{"id":86002,"date":"2026-03-30T20:03:16","date_gmt":"2026-03-30T23:03:16","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=86002"},"modified":"2026-04-05T14:41:15","modified_gmt":"2026-04-05T17:41:15","slug":"biologa-aponta-falhas-tecnicas-no-estudo-de-impacto-ambiental-da-nova-fabrica-de-celulose-em-barra-do-ribeiro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/biologa-aponta-falhas-tecnicas-no-estudo-de-impacto-ambiental-da-nova-fabrica-de-celulose-em-barra-do-ribeiro\/","title":{"rendered":"Bi\u00f3loga aponta falhas t\u00e9cnicas no estudo de impacto ambiental da nova f\u00e1brica de celulose em Barra do Ribeiro"},"content":{"rendered":"\n<p><strong>CLEBER DIONI TENTARDINI<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p>Com 32 anos de atua\u00e7\u00e3o na ind\u00fastria \u2013 grande parte dedicada ao estudo e monitoramento do tratamento de efluentes \u2013, a bi\u00f3loga C\u00e1tia Regina Duarte Machado \u00e9 categ\u00f3rica ao analisar o projeto da nova f\u00e1brica de celulose da CMPC, em Barra do Ribeiro: \u201cA contribui\u00e7\u00e3o de poluentes no Gua\u00edba com os efluentes da nova planta n\u00e3o est\u00e1 devidamente avaliada\u201d. Ou seja, n\u00e3o se sabe o quanto de polui\u00e7\u00e3o o Gua\u00edba pode sofrer com o novo empreendimento.<\/p>\n\n\n\n<p>Ap\u00f3s examinar o Estudo de Impacto Ambiental (EIA) apresentado pela empresa no processo de licenciamento, C\u00e1tia aponta uma s\u00e9rie de falhas t\u00e9cnicas.<strong><mark style=\"background-color:#FFFFFF\" class=\"has-inline-color has-accent-1-color\"> <a href=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/especialistas-alertam-para-graves-impactos-ambientais-com-nova-fabrica-de-celulose-em-barra-do-ribeiro\/\" title=\"\">Ela \u00e9 uma das signat\u00e1rias de um documento elaborado por pesquisadores e professores de diversas universidades<\/a><\/mark><\/strong>, que cobra mais transpar\u00eancia, aprofundamento dos estudos e a realiza\u00e7\u00e3o de novas audi\u00eancias p\u00fablicas antes da aprova\u00e7\u00e3o do projeto pela \u00a0Funda\u00e7\u00e3o Estadual de Prote\u00e7\u00e3o Ambiental (FEPAM).<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Falhas no estudo ambiental levantam alertas<\/h2>\n\n\n\n<p>Para a bi\u00f3loga, a aplica\u00e7\u00e3o do princ\u00edpio da precau\u00e7\u00e3o, previsto na Constitui\u00e7\u00e3o, \u00e9 indispens\u00e1vel diante da fragilidade do Gua\u00edba, um sistema h\u00eddrico essencial tanto para a popula\u00e7\u00e3o quanto para o equil\u00edbrio ecol\u00f3gico da regi\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cO Gua\u00edba recebe contribui\u00e7\u00f5es de diversos afluentes. A proximidade entre duas grandes f\u00e1bricas de celulose \u2013 a atual (na cidade de Gua\u00edba) e a nova unidade (em Barra do Ribeiro) \u2013 n\u00e3o considera, no estudo de impacto ambiental, o efeito cumulativo e a complexa\u00e7\u00e3o de poluentes.\u201d Complexa\u00e7\u00e3o significa que os poluentes tendem a reagir entre si, quimicamente, formando novos compostos ainda mais t\u00f3xicos.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"768\" height=\"1024\" data-attachment-id=\"86008\" data-permalink=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/biologa-aponta-falhas-tecnicas-no-estudo-de-impacto-ambiental-da-nova-fabrica-de-celulose-em-barra-do-ribeiro\/biologs-catia-machado\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/03\/biologs-catia-machado.jpeg\" data-orig-size=\"1104,1472\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;0&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;0&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Biologs Catia Machado\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"&lt;p&gt;Bi\u00f3loga C\u00e1tia