{"id":85727,"date":"2025-10-23T11:27:50","date_gmt":"2025-10-23T14:27:50","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/?p=100051"},"modified":"2025-10-23T11:27:50","modified_gmt":"2025-10-23T14:27:50","slug":"professora-da-ufrgs-vai-ser-a-voz-do-pampa-na-cop-30-em-belem","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/professora-da-ufrgs-vai-ser-a-voz-do-pampa-na-cop-30-em-belem\/","title":{"rendered":"Professora da UFRGS vai ser a voz do pampa na COP 30 em Bel\u00e9m"},"content":{"rendered":"<p><strong>M\u00e1rcia Turcato<\/strong><\/p>\n<p>Tatiana Mora Kuplich, tecnologista da Divis\u00e3o de Observa\u00e7\u00e3o da Terra e Geoinform\u00e1tica do INPE- Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, \u00e9 a mulher que vai falar sobre o bioma Pampa em evento no \u00e2mbito da COP 30, a confer\u00eancia internacional sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, em Bel\u00e9m, de 10 a 21 de novembro.<\/p>\n<p>A fala de Tatiana, \u201cMudan\u00e7as Clim\u00e1ticas e a Resili\u00eancia dos Biomas\u201d, ser\u00e1 no dia 12 de novembro, no Museu Em\u00edlio Goeldi, a convite do Minist\u00e9rio da Ci\u00eancia, Tecnologia e Inova\u00e7\u00e3o (MCTI).<\/p>\n<p>Graduada em Biologia pela UFRGS- Universidade Federal do Rio Grande do Sul, doutora e professora da UFRGS na p\u00f3s gradua\u00e7\u00e3o em Sensoriamento Remoto, Tatiana acumula conhecimento sobre o Pampa ga\u00facho, que tem uma \u00e1rea total de 194 mil km quadrados. No Pampa vive uma popula\u00e7\u00e3o de 6 milh\u00f5es de pessoas e a perda da vegeta\u00e7\u00e3o nativa j\u00e1 chega a 60%.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"alignnone  wp-image-100085\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/geral\/wp-content\/uploads\/sites\/4\/2025\/10\/pampa-mapa-recorte.jpg\" alt=\"\" width=\"555\" height=\"450\" \/><\/p>\n<p>O pampa ocupa 69% da \u00e1rea do Rio Grande do Sul e apenas 2,3% do Brasil. No entanto, concentra 9% da biodiversidade do pa\u00eds, abrigando 12.500 esp\u00e9cies da fauna, da flora, bact\u00e9rias e fungos. Deste total, 622 esp\u00e9cies est\u00e3o criticamente amea\u00e7adas de extin\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>As monoculturas s\u00e3o respons\u00e1veis pela supress\u00e3o do campo nativo, como as lavouras de soja de arroz e a silvicultura, a de eucalipto para uso na constru\u00e7\u00e3o civil, por exemplo. \u201cMesmo assim\u201d, explica Tatiana, &#8220;o Pampa consegue manter suas caracter\u00edsticas\u201d.<\/p>\n<p>A Lei n\u00ba 14.876, sancionada em 2024 pelo governo federal, retirou a silvicultura da lista de atividades de risco ambiental. Desse modo, a \u00e1rea utilizada para plantar eucalipto, ou outra vegeta\u00e7\u00e3o ex\u00f3tica, n\u00e3o precisa passar por estudo de impacto ambiental nem por licenciamento, ampliando a vulnerabilidade do bioma.<\/p>\n<p>Um fato alarmante e que ilustra o alerta da especialista, \u00e9 que a partir do cruzamento dos dados da supress\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o nativa detectado pelo sistema Prodes\/INPE no bioma Pampa, entre 2018 e 2022, e as bases de dados emitidas pelos \u00f3rg\u00e3os ambientais na esfera estadual e pelo Ibama, federal, observa-se que 94% da perda da vegeta\u00e7\u00e3o do bioma\u00a0 ocorreu sem autoriza\u00e7\u00e3o do \u00f3rg\u00e3o ambiental respons\u00e1vel. Esses dados indicam que o Pampa seja, possivelmente, o bioma brasileiro mais amea\u00e7ado na atualidade. Apesar do cen\u00e1rio sinistro, o objetivo do governo federal \u00e9 alcan\u00e7ar a meta de desmatamento zero at\u00e9 2030, conforme estabelece o Decreto Federal N\u00ba 11.367 de 01 janeiro de 2023.