{"id":83097,"date":"2021-05-01T22:05:32","date_gmt":"2021-05-02T01:05:32","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=83097"},"modified":"2021-11-11T19:06:14","modified_gmt":"2021-11-11T22:06:14","slug":"pampa-perde-16-da-vegetacao-nativa-em-20-anos-avanco-da-soja-e-o-principal-fator","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/pampa-perde-16-da-vegetacao-nativa-em-20-anos-avanco-da-soja-e-o-principal-fator\/","title":{"rendered":"Pampa perde 16% da vegeta\u00e7\u00e3o nativa em 20 anos; avan\u00e7o da soja \u00e9 o principal fator"},"content":{"rendered":"<p>Pampa Sul-americano perdeu 16,3% de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em 20 anos, mostra mapeamento in\u00e9dito, abrangendo Brasil, Argentina e Uruguai.<\/p>\n<p>Com uma \u00e1rea de um milh\u00e3o de quil\u00f4metros quadrados (1.005.780 km\u00b2) dos quais 43,2% deles cobertos por vegeta\u00e7\u00e3o nativa, o\u00a0Pampa Sul-americano teve perda l\u00edquida de vegeta\u00e7\u00e3o nativa de 16,3% em 20 anos, entre 2000 e 2019, com redu\u00e7\u00e3o de 519.496 km\u00b2 para 434.795 km\u00b2.<\/p>\n<p>O dado foi calculado por pesquisadores de Brasil, Argentina e Uruguai que produziram a s\u00e9rie de mapas anuais de cobertura e uso da terra mais completa j\u00e1 elaborada para o bioma. A iniciativa incluiu no mapeamento, al\u00e9m das \u00e1reas tipicamente de Pampa dos tr\u00eas pa\u00edses, as \u00e1reas vizinhas do Espinhal e da regi\u00e3o do delta do rio Paran\u00e1, na Argentina.<\/p>\n<p>O Pampa Sul-americano abrange a metade sul do Rio Grande do Sul, todo o Uruguai e parte da Argentina, ao sul do Rio da Prata. Trata-se de uma regi\u00e3o com ocupa\u00e7\u00e3o antr\u00f3pica bastante antiga e que abriga tr\u00eas grandes metr\u00f3poles (Buenos Aires, Montevid\u00e9u e Porto Alegre).<\/p>\n<p>A biodiversidade do Pampa se caracteriza pelo predom\u00ednio da vegeta\u00e7\u00e3o nativa herb\u00e1cea, denominada de vegeta\u00e7\u00e3o campestre, sendo que as florestas, embora presentes, ocupam naturalmente uma menor propor\u00e7\u00e3o. O clima da regi\u00e3o varia de subtropical a temperado, com estacionalidade t\u00e9rmica pronunciada (invernos frios e ver\u00f5es quentes) e sem esta\u00e7\u00e3o seca (a chuva ocorre em todos os meses do ano).<\/p>\n<p>Por conta da oferta natural de recursos forrageiros da vegeta\u00e7\u00e3o campestre abundante, a produ\u00e7\u00e3o de gado de corte foi a atividade econ\u00f4mica caracter\u00edstica da regi\u00e3o nos primeiros s\u00e9culos da coloniza\u00e7\u00e3o europeia, com forte influ\u00eancia sobre os costumes e a cultura regional. Entretanto, desde o s\u00e9culo XX, o bioma vem sofrendo profundas transforma\u00e7\u00f5es no uso da terra, especialmente pelo avan\u00e7o da agricultura de gr\u00e3os e, mais recentemente, pela silvicultura. Em fun\u00e7\u00e3o disso, seus ecossistemas est\u00e3o entre os menos protegidos e mais amea\u00e7ados do continente.<\/p>\n<p>A vegeta\u00e7\u00e3o nativa cobre agora 43,2% da \u00e1rea do bioma. A maior parte dela corresponde \u00e0 vegeta\u00e7\u00e3o campestre, tradicionalmente utilizada para a pecu\u00e1ria. Trata-se de um caso singular em que a produ\u00e7\u00e3o animal e a conserva\u00e7\u00e3o da biodiversidade geralmente integram sistemas produtivos com not\u00e1vel sustentabilidade ambiental.<\/p>\n<p>O Pampa sofreu transforma\u00e7\u00f5es significativas na paisagem ao longo das \u00faltimas duas d\u00e9cadas. O pa\u00eds que teve a maior perda proporcional de vegeta\u00e7\u00e3o nativa foi o Brasil, com 21.356 km\u00b2 (20% da \u00e1rea existente em 2000), sobretudo devido \u00e0 expans\u00e3o das \u00e1reas agr\u00edcolas para o plantio de soja.<\/p>\n<p>No entanto, a Argentina sofreu a maior perda de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em termos absolutos, aproximadamente 51.242 km\u00b2 (18% da \u00e1rea em 2000). Uma varia\u00e7\u00e3o de 291.094 km\u00b2 em 2000 para 239.851 km\u00b2 em 2019, tamb\u00e9m por conta da expans\u00e3o das \u00e1reas de agricultura e das pastagens com esp\u00e9cies ex\u00f3ticas.