{"id":86081,"date":"2026-05-18T22:57:51","date_gmt":"2026-05-19T01:57:51","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/?p=86081"},"modified":"2026-05-18T22:57:53","modified_gmt":"2026-05-19T01:57:53","slug":"negocios-do-mel-apicultura-muda-de-patamar-e-ja-exporta-us-100-milhoes-a","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/negocios-do-mel-apicultura-muda-de-patamar-e-ja-exporta-us-100-milhoes-a\/","title":{"rendered":"Neg\u00f3cios do mel: apicultura muda de patamar e j\u00e1 exporta US$ 100 milh\u00f5es\/a"},"content":{"rendered":"\n<p>Encerrado na sexta-feira (15) no Centro de Conven\u00e7\u00f5es de Floripa com uma festiva distribui\u00e7\u00e3o de pr\u00eamios de reconhecimento a figuras do mundo ap\u00edcola, o 25\u00ba Congresso Brasileiro de Apicultura e Meliponicultura (Conbrapi) provou que a cadeia de neg\u00f3cios do mel adquiriu dimens\u00e3o equivalente \u00e0 de outros ramos da agroind\u00fastria exportadora baseada na agricultura familiar \u2013 frangos, porcos e sucos, entre outros.<\/p>\n\n\n\n<p>Desde que incorporou a l\u00f3gica capitalista, a partir do in\u00edcio do s\u00e9culo XXI, o setor ap\u00edcola construiu uma pir\u00e2mide econ\u00f4mica em cujo topo se movem algumas poucas empresas exportadoras respons\u00e1veis por receitas anuais da ordem US$ 100 milh\u00f5es gra\u00e7as \u00e0 venda de 35 mil toneladas de mel org\u00e2nico para os Estados Unidos, Europa e Jap\u00e3o (o Brasil \u00e9 o quarto no ranking de exporta\u00e7\u00e3o liderado pela China, que produz 450 mil toneladas\/ano).<\/p>\n\n\n\n<p>Na rede de neg\u00f3cios montados a partir do resultado do trabalho das abelhas, os mais bem remunerados s\u00e3o os exportadores, seguidos pelos operadores de entrepostos de mat\u00e9ria-prima, os comerciantes, os transportadores e os t\u00e9cnicos agr\u00edcolas que orientam e assistem a base da pir\u00e2mide constitu\u00edda por cerca de 100 mil apicultores, alguns grandes, a maioria m\u00e9dios e pequenos, uns aut\u00f4nomos, muitos unidos em associa\u00e7\u00f5es ou cooperativas que tiram das abelhas uma renda complementar. <\/p>\n\n\n\n<p>Em outros patamares da pir\u00e2mide ap\u00edcola se acomodam as f\u00e1bricas de equipamentos e de embalagens usados. \u00c9 um universo em expans\u00e3o. Sem d\u00favida, o velho hobby de agricultores e de aposentados do funcionalismo civil e militar mudou de patamar, tornando-se um neg\u00f3cio cujo maior benef\u00edcio \u00e9 invis\u00edvel \u2013 a poliniza\u00e7\u00e3o respons\u00e1vel pela manuten\u00e7\u00e3o da flora nativa e de lavouras e pomares comerciais.&nbsp; &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Sem as abelhas, a preserva\u00e7\u00e3o da natureza estaria comprometida. Por isso, a apicultura profissional ou amadora (incluindo as abelhas nativas, que n\u00e3o possuem ferr\u00e3o nem veneno) \u00e9 considerada aliada da agricultura e parceira do ambientalismo. <\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o por acaso, os temas predominam em cursos e palestras no 25\u00ba Congresso foram os de sempre: a sanidade das abelhas, a produtividade dos api\u00e1rios e o fortalecimento da meliponicultura, que vem crescendo como hobby, especialmente de mulheres e jovens.