<\/p>\n<p>\u201cAs \u00e1reas agr\u00edcolas s\u00e3o mal manejadas, os rios s\u00e3o assoreados\u201d, diz Tatiana. E explica: \u201cse houvesse preserva\u00e7\u00e3o, a inunda\u00e7\u00e3o no Rio Grande do Sul n\u00e3o teria acontecido na propor\u00e7\u00e3o que vimos em 2024. Al\u00e9m disso, o bioma armazena g\u00e1s carb\u00f4nico no solo, que \u00e9 um processo conhecido como sequestro de carbono, melhora a fertilidade e estrutura do solo, criando um ambiente mais resiliente e sustent\u00e1vel\u201d. E conclui: \u201co cen\u00e1rio atual mostra que n\u00e3o estamos cuidando do Pampa, precisamos de mais unidades de conserva\u00e7\u00e3o e de maior fiscaliza\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong>Unidades de conserva\u00e7\u00e3o<\/strong><\/p>\n<p>Em parte, a supress\u00e3o da vegeta\u00e7\u00e3o nativa do Pampa pode ser explicada pelo fato do Rio Grande do Sul ter apenas 49 Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o (UCs), elas integram o Sistema Estadual de Unidades de Conserva\u00e7\u00e3o (SEUC), que abrange UCs federais, estaduais, municipais e particulares do bioma Pampa. Esta \u00e9 a regi\u00e3o brasileira com a menor cobertura por UCs, protegendo apenas 3,03% de sua \u00e1rea. Vulner\u00e1vel, o Pampa fica exposto a eventuais fraudes, como a declara\u00e7\u00e3o de \u00c1rea Rural Consolidada, que dispensa a preserva\u00e7\u00e3o de 20% da vegeta\u00e7\u00e3o nativa, como determina a legisla\u00e7\u00e3o.<\/p>\n<p>Em 2023 a supress\u00e3o de vegeta\u00e7\u00e3o nativa do bioma Pampa foi de 654,58 km quadrados, o equivalente a 65.400 campos de futebol, conforme mostra mapeamento feito pelo INPE. No acumulado de 2001 a 2023, a supress\u00e3o foi de 114.164,65 km quadrados, ou 11,4 milh\u00f5es de campos de futebol. O Pampa tem 11 sistemas ecol\u00f3gicos identificados: campo arbustivo, campo com areias, campo de barba-de-bode, campo de espirilos, campo de solos rasos, campo graminoso, campo litor\u00e2neo, sub-montano atl\u00e2ntico, floresta de arauc\u00e1ria, floresta subtropical costeira e floresta subtropical interior.<\/p>\n<p>O bioma Pampa existe h\u00e1 dezenas de milhares de anos, \u00e9 t\u00edpico do Rio Grande do Sul, e se estende ao Uruguai e tamb\u00e9m \u00e0 Argentina. \u201c\u00c9 um bioma que convive muito bem com o pastejo do gado. Na regi\u00e3o h\u00e1 propriedades rurais familiares com cria\u00e7\u00e3o de gado, e isso \u00e9 t\u00edpico, o modo de vida de centenas de pessoas n\u00e3o prejudica o bioma\u201d,\u00a0 diz Tatiana, e explica: \u201ceste modo de vida pampeano precisa ser olhado com cuidado e ser respeitado. O Pampa n\u00e3o pode ser uma \u00e1rea fragmentada, tem de ser cont\u00ednua. O campo funciona como um sistema de prote\u00e7\u00e3o\u201d.<\/p>\n<p><strong>Carta do Pampa<\/strong><\/p>\n<p>A pecuarista Vera Colares atua na defesa da produ\u00e7\u00e3o familiar, sustent\u00e1vel e harm\u00f4nica com a natureza. Ela promove a valoriza\u00e7\u00e3o dos produtos locais e busca inserir os pequenos pecuaristas nas pol\u00edticas p\u00fablicas, estimulando o modo de vida tradicional e a import\u00e2ncia da atividade para a conserva\u00e7\u00e3o dos campos nativos.<\/p>\n<p>Assim como a irm\u00e3, M\u00e1rcia, Vera \u00e9 uma refer\u00eancia no Sul do Brasil quando se fala em Pampa. M\u00e1rcia \u00e9 a coordenadora da Uni\u00e3o Pela Preserva\u00e7\u00e3o do Rio Camaqu\u00e3 (UPP Camaqu\u00e3) e Vera \u00e9 a presidenta da Associa\u00e7\u00e3o para Grandeza e Uni\u00e3o de Palmas (Agrupa).<br \/>\nVera Colares defende a pecu\u00e1ria como atividade compat\u00edvel com a conserva\u00e7\u00e3o do bioma Pampa, onde os animais pastam livremente em campos nativos, pr\u00e1tica apoiada pelos especialistas do bioma, porque o pastejo \u00e9 uma atividade natural do Pampa, praticada h\u00e1 milhares de anos, como confirmaram pesquisas feitas a partir da an\u00e1lise do solo de \u00e1reas de\u00a0 turfas, que armazena material em decomposi\u00e7\u00e3o, al\u00e9m de fixar g\u00e1s carb\u00f4nico.