{"id":83881,"date":"2022-06-08T19:02:07","date_gmt":"2022-06-08T22:02:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=83881"},"modified":"2022-06-08T19:06:31","modified_gmt":"2022-06-08T22:06:31","slug":"instituto-protege-oncas-para-recuperar-a-especie-novela-da-visibilidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/instituto-protege-oncas-para-recuperar-a-especie-novela-da-visibilidade\/","title":{"rendered":"Instituto protege on\u00e7as para recuperar a esp\u00e9cie; novela d\u00e1 visibilidade"},"content":{"rendered":"<p><strong>Por M\u00e1rcia Turcato, de Goi\u00e1s<\/strong><\/p>\n<p>O filhote de on\u00e7a-pintada, Apoena, j\u00e1 recebe visitas, mas elas s\u00e3o remotas. C\u00e2maras de monitoramento mostram aos visitantes o pequeno felino, nascido no dia 12 de mar\u00e7o deste ano, e sua m\u00e3e, Amanaci, uma sobrevivente do inc\u00eandio criminoso que consumiu 23% do Pantanal h\u00e1 dois anos.<\/p>\n<p>Apoena est\u00e1 sendo preparado desde o ber\u00e7o para ser introduzido no bioma de seus ancestrais e n\u00e3o pode ter contato com humanos para\u00a0 n\u00e3o perder as caracter\u00edsticas originais da esp\u00e9cie. Sua m\u00e3e, ao contr\u00e1rio, jamais voltar\u00e1 ao Pantanal.<\/p>\n<p>V\u00edtima da queimada de 2020, Amanaci foi encontrada escondida no galinheiro de uma fazenda em Pocon\u00e9 (MT), local onde come\u00e7a a rodovia Transpantaneira, a MT-060. Ela estava com as quatro patas t\u00e3o queimadas que era poss\u00edvel ver o osso. O pai de Apoena \u00e9 o Guarani, nascido em zool\u00f3gico e hoje vivendo em um recinto do NEX.<\/p>\n<p>Amanaci foi abrigada no NEX- Instituto de Preserva\u00e7\u00e3o e Defesa de Fel\u00eddeos da Fauna Silvestre do Brasil em Processo de Extin\u00e7\u00e3o, uma organiza\u00e7\u00e3o n\u00e3o governamental, com 22 anos, que luta em defesa das on\u00e7as no Brasil.<\/p>\n<p>O Instituto \u00e9 um criadouro cient\u00edfico para fins de conserva\u00e7\u00e3o e abriga fel\u00eddeos da fauna brasileira que est\u00e3o em processo de extin\u00e7\u00e3o. No NEX, Amanaci recebeu um tratamento inovador com c\u00e9lulas tronco e aplica\u00e7\u00e3o de laser e conseguiu se recuperar, explica o veterin\u00e1rio Thiago Luczinski.<\/p>\n<p>Mas n\u00e3o totalmente, o que impede seu retorno ao Pantanal. A queimadura acabou com o tend\u00e3o de suas patas e, deste modo, ela n\u00e3o consegue expor as garras para se defender ou ca\u00e7ar. A on\u00e7a macho Ousado, que tamb\u00e9m foi v\u00edtima da queimada no Pantanal, por\u00e9m com menor gravidade, se recuperou completamente e foi devolvida ao seu habitat.<\/p>\n<p>O pequeno Apoena ficar\u00e1 com Amanaci por cerca de dois anos, que \u00e9 a idade em que os filhotes desmamam completamente. Depois disso, ele ser\u00e1 levado para uma \u00e1rea de um hectare para aprender a ca\u00e7ar, sem contato com humanos. Depois, ele ser\u00e1 transferido para um lugar selecionado no Pantanal, totalmente cercado, onde o treinamento ser\u00e1 mais intenso. A \u00faltima aula ser\u00e1 capturar um jacar\u00e9, se conseguir, Apoena estar\u00e1 liberado para viver livremente como um animal selvagem que \u00e9. Essa log\u00edstica tem um custo que pode variar de R$ 500 mil a R$ 1 milh\u00e3o. Nesses 22 anos do NEX,\u00a0 cinco on\u00e7as foram reintroduzidas na natureza.