{"id":83794,"date":"2022-04-13T22:09:01","date_gmt":"2022-04-14T01:09:01","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=83794"},"modified":"2022-04-13T22:10:40","modified_gmt":"2022-04-14T01:10:40","slug":"onca-parda-considerada-extinta-flagrada-em-armadilha-fotografica-no-rio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/onca-parda-considerada-extinta-flagrada-em-armadilha-fotografica-no-rio\/","title":{"rendered":"On\u00e7a parda, considerada extinta, flagrada em armadilha fotogr\u00e1fica no Rio"},"content":{"rendered":"<p>Os primeiros registros fotogr\u00e1ficos da on\u00e7a-parda (Puma concolor) na costa da Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro, ganharam manchetes nesta semana..<\/p>\n<p>A parda ou su\u00e7uarana era considerada extinta h\u00e1 mais de um s\u00e9culo na \u00e1rea litor\u00e2nea onde foi flagrada por armadilhas fotogr\u00e1ficas nas florestas do Ref\u00fagio da Vida Silvestre de Maric\u00e1 (Revimar).<\/p>\n<p>Al\u00e9m da on\u00e7a-parda, as armadilhas fotogr\u00e1ficas instaladas pela unidade de conserva\u00e7\u00e3o municipal flagraram o gato-maracaj\u00e1 (Leopardus wiedii), um dos animais mais belos da fauna brasileira.<\/p>\n<p>Esse felino selvagem pouco maior que um gato dom\u00e9stico se parece com uma miniatura de on\u00e7a-pintada e tamb\u00e9m era considerado extinto na regi\u00e3o costeira, seu antigo habitat.<\/p>\n<p>Tanto a su\u00e7uarana quanto o maracaj\u00e1\u00a0 moravam nas florestas\u00a0 perto do mar. Ca\u00e7ados, e expulsos de seu habitat por s\u00e9culos, eles hoje resistem somente em fragmentos montanhosos e se pensava que haviam desaparecido das \u00e1reas costeiras.<br \/>\n\u2014 \u00c9 uma excelente not\u00edcia descobrir que esp\u00e9cies t\u00e3o importantes e amea\u00e7adas da Mata Atl\u00e2ntica ainda resistem perto do mar. S\u00e3o animais espetaculares, patrim\u00f4nios do pa\u00eds e merecem toda a prote\u00e7\u00e3o \u2014 afirmou ao Globo o bi\u00f3logo Izar Aximoff, especialista em felinos, convidado pela dire\u00e7\u00e3o da unidade de conserva\u00e7\u00e3o a estudar o local.<\/p>\n<p>&#8220;Aximoff afirma que pode haver mais animais. H\u00e1 certeza da exist\u00eancia de dois maracaj\u00e1s, e o bi\u00f3logo estima que tamb\u00e9m vivam no ref\u00fagio duas on\u00e7as, embora apenas uma tenha sido fotografada&#8221;.<\/p>\n<p>Ele salienta que, embora a Mata Atl\u00e2ntica e sua fauna estejam sob imensa press\u00e3o em todo o Brasil, a zona costeira \u00e9 pouco pesquisada, principalmente devido \u00e0 falta de recursos.<\/p>\n<p>Em 2020, uma c\u00e2mera de seguran\u00e7a do S\u00edtio Burle Marx, em Guaratiba, no munic\u00edpio do Rio de Janeiro, captou a imagem de um animal que se pensa ser uma su\u00e7uarana, mas o registro nunca pode ser comprovado. A imagem tinha pouca resolu\u00e7\u00e3o, e o animal n\u00e3o mais apareceu.<br \/>\nAximoff diz que a on\u00e7a de Guaratiba continua a ser procurada. Ela pode ser uma sobrevivente ou ter sido uma visitante espor\u00e1dica, vinda de outras matas e que se aproximou da \u00e1rea durante os momentos de menor mobilidade urbana da pandemia.