<\/p>\n<p>As irm\u00e3s Colares participaram ativamente do 13\u00ba F\u00f3rum Internacional de Meio Ambiente-FIMA promovido pela Associa\u00e7\u00e3o Rio-grandense de Imprensa (ARI) em Porto Alegre, em mar\u00e7o. O evento encerrou com a divulga\u00e7\u00e3o de uma carta em defesa do bioma. Foram dois dias de debates com a participa\u00e7\u00e3o de pesquisadores, t\u00e9cnicos, ONGs, empres\u00e1rios, pol\u00edticos, jornalistas e moradores da regi\u00e3o, que trouxeram propostas convergentes sobre como realizar a preserva\u00e7\u00e3o do bioma.<br \/>\nA Carta em Defesa do Pampa pede que o Poder P\u00fablico, em todas as esferas,\u00a0 trabalhe proativamente para manter a integridade do Bioma Pampa, promova a pecu\u00e1ria extensiva, preferencialmente org\u00e2nica, ouvindo a sociedade civil, que \u00e9 part\u00edcipe essencial para\u00a0 qualquer transforma\u00e7\u00e3o social que promova o bem-estar coletivo em bases ecol\u00f3gicas e permanentes. \u00cdntegra da carta aqui https:\/\/fima.org.br\/?p=1397<\/p>\n<p>O evento contou ainda com a participa\u00e7\u00e3o do cineasta Rog\u00e9rio Atama Rodrigues, da Atama Filmes, diretor do document\u00e1rio Sobreviventes do Pampa (https:\/\/www.youtube.com\/watch?v=o-hsP0IJwV8) filme com 35 depoimentos.<\/p>\n<p>Protagonizado por agricultores familiares, assentados da reforma agr\u00e1ria, quilombolas e ind\u00edgenas, o longa entrevista esses moradores, apresentando os la\u00e7os \u00edntimos e a conex\u00e3o profunda constru\u00edda no territ\u00f3rio. Logo na abertura do filme, o narrador explica que a palavra Pampa tem dois sentidos. Quando se fala sobre a terra, \u00e9 a Pampa, quando se fala do povo e das atividades praticadas no bioma \u00e9 o Pampa. E, talvez por ser \u201cuma terra feminina, seja t\u00e3o agredida e violentada,\u00a0 numa sociedade machista como \u00e9 a nossa\u201d.<\/p>\n<p>Por meio dos relatos em Sobreviventes do Pampa, \u00e9 vis\u00edvel a urg\u00eancia da preserva\u00e7\u00e3o do bioma e a import\u00e2ncia da fauna e da flora local. O filme \u00e9 um document\u00e1rio que fortalece a import\u00e2ncia das a\u00e7\u00f5es de conserva\u00e7\u00e3o de um ecossistema importante para o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico da regi\u00e3o.<\/p>\n<p>&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>M\u00e1rcia Turcato Tatiana Mora Kuplich, tecnologista da Divis\u00e3o de Observa\u00e7\u00e3o da Terra e Geoinform\u00e1tica do INPE- Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais, \u00e9 a mulher que vai falar sobre o bioma Pampa em evento no \u00e2mbito da COP 30, a confer\u00eancia internacional sobre mudan\u00e7as clim\u00e1ticas, em Bel\u00e9m, de 10 a 21 de novembro. A fala de [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":85728,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-85727","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ambiente-geral"],"aioseo_notices":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2025\/10\/pampa-professora-que-vai-a-cop30.jpg","jetpack-related-posts":[{"id":85525,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/pampa-ameacado-forum-internacional-avalia-perdas-de-campos-nativos-no-brasil-uruguai-e-argentina\/","url_meta":{"origin":85727,"position":0},"title":"Pampa amea\u00e7ado: F\u00f3rum Internacional avalia perdas de campos nativos","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"22 de mar\u00e7o de 2025","format":false,"excerpt":"O menor e mais amea\u00e7ado bioma brasileiro \u2013 o Pampa \u2013 \u00e9 o tema do \u00a0F\u00f3rum Internacional de Meio Ambiente, nos dias 26 e 27 de mar\u00e7o, em Porto Alegre. Em sua 13\u00aa edi\u00e7\u00e3o, o f\u00f3rum \u00e9 organizado pela Associa\u00e7\u00e3o Riograndense de Imprensa e faz parte da programa\u00e7\u00e3o dos 