{"id":85687,"date":"2025-07-23T11:21:17","date_gmt":"2025-07-23T14:21:17","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=85687"},"modified":"2025-08-01T09:36:27","modified_gmt":"2025-08-01T12:36:27","slug":"grupo-tecnico-tem-180-dias-para-estudar-viabilidade-do-gps-brasileiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/grupo-tecnico-tem-180-dias-para-estudar-viabilidade-do-gps-brasileiro\/","title":{"rendered":"Grupo t\u00e9cnico tem 180 dias para estudar viabilidade do GPS brasileiro"},"content":{"rendered":"<p>Um grupo de especialistas vai estudar a viabilidade de o Brasil desenvolver seu pr\u00f3prio sistema de geolocaliza\u00e7\u00e3o por sat\u00e9lite, um empreendimento de alt\u00edssima complexidade e custo.<\/p>\n<p>O grupo \u00e9 formado por representantes de minist\u00e9rios, da Aeron\u00e1utica, de ag\u00eancias e institutos federais e da Associa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Aeroespaciais do Brasil.<\/p>\n<p>Sua tarefa inicial \u00e9 fazer um diagnostico das eventuais consequ\u00eancias do pa\u00eds depender de sistemas de posicionamento, navega\u00e7\u00e3o e tempo controlados por outras na\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>O grupo foi criado no in\u00edcio deste m\u00eas, por meio da\u00a0Resolu\u00e7\u00e3o n\u00ba 33, do Comit\u00ea de Desenvolvimento do Programa Espacial Brasileiro.<\/p>\n<p>Assinada pelo ministro do Gabinete de Seguran\u00e7a Institucional (GSI) da Presid\u00eancia da Rep\u00fablica, Marcos Antonio Amaro dos Santos, a resolu\u00e7\u00e3o estabelece um prazo de 180 dias, contados a partir de 14 de julho, para que o grupo entregue ao ministro um relat\u00f3rio com suas conclus\u00f5es e sugest\u00f5es.<\/p>\n<p>\u201cO grupo ainda est\u00e1 se organizando\u201d, explicou nesta segunda-feira (21), em entrevista \u00e0\u00a0Ag\u00eancia Brasil,\u00a0Rodrigo Leonardi, diretor de Gest\u00e3o de Portf\u00f3lio da Ag\u00eancia Espacial Brasileira (AEB), um dos 14 \u00f3rg\u00e3os e entidades que v\u00e3o compor o grupo, que poder\u00e1 convidar representantes de outras institui\u00e7\u00f5es aptos a contribuir com os objetivos estrat\u00e9gicos do grupo.<\/p>\n<p>\u201cVamos procurar entender os gargalos, as dificuldades, os pr\u00f3s e contras de desenvolvermos um sistema destes\u201d, acrescentou Leonardi, destacando a import\u00e2ncia dos atuais sistemas de navega\u00e7\u00e3o por sat\u00e9lite \u2013 dentre os quais, o mais conhecido \u00e9 o estadunidense GPS (do ingl\u00eas, Sistema de Posicionamento Global), operado pela For\u00e7a Espacial dos Estados Unidos.<\/p>\n<p>\u201cNo Brasil, historicamente, priorizamos o debate acerca de outros aspectos espaciais, como a necessidade de termos sat\u00e9lites para monitoramento territorial. Agora, vamos discutir se queremos ou n\u00e3o ter nosso pr\u00f3prio sistema de navega\u00e7\u00e3o; o investimento necess\u00e1rio para faz\u00ea-lo e, se for o caso, a necessidade nacional de ter um sistema global ou um sistema regional, capaz de cobrir todo nosso territ\u00f3rio.<\/p>\n<p>Qualquer que seja o caso, se o pa\u00eds concluir que deve fazer isso, o patamar de investimentos ter\u00e1 que ser muitas vezes maior que o atualmente investido no programa espacial brasileiro\u201d, concluiu Leonardi, admitindo a complexidade da empreitada, que exige capacidade tecnol\u00f3gica para projetar, fabricar e lan\u00e7ar sat\u00e9lites capazes de transmitir, do espa\u00e7o para a terra, sinais precisos.