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignright size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"836\" height=\"1024\" data-attachment-id=\"86083\" data-permalink=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/negocios-do-mel-apicultura-muda-de-patamar-e-ja-exporta-us-100-milhoes-a\/mel-ediel-rodrigues\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-ediel-rodrigues-scaled.jpg\" data-orig-size=\"2089,2560\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;moto g42&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1778855267&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;497&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Mel Ediel Rodrigues\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-ediel-rodrigues-836x1024.jpg\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-ediel-rodrigues-836x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-86083\" style=\"aspect-ratio:0.8164176486533893;width:401px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-ediel-rodrigues-836x1024.jpg 836w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-ediel-rodrigues-245x300.jpg 245w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-ediel-rodrigues-768x941.jpg 768w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-ediel-rodrigues-1253x1536.jpg 1253w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-ediel-rodrigues-1671x2048.jpg 1671w\" sizes=\"(max-width: 836px) 100vw, 836px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>Segundo o engenheiro florestal Edier Rodrigo de Andrade (foto), que mant\u00e9m um melipon\u00e1rio em Blumenau, uma col\u00f4nia de abelhas jata\u00ed (a esp\u00e9cie mais comum no Brasil) produz em m\u00e9dia 1 kg por ano, dependendo da regi\u00e3o. Comprado no atacado por 180 reais, um quilo desse mel costuma ser vendido como subst\u00e2ncia medicinal em pequenos frascos, multiplicando v\u00e1rias vezes o valor original. \u00c9 esse um dos nichos mais movimentados do mercado dos derivados do mel.<\/p>\n\n\n\n<p>No evento de Floripa, armaram-se dezenas de bancas e lojinhas dispostas a vender desde bebidas como o hidromel at\u00e9 cosm\u00e9ticos preparados com mel, pr\u00f3polis e at\u00e9 apitoxina, o veneno da Apis mel\u00edfera. <\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image alignleft size-large is-resized\"><img decoding=\"async\" width=\"683\" height=\"1024\" data-attachment-id=\"86084\" data-permalink=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/negocios-do-mel-apicultura-muda-de-patamar-e-ja-exporta-us-100-milhoes-a\/mel-sergio-silva\/\" data-orig-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-sergio-silva-scaled.jpg\" data-orig-size=\"1707,2560\" data-comments-opened=\"0\" data-image-meta=\"{&quot;aperture&quot;:&quot;0&quot;,&quot;credit&quot;:&quot;&quot;,&quot;camera&quot;:&quot;moto g42&quot;,&quot;caption&quot;:&quot;&quot;,&quot;created_timestamp&quot;:&quot;1778694398&quot;,&quot;copyright&quot;:&quot;&quot;,&quot;focal_length&quot;:&quot;0&quot;,&quot;iso&quot;:&quot;741&quot;,&quot;shutter_speed&quot;:&quot;0&quot;,&quot;title&quot;:&quot;&quot;,&quot;orientation&quot;:&quot;0&quot;}\" data-image-title=\"Mel Sergio Silva\" data-image-description=\"\" data-image-caption=\"\" data-large-file=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-sergio-silva-683x1024.jpg\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-sergio-silva-683x1024.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-86084\" style=\"aspect-ratio:0.6669988949797413;width:354px;height:auto\" srcset=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-sergio-silva-683x1024.jpg 683w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-sergio-silva-200x300.jpg 200w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-sergio-silva-768x1152.jpg 768w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-sergio-silva-1024x1536.jpg 1024w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-sergio-silva-1365x2048.jpg 1365w, https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/wp-content\/uploads\/sites\/3\/2026\/05\/mel-sergio-silva-scaled.jpg 