{"id":12750,"date":"2013-11-19T18:17:35","date_gmt":"2013-11-19T21:17:35","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=12750"},"modified":"2013-11-19T18:17:35","modified_gmt":"2013-11-19T21:17:35","slug":"congresso-nacional-quer-corrigir-erro-historico","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/congresso-nacional-quer-corrigir-erro-historico\/","title":{"rendered":"Congresso Nacional quer corrigir erro hist\u00f3rico"},"content":{"rendered":"<p><img decoding=\"async\" class=\"alignleft wp-image-12751 size-full\" title=\"oglobo2abril64_ditadura\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2013\/11\/oglobo2abril64_ditadura.jpg\" alt=\"\" width=\"330\" height=\"544\" \/><br \/>\nNa pauta do Congresso Nacional desta noite, uma corre\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica: ser\u00e1 analisado um projeto de resolu\u00e7\u00e3o que anula a sess\u00e3o de 1\u00ba de abril de 1964, que decretou vaga a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica quando o presidente Jo\u00e3o Goulart ainda estava em territ\u00f3rio brasileiro.<br \/>\n\u201cRessurge a Democracia! Vive a Na\u00e7\u00e3o dias gloriosos. Porque souberam unir-se todos os patriotas, independentemente das vincula\u00e7\u00f5es pol\u00edticas simp\u00e1ticas ou opini\u00e3o sobre problemas isolados, para salvar o que \u00e9 de essencial: a democracia, a lei e a ordem.<br \/>\nOs grandes jornais da \u00e9poca, <em>O Globo<\/em> \u00e0 frente, publicaram a mentira como manchete, e abriram caminho para a consolida\u00e7\u00e3o do golpe civil-militar.<br \/>\nA jornalista Cristiane Costa pesquisou as manchetes dos principais jornais naqueles dias, originalmente publicada no blog BrHistoria.<br \/>\nO Globo de 2 de abril de 1964: &#8220;Fugiu Goulart e a democracia est\u00e1 sendo restaurada&#8221;&#8230; &#8220;atendendo aos anseios nacionais de paz, tranq\u00fcilidade e progresso&#8230; as For\u00e7as Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Na\u00e7\u00e3o na integridade de seus direitos, livrando-a do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal&#8221;.<br \/>\nGra\u00e7as \u00e0 decis\u00e3o e ao hero\u00edsmo das For\u00e7as Armadas que, obedientes a seus chefes, demonstraram a falta de vis\u00e3o dos que tentavam destruir a hierarquia e a disciplina, o Brasil livrou-se do governo irrespons\u00e1vel, que insistia em arrast\u00e1-lo para rumos contr\u00e1rios \u00e0 sua voca\u00e7\u00e3o e tradi\u00e7\u00f5es.<br \/>\nComo diz\u00edamos, no editorial de anteontem, a legalidade n\u00e3o poderia ter a garantia da subvers\u00e3o, a ancora dos agitadores, o anteparo da desordem. Em nome da legalidade n\u00e3o seria leg\u00edtimo admitir o assass\u00ednio das institui\u00e7\u00f5es, como se vinha fazendo, diante da Na\u00e7\u00e3o horrorizada &#8230;\u201d<br \/>\n<strong><em>(O Globo &#8211; Rio de Janeiro &#8211; 4 de Abril de 1964)<\/em><\/strong><br \/>\n\u201cMultid\u00f5es em j\u00fabilo na Pra\u00e7a da Liberdade.<br \/>\nOvacionados o governador do estado e chefes militares.