{"id":12636,"date":"2013-10-17T11:14:07","date_gmt":"2013-10-17T14:14:07","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=12636"},"modified":"2013-10-17T11:14:07","modified_gmt":"2013-10-17T14:14:07","slug":"o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/","title":{"rendered":"O Pampa como met\u00e1fora do deserto \u00e1rabe"},"content":{"rendered":"<p><strong>\u201cGauchos e Bedu\u00ednos\u201d, ano 65<br \/>\n<\/strong><br \/>\nBem disse Erico Verissimo: foi muito original e ousado o escritor Manoelito de Ornellas ao desenvolver seu famoso ensaio sobre as semelhan\u00e7as entre os habitantes do pampa e dos desertos \u00e1rabes. T\u00e3o logo caiu na pra\u00e7a de Porto Alegre, seu livro Ga\u00fachos e Bedu\u00ednos, editado em 1948 pela Jos\u00e9 Olympio, do Rio, levantou uma grande polvadeira no cen\u00e1rio cultural riograndense.<br \/>\nSeguiu-se um enorme sil\u00eancio, rompido em 1955 com uma segunda edi\u00e7\u00e3o, desta vez bancada pela Editora da Livraria do Globo, na qual Verissimo era a figura de proa. O romancista de O Tempo e o Vento fez ressalvas \u00e0 tese de Manoelito de Ornellas, mas apoiou a publica\u00e7\u00e3o do livro.<br \/>\nQuem mais se doeu com a ousadia do ensa\u00edsta \u201ccastelhanista\u201d foram os defensores da vertente a\u00e7oriana da origem riograndense, liderada por Moyses Vellinho, que n\u00e3o deixou por menos: no livro Capitania D\u2019El Rei (Livraria do Globo, 1964), ele fez quest\u00e3o de destacar as diferen\u00e7as entre os ga\u00fachos platinos e os ga\u00fachos do Rio Grande.<br \/>\nIgnorando a opini\u00e3o de Ornellas, Vellinho viu nos ga\u00fachos do Prata a rebeldia contra a arrog\u00e2ncia e a prepot\u00eancia dos castelhanos; nos riograndenses, o esp\u00edrito acomodat\u00edcio dos conquistadores lusobrasileiros, que receberam em sesmarias a paga pela defesa do terrrit\u00f3rio lusitano na por\u00e7\u00e3o meridional da Am\u00e9rica do Sul, estabelecendo assim o que denominou \u201ca fun\u00e7\u00e3o civilizadora da est\u00e2ncia\u201d.<br \/>\nPara minimizar o peso do nomadismo na forma\u00e7\u00e3o do ga\u00facho brasileiro, Vellinho recorre a Lindolfo Collor. \u201cEles s\u00e3o n\u00f4mades em rela\u00e7\u00e3o aos habitantes dos n\u00facleos urbanos, mas representam na g\u00eanese das popula\u00e7\u00f5es meridionais o primeiro e decisivo elo de fixa\u00e7\u00e3o social, de civiliza\u00e7\u00e3o no deserto\u201d, escreveu Collor em seu livro sobre Garibaldi e a Guerra dos Farrapos.<br \/>\nDepois de publicar seu ensaio, Manoelito de Ornellas n\u00e3o teve mais sossego: foi criticado e por fim segregado nos meios intelectuais de Porto Alegre. Acabou buscando ref\u00fagio na ilha de Santa Catarina, onde lecionou por muitos anos. N\u00e3o foi o primeiro ga\u00facho a migrar por se sentir desconfort\u00e1vel em sua terra. Poucos lhe foram solid\u00e1rios. \u201cManoelito era de Itaqui\u201d, lembra o editor Carlos Jorge Appel, fundador da Editora Movimento, de Porto Alegre. Com seu lembrete, Appel quer dizer que Ornellas tinha outras ra\u00edzes e sofreu influ\u00eancias da fronteira com a Argentina numa \u00e9poca em que Buenos Aires era uma das capitais do mundo, com metr\u00f4 e tudo mais.<br \/>\nEle pr\u00f3prio um migrante oriundo do interior catarinense, Appel reconhece que no porto de Itaqui (no m\u00e9dio rio Uruguai) do in\u00edcio do s\u00e9culo XX era mais f\u00e1cil receber jornais, livros e mercadorias de Buenos Aires e outras cidades argentinas do que de Porto Alegre. Nascido em 1903, Manoelito ficou na terra natal at\u00e9 os 18 anos, quando migrou para Cruz Alta, onde conviveu com o dono de farm\u00e1cia Erico Verissimo. Acabou seguindo o destino da maioria dos literatos do interior ga\u00facho: foi para a capital trabalhar como jornalista e professor.<br \/>\nBem ou mal, Manoelito atraiu boa parte da m\u00e1 vontade dos colegas de Porto Alegre ao aceitar, em 1938, trabalhar como funcion\u00e1rio do Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP), \u00f3rg\u00e3o de divulga\u00e7\u00e3o do Estado Novo que exerceu um papel censorial e repressor sobre o jornalismo e todas as manifesta\u00e7\u00f5es do livre pensamento. N\u00e3o foi por muito tempo e talvez tenha sido mais por necessidade do que por convic\u00e7\u00e3o, mas o homem de Itaqui carregou para sempre a imagem de amigo da ditadura varguista.<br \/>\nEssa pecha contaminou-lhe a carreira, impedindo que sua tese, t\u00e3o original e inovadora, fosse absorvida e interpretada de forma isenta. Falecido em 1969 em Porto Alegre, ele deixou uma das frases mais instigantes da literatura ga\u00facha: \u201cO galp\u00e3o \u00e9 uma tenda que se fixou\u201d. Mais do que uma frase, uma tese, uma met\u00e1fora.