{"id":12464,"date":"2013-08-30T11:47:10","date_gmt":"2013-08-30T14:47:10","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=12464"},"modified":"2013-08-30T11:47:10","modified_gmt":"2013-08-30T14:47:10","slug":"petroleo-e-cana-puxam-a-oferta-de-energia-no-brasil","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/petroleo-e-cana-puxam-a-oferta-de-energia-no-brasil\/","title":{"rendered":"Petr\u00f3leo e cana puxam a oferta de energia no Brasil"},"content":{"rendered":"<p>Acaba de ser publicado pelo Minist\u00e9rio de Minas e Energia o balan\u00e7o energ\u00e9tico brasileiro de 2013, documento que se baseia nos dados de produ\u00e7\u00e3o e consumo do ano passado. Na s\u00edntese de 55 p\u00e1ginas dispon\u00edvel no site do www.mme.gov.br, a Empresa de Pesquisa Energ\u00e9tica-EPE d\u00e1 \u00eanfase \u00e0 participa\u00e7\u00e3o das fontes renov\u00e1veis na oferta de energia: \u00e9 de 43,2% no Brasil, tr\u00eas vezes mais do que a m\u00e9dia mundial (13,2%).<br \/>\nEntre as fontes energ\u00e9ticas renov\u00e1veis, o que mais chama a aten\u00e7\u00e3o \u00e9 que a oferta da cana-de-a\u00e7\u00facar, com 15,4%, supera a fonte hidr\u00e1ulica (13,8%), seguindo-se lenha\/carv\u00e3o vegetal (9,1%) e \u201coutros\u201d (e\u00f3lica, lix\u00edvia e solar) com 4,1%.<br \/>\nEntre as fontes energ\u00e9ticas n\u00e3o renov\u00e1veis, que representam 57,2% do total, destaca-se o petr\u00f3leo com 39,2%, seguido pelo g\u00e1s natural (11,2%), o carv\u00e3o mineral (5,4%) e o ur\u00e2nio (1,5%). Os n\u00fameros delineiam uma tend\u00eancia j\u00e1 percept\u00edvel pelo volume de investimentos da Petrobras: o petr\u00f3leo e o g\u00e1s natural s\u00e3o as fontes que mais crescem no Brasil e assim ser\u00e1 nos pr\u00f3ximos anos.<br \/>\nO balan\u00e7o indica que a oferta interna de energia cresceu 4,1% em 2012 enquanto o PIB n\u00e3o passou de 0,9%. A pot\u00eancia instalada para a produ\u00e7\u00e3o de eletricidade \u00e9 de 84 294 MW nas usinas hidrel\u00e9tricas, de 32 778 MW nas usinas t\u00e9rmicas, de 2007 MW nas usinas nucleares e de 1894 MW nas usinas e\u00f3licas. Estas foram as que mais cresceram em 2012: 32,8%, contra 4,9% das t\u00e9rmicas e 2,2% das hidrel\u00e9tricas..<br \/>\nO maior consumidor de energia no Brasil \u00e9 a ind\u00fastria (35,1% do total), seguida dos transportes (31,3%), as resid\u00eancias (9,4%), o setor energ\u00e9tico (9%), o setor de servi\u00e7os (4,5%) e a agropecu\u00e1ria (4,1%). A diferen\u00e7a de 6,6% \u00e9 representada pelo chamado consumo n\u00e3o energ\u00e9tico.<br \/>\nNo setor de transportes, que representa quase um ter\u00e7o do consumo e 49% das emiss\u00f5es totais de CO\u00b2, os principais combust\u00edveis s\u00e3o o diesel (48,1% do total) e a gasolina (30,9%). Os outros insumos s\u00e3o o etanol (12,5%), o querosene de avi\u00e3o (4,7%) e o g\u00e1s natural veicular (2,2%). Restam outros 1,6%.<br \/>\nPara a EPE, a polui\u00e7\u00e3o veicular, embora alta, n\u00e3o deve preocupar, pois a emiss\u00e3o brasileira \u00e9 de apenas 2,2 t\/CO por habitante, enquanto na China \u00e9 de 5,4, na Europa de 7,3 e nos EUA de 17,3<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Acaba de ser publicado pelo Minist\u00e9rio de Minas e Energia o balan\u00e7o energ\u00e9tico brasileiro de 2013, documento que se baseia nos dados de produ\u00e7\u00e3o e consumo do ano passado. 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