este novo momento, j\u00e1 que h\u00e1 relatos de que esp\u00e9cies como tra\u00edra, pintado e jundi\u00e1 \u2013 bastante apreciados na nossa gastronomia \u2013 est\u00e3o entre os alvos das palometas?<\/p>\n<p>Deve ser respeitado primeiramente o per\u00edodo reprodutivo das esp\u00e9cies conhecido como per\u00edodo de\u00a0piracema ou defeso da pesca, que no estado do Rio Grande do Sul ocorre\u00a0entre os meses de\u00a0outubro a janeiro. Tamb\u00e9m deve-se conhecer o ecossistema envolvido na atividade e respeitar os n\u00edveis tr\u00f3ficos (posi\u00e7\u00e3o que cada um ocupa na cadeia alimentar), evitando promover mais desequil\u00edbrio. Tamb\u00e9m devem ser respeitadas as recomenda\u00e7\u00f5es dos \u00f3rg\u00e3os ambientais competentes, neste caso, a jurisdi\u00e7\u00e3o sobre a fauna do estado do Rio Grande do Sul pertence \u00e0 Secretaria Estadual de Meio Ambiente. \u00d3rg\u00e3o locais (munic\u00edpios) podem colaborar\u00a0e contribuir com pol\u00edticas p\u00fablicas necess\u00e1rias.<\/p>\n<p><strong>INVAS\u00c3O DE PALOMETAS NO RIO JACU\u00cd \u2013\u00a0<\/strong><strong>AS LAGOAS DO LITORAL S\u00c3O AS PR\u00d3XIMAS?<\/strong><\/p>\n<p>Os bi\u00f3logos e professores da UFRGS, Luiz R. Malabarba (Departamento de Zoologia) e Fernando Gertum Becker (Departamento de Ecologia) e os servidores do Museu de Ci\u00eancias Naturais\/SEMA, especialistas em peixes\u00a0Marco Aur\u00e9lio Azevedo e\u00a0Vin\u00edcius Ara\u00fajo Bertaco, explicam os tipos comuns de piranhas e palometas no Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>&#8220;Neste ver\u00e3o foram veiculadas informa\u00e7\u00f5es com registros de captura de palometas ou piranhas no rio Jacu\u00ed, principalmente nos munic\u00edpios de Cachoeira do Sul e Rio Pardo, na regi\u00e3o central do estado, e mais recentemente no munic\u00edpio de Vale Verde.<\/p>\n<p>No Rio Grande do Sul ocorrem naturalmente duas esp\u00e9cies do grupo das piranhas (fam\u00edlia Serrasalmidae), a Palometa (Serrasalmus maculatus) e a Piranha (Pygocentrus nattereri), mas somente na\u00a0bacia do rio Uruguai.<\/p>\n<p>O rio Uruguai faz parte da bacia do rio da Prata, assim como os rios Paran\u00e1 e Paraguai, e compartilha algumas esp\u00e9cies de peixes de \u00e1gua doce com o Pantanal do Mato Grosso, como por exemplo o Surubim, arraias de \u00e1gua doce, a Palometa e a Piranha. O rio Jacu\u00ed faz parte da bacia da laguna dos Patos e apresenta uma fauna de peixes de \u00e1gua doce marcadamente diferente daquela do rio Uruguai. S\u00e3o cerca de 275 esp\u00e9cies de peixes na bacia do rio Uruguai e 200 na bacia da laguna dos Patos; dessas, apenas 86 esp\u00e9cies ocorrem nas duas bacias. J\u00e1 a bacia do rio Tramanda\u00ed \u00e9 a terceira maior bacia hidrogr\u00e1fica do estado, com cerca de 100 esp\u00e9cies. Somente 53 esp\u00e9cies ocorrem simultaneamente nas bacias do rio Uruguai, laguna dos Patos e rio Tramanda\u00ed.