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u201cGauchos e Bedu\u00ednos\u201d, ano 65 Bem disse Erico Verissimo: foi muito original e ousado o escritor Manoelito de Ornellas ao desenvolver seu famoso ensaio sobre as semelhan\u00e7as entre os habitantes do pampa e dos desertos \u00e1rabes. T\u00e3o logo caiu na pra\u00e7a de Porto Alegre, seu livro Ga\u00fachos e Bedu\u00ednos, editado em 1948 pela Jos\u00e9 Olympio, [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":8,"featured_media":15494,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_newsletter_access":"","_jetpack_dont_email_post_to_subs":false,"_jetpack_newsletter_tier_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paywalled_content":false,"_jetpack_feature_clip_id":0,"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":"","jetpack_post_was_ever_published":false},"categories":[11],"tags":[1641,1642,1643],"class_list":["post-12636","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-materiasecundaria","tag-erico-verissimo","tag-manoelito-de-ornellas","tag-moyses-vellinho"],"aioseo_notices":[],"aioseo_head":"\n\t\t<!-- All in One SEO 4.9.10 - aioseo.com -->\n\t<meta name=\"robots\" content=\"max-image-preview:large\" \/>\n\t<meta name=\"author\" content=\"Geraldo Hasse\"\/>\n\t<link rel=\"canonical\" href=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/\" \/>\n\t<meta name=\"generator\" content=\"All in One SEO (AIOSEO) 4.9.10\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:locale\" content=\"pt_BR\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:site_name\" content=\"Arquivo | Jornal J\u00c1 | Porto Alegre\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:type\" content=\"activity\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:title\" content=\"O Pampa como met\u00e1fora do deserto \u00e1rabe | Arquivo\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:url\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:image\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/cards\/ja35.jpg\" \/>\n\t\t<meta property=\"og:image:secure_url\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/cards\/ja35.jpg\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:card\" content=\"summary\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:title\" content=\"O Pampa como met\u00e1fora do deserto \u00e1rabe | Arquivo\" \/>\n\t\t<meta name=\"twitter:image\" content=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/cards\/ja35.jpg\" \/>\n\t\t<script type=\"application\/ld+json\" class=\"aioseo-schema\">\n\t\t\t{\"@context\":\"https:\\\/\\\/schema.org\",\"@graph\":[{\"@type\":\"BlogPosting\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#blogposting\",\"name\":\"O Pampa como met\\u00e1fora do deserto \\u00e1rabe | Arquivo\",\"headline\":\"O Pampa como met\\u00e1fora do deserto \\u00e1rabe\",\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/geraldo-hasse\\\/#author\"},\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#organization\"},\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":15494},\"datePublished\":\"2013-10-17T11:14:07-03:00\",\"dateModified\":\"2013-10-17T11:14:07-03:00\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"commentCount\":2,\"mainEntityOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#webpage\"},\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#webpage\"},\"articleSection\":\"Cultura-Geral, Erico Verissimo, Manoelito de Ornellas, Moyses Vellinho\"},{\"@type\":\"BreadcrumbList\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#breadcrumblist\",\"itemListElement\":[{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo#listItem\",\"position\":1,\"name\":\"Home\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\",\"nextItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/category\\\/materiasecundaria\\\/#listItem\",\"name\":\"Cultura-Geral\"}},{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/category\\\/materiasecundaria\\\/#listItem\",\"position\":2,\"name\":\"Cultura-Geral\",\"item\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/category\\\/materiasecundaria\\\/\",\"nextItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#listItem\",\"name\":\"O Pampa como met\\u00e1fora do deserto \\u00e1rabe\"},\"previousItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo#listItem\",\"name\":\"Home\"}},{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#listItem\",\"position\":3,\"name\":\"O Pampa como met\\u00e1fora do deserto \\u00e1rabe\",\"previousItem\":{\"@type\":\"ListItem\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/category\\\/materiasecundaria\\\/#listItem\",\"name\":\"Cultura-Geral\"}}]},{\"@type\":\"Organization\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#organization\",\"name\":\"Jornal J\\u00c1\",\"description\":\"Jornal J\\u00c1 | Porto