<\/p>\n<p>\u00c9 por isso que parcerias que d\u00e3o visibilidade ao trabalho desenvolvido pelo NEX s\u00e3o t\u00e3o importantes. Elas d\u00e3o visibilidade ao projeto e ajudam na capta\u00e7\u00e3o de recursos. Foi o que aconteceu com a novela Pantanal, da TV Globo, que tornou conhecida a on\u00e7a Mat\u00ed, no papel de Marru\u00e1. Mat\u00ed tem tr\u00eas anos de idade, estava com 2,5 quando gravou as cenas da novela. Ela tamb\u00e9m tem uma hist\u00f3ria triste, foi encontrada sozinha numa rodovia, provavelmente a m\u00e3e foi v\u00edtima de ca\u00e7adores, e foi criada por um produtor rural. Quando ela ficou muito grande, o tutor viu que era hora de arranjar um lugar mais seguro para Mat\u00ed e ela foi para\u00a0 o NEX.<\/p>\n<p>As grava\u00e7\u00f5es com Mat\u00ed seguiram protocolos dos \u00f3rg\u00e3os ambientais de prote\u00e7\u00e3o da fauna. As cenas foram gravadas em sil\u00eancio para n\u00e3o estressar o animal. Mat\u00ed foi levada ao set de filmagens de carro porque a espera para embarque no aeroporto, a demora para a retirada da caixa de transporte e a falta de hidrata\u00e7\u00e3o durante esse per\u00edodo seriam muito arriscadas para a sua sa\u00fade. Todo o manejo da on\u00e7a ficou por conta do pessoal do NEX. Ela \u00e9 muito apegada a Daniela Gianni, coordenadora do NEX, que viajou com a Mat\u00ed para o Pantanal junto com mais tr\u00eas t\u00e9cnicos da institui\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Al\u00e9m de Apoena, h\u00e1 mais dois filhotes no NEX, a f\u00eamea\u00a0 Ayra, de quatro meses, e o macho preto (on\u00e7a mel\u00e2nica) Oxossi, de sete meses.\u00a0 Mas Ayra e Oxossi n\u00e3o ser\u00e3o introduzidos na natureza.<\/p>\n<p>Conhe\u00e7a o NEX<\/p>\n<p>O Instituto NEX existe h\u00e1 22 anos, fica no munic\u00edpio de Corumb\u00e1, em Goi\u00e1s, a cerca de 85 quil\u00f4metros de Bras\u00edlia, e foi constru\u00eddo por Cristina Gianni e o marido, Silvano Gianni. Tudo come\u00e7ou com uma visita de Cristina ao Zoo de Bras\u00edlia, quando ela conheceu uma on\u00e7a su\u00e7uarana, tamb\u00e9m conhecida como puma, era o Pacato.<\/p>\n<p>Ele n\u00e3o havia se acertado com as outras on\u00e7as do recinto e acabou isolado. Cristina j\u00e1 possu\u00eda uma grande \u00e1rea silvestre em Corumb\u00e1 e se ofereceu para ajudar.\u00a0 Com o apoio da administra\u00e7\u00e3o do Zoo, ela deu in\u00edcio aos\u00a0 tr\u00e2mites junto \u00e0s autoridades ambientais e conseguiu criar o Instituto NEX para receber seu primeiro morador, a on\u00e7a macho Pacato. Depois do Pacato vieram Xuxa, um macho, e duas f\u00eameas.<\/p>\n<p>O NEX recebe on\u00e7as v\u00edtimas de ca\u00e7adores e do tr\u00e1fico de animais, resgatadas de situa\u00e7\u00f5es adversas, doentes ou abandonas. Elas sempre chegam ao NEX com uma triste hist\u00f3ria. E, geralmete, v\u00edtimas do pior dos predadores, o homem.<\/p>\n<p>A on\u00e7a macho Sans\u00e3o, 22 anos, \u00e9 o morador mais antigo do NEX, ele agora est\u00e1 cego devido a catarata e n\u00e3o pode fazer cirurgia por conta do risco da anastesia devido a idade avan\u00e7ada.<\/p>\n<p>Na natureza, uma on\u00e7a n\u00e3o vive mais de 12 anos.