{"id":83922,"date":"2022-09-27T10:09:54","date_gmt":"2022-09-27T13:09:54","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=83922"},"modified":"2022-09-27T10:09:54","modified_gmt":"2022-09-27T13:09:54","slug":"area-devastada-pelo-garimpo-dobra-em-dez-anos-maior-parte-em-terras-indigenas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/area-devastada-pelo-garimpo-dobra-em-dez-anos-maior-parte-em-terras-indigenas\/","title":{"rendered":"\u00c1rea devastada pelo garimpo dobra em dez anos; maior parte em terras ind\u00edgenas"},"content":{"rendered":"<p>Em dez anos, o garimpo devastou quase 100 mil hectares de florestas no Brasil.<\/p>\n<p>\u00c9 o que mostra um relat\u00f3rio divulgado nesta ter\u00e7a-feira, 27, pelo MapBiomas, projeto de monitoramento ambiental.<\/p>\n<p>Em 2010, as \u00e1reas abertas pelos garimbeiros chegavam a 99 mil hectares.<\/p>\n<p>No relat\u00f3rio divulgado agora, com dados de 2021, essa \u00e1rea passou para\u00a0 196 mil hectares.<\/p>\n<p>A \u00e1rea equivale a quase 2 mil km\u00b2, maior do que a cidade de S\u00e3o Paulo, que tem 1,5 mil km\u00b2.<\/p>\n<p>Tamb\u00e9m, segundo o mesmo levantamento, a minera\u00e7\u00e3o industrial, feita por grandes empresas, dobrou de tamanho: eram 86 mil hectares de \u00e1rea ocupada em 2010, agora s\u00e3o 170 mil hectares.<\/p>\n<p>Par\u00e1 e Mato Grosso foram os l\u00edderes em perda de floresta para o garimpo.<\/p>\n<p>Na Amaz\u00f4nia, a expans\u00e3o garimpeira foi maior entre unidades de conserva\u00e7\u00e3o e territ\u00f3rios ind\u00edgenas, como os Kayap\u00f3 e Munduruku.<\/p>\n<p>\u201cA s\u00e9rie hist\u00f3rica mostra um crescimento ininterrupto do garimpo e um ritmo mais acentuado que a minera\u00e7\u00e3o industrial na \u00faltima d\u00e9cada, al\u00e9m de uma inequ\u00edvoca tend\u00eancia de concentra\u00e7\u00e3o na Amaz\u00f4nia, onde se localizam 91,6% da \u00e1rea garimpada no Brasil em 2021\u201d, explicou Cesar Diniz, coordenador t\u00e9cnico do mapeamento.<\/p>\n<p>Enquanto a minera\u00e7\u00e3o industrial \u00e9 mais diversificada (incluindo min\u00e9rios de ferro, alum\u00ednio, n\u00edquel e cobre), o garimpo \u00e9 focado na obten\u00e7\u00e3o de ouro e estanho.<\/p>\n<p>Juntos, Par\u00e1 e Mato Grosso representam 71,6% das \u00e1reas mineradas no pa\u00eds ao somar a minera\u00e7\u00e3o industrial e a atividade garimpeira.<\/p>\n<p>Considerando apenas o garimpo, o percentual sobe para 91,9%. S\u00e3o 113.777 hectares de garimpo no Par\u00e1 e 59.624 hectares no Mato Grosso.<\/p>\n<p>O relat\u00f3rio revela que a expans\u00e3o do garimpo na Amaz\u00f4nia \u00e9 mais intensa em \u00e1reas protegidas, como territ\u00f3rios ind\u00edgenas e Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Entre 2010 e 2021, as \u00e1reas de garimpo em terras ind\u00edgenas cresceram 632%, ocupando quase 20 mil hectares no ano passado.<\/p>\n<p>A terra ind\u00edgena mais explorada foi a Kayap\u00f3, na qual 11.542 hectares foram tomados pelo garimpo at\u00e9 2021. Em seguida vem o territ\u00f3rio Munduruku, com 4.743 hectares, a terra Yanomami, com 1.556 hectares, a Tenharim do Igarap\u00e9 Preto, com 1.044 hectares, e o territ\u00f3rio Apyterewa, com 172 hectares.<\/p>\n<p>A s\u00e9rie hist\u00f3rica mostra que a \u00e1rea ocupada pelo garimpo em unidades de conserva\u00e7\u00e3o at\u00e9 2010 encontrava-se abaixo de 20 mil hectares. Em 2021, j\u00e1 eram quase 60 mil hectares, representando um aumento de 352%.<\/p>\n<p>Quase dois ter\u00e7os ficam na \u00c1rea de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental do Tapaj\u00f3s, onde o garimpo j\u00e1 ocupa 43.266 hectares.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em dez anos, o garimpo devastou quase 100 mil hectares de florestas no Brasil. \u00c9 o que mostra um relat\u00f3rio divulgado nesta ter\u00e7a-feira, 27, pelo MapBiomas, projeto de monitoramento ambiental. Em 2010, as \u00e1reas abertas pelos garimbeiros chegavam a 99 mil hectares. 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