Alegre\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/\",\"telephone\":\"+555133307272\",\"logo\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/wp-content\\\/uploads\\\/cards\\\/JAslogan.png\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#organizationLogo\"},\"image\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#organizationLogo\"}},{\"@type\":\"Person\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/geraldo-hasse\\\/#author\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/geraldo-hasse\\\/\",\"name\":\"Geraldo Hasse\",\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#authorImage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/wp-content\\\/litespeed\\\/avatar\\\/13\\\/679eb7ecacc9120b2fd054398327e689.jpg?ver=1784706612\",\"width\":96,\"height\":96,\"caption\":\"Geraldo Hasse\"}},{\"@type\":\"WebPage\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#webpage\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/\",\"name\":\"O Pampa como met\\u00e1fora do deserto \\u00e1rabe | Arquivo\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"isPartOf\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#website\"},\"breadcrumb\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#breadcrumblist\"},\"author\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/geraldo-hasse\\\/#author\"},\"creator\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/author\\\/geraldo-hasse\\\/#author\"},\"image\":{\"@type\":\"ImageObject\",\"url\":15494,\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#mainImage\"},\"primaryImageOfPage\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\\\/#mainImage\"},\"datePublished\":\"2013-10-17T11:14:07-03:00\",\"dateModified\":\"2013-10-17T11:14:07-03:00\"},{\"@type\":\"WebSite\",\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#website\",\"url\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/\",\"name\":\"Arquivo\",\"description\":\"Jornal J\\u00c1 | Porto Alegre\",\"inLanguage\":\"pt-BR\",\"publisher\":{\"@id\":\"https:\\\/\\\/www.jornalja.com.br\\\/arquivo\\\/#organization\"}}]}\n\t\t<\/script>\n\t\t<!-- All in One SEO -->\n\n","aioseo_head_json":{"title":"O Pampa como met\u00e1fora do deserto \u00e1rabe | Arquivo","description":"","canonical_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/","robots":"max-image-preview:large","keywords":"","webmasterTools":{"miscellaneous":""},"schema":{"@context":"https:\/\/schema.org","@graph":[{"@type":"BlogPosting","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#blogposting","name":"O Pampa como met\u00e1fora do deserto \u00e1rabe | Arquivo","headline":"O Pampa como met\u00e1fora do deserto \u00e1rabe","author":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/geraldo-hasse\/#author"},"publisher":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#organization"},"image":{"@type":"ImageObject","url":15494},"datePublished":"2013-10-17T11:14:07-03:00","dateModified":"2013-10-17T11:14:07-03:00","inLanguage":"pt-BR","commentCount":2,"mainEntityOfPage":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#webpage"},"isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#webpage"},"articleSection":"Cultura-Geral, Erico Verissimo, Manoelito de Ornellas, Moyses Vellinho"},{"@type":"BreadcrumbList","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#breadcrumblist","itemListElement":[{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo#listItem","position":1,"name":"Home","item":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo","nextItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/materiasecundaria\/#listItem","name":"Cultura-Geral"}},{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/materiasecundaria\/#listItem","position":2,"name":"Cultura-Geral","item":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/materiasecundaria\/","nextItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#listItem","name":"O Pampa como met\u00e1fora do deserto \u00e1rabe"},"previousItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo#listItem","name":"Home"}},{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#listItem","position":3,"name":"O Pampa como met\u00e1fora do deserto \u00e1rabe","previousItem":{"@type":"ListItem","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/materiasecundaria\/#listItem","name":"Cultura-Geral"}}]},{"@type":"Organization","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#organization","name":"Jornal J\u00c1","description":"Jornal J\u00c1 | Porto Alegre","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/","telephone":"+555133307272","logo":{"@type":"ImageObject","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/cards\/JAslogan.png","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#organizationLogo"},"image":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#organizationLogo"}},{"@type":"Person","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/geraldo-hasse\/#author","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/geraldo-hasse\/","name":"Geraldo