Machado&lt;\/p&gt;\n\" data-large-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/03\/biologs-catia-machado-768x1024.jpeg\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/03\/biologs-catia-machado-768x1024.jpeg\" alt=\"\" class=\"wp-image-86008\" style=\"aspect-ratio:0.7500152989413132;width:307px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/03\/biologs-catia-machado-768x1024.jpeg 768w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/03\/biologs-catia-machado-225x300.jpeg 225w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/03\/biologs-catia-machado.jpeg 1104w\" sizes=\"(max-width: 768px) 100vw, 768px\" \/><figcaption class=\"wp-element-caption\">Bi\u00f3loga C\u00e1tia Machado<\/figcaption><\/figure>\n\n\n\n<p>C\u00e1tia contesta um dos principais argumentos da empresa, de que a \u00e1gua devolvida ao Gua\u00edba, ap\u00f3s tratamento, seria mais limpa do que a captada. \u201cIsso \u00e9 uma fal\u00e1cia. Por mais eficiente que seja, o tratamento reduz concentra\u00e7\u00f5es, mas n\u00e3o elimina totalmente os poluentes. Sempre h\u00e1 impacto, e ele \u00e9 cumulativo.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Ela explica que, embora o Gua\u00edba possua capacidade natural de autodepura\u00e7\u00e3o, todo corpo h\u00eddrico tem um limite, chamado de \u201ccapacidade de suporte\u201d. Quando esse limite \u00e9 ultrapassado, n\u00e3o h\u00e1 processos que consigam reduzir os contaminantes.<\/p>\n\n\n\n<p>A bi\u00f3loga faz a ressalva de que n\u00e3o \u00e9 correto afirmar, como a CMPC diz, que ser\u00e3o usadas \u201cas melhores tecnologias dispon\u00edveis\u201d. O processo de branqueamento no projeto ainda utiliza cloro, uma escolha associada ao menor custo, mas com impactos ambientais significativos. \u201cExistem alternativas amplamente utilizadas, como oz\u00f4nio e per\u00f3xido de hidrog\u00eanio, muito menos agressivas\u201d, esclarece.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Poluentes persistentes e riscos invis\u00edveis<\/h2>\n\n\n\n<p>Ao abordar os riscos, ela destaca que o sistema de tratamento biol\u00f3gico previsto, baseado em iodo ativado, n\u00e3o \u00e9 capaz de remover subst\u00e2ncias t\u00f3xicas persistentes como dioxinas, pois esses compostos s\u00e3o recalcitrantes e n\u00e3o s\u00e3o degradados por processos biol\u00f3gicos. Permanecem no ambiente e podem at\u00e9 ter sua toxicidade potencializada.<\/p>\n\n\n\n<p>Segundo C\u00e1tia, a presen\u00e7a de cloro est\u00e1 diretamente relacionada \u00e0 forma\u00e7\u00e3o de dioxinas e outros organoclorados, subst\u00e2ncias para as quais n\u00e3o existe n\u00edvel seguro em ecossistemas aqu\u00e1ticos.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cNa natureza, tudo \u00e9 c\u00edclico. Mas a a\u00e7\u00e3o humana introduz subst\u00e2ncias sint\u00e9ticas que n\u00e3o entram nesses ciclos. Em muitos casos, n\u00e3o h\u00e1 organismos ou processos capazes de degrad\u00e1-las.\u201d Para a bi\u00f3loga, a nova planta industrial, uma megaind\u00fastria entre as maiores do mundo, ampliar\u00e1 absurdamente a carga poluente no Gua\u00edba.<\/p>\n\n\n\n<p>O estudo de impacto ambiental apresentado pela empresa analisa par\u00e2metros de forma isolada, sem considerar suas intera\u00e7\u00f5es e efeitos combinados. A aprova\u00e7\u00e3o do estudo pela FEPAM surpreendeu a comunidade cient\u00edfica.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cFoi inesperado. O EIA-RIMA n\u00e3o prev\u00ea testes de toxicidade aguda nem cr\u00f4nica no monitoramento dos efluentes, o que \u00e9 uma falha grave. Em vez disso, o estudo baseia-se em modelagem matem\u00e1tica, que simula a dispers\u00e3o dos poluentes no Gua\u00edba por meio de mapas. As imagens mostram \u00e1reas com diferentes n\u00edveis de concentra\u00e7\u00e3o, mas s\u00e3o interpretadas como aus\u00eancia de impacto, o que n\u00e3o \u00e9 devidamente explicado no relat\u00f3rio\u201d, aponta a bi\u00f3loga. