{"id":85565,"date":"2025-04-26T16:25:23","date_gmt":"2025-04-26T19:25:23","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/?p=98710"},"modified":"2025-05-02T14:23:13","modified_gmt":"2025-05-02T17:23:13","slug":"mineracao-no-pampa-mpf-pede-anulacao-da-licenca-de-instalacao-em-lavras-do-sul","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/mineracao-no-pampa-mpf-pede-anulacao-da-licenca-de-instalacao-em-lavras-do-sul\/","title":{"rendered":"Minera\u00e7\u00e3o no Pampa: MPF pede anula\u00e7\u00e3o da licen\u00e7a de instala\u00e7\u00e3o em Lavras do Sul"},"content":{"rendered":"<p>Em recurso ao TRF 4, o Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal voltou a pedir a\u00a0 anula\u00e7\u00e3o da licen\u00e7a de instala\u00e7\u00e3o j\u00e1 concedida ao\u00a0 projeto Fosfato Tr\u00eas Estradas, para minera\u00e7\u00e3o em Lavras do Sul.<\/p>\n<p>O projeto, da empresa \u00c1guia Fertilizantes, pretende explorar uma jazida de mais de 100 milh\u00f5es de toneladas de fosfato, mat\u00e9ria-prima essencial para a produ\u00e7\u00e3o de adubos e corre\u00e7\u00e3o do solo, que o Brasil importa.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<figure id=\"attachment_98779\" aria-describedby=\"caption-attachment-98779\" style=\"width: 529px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-98779\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/04\/mineracao-projeto-tres-estradas-lavras-do-sul-1.png\" alt=\"\" width=\"529\" height=\"407\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-98779\" class=\"wp-caption-text\">Na divisa entre os municipios de Lavras do Sul e D. Pedrito, a 320 km de Porto Alegre, o projeto Tr\u00eas Estradas abrange uma \u00e1rea de 15 mil hectares<\/figcaption><\/figure>\n<p>A expectativa \u00e9 de que sejam produzidas 300 mil toneladas por ano, ou cerca de 15% da demanda do Rio Grande do Sul.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n<p>A empresa \u00c1guia Fertilizantes anunciou investimentos iniciais de cerca de R$ 35 milh\u00f5es na Fase 1 do projeto, prevista para 18 anos de dura\u00e7\u00e3o, com gera\u00e7\u00e3o de 100 empregos diretos na opera\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>O projeto foi iniciado em 2011, teve licen\u00e7a de instala\u00e7\u00e3o em 2017, mas ainda enfrenta muita resist\u00eancia de movimentos sociais e ambientalistas, pelo potencial de danos ao meio ambiente e \u00e0 sa\u00fade das comunidades locais.<\/p>\n<p>Em 2021, o MPF j\u00e1 havia recomendado \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o Estadual de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental a anula\u00e7\u00e3o da licen\u00e7a concedida ao projeto, &#8220;pelas inconsist\u00eancias apontadas em laudos produzidos por peritos do MPF&#8221;.<\/p>\n<p>A recomenda\u00e7\u00e3o n\u00e3o foi seguida. O MPF, ent\u00e3o, abriu um inqu\u00e9rito civil e, no ano seguinte, entrou na Justi\u00e7a Federal, incluindo as comunidades de agropecuaristas (pequenos criadores e agricultores familiares)\u00a0 que vivem na regi\u00e3o e t\u00eam, garantido em lei, o direito de serem ouvidos no processo de licenciamento.<\/p>\n<p>No \u00faltimo dia 22 de outubro, a ju\u00edza Aline Cristina Zimmer, da 1\u00aa Vara Federal de Bag\u00e9, negou o pedido de nulidade da licen\u00e7a ambiental de instala\u00e7\u00e3o, j\u00e1 concedida ao Projeto Fosfato Tr\u00eas Estradas.<\/p>\n<p>A ju\u00edza reconheceu a necessidade de estudos complementares sobre pontos t\u00e9cnicos relacionados ao meio ambiente, mas sobre os agropecuaristas considerou que &#8220;n\u00e3o era poss\u00edvel concluir que se tratava de uma comunidade tradicional&#8221;.