Hasse","image":{"@type":"ImageObject","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#authorImage","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-content\/litespeed\/avatar\/13\/679eb7ecacc9120b2fd054398327e689.jpg?ver=1784706612","width":96,"height":96,"caption":"Geraldo Hasse"}},{"@type":"WebPage","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#webpage","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/","name":"O Pampa como met\u00e1fora do deserto \u00e1rabe | Arquivo","inLanguage":"pt-BR","isPartOf":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#website"},"breadcrumb":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#breadcrumblist"},"author":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/geraldo-hasse\/#author"},"creator":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/author\/geraldo-hasse\/#author"},"image":{"@type":"ImageObject","url":15494,"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#mainImage"},"primaryImageOfPage":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/#mainImage"},"datePublished":"2013-10-17T11:14:07-03:00","dateModified":"2013-10-17T11:14:07-03:00"},{"@type":"WebSite","@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#website","url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/","name":"Arquivo","description":"Jornal J\u00c1 | Porto Alegre","inLanguage":"pt-BR","publisher":{"@id":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/#organization"}}]},"og:locale":"pt_BR","og:site_name":"Arquivo | Jornal J\u00c1 | Porto Alegre","og:type":"activity","og:title":"O Pampa como met\u00e1fora do deserto \u00e1rabe | Arquivo","og:url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-pampa-como-metafora-do-deserto-arabe\/","og:image":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/cards\/ja35.jpg","og:image:secure_url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/cards\/ja35.jpg","twitter:card":"summary","twitter:title":"O Pampa como met\u00e1fora do deserto \u00e1rabe | Arquivo","twitter:image":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/cards\/ja35.jpg"},"aioseo_meta_data":{"post_id":"12636","title":null,"description":null,"keywords":null,"keyphrases":null,"primary_term":null,"canonical_url":null,"og_title":"","og_description":"","og_object_type":"activity","og_image_type":"default","og_image_url":null,"og_image_width":null,"og_image_height":null,"og_image_custom_url":null,"og_image_custom_fields":null,"og_video":null,"og_custom_url":null,"og_article_section":null,"og_article_tags":"","twitter_use_og":false,"twitter_card":"summary","twitter_image_type":"default","twitter_image_url":null,"twitter_image_custom_url":null,"twitter_image_custom_fields":null,"twitter_title":null,"twitter_description":null,"schema":{"blockGraphs":[],"customGraphs":[],"default":{"data":{"Article":[],"Course":[],"Dataset":[],"FAQPage":[],"Movie":[],"Person":[],"Product":[],"ProductReview":[],"Car":[],"Recipe":[],"Service":[],"SoftwareApplication":[],"WebPage":[]},"graphName":"","isEnabled":true},"graphs":[],"defaultGraph":"","defaultPostTypeGraph":""},"schema_type":null,"schema_type_options":null,"pillar_content":false,"robots_default":true,"robots_noindex":false,"robots_noarchive":false,"robots_nosnippet":false,"robots_nofollow":false,"robots_noimageindex":false,"robots_noodp":false,"robots_notranslate":false,"robots_max_snippet":null,"robots_max_videopreview":null,"robots_max_imagepreview":"large","priority":null,"frequency":null,"location":null,"local_seo":null,"breadcrumb_settings":null,"limit_modified_date":false,"ai":null,"created":"2020-12-20 21:12:08","updated":"2025-07-19 03:40:02","seo_analyzer_scan_date":null},"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":13124,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/sangue-latino-no-iecine\/","url_meta":{"origin":12636,"position":0},"title":"Sangue latino no IECINE","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"18 de maio de 2014","format":false,"excerpt":"Francisco Ribeiro O Instituto Estadual de Cinema (IECINE) tem a frente, desde abril \u00faltimo, um novo diretor, o cineasta colombiano Juan Zapata, 36, que substitui Luiz Alberto Cassol. Radicado h\u00e1 dez anos em Porto Alegre, Zapata tem diante de si o desafio de conduzir at\u00e9 o final do ano um\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Cultura-Geral&quot;","block_context":{"text":"Cultura-Geral","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/materiasecundaria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":1280,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-menino-que-se-tornou-brizola\/","url_meta":{"origin":12636,"position":1},"title":"O Menino que se Tornou Brizola","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"28 de julho de 2008","format":false,"excerpt":"Autor: Cleber Dioni A vida de Leonel Brizola, com \u00eanfase para os primeiros anos em Porto Alegre, at\u00e9 o ex\u00edlio no Uruguai e a volta, quinze anos depois. \u00a0\"...