\u00a0 Tem a f\u00eamea Marru\u00e1, encontrada perdida no mato, sem m\u00e3e, e criada na mamadeira por um fazendeiro at\u00e9 ser transferida para o Instiuto. Ela est\u00e1 no NEXT desde o dia quatro de fevereiro e est\u00e1 bem adaptada. Mas, como ela teve muito contato com humanos, sempre que chega algu\u00e9m perto do seu recinto, ela quer interagir e faz de tudo para chamar a aten\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Tem Merlin, macho, resgatado com um tiro que entrou por um olho e o deixou cego dos dois. Merlin consegue se deslocar pelo recinto onde vive e at\u00e9 sobe na passarela superior do espa\u00e7o, onde foi colocado um guarda-corpo para que ele n\u00e3o sofra acidentes. Em breve ele vai receber a companhia de uma f\u00eamea. Os machos geralmente s\u00e3o vasectomizados, mas n\u00e3o castrados. Ao todo, 25 on\u00e7as est\u00e3o abrigadas no NEX atualmente: 16 pintadas, sete pardas e duas pretas, al\u00e9m de uma jaguatirica.<\/p>\n<p>Para ampliar a visibilidade do Instituto, o NEX realiza visita\u00e7\u00e3o guiada aos fins de semana, com grupos de cerca de 30 pessoas, come\u00e7ando \u00e0s 09h30 e encerrando \u00e0s 15h, incluindo caf\u00e9 da manh\u00e3 e almo\u00e7o e uma ida \u00e0 cachoeira. No local h\u00e1 uma lojinha de souvenir.<\/p>\n<p>Os animais adultos comem entre quatro e cinco kg de carne por dia, um total m\u00e9dio de 1,5 tonelada ao m\u00eas. O custo mensal da institui\u00e7\u00e3o \u00e9 cerca de R$ 40 mil. O NEX tem dois funcion\u00e1rios fixos para o manejo dos animais e um veterin\u00e1rio que visita o local uma vez na semana e conta com a ajuda de volunt\u00e1rios que participam do projeto F\u00e9rias com as Feras, com 12 vagas.<\/p>\n<p><strong>On\u00e7as no Brasil<\/strong><\/p>\n<p>De acordo com dados do Instituto Chico Mendes (ICM Bio), a on\u00e7a est\u00e1 classificada como uma animal Criticamente Amea\u00e7ado de Extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>A on\u00e7a era comum em toda a Am\u00e9rica, desde o Canad\u00e1, mas foi extinta no com\u00e7eo do s\u00e9culo XX na Am\u00e9rica do Norte. Na Am\u00e9rica Central h\u00e1 poucos exemplares no M\u00e9xico. Na Amaz\u00f4nia, felizmente, a popula\u00e7\u00e3o de on\u00e7as est\u00e1 distribu\u00edda em 89% do bioma, mas h\u00e1 menos de 10 mil indiv\u00edduos na regi\u00e3o.<\/p>\n<p>No Pantanal, a on\u00e7a ocupa cerca de 47% do bioma e h\u00e1\u00a0 menos de um mil indiv\u00edduos. No Cerrado, a on\u00e7a est\u00e1 presente em 32% do bioma, com cerca de 250 indiv\u00edduos. Na Caatinga, ocupa 19% do bioma com aproximadamente 250 indiv\u00edduos. E, na Mata Atl\u00e2ntica, a on\u00e7a ocupa apenas 10% do bioma com 150 exemplares estimados.<\/p>\n<p>saiba mais: @nex_noextinction<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por M\u00e1rcia Turcato, de Goi\u00e1s O filhote de on\u00e7a-pintada, Apoena, j\u00e1 recebe visitas, mas elas s\u00e3o remotas. C\u00e2maras de monitoramento mostram aos visitantes o pequeno felino, nascido no dia 12 de mar\u00e7o deste ano, e sua m\u00e3e, Amanaci, uma sobrevivente do inc\u00eandio criminoso que consumiu 23% do Pantanal h\u00e1 dois anos. 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