90\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/category\/ambiente-geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":83633,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/ja-e-finalista-no-premio-sema-fepam-de-jornalismo-ambiental\/","url_meta":{"origin":85727,"position":1},"title":"J\u00c1 \u00e9 finalista no Pr\u00eamio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental\u00a0","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"30 de novembro de 2021","format":false,"excerpt":"O jornal J\u00c1 \u00e9 finalista do\u00a0Pr\u00eamio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental. A\u00a0reportagem\u00a0Vento\u00a0a favor no\u00a0Pampa, assinada\u00a0por Cleber Dioni Tentardini, concorre na categoria Webjornalismo. A mat\u00e9ria traz informa\u00e7\u00f5es exclusivas sobre a instala\u00e7\u00e3o de uma mega-usina e\u00f3lica que ser\u00e1 constru\u00edda no pr\u00f3ximo ano em Santana do Livramento, projeto aprovado pela CGT Eletrosul\/Eletrobras. Tra\u00e7a um\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/category\/ambiente-geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/11\/parque-eolico-em-livramento-foto-nelio-chatarina-pinto-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/11\/parque-eolico-em-livramento-foto-nelio-chatarina-pinto-1.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/11\/parque-eolico-em-livramento-foto-nelio-chatarina-pinto-1.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/11\/parque-eolico-em-livramento-foto-nelio-chatarina-pinto-1.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/11\/parque-eolico-em-livramento-foto-nelio-chatarina-pinto-1.jpg?resize=1050%2C600&ssl=1 3x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/11\/parque-eolico-em-livramento-foto-nelio-chatarina-pinto-1.jpg?resize=1400%2C800&ssl=1 4x"},"classes":[]},{"id":83768,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/pesquisa-pampa-gaucho-absorve-gases-de-efeito-estufa-mas-sofre-destruicao-acelerada\/","url_meta":{"origin":85727,"position":2},"title":"Pesquisa: Pampa Ga\u00facho absorve gases de efeito estufa mas sofre destrui\u00e7\u00e3o acelerada","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"11 de mar\u00e7o de 2022","format":false,"excerpt":"Uma pesquisa da Universidade Federal de Santa Maria mostra que o bioma pampa , se bem manejado, \u00e9 um aliado do equil\u00edbrio ambiental por sua capacidade de absorver C02. Mas est\u00e1 gravemente amea\u00e7ado pela expans\u00e3o das lavouras de soja e as planta\u00e7\u00f5es de eucalipto. Reportagem de Jo\u00e3o Lara Mesquita, do\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/category\/ambiente-geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/05\/16199781547452055413755372922651.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/05\/16199781547452055413755372922651.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/05\/16199781547452055413755372922651.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":83671,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/reportagem-do-ja-sobre-energia-eolica-ganha-premio-sema-fepam-de-jornalismo-ambiental\/","url_meta":{"origin":85727,"position":3},"title":"Reportagem sobre energia e\u00f3lica ganha\u00a0Pr\u00eamio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental\u00a0","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"16 de dezembro de 2021","format":false,"excerpt":"\"Vento a favor no Pampa\", reportagem do jornal J\u00c1 ganhou o Pr\u00eamio Sema-Fepam de Jornalismo Ambiental de 2021. Os vencedores foram anunciados nesta quinta-feira \u00e0 tarde no Pal\u00e1cio Piratini, com a presen\u00e7a do governador Eduardo Leite, . A reportagem premiada,\u00a0 de Cleber Dioni Tentardini,\u00a0 parte da instala\u00e7\u00e3o de uma mega-usina\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/category\/ambiente-geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/06\/Foto-Nelio-Chatarina-Pinto_Divulga%C3%A7%C3%A3o-DSC02309-scaled.