\u00c9ramos todos jovens e nos identific\u00e1vamos com aquela massa an\u00f4nima a percorrer as ruas de Porto Alegre, gritando 'Get\u00falio', 'Get\u00falio' e empunhando\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Livros&quot;","block_context":{"text":"Livros","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/livros\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/07\/brizola.gif?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]},{"id":14241,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-guaiba-nas-imagens-poeticas-de-achutti\/","url_meta":{"origin":12636,"position":2},"title":"O Gua\u00edba nas imagens po\u00e9ticas de Achutti","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"18 de junho de 2014","format":false,"excerpt":"Em \u201cO Gua\u00edba por Achutti\u201d \u2013 obra financiada via Minist\u00e9rio da Cultura, produ\u00e7\u00e3o executiva de Pedro Longhi, e Fl\u00e1vio Wild como designer \u2013, o fot\u00f3grafo revela a beleza e as mazelas de um espa\u00e7o aqu\u00e1tico de \u00e1guas sempre renovadas, cheio de hist\u00f3rias e lendas como as das cidades que foram\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Cultura-Geral&quot;","block_context":{"text":"Cultura-Geral","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/materiasecundaria\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":13109,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/judiciario-reconhece-poluicao-eletromagnetica\/","url_meta":{"origin":12636,"position":3},"title":"Judici\u00e1rio reconhece polui\u00e7\u00e3o eletromagn\u00e9tica","author":"Patr\u00edcia Marini","date":"16 de maio de 2014","format":false,"excerpt":"A\u00e7\u00e3o de duas associa\u00e7\u00f5es de moradores foi acolhida pelo Tribunal de Justi\u00e7a de S\u00e3o Paulo que. em decis\u00e3o in\u00e9dita, determinou a redu\u00e7\u00e3o do campo eletromagn\u00e9tico gerado pelas linhas de transmiss\u00e3o de energia que cortam os bairros City Boa\u00e7ava e Alto de Pinheiros. \u00c9 a primeira vez que um tribunal do\u2026","rel":"","context":"Em &quot;X.Categorias velhas&quot;","block_context":{"text":"X.Categorias velhas","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/x-categorias-velhas\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":13101,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/morre-um-guerreiro-do-texto\/","url_meta":{"origin":12636,"position":4},"title":"Morre um guerreiro do texto","author":"Patr\u00edcia Marini","date":"14 de maio de 2014","format":false,"excerpt":"Por Ricardo Kotscho Reproduzido do blog do autor, 11\/5\/2014; t\u00edtulo original \u201cE l\u00e1 se foi o nosso Myltainho, guerreiro do texto\u201d. Mi\u00fado e franzino, meu amigo Myltainho era um valente e inconformado guerreiro na luta contra as injusti\u00e7as sociais, a hipocrisia, as maracutaias, o autoritarismo, a intoler\u00e2ncia, a viol\u00eancia, o\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]},{"id":13240,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/plano-diretor-estamos-construindo-o-caos\/","url_meta":{"origin":12636,"position":5},"title":"Plano diretor: &quot;Estamos construindo o caos&quot;","author":"Patr\u00edcia Marini","date":"26 de maio de 2014","format":false,"excerpt":"Desabafo que arquiteta Eliana Castilhos, delegada da Regi\u00e3o de Planejamento 1, postou nas redes sociais \u00e9 um testemunho do ambiente que se criou no Conselho do Plano Diretor de Porto Alegre, onde a aprova\u00e7\u00e3o de grandes empreendimentos \u00e9 empurrada guela abaixo dos conselheiros. Ao CMDUA Como delegada da Regi\u00e3o de\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Geral&quot;","block_context":{"text":"Geral","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/geral\/"},"img":{"alt_text":"","src":"","width":0,"height":0},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-3hO","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12636","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/8"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=12636"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/12636\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=12636"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=12636"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=12636"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}