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" data-attachment-id=\"82979\" data-permalink=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/infestacao-de-peixes-carnivoros-ameaca-pesca-e-ecossistema-no-rio-jacui\/palometa-vs-piranha-1024x722\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometa-vs-piranha-1024x722-1.jpg\" data-orig-size=\"1024,722\" data-comments-opened=\"1\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Palometa-vs-piranha-1024&amp;#215;722\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometa-vs-piranha-1024x722-1.jpg\" class=\"alignnone size-full wp-image-82979\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometa-vs-piranha-1024x722-1.jpg\" alt=\"\" width=\"1024\" height=\"722\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometa-vs-piranha-1024x722-1.jpg 1024w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometa-vs-piranha-1024x722-1-300x212.jpg 300w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/04\/palometa-vs-piranha-1024x722-1-768x542.jpg 768w\" sizes=\"(max-width: 1024px) 100vw, 1024px\" \/><\/p>\n<p>A Palometa (Serrasalmus maculatus), mostrada nas fotos dos registros para o rio Jacu\u00ed, n\u00e3o \u00e9 nativa da\u00a0bacia da laguna dos Patos, correspondendo a uma esp\u00e9cie al\u00f3ctone e invasora nesta bacia. Nas \u00faltimas 2 a 3 d\u00e9cadas tem sido registrada a presen\u00e7a de esp\u00e9cies al\u00f3ctones invasoras na bacia da laguna dos Patos.\u00a0 Estas incluem principalmente o\u00a0Peixe-cachorro (Acestrorhynchus pantaneiro)\u00a0(link), o\u00a0Porrudo (Trachelyopterus lucenai), e a\u00a0Corvina-de-\u00c1gua-Doce (Pachyurus bonariensis)(link), todas nativas da bacia do rio Uruguai .<\/p>\n<p>Duas destas esp\u00e9cies (Acestrorhynchus pantaneiro e\u00a0Trachelyopterus lucenai) se dispersaram posteriormente at\u00e9 a bacia do rio Tramanda\u00ed e lagoas costeiras do nordeste do estado\u00a0(link).<\/p>\n<p>Recentemente foi demonstrado que a presen\u00e7a de uma pequena esp\u00e9cie al\u00f3ctone de Peixe-banjo na bacia do rio Tramanda\u00ed foi ocasionada pela conex\u00e3o artificial entre a lagoa do Casamento (bacia da laguna dos Patos) e a lagoa Fortaleza (bacia do rio Tramanda\u00ed) por canais de irriga\u00e7\u00e3o(link). E este foi provavelmente o mesmo caminho de dispers\u00e3o das duas esp\u00e9cies da bacia do rio Uruguai invasoras na laguna dos Patos e na bacia do rio Tramanda\u00ed (Acestrorhynchus pantaneiro\u00a0e\u00a0Trachelyopterus lucenai).<\/p>\n<p>Caso essas rotas\u00a0 artificiais de dispers\u00e3o n\u00e3o sejam investigadas e interrompidas, \u00e9 previs\u00edvel que as palometas venham a invadir as lagoas costeiras do litoral norte em um futuro pr\u00f3ximo.<\/p>\n<p>E n\u00e3o podemos nos esquecer de outras quase 200 esp\u00e9cies que ocorrem na bacia do rio Uruguai e n\u00e3o ocorrem no rio Jacu\u00ed, como a piranha do Pantanal, que podem se tornar invasoras na bacia da laguna dos Patos se poss\u00edveis conex\u00f5es n\u00e3o forem detectadas e interrompidas.<\/p>\n<p><strong>* Com informa\u00e7\u00f5es complementares\u00a0<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Milos Silveira, O Correio , Cachoeira do Sul * O aparecimento de palometas, peixes carn\u00edvoros considerados ex\u00f3ticos nos sistemas h\u00eddricos da Regi\u00e3o Central do Rio Grande do Sul, amea\u00e7a o ecossistema e atividade econ\u00f4mica de pescadores do Rio Jacu\u00ed que t\u00eam na pesca profissional a principal ou a \u00fanica fonte de renda. 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