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">Volume de efluentes amplia preocupa\u00e7\u00e3o<\/h2>\n\n\n\n<p>O volume previsto de lan\u00e7amento de efluentes tamb\u00e9m preocupa. Ser\u00e3o 240 mil metros c\u00fabicos por dia, volume superior ao esgoto dom\u00e9stico tratado por todas as esta\u00e7\u00f5es de tratamento de Porto Alegre. \u201cAo contr\u00e1rio do que afirmam, isso tende a intensificar os impactos por meio da complexa\u00e7\u00e3o de poluentes.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>C\u00e1tia refor\u00e7a que n\u00e3o h\u00e1 tratamento biol\u00f3gico capaz de eliminar completamente compostos como dioxinas e organoclorados, muitos deles reconhecidamente cancer\u00edgenos. \u201cEssa carga poluente pode extrapolar os limites do sistema. Isso poderia ser mitigado com tecnologias mais modernas, estudos mais robustos e um debate p\u00fablico qualificado, al\u00e9m da reavalia\u00e7\u00e3o da localiza\u00e7\u00e3o da planta.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>Os especialistas cobram audi\u00eancias p\u00fablicas em todos os 14 munic\u00edpios potencialmente afetados. C\u00e1tia tamb\u00e9m aponta outras lacunas importantes no EIA-RIMA: \u201cN\u00e3o h\u00e1 dados sobre metais pesados como c\u00e1dmio, zinco, merc\u00fario e cobre, cuja an\u00e1lise \u00e9 exigida por legisla\u00e7\u00e3o por ser fundamental para avaliar impactos ambientais.\u201d<\/p>\n\n\n\n<p>A bi\u00f3loga chama especial aten\u00e7\u00e3o para o perigo de contamina\u00e7\u00e3o na regi\u00e3o de Barra do Ribeiro, que hoje possui \u00e1gua classificada como Classe 1 pela resolu\u00e7\u00e3o do CONAMA \u2014 a melhor qualidade poss\u00edvel. Al\u00e9m disso, o Gua\u00edba apresenta fluxos e hidrodin\u00e2mica complexos, com varia\u00e7\u00f5es sazonais de vaz\u00e3o, invers\u00f5es de fluxo e mudan\u00e7as de profundidade, fatores que precisam ser considerados em qualquer avalia\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>\u201cOs impactos desse megaempreendimento s\u00e3o complexos e imprevis\u00edveis, principalmente quando consideramos os efeitos clim\u00e1ticos severos que temos vivenciado no nosso estado\u201d, completa C\u00e1tia.<\/p>\n\n\n\n<p><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>CLEBER DIONI TENTARDINI Com 32 anos de atua\u00e7\u00e3o na ind\u00fastria \u2013 grande parte dedicada ao estudo e monitoramento do tratamento de efluentes \u2013, a bi\u00f3loga C\u00e1tia Regina Duarte Machado \u00e9 categ\u00f3rica ao analisar o projeto da nova f\u00e1brica de celulose da CMPC, em Barra do Ribeiro: \u201cA contribui\u00e7\u00e3o de poluentes no Gua\u00edba com os efluentes [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":2,"featured_media":85897,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[4,3],"tags":[],"class_list":["post-86002","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-ambiente-geral","category-manchete-do-site"],"aioseo_notices":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/03\/barba-negra-celulose-riograndense-rppn-foto-divulgacao-cmpc.png","jetpack-related-posts":[{"id":86036,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/comite-alerta-parlamentares-sobre-riscos-ambientais-e-sanitarios-com-nova-fabrica-de-celulose-em-barra-do-ribeiro\/","url_meta":{"origin":86002,"position":0},"title":"Comit\u00ea alerta parlamentares sobre riscos ambientais e sanit\u00e1rios com nova f\u00e1brica de celulose em Barra do Ribeiro","author":"Cleber Dioni Tentardini","date":"27 de abril de 2026","format":false,"excerpt":"Um comit\u00ea t\u00e9cnico formado por entidades socioambientais e professores universit\u00e1rios encaminhou carta aos parlamentares da Assembleia Legislativa do Rio Grande do Sul manifestando preocupa\u00e7\u00e3o com o projeto de uma nova f\u00e1brica de celulose da CMPC em Barra do Ribeiro, atualmente em processo de licenciamento ambiental. 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