<br \/>\nO ponto culminante das comemora\u00e7\u00f5es que ontem fizeram em Belo Horizonte, pela vit\u00f3ria do movimento pela paz e pela democracia foi, sem d\u00favida, a concentra\u00e7\u00e3o popular defronte ao Pal\u00e1cio da Liberdade. Toda \u00e1rea localizada em frente \u00e0 sede do governo mineiro foi totalmente tomada por enorme multid\u00e3o, que ali acorreu para festejar o \u00eaxito da campanha deflagrada em Minas (&#8230;), formando uma das maiores massas humanas j\u00e1 vistas na cidade\u201d<br \/>\n<strong><em>(O Estado de Minas &#8211; Belo Horizonte &#8211; 2 de abril de 1964)<\/em><\/strong><br \/>\nSalvos da comuniza\u00e7\u00e3o que celeremente se preparava, os brasileiros devem agradecer aos bravos militares que os protegeram de seus inimigos\u201d<br \/>\n\u201cEste n\u00e3o foi um movimento partid\u00e1rio. Dele participaram todos os setores conscientes da vida pol\u00edtica brasileira, pois a ningu\u00e9m escapava o significado das manobras presidenciais\u201d<br \/>\n<strong><em>(O Globo &#8211; Rio de Janeiro &#8211; 2 de Abril de 1964)<\/em><\/strong><br \/>\n\u201cA popula\u00e7\u00e3o de Copacabana saiu \u00e0s ruas, em verdadeiro carnaval, saudando as tropas do Ex\u00e9rcito. Chuvas de pap\u00e9is picados ca\u00edam das janelas dos edif\u00edcios enquanto o povo dava vaz\u00e3o, nas ruas, ao seu contentamento\u201d<br \/>\n<strong><em>(O Dia &#8211; Rio de Janeiro &#8211; 2 de Abril de 1964)<\/em><\/strong><br \/>\n\u201cEscorra\u00e7ado, amorda\u00e7ado e acovardado, deixou o poder como imperativo de leg\u00edtima vontade popular o Sr Jo\u00e3o Belchior Marques Goulart, infame l\u00edder dos comuno-carreiristas-negocistas-sindicalistas. Um dos maiores gatunos que a hist\u00f3ria brasileira j\u00e1 registrou., o Sr Jo\u00e3o Goulart passa outra vez \u00e0 hist\u00f3ria, agora tamb\u00e9m como um dos grandes covardes que ela j\u00e1 conheceu.\u201d<br \/>\n<strong><em>(Tribuna da Imprensa &#8211; Rio de Janeiro &#8211; 2 de Abril de 1964)<\/em><\/strong><br \/>\n\u201cA paz alcan\u00e7ada. A vit\u00f3ria da causa democr\u00e1tica abre o Pa\u00eds a perspectiva de trabalhar em paz e de vencer as graves dificuldades atuais. N\u00e3o se pode, evidentemente, aceitar que essa perspectiva seja toldada, que os \u00e2nimos sejam postos a fogo. Assim o querem as For\u00e7as Armadas, assim o quer o povo brasileiro e assim dever\u00e1 ser, pelo bem do Brasil\u201d<br \/>\n<strong><em>(Editorial de O Povo &#8211; Fortaleza &#8211; 3 de Abril de 1964)<\/em><\/strong><br \/>\n\u201cDesde ontem se instalou no Pa\u00eds a verdadeira legalidade &#8230; Legalidade que o caudilho n\u00e3o quis preservar, violando-a no que de mais fundamental ela tem: a disciplina e a hierarquia militares. A legalidade est\u00e1 conosco e n\u00e3o com o caudilho aliado dos comunistas\u201d<br \/>\n<strong><em>(Editorial do Jornal do Brasil &#8211; Rio de Janeiro &#8211; 1\u00ba de Abril de 1964)<\/em><\/strong><br \/>\n\u201cMilhares de pessoas compareceram, ontem, \u00e0s solenidades que marcaram a posse do marechal Humberto Castelo Branco na Presid\u00eancia da Rep\u00fablica &#8230;O ato de posse do presidente Castelo Branco revestiu-se do mais alto sentido democr\u00e1tico, tal o apoio que obteve\u201d<br \/>\n<strong><em>(Correio Braziliense &#8211; Bras\u00edlia &#8211; 16 de Abril de 1964)<\/em><\/strong><br \/>\n\u201cVibrante manifesta\u00e7\u00e3o sem precedentes na hist\u00f3ria de Santa Maria para homenagear as For\u00e7as Armadas. Cinquenta mil pessoas na Marcha C\u00edvica do Agradecimento\u201d<br \/>\n<strong><em>(A Raz\u00e3o &#8211; Santa Maria &#8211; RS &#8211; 17 de Abril de 1964)<\/em><\/strong><br \/>\n\u201cVive o Pa\u00eds, h\u00e1 nove anos, um desses per\u00edodos f\u00e9rteis em programas e inspira\u00e7\u00f5es, gra\u00e7as \u00e0 transposi\u00e7\u00e3o do desejo para a vontade de crescer e afirmar-se. Negue-se tudo a essa revolu\u00e7\u00e3o brasileira, menos que ela n\u00e3o moveu o Pa\u00eds, com o apoio de todas as classes representativas, numa dire\u00e7\u00e3o que j\u00e1 a destaca entre as na\u00e7\u00f5es com parcela maior de responsabilidades\u201d.