1707w\" sizes=\"(max-width: 683px) 100vw, 683px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p>O decano dessa especialidade \u00e9 Celio Silva (foto), bioqu\u00edmico de 82 anos que esteve ativo durante os tr\u00eas dias do congresso na lojinha da Prodapys instalada numa esquina do pavilh\u00e3o de expositores. Um dos pioneiros da exporta\u00e7\u00e3o de mel em cont\u00eaineres &#8212; num cont\u00eainer de 20 p\u00e9s cabem 67 tambores de 200 litros &#8211;, Silva j\u00e1 passou o neg\u00f3cio principal da fam\u00edlia aos filhos Jamilton, Tarciano e Lisandro, que tocam a Apisnativa, baseada em Ararangu\u00e1, SC, onde a Prodapys come\u00e7ou em 1991. Apaixonado pela bioqu\u00edmica, o fundador do grupo Prodapys \u00e9 um pregador da apiterapia, \u00e0 qual se devotou a partir do momento em que h\u00e1 40 anos trouxe de Cuba para trabalhar na Prodapys uma veterin\u00e1ria chamada Ana, hoje vivendo no M\u00e9xico.<\/p>\n\n\n\n<p>Tal como acontece na Apisnativa\/Prodapys, a segunda gera\u00e7\u00e3o tamb\u00e9m assumiu a dire\u00e7\u00e3o de outras duas exportadoras presentes no 25\u00ba Congresso. A Mel Brasil, com sede em Tim\u00f3teo, MG, que capta mel em todo o pa\u00eds e exporta pelo porto do Rio, j\u00e1 est\u00e1 nas m\u00e3os dos irm\u00e3os Augusto e Gustavo Delfim, cujo pai Carlos, 70 anos, trocou as abelhas pela pecu\u00e1ria bovina. H\u00e1 pouco mais de dois anos, ele contrataram como gerente de compras o agr\u00f4nomo Thomaz Araujo Castro, respons\u00e1vel por um cadastro de 4 mil fornecedores de pequeno a grande porte (60 a 600 tambores\/ano). Para a capta\u00e7\u00e3o do mel, opera uma frota de 12 caminh\u00f5es que viajam para as principais regi\u00f5es ap\u00edcolas (onde mant\u00e9m dep\u00f3sitos) carregando 300 tambores vazios nas idas e 100 tambores cheios na volta para a processadora em Tim\u00f3teo. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Outra grande exportadora, tamb\u00e9m presente no congresso, \u00e9 a Minamel, fundada em I\u00e7ara, SC, por Agenor Castagna, atual presidente da FAASC. H\u00e1 quatro anos, a Minamel fundiu-se com a Supermel, fundada em Maring\u00e1 pelo agr\u00f4nomo Carlos Roberto Domingues, de 66 anos, que se atirou na apicultura aos 18 anos, ap\u00f3s ouvir (como estudante) uma palestra do agr\u00f4nomo paulista Warwick Kerr, introdutor da abelha africana no Brasil (em 1956). As duas empresas fizeram as primeiras exporta\u00e7\u00f5es em 2001 &#8212; um cont\u00eainer cada uma. Segundo Domingues, que j\u00e1 abriu espa\u00e7o na firma para o filho, a produ\u00e7\u00e3o nacional de mel, estimada em 70 mil toneladas\/ano, tende a continuar crescendo gra\u00e7as \u00e0 conquista e manuten\u00e7\u00e3o de grandes mercados consumidores de mel org\u00e2nico, livre de subst\u00e2ncias qu\u00edmicas estranhas \u00e0 atividade das abelhas. Domingues envia amostras de mel para an\u00e1lise bioqu\u00edmica na Alemanha. A resposta volta em 12 dias. Se for constatado ind\u00edcio de veneno agr\u00edcola como o glifosato ou de p\u00f3len transg\u00eanico em uma amostra, a carga correspondente \u00e9 devolvida ao produtor. \u201cN\u00f3s temos condi\u00e7\u00f5es de fazer an\u00e1lises no Brasil\u201d, diz ele, \u201cmas optamos pela an\u00e1lise fora para evitar controv\u00e9rsias\u201d. &nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>FLORIAN\u00d3POLIS: CAPITAL DA APICULTURA<\/p>\n\n\n\n<p>Com cerca de 2500 participantes, foi a quarta vez que Floripa reuniu o pessoal do mel de todo o Brasil. Antes, no final do s\u00e9culo XX, a capital catarinense hospedou os congressos de 2000, de 1984 e o de 1970 \u2013 o primeiro, quando a cidade ganhara fama gra\u00e7as \u00e0 Cidade das Abelhas, centro de pesquisas ap\u00edcolas fundado em 1967 e colocado nas m\u00e3os do t\u00e9cnico agr\u00edcola Helmuth Wiese (1926-2002), um dos fundadores da Confedera\u00e7\u00e3o Brasileira de Apicultura (1968) e que presidiu o congresso mundial de apicultura realizado em 1989 no Rio. (No Rio Grande do Sul, que lidera a produ\u00e7\u00e3o nacional de mel, o Conbrapi foi realizado apenas duas vezes: em 1992 em Candel\u00e1ria e em 2012 em Gramado).