{"id":10733,"date":"2011-11-17T17:42:46","date_gmt":"2011-11-17T20:42:46","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=10733"},"modified":"2011-11-17T17:42:46","modified_gmt":"2011-11-17T20:42:46","slug":"economia-gaucha-cresce-56-de-janeiro-ate-setembro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/economia-gaucha-cresce-56-de-janeiro-ate-setembro\/","title":{"rendered":"Economia ga\u00facha cresce 5,6% de janeiro at\u00e9 setembro"},"content":{"rendered":"<p>Os produtos que tiveram crescimento destacado no per\u00edodo foram o milho (14,1%), a laranja (11,6%) e o fumo (4,7%), no setor de agropecu\u00e1ria.<br \/>\nNos Servi\u00e7os, a maior expans\u00e3o foi no com\u00e9rcio (4,4%), intermedia\u00e7\u00e3o financeira (3,4%) e administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica e alugu\u00e9is (2,7%).<br \/>\nNa ind\u00fastria, o fumo atingiu o primeiro lugar, com 17,4%, seguido de m\u00e1quinas e equipamentos (9,4%) e produtos de metal (5,1%).<br \/>\nA economia do Rio Grande do Sul cresceu 5,6% at\u00e9 setembro, mantendo \u00edndice superior \u00e0 m\u00e9dia nacional. Os n\u00fameros do \u00cdndice Trimestral de Atividade Produtiva (ITAP) ga\u00facha foram divulgados, nesta quinta-feira (17), por t\u00e9cnicos da Funda\u00e7\u00e3o de Economia e Estat\u00edstica (FEE).<br \/>\nDe acordo com o economista Martinho Lazzari, que coordenou o estudo, &#8220;a boa not\u00edcia \u00e9 que no Rio Grande do Sul a desacelera\u00e7\u00e3o da economia \u00e9 menor, o que coloca o Estado em posi\u00e7\u00e3o muito boa no cen\u00e1rio nacional e na compara\u00e7\u00e3o com outros&#8221;. Para o Brasil, os dados do IBGE indicam crescimento em torno de 3,5%.<br \/>\nNo terceiro trimestre, o crescimento econ\u00f4mico no RS foi de 3,3%, o que representa uma retra\u00e7\u00e3o de 0,3% em rela\u00e7\u00e3o ao trimestre anterior. &#8220;Esses dados mostram de maneira bem clara que, ainda que o \u00edndice seja positivo, existe uma desacelera\u00e7\u00e3o, caracter\u00edstica do momento nacional.<br \/>\nMas no Rio Grande do Sul essa desacelera\u00e7\u00e3o econ\u00f4mica \u00e9 mais lenta pela caracter\u00edstica do perfil das atividades do Estado, concentradas na agropecu\u00e1ria e nas exporta\u00e7\u00f5es, que vivem um excelente momento&#8221;, explica Lazzari.<br \/>\n<span class=\"intertit\">Agropecu\u00e1ria lidera<\/span><br \/>\nO setor agropecu\u00e1rio continua impulsionando o crescimento da economia ga\u00facha, mantendo o primeiro lugar em expans\u00e3o no trimestre: 4,2%, seguido dos servi\u00e7os (3,4%) e da ind\u00fastria (2,1%). No total do ano de 2011 (tr\u00eas trimestres, at\u00e9 setembro), as atividades agr\u00edcolas t\u00eam 14,2% de crescimento, enquanto o setor de servi\u00e7os tem 5,3% e o da ind\u00fastria 3%.<br \/>\nA perspectiva dos economistas da FEE para o fechamento dos n\u00fameros de 2011 tamb\u00e9m \u00e9 otimista para o Rio Grande do Sul. De acordo com o presidente da FEE, Adalmir Marchetti, a perspectiva \u00e9 que o Estado cres\u00e7a em torno de 5% ao final do ano, enquanto o Brasil, segundo as proje\u00e7\u00f5es do IBGE, deve ficar em torno de 3,5%.<br \/>\nEntretanto, a partir de 2012, ainda que o ano inicie com desacelera\u00e7\u00e3o da economia, a perspectiva \u00e9 de retomada do crescimento no Brasil, na faixa dos 5%.<br \/>\nAinda relacionados aos n\u00fameros do terceiro trimestre de 2011, os produtos que tiveram crescimento destacado no per\u00edodo foram o milho (14,1%), a laranja (11,6%) e o fumo (4,7%), no setor de agropecu\u00e1ria. Nos Servi\u00e7os, a maior expans\u00e3o foi no com\u00e9rcio (4,4%), intermedia\u00e7\u00e3o financeira (3,4%) e administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica e alugu\u00e9is (2,7%). Na ind\u00fastria, o fumo atingiu o primeiro lugar, com 17,4%, seguido de m\u00e1quinas e equipamentos (9,4%) e produtos de metal (5,1%).<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Os produtos que tiveram crescimento destacado no per\u00edodo foram o milho (14,1%), a laranja (11,6%) e o fumo (4,7%), no setor de agropecu\u00e1ria. Nos Servi\u00e7os, a maior expans\u00e3o foi no com\u00e9rcio (4,4%), intermedia\u00e7\u00e3o financeira (3,4%) e administra\u00e7\u00e3o p\u00fablica e alugu\u00e9is (2,7%). 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