<\/p>\n<p>Em seu recurso,\u00a0 o MPF reitera as defici\u00eancias apontadas nos estudos\u00a0 de impacto ambiental e destaca o direito dos moradores tradicionais da regi\u00e3o de serem ouvidos no processo de licenciamento do projeto. &#8220;Os povos ind\u00edgenas e as comunidades tradicionais t\u00eam o direito de ser consultados sempre que medidas legislativas ou administrativas possam afet\u00e1-los diretamente&#8221;.<\/p>\n<p>H\u00e1 risco que fam\u00edlias produtoras de alimentos fiquem sem condi\u00e7\u00f5es de sobreviver no local e de impacto nos muitos rios da regi\u00e3o, \u00e1rea conhecida como &#8220;ber\u00e7o das \u00e1guas&#8221;, al\u00e9m da perda de vegeta\u00e7\u00e3o nativa do bioma Pampa, j\u00e1 bastante atingido pelas monoculturas.<\/p>\n<p>Segundo o MapBiomas, anualmente, o Pampa perde em torno de 150 mil hectares de campos nativos por ano, convertidos em lavouras, prioritariamente de soja, ou transformados em \u00e1reas de cultivo de eucalipto.<\/p>\n<p>\u201cA cria\u00e7\u00e3o da mina invade o espa\u00e7o dos pecuaristas familiares que produzem alimento saud\u00e1vel, al\u00e9m de interferirem nos rios da regi\u00e3o com a constru\u00e7\u00e3o de grandes barragens\u2019\u201d, afirma Vera Colares, integrante da Associa\u00e7\u00e3o para Grandeza e Uni\u00e3o de Palmas (AGrUPa).<\/p>\n<p>Ela ressalta que os v\u00e1rios pedidos de audi\u00eancias p\u00fablicas no distrito de Tr\u00eas Estradas, em Lavras do Sul, e em Dom Pedrito, n\u00e3o foram atendidos.<\/p>\n<p>\u201cO governo estadual nunca fala com as comunidades afetadas pelos projetos de minera\u00e7\u00e3o. Pedimos audi\u00eancia com o governador e n\u00e3o fomos atendidos. Os empreendedores fizeram algumas reuni\u00f5es tentando convencer a comunidade das \u2018vantagens\u2019 do empreendimento. A mina tamb\u00e9m atua nas comunidades atrav\u00e9s das escolas, financiando eventos e artistas, entre outras a\u00e7\u00f5es para angariar simpatias e mascarar os efeitos adversos que a minera\u00e7\u00e3o causa. Tamb\u00e9m faz um trabalho com parlamentares de todas as esferas em n\u00edvel local, estadual e federal, de modo a aprovar a legisla\u00e7\u00e3o de seu interesse, bem como utilizar recursos p\u00fablicos para financiar sua atividade que, isso sim, poderiam ser utilizados em atividades que trouxessem desenvolvimento sustent\u00e1vel\u201d, afirma Vera.<\/p>\n<p>No parecer encaminhado \u00e0 3a.Turma do Tribunal Regional Federal, que vai julgar o recurso, o procurador Vitor Hugo Gomes da Cunha afirma que &#8220;o comprometimento da vida no territ\u00f3rio por amea\u00e7as externas (como a minera\u00e7\u00e3o) leva ao adoecimento destas comunidades e coloca em risco a continua\u00e7\u00e3o da reprodu\u00e7\u00e3o desse modo de saber, fazer e viver, colocando em risco (&#8230;) tamb\u00e9m o patrim\u00f4nio cultural imaterial da vida campeira&#8221;.<\/p>\n<p>O procurador ainda registra que &#8220;outras inst\u00e2ncias do governo estadual &#8211; como a Secretaria de Meio Ambiente e o Conselho Estadual de Direitos Humanos &#8211; &#8220;j\u00e1\u00a0 reconheceram os agropecuaristas familiares de Tr\u00eas Estradas como comunidade tradicional&#8221;.<\/p>\n<p>O julgamento do recurso ainda n\u00e3o tem data marcada.<\/p>\n<figure id=\"attachment_253225\" class=\"wp-caption aligncenter\" aria-describedby=\"caption-attachment-253225\"><\/figure>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Em recurso ao TRF 4, o Minist\u00e9rio P\u00fablico Federal voltou a pedir a\u00a0 anula\u00e7\u00e3o da licen\u00e7a de instala\u00e7\u00e3o j\u00e1 concedida ao\u00a0 projeto Fosfato Tr\u00eas Estradas, para minera\u00e7\u00e3o em Lavras do Sul. 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