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/06\/Foto-Nelio-Chatarina-Pinto_Divulga%C3%A7%C3%A3o-DSC02309-scaled.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/06\/Foto-Nelio-Chatarina-Pinto_Divulga%C3%A7%C3%A3o-DSC02309-scaled.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2020\/06\/Foto-Nelio-Chatarina-Pinto_Divulga%C3%A7%C3%A3o-DSC02309-scaled.jpg?resize=700%2C400&ssl=1 2x"},"classes":[]},{"id":83097,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/pampa-perde-16-da-vegetacao-nativa-em-20-anos-avanco-da-soja-e-o-principal-fator\/","url_meta":{"origin":85727,"position":4},"title":"Pampa perde 16% da vegeta\u00e7\u00e3o nativa em 20 anos; avan\u00e7o da soja \u00e9 o principal fator","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"1 de maio de 2021","format":false,"excerpt":"Pampa Sul-americano perdeu 16,3% de vegeta\u00e7\u00e3o nativa em 20 anos, mostra mapeamento in\u00e9dito, abrangendo Brasil, Argentina e Uruguai. Com uma \u00e1rea de um milh\u00e3o de quil\u00f4metros quadrados (1.005.780 km\u00b2) dos quais 43,2% deles cobertos por vegeta\u00e7\u00e3o nativa, o\u00a0Pampa Sul-americano teve perda l\u00edquida de vegeta\u00e7\u00e3o nativa de 16,3% em 20 anos,\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/category\/ambiente-geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/05\/16199781547452055413755372922651.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/05\/16199781547452055413755372922651.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/05\/16199781547452055413755372922651.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]},{"id":85359,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/maior-proporcao-de-municipios-com-perdas-de-vegetacao-nativa-e-do-bioma-pampa-35\/","url_meta":{"origin":85727,"position":5},"title":"Maior propor\u00e7\u00e3o de munic\u00edpios com perdas de vegeta\u00e7\u00e3o nativa \u00e9 do bioma Pampa: 35%","author":"S\u00e9rgio Lagranha","date":"21 de agosto de 2024","format":false,"excerpt":"Novos dados do MapBiomas mostram que a perda hist\u00f3rica de \u00e1reas naturais no Brasil at\u00e9 1985 totalizava 20% do territ\u00f3rio. Nos 39 anos seguintes (1985-2023), essa perda avan\u00e7ou para outros 13% do territ\u00f3rio (110 milh\u00f5es de hectares), totalizando em 2023 a marca de 33%. \u00a0As perdas neste per\u00edodo mais recente\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA&quot;","block_context":{"text":"Ambiente J\u00c1-MAT\u00c9RIA","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/category\/ambiente-geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/05\/16199781547452055413755372922651.jpg?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200,"srcset":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/05\/16199781547452055413755372922651.jpg?resize=350%2C200&ssl=1 1x, https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2021\/05\/16199781547452055413755372922651.jpg?resize=525%2C300&ssl=1 1.5x"},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbKnZo-miH","jetpack_sharing_enabled":true,"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85727","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=85727"}],"version-history":[{"count":1,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85727\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":85731,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/85727\/revisions\/85731"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/media\/85728"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=85727"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=85727"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=85727"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}