<\/p>\n<p>No Uruguai, foi registrada perda de vegeta\u00e7\u00e3o nativa de 12.102 km\u00b2, de 119.139 km\u00b2 em 2000 para 107.03 km\u00b2 em 2019. Foi uma queda um pouco menos acentuada em rela\u00e7\u00e3o \u00e0 \u00e1rea total de 2000: 10%, sendo um efeito combinado do avan\u00e7o da agricultura e da silvicultura.<\/p>\n<p>Do total de perda de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em toda a regi\u00e3o, 85% correspondem \u00e0 perda de cobertura de vegeta\u00e7\u00e3o campestre.<\/p>\n<p>Em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s atividades agropecu\u00e1rias, as \u00e1reas de agricultura e pastagens plantadas cresceram 17,4 %, de 427.239 km\u00b2 para 501.489 km\u00b2, com maior express\u00e3o em \u00e1rea na Argentina e no Brasil.<\/p>\n<p>A silvicultura, embora ocupe um percentual bem menor do que a agropecu\u00e1ria na regi\u00e3o, apresentou crescimento acelerado nas \u00faltimas duas d\u00e9cadas, com exce\u00e7\u00e3o da Argentina. No Uruguai, houve um incremento de 6.364 km2 no per\u00edodo (69%). No Brasil, o aumento foi de 3.254 km2 (212%).<\/p>\n<p>Com resolu\u00e7\u00e3o de 30 por 30 metros e 8 classes na legenda, a\u00a0Cole\u00e7\u00e3o 1 do MapBiomas Pampa Sul-americano (2000-2019)\u00a0abrange os 1.005.780\u00a0 km\u00b2, do bioma que ocupa 5,6% da Am\u00e9rica do Sul. A plataforma pode ser acessada em\u00a0pampa.mapbiomas.org. As cole\u00e7\u00f5es do MapBiomas est\u00e3o em cont\u00ednuo desenvolvimento e aprimoramento. Os pesquisadores do Pampa Sul-americano, que rec\u00e9m-finalizaram a cole\u00e7\u00e3o de estreia, j\u00e1 se debru\u00e7am sobre melhorias e novidades para novas vers\u00f5es.<\/p>\n<p>Destaques:<\/p>\n<p>\u00b7 O Pampa Sul-americano, incluindo o Espinhal e o Delta do Paran\u00e1, ocupam\u00a05,6 % (1.005.780 km\u00b2)\u00a0da\u00a0Am\u00e9rica do Sul.<\/p>\n<p>\u00b7 A iniciativa considerou junto com as \u00e1reas tipicamente de Pampa nos tr\u00eas pa\u00edses, as \u00e1reas vizinhas da prov\u00edncia fitogeogr\u00e1fica do Espinal e do delta do rio Paran\u00e1.<\/p>\n<p>\u00b7 63%\u00a0da \u00e1rea mapeada est\u00e1 na\u00a0Argentina\u00a0(633.924 km\u00b2), 19%\u00a0no\u00a0Brasil\u00a0(193.949 km\u00b2), e 18%\u00a0no\u00a0Uruguai\u00a0(177.907 km\u00b2).<\/p>\n<p>\u00b7 A perda l\u00edquida de vegeta\u00e7\u00e3o natural\u00a0entre 2000 e 2019 foi de:\u00a084.701 km\u00b2.<\/p>\n<p>\u00b7 As \u00e1reas de\u00a0agricultura e pastagens plantadas cresceram 17,4%,\u00a0de 427.239 km\u00b2 para 501.489 km\u00b2.<\/p>\n<p>\u00b7 A \u00e1rea de\u00a0silvicultura\u00a0(denominada no mapeamento de floresta plantada)\u00a0 aumentou de 13.867 km\u00b2 para 23.328 km\u00b2 (aumento de 68%).<\/p>\n<p><em>Fonte: O MapBiomas Pampa Sul-americano \u00e9 uma iniciativa que envolve uma rede colaborativa de especialistas da Argentina (Instituto Nacional de Tecnolog\u00eda Agropecuaria-INTA, Universidade Nacional de San Luis e a ONG Fundaci\u00f3n Vida Silvestre Argentina), Brasil (Universidade Federal do Rio Grande do Sul e GeoKarten) e Uruguai (Faculdade de Agronomia e Faculdade de Ci\u00eancias da Universidad de la Rep\u00fablica, Instituto Nacional de Investigaci\u00f3n Agropecuaria-INIA e Minist\u00e9rio do Ambiente). O projeto utiliza imagens de sat\u00e9lite Landsat (30 x 30 metros de resolu\u00e7\u00e3o) e computa\u00e7\u00e3o em nuvem por meio da plataforma Google Earth Engine (GEE) para produzir mapas anuais de cobertura e uso da terra com alta tecnologia e baixo custo. A iniciativa faz parte da Rede MapBiomas, iniciada em 2015 com o MapBiomas Brasil (mapbiomas.org).<\/em><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pampa Sul-americano perdeu 16,3% de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em 20 anos, mostra mapeamento in\u00e9dito, abrangendo Brasil, Argentina e Uruguai. 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