<br \/>\n<strong>Ru\u00eddo<\/strong><br \/>\nO grupo t\u00e9cnico foi criado uma semana antes do presidente dos Estados Unidos,\u00a0Donald Trump, anunciar\u00a0que, a partir de 1\u00ba de agosto, os produtos brasileiros pagar\u00e3o uma tarifa de 50%\u00a0para ingressar em territ\u00f3rio estadunidense.<\/p>\n<p>E duas semanas antes de as redes sociais serem tomadas pelo debate sobre a possibilidade de os Estados Unidos, em caso de uma guerra comercial, desligarem ou restringirem o sinal de seu sistema, o GPS (do ingl\u00eas, Sistema de Posicionamento Global), para o Brasil.<\/p>\n<p>\u201cEste \u00e9 um t\u00edpico caso de ru\u00eddo surgido nas m\u00eddias sociais, capaz de gerar ansiedade. E uma coincid\u00eancia, porque j\u00e1 v\u00ednhamos discutindo o tema h\u00e1 tempos, de maneira que a cria\u00e7\u00e3o do grupo n\u00e3o teve nenhuma rela\u00e7\u00e3o com o que aconteceu depois\u201d, afirmou Leonardi.<\/p>\n<p>\u201cPrimeiro, porque n\u00e3o houve nenhum comunicado, de nenhuma autoridade norte-americana, sobre a remota possibilidade dos EUA restringirem o uso do GPS no Brasil. Depois porque, mesmo que isso acontecesse \u2013 o que seria uma situa\u00e7\u00e3o muito dr\u00e1stica e improv\u00e1vel \u2013 h\u00e1 alternativas ao GPS\u201d, assegurou o diretor da Ag\u00eancia Espacial Brasileira.<br \/>\n<strong>GNSS<\/strong><br \/>\nSegundo Leonardi, a maioria das pessoas erra ao usar a sigla GPS como sin\u00f4nimo de GNSS, do ingl\u00eas Sistema Global de Navega\u00e7\u00e3o por Sat\u00e9lite, termo correto para se referir a qualquer conjunto (ou constela\u00e7\u00e3o) de sat\u00e9lites usado para fornecer servi\u00e7os de posicionamento, navega\u00e7\u00e3o e temporiza\u00e7\u00e3o global.<\/p>\n<p>\u201cO GPS \u00e9 o sistema de propriedade dos EUA, mas h\u00e1 outros, globais, como o Glonass [russo]; o Galileo [Uni\u00e3o Europeia] e o BeiDou [ou BDS], da China. Estes t\u00eam cobertura global e podem ser utilizados, inclusive, no e pelo Brasil. E h\u00e1 tamb\u00e9m algumas na\u00e7\u00f5es que possuem sistemas regionais, como a \u00cdndia [NavlC] e o Jap\u00e3o [Qzss]\u201d, apontou Leonardi.<\/p>\n<p>\u201cCom isso em mente, \u00e9 l\u00f3gico cogitar que, em tese, os EUA poderiam degradar ou at\u00e9 mesmo restringir o sinal de seu GPS para determinadas regi\u00f5es, mas esta seria uma medida t\u00e3o dr\u00e1stica que, a meu ver, s\u00f3 se justificaria se a seguran\u00e7a nacional dos EUA estivesse sendo amea\u00e7ada\u201d, ponderou o diretor da AEB.<br \/>\n\u201cPrimeiro porque as empresas estadunidenses que operam no Brasil, como aplicativos de transporte e de entrega, seriam afetadas. Outras na\u00e7\u00f5es tamb\u00e9m seriam prejudicadas, j\u00e1 que n\u00e3o h\u00e1 como limitar o sinal para todo um territ\u00f3rio sem afetar pa\u00edses fronteiri\u00e7os. Fora que isso poderia causar acidentes, por exemplo, na avia\u00e7\u00e3o civil, custando vidas, inclusive as de norte-americanos. Para n\u00e3o falar das repercuss\u00f5es comerciais, j\u00e1 que outros pa\u00edses se perguntariam se deveriam continuar confiando no sistema norte-americano ou migrar para outros\u201d, apontou Leonardi.<\/p>\n<p><strong>Multiconstela\u00e7\u00e3o<\/strong><br \/>\nProfessor da Universidade de Bras\u00edlia (UnB), onde coordena o Laborat\u00f3rio de Automa\u00e7\u00e3o e Rob\u00f3tica (Lara), Geovany Ara\u00fajo Borges, concorda com a avalia\u00e7\u00e3o de que, tecnicamente, os EUA poderiam interromper o sinal do GPS ou mesmo tornar o sistema menos eficaz para uma determinada regi\u00e3o, mas n\u00e3o cr\u00ea que isso venha a ocorrer.