<\/p>\n\n\n\n<p>A Cidade das Abelhas n\u00e3o existe mais como centro de pesquisa, mas sua \u00e1rea de 20 hectares no bairro Saco Grande virou um parque ecol\u00f3gico da Universidade Federal de Santa Catarina, cujo gestor \u00e9 o agr\u00f4nomo Ricardo Jaluski, diretor t\u00e9cnico do Federa\u00e7\u00e3o Ap\u00edcola do Estado (Faasc), organizadora do 25 \u00ba Congresso, em parceria com a CBA e \u00f3rg\u00e3os da Secretaria da Agricultura, sobretudo a Epagri, empresa estadual de pesquisa e extens\u00e3o rural (1700 funcion\u00e1rios) que a partir de 1991 assumiu e levou para o interior do estado o que se fez originalmente na Cidade das Abelhas. No final do s\u00e9culo XX, a burocracia havia transformado a Cidade das Abelhas num organismo praticamente inoperante. Al\u00e9m de escrever livros sobre o manejo das abelhas, Helmuth Wiese incentivou a poliniza\u00e7\u00e3o dos pomares de macieiras no planalto catarinense \u2013 desde os anos 70, os apicultores s\u00e3o pagos para colocar colmeias nos pomares, opera\u00e7\u00e3o que dura tr\u00eas semanas no in\u00edcio da primavera. Sem as abelhas, as macieiras produzem muito pouco. Com isso, Wiese produziu uma dupla revolu\u00e7\u00e3o: fortaleceu a pomicultura no Sul do Brasil e deu asas \u00e0 apicultura migrat\u00f3ria, que sustenta boa parte da produ\u00e7\u00e3o nacional de mel. &nbsp;&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Encerrado na sexta-feira (15) no Centro de Conven\u00e7\u00f5es de Floripa com uma festiva distribui\u00e7\u00e3o de pr\u00eamios de reconhecimento a figuras do mundo ap\u00edcola, o 25\u00ba Congresso Brasileiro de Apicultura e Meliponicultura (Conbrapi) provou que a cadeia de neg\u00f3cios do mel adquiriu dimens\u00e3o equivalente \u00e0 de outros ramos da agroind\u00fastria exportadora baseada na agricultura familiar \u2013 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"closed","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_publicize_message":"","jetpack_publicize_feature_enabled":true,"jetpack_social_post_already_shared":true,"jetpack_social_options":{"image_generator_settings":{"template":"highway","default_image_id":0,"font":"","enabled":false},"version":2},"jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[4],"tags":[],"class_list":["post-86081","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-ambiente-geral"],"aioseo_notices":[],"jetpack_publicize_connections":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack-related-posts":[{"id":76945,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ambiente\/festa-do-mel-escolhe-os-melhores-do-rio-grande-do-sul-em-2019\/","url_meta":{"origin":86081,"position":0},"title":"Festa do Mel escolhe os melhores do Rio Grande do Sul em 2019","author":"Geraldo Hasse","date":"2 de setembro de 2019","format":false,"excerpt":"Encerra-se nesta sexta-feira (6) o prazo para entrega de amostras de mel que concorrer\u00e3o aos pr\u00eamios do concurso dos melhores m\u00e9is de 2019 promovido pela Federa\u00e7\u00e3o Ap\u00edcola do Rio Grande do Sul (FARGS). 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