{"id":10192,"date":"2011-09-29T14:53:52","date_gmt":"2011-09-29T17:53:52","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=10192"},"modified":"2011-09-29T14:53:52","modified_gmt":"2011-09-29T17:53:52","slug":"policia-civil-precisa-de-tres-mil-novos-servidores","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/policia-civil-precisa-de-tres-mil-novos-servidores\/","title":{"rendered":"Pol\u00edcia Civil precisa de tr\u00eas mil novos servidores"},"content":{"rendered":"<p>Segundo o chefe da corpora\u00e7\u00e3o, delegado Ranolfo Vieira J\u00fanior, s\u00e3o necess\u00e1rias cerca de tr\u00eas mil efetiva\u00e7\u00f5es para atender a demanda do Estado.<br \/>\n\u201cA moderniza\u00e7\u00e3o e efici\u00eancia da seguran\u00e7a no Estado depende diretamente da contrata\u00e7\u00e3o de pessoas\u201d, garante o delegado Ranolfo, ao afirmar que o Rio Grande do Sul possui hoje, menos contingente do que nos anos 80, embora a popula\u00e7\u00e3o do Estado tenha crescido de 7,5 milh\u00f5es para aproximadamente 11 milh\u00f5es ao longo do mesmo per\u00edodo.<br \/>\nDurante palestra no T\u00e1 na Mesa da Federasul, nesta quarta-feira (28), o delegado informou ainda que atualmente a Pol\u00edcia Civil conta com 5.208 servidores, sendo que disp\u00f5e de mais de 8.100 cargos.<br \/>\nSegundo o Chefe de Pol\u00edcia, desde o in\u00edcio do ano foi feita uma triagem das cidades com maior \u00edndice de homic\u00eddios no Estado para definir a implanta\u00e7\u00e3o de 10 novas Delegacias de Homic\u00eddios.<br \/>\nNo entanto, elas s\u00f3 poder\u00e3o funcionar quando novos servidores forem efetivados. \u201cFoi realizado um concurso no ano passado, em que 199 delegados j\u00e1 foram chamados, e outros 87 esperam o curso de forma\u00e7\u00e3o que dever\u00e1 iniciar em janeiro de 2012\u201d, explica. Al\u00e9m dos delegados, 250 escriv\u00e3es e outros 250 inspetores devem ser efetivados.<br \/>\n<strong>Policiais civis fazem paralisa\u00e7\u00e3o de 48 horas por reajuste salarial no RS<\/strong><br \/>\nEm rela\u00e7\u00e3o ao movimento de paralisa\u00e7\u00e3o dos escriv\u00e3es, inspetores e investigadores da Pol\u00edcia Civil, o delegado Ranolfo entende ser leg\u00edtima a reivindica\u00e7\u00e3o por uma remunera\u00e7\u00e3o maior. No entanto, ele diz que tamb\u00e9m \u00e9 preciso levar em considera\u00e7\u00e3o as condi\u00e7\u00f5es financeiras que o Governo do Estado disp\u00f5e e outros os benef\u00edcios que est\u00e3o sendo criados. \u201cJ\u00e1 tivemos conquistas importantes, como a aposentadoria especial e o processo de ascens\u00e3o de carreira, que possibilita melhores proje\u00e7\u00f5es para os Policiais Civis\u201d.<br \/>\nSegundo o sindicato da categoria, o primeiro dia de paralisa\u00e7\u00e3o dos agentes da Pol\u00edcia Civil tem praticamente 100% de ades\u00e3o, incluindo capital, regi\u00e3o metropolitana e as 29 regi\u00f5es policiais do interior. Para se ter uma ideia da coes\u00e3o do movimento, entre 8 horas da manh\u00e3 e 13 horas, a \u00c1rea Judici\u00e1ria, no Pal\u00e1cio da Pol\u00edcia, n\u00e3o havia registrado nenhuma ocorr\u00eancia.<br \/>\nO atendimento das delegacias se limita a crimes de homic\u00eddio ou com envolvimento de menores. A categoria quer 25% de aumento linear para todas as faixas salariais. O governo diz que n\u00e3o pode oferecer mais do que R$ 91 a serem somados aos vencimentos b\u00e1sicos, o que significa um \u00edndice m\u00e1ximo de 13,7%, conforme c\u00e1lculo do sindicato. O b\u00e1sico inicial de um agente \u00e9 de R$ 666,53.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Segundo o chefe da corpora\u00e7\u00e3o, delegado Ranolfo Vieira J\u00fanior, s\u00e3o necess\u00e1rias cerca de tr\u00eas mil efetiva\u00e7\u00f5es para atender a demanda do Estado. \u201cA moderniza\u00e7\u00e3o e efici\u00eancia da seguran\u00e7a no Estado depende diretamente da contrata\u00e7\u00e3o de pessoas\u201d, garante o delegado Ranolfo, ao afirmar que o Rio Grande do Sul possui hoje, menos contingente do que nos [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-10192","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-x-categorias-velhas"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-2Eo","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10192","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=10192"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/10192\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=10192"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=10192"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=10192"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}