<\/p>\n<p>\u201cSe fizessem isso sem aviso pr\u00e9vio, os norte-americanos assumiriam o risco de contrariar seus pr\u00f3prios interesses em territ\u00f3rio brasileiro\u201d, endossou Borges, acrescentando que boa parte dos sistemas e equipamentos eletr\u00f4nicos modernos s\u00e3o capazes de receber o sinal de mais de um sistema de geolocaliza\u00e7\u00e3o. De maneira geral, os sinais enviados pelos sat\u00e9lites que integram os diferentes sistemas em opera\u00e7\u00e3o s\u00e3o captados por receptores embutidos em ve\u00edculos, aeronaves, espa\u00e7onaves, navios, muni\u00e7\u00f5es guiadas de precis\u00e3o, aplicativos e telefones celulares, al\u00e9m de equipamentos de monitoramento de uso industrial, civil e militar.<br \/>\n\u201cA maioria dos aparelhos celulares, por exemplo, j\u00e1 \u00e9 multiconstela\u00e7\u00e3o, ou seja, \u00e9 capaz de receber, automaticamente, o sinal de diferentes sistemas. De forma que, em termos de localiza\u00e7\u00e3o, nossos celulares seguiriam funcionando normalmente se deix\u00e1ssemos de receber o sinal do GPS. A mesma l\u00f3gica vale para muitos outros sistemas [dependente de servi\u00e7os de posicionamento, navega\u00e7\u00e3o e temporiza\u00e7\u00e3o global]: se o sistema de sincroniza\u00e7\u00e3o for redundante, o impacto ser\u00e1 limitado\u201d, disse Borges, defendendo a import\u00e2ncia de um pa\u00eds dispor de tecnologias pr\u00f3prias neste setor.<\/p>\n<p>Ele lembra que, independentemente das inten\u00e7\u00f5es norte-americanas ou de haver alternativas ao GPS, hoje\u00a0o Brasil depende de outras na\u00e7\u00f5es neste que \u00e9 um campo estrat\u00e9gico.<\/p>\n<p>&#8220;V\u00e1rias \u00e1reas perdem com isso. N\u00e3o s\u00f3 porque um pa\u00eds independente tem que ter um setor de defesa aeroespacial forte, como porque o desenvolvimento de tecnologias aeroespaciais beneficia outros segmentos, como, por exemplo, a medicina, a ind\u00fastria e a agropecu\u00e1ria\u201d, comentou o professor, assegurando que o Brasil disp\u00f5e de m\u00e3o de obra qualificada e capacidade de desenvolver, a longo prazo, seu pr\u00f3prio sistema.<br \/>\n\u201cNosso problema n\u00e3o \u00e9 RH [recursos humanos]. \u00c9 dinheiro. Temos pessoal capacitado. A quest\u00e3o \u00e9 se temos condi\u00e7\u00f5es de bancar um projeto desta envergadura. Principalmente porque, qualquer coisa neste sentido que comecemos hoje, demorar\u00e1 a vingar. At\u00e9 mesmo porque alguns pa\u00edses n\u00e3o aceitar\u00e3o exportar certos componentes essenciais. Ent\u00e3o, teremos que, paralelamente, desenvolver nossa ind\u00fastria de microeletr\u00f4nica, investir mais em educa\u00e7\u00e3o b\u00e1sica e assegurar que este projeto seja uma pol\u00edtica de Estado. Neste sentido, ainda que tardia, \u00e9 positiva a cria\u00e7\u00e3o de um grupo de especialistas para debater o tema\u201d, finalizou Borges.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Um grupo de especialistas vai estudar a viabilidade de o Brasil desenvolver seu pr\u00f3prio sistema de geolocaliza\u00e7\u00e3o por sat\u00e9lite, um empreendimento de alt\u00edssima complexidade e custo. O grupo \u00e9 formado por representantes de minist\u00e9rios, da Aeron\u00e1utica, de ag\u00eancias e institutos federais e da Associa\u00e7\u00e3o das Ind\u00fastrias Aeroespaciais do Brasil. 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