<\/p>\n<p>A gestora das unidades de conserva\u00e7\u00e3o de Maric\u00e1, Marcia Freitas, celebra a presen\u00e7a da on\u00e7a e do maracaj\u00e1. Ela instalou as armadilhas fotogr\u00e1ficas em 2020. Sonhava em comprovar os relatos de moradores, que h\u00e1 cerca de uma d\u00e9cada relatavam avistamentos da on\u00e7a-parda.<\/p>\n<p>A su\u00e7uarana, o segundo maior felino do Brasil, menor apenas que a on\u00e7a-pintada, n\u00e3o se deixava flagrar com facilidade. Mas em setembro de 2021, a equipe do Revimar conseguiu finalmente capt\u00e1-la em foto e v\u00eddeo.<br \/>\nfelinos silvestres. Ele destr\u00f3i sua casa, a floresta, e os ca\u00e7a por prazer ou temor infundado. N\u00e3o existe em toda a Am\u00e9rica do Sul qualquer registro de ataque de on\u00e7a-parda a seres humanos.<\/p>\n<p>Bi\u00f3logos asseguram que ela \u00e9 inofensiva para as pessoas. Nas palavras do naturalista do in\u00edcio do s\u00e9culo XX Armando Magalh\u00e3es Corr\u00eaa, a su\u00e7uarana \u00e9 \u201cmuito medrosa\u201d.<\/p>\n<p>Essa on\u00e7a de olhos verdes \u00e9, na verdade, parente mais pr\u00f3xima do gato dom\u00e9stico do que da on\u00e7a-pintada. Os pumas t\u00eam registros de ataques nos Estados Unidos, mas eles pertencem a uma outra subesp\u00e9cie, que \u00e9 maior e mais agressiva.<br \/>\n&#8220;As su\u00e7uaranas s\u00e3o gatonas t\u00edmidas e discretas. S\u00e3o selvagens, mas n\u00e3o s\u00e3o agressivas. S\u00f3 reagir\u00e3o se algu\u00e9m tentar captur\u00e1-las ou agredi-las \u2014 acrescenta Aximoff.<\/p>\n<p>Ele busca nas florestas voltadas para as praias e lagoas de Maric\u00e1 encontrar mais pistas das on\u00e7as e dos maracaj\u00e1s e desenvolver um plano de conserva\u00e7\u00e3o. N\u00e3o se trata de tarefa simples. O Revimar tem nove mil hectares, mais do que o dobro do Parque Nacional da Tijuca, e se estende por 25% do territ\u00f3rio de Maric\u00e1. \u00c9 maior que munic\u00edpios como B\u00fazios e Belfort Roxo, por exemplo.<\/p>\n<p>Mas a \u00e1rea n\u00e3o \u00e9 cont\u00ednua e est\u00e1 fragmentada em trechos de floresta atl\u00e2ntica, ilhotas de mata, quase sempre nas montanhas. Aximoff calcula que as on\u00e7as disponham de cerca tr\u00eas mil hectares para viver sem precisar atravessar rodovias.<\/p>\n<p>&#8220;As matas da regi\u00e3o de entorno de Maric\u00e1, assim como as da maior parte da Mata Atl\u00e2ntica no estado, n\u00e3o s\u00e3o originais. O povoamento da regi\u00e3o de Maric\u00e1 tem quase a idade do Brasil, data do s\u00e9culo XVI. A Mata Atl\u00e2ntica ali foi derrubada primeiro para a explora\u00e7\u00e3o do pau-brasil e de outras madeiras. E depois para o cultivo de cana-de-a\u00e7\u00facar e outras planta\u00e7\u00f5es&#8221;.<\/p>\n<p>&#8220;As florestas de p\u00e9 hoje s\u00e3o fruto de regenera\u00e7\u00e3o natural e n\u00e3o t\u00eam, em sua maior parte, mais do que meio s\u00e9culo&#8221;.<\/p>\n<p>(<strong>Com informa\u00e7\u00f5es de O Globo)<\/strong><\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os primeiros registros fotogr\u00e1ficos da on\u00e7a-parda (Puma concolor) na costa da Regi\u00e3o Metropolitana do Rio de Janeiro, ganharam manchetes nesta semana.. 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