<br \/>\n<strong> <em>(Editorial do Jornal do Brasil &#8211; Rio de Janeiro &#8211; 31 de Mar\u00e7o de 1973)<\/em><\/strong><br \/>\n\u201cGolpe? \u00c9 crime s\u00f3 pun\u00edvel pela deposi\u00e7\u00e3o pura e simples do Presidente. Atentar contra a Federa\u00e7\u00e3o \u00e9 crime de lesa-p\u00e1tria. Aqui acusamos o Sr. Jo\u00e3o Goulart de crime de lesa-p\u00e1tria. Jogou-nos na luta fratricida, desordem social e corrup\u00e7\u00e3o generalizada\u201d.<br \/>\n<strong><em>(Jornal do Brasil, edi\u00e7\u00e3o de 01 de abril de 1964.)<\/em><\/strong><br \/>\n&#8220;Participamos da Revolu\u00e7\u00e3o de 1964 identificados com os anseios nacionais de preserva\u00e7\u00e3o das institui\u00e7\u00f5es democr\u00e1ticas, amea\u00e7adas pela radicaliza\u00e7\u00e3o ideol\u00f3gica, greves, desordem social e corrup\u00e7\u00e3o generalizada&#8221;.<br \/>\nEditorial do jornalista Roberto Marinho, publicado no jornal&#8221;<br \/>\n<strong><em>(O Globo&#8221;, edi\u00e7\u00e3o de 07 de outubro de 1984, sob o t\u00edtulo: &#8220;Julgamento da Revolu\u00e7\u00e3o&#8221;).<\/em><\/strong><br \/>\n<span class=\"intertit\">Mais algumas manchetes:<\/span><br \/>\n31\/03\/64 \u2013 CORREIO DA MANH\u00c3 \u2013 (Do editorial, BASTA!): &#8220;O Brasil j\u00e1 sofreu demasiado com o governo atual. Agora, basta!&#8221;<br \/>\n1\u00b0\/04\/64 \u2013 CORREIO DA MANH\u00c3 \u2013 (Do editorial, FORA!): &#8220;S\u00f3 h\u00e1 uma coisa a dizer ao Sr. Jo\u00e3o Goulart: Saia!&#8221;<br \/>\n1o\/04\/64 \u2013 ESTADO DE S\u00c3O PAULO \u2013 (S\u00c3O PAULO REPETE 32) &#8220;Minas desta vez est\u00e1 conosco&#8221;&#8230; &#8220;dentro de poucas horas, essas for\u00e7as n\u00e3o ser\u00e3o mais do que uma parcela m\u00ednima da incont\u00e1vel legi\u00e3o de brasileiros que anseiam por demonstrar definitivamente ao caudilho que a na\u00e7\u00e3o jamais se vergar\u00e1 \u00e0s suas imposi\u00e7\u00f5es.&#8221;<br \/>\n02\/04\/64 \u2013 O GLOBO \u2013 &#8220;Fugiu Goulart e a democracia est\u00e1 sendo restaurada&#8221;&#8230; &#8220;atendendo aos anseios nacionais de paz, tranq\u00fcilidade e progresso&#8230; as For\u00e7as Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Na\u00e7\u00e3o na integridade de seus direitos, livrando-a do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal&#8221;.<br \/>\n02\/04\/64 \u2013 CORREIO DA MANH\u00c3 \u2013 &#8220;Lacerda anuncia volta do pa\u00eds \u00e0 democracia.&#8221;<br \/>\n05\/04\/64 \u2013 O GLOBO \u2013 &#8220;A Revolu\u00e7\u00e3o democr\u00e1tica antecedeu em um m\u00eas a revolu\u00e7\u00e3o comunista&#8221;.<br \/>\n05\/04\/64 \u2013 O ESTADO DE MINAS \u2013 &#8220;Feliz a na\u00e7\u00e3o que pode contar com corpora\u00e7\u00f5es militares de t\u00e3o altos \u00edndices c\u00edvicos&#8221;. &#8220;Os militares n\u00e3o dever\u00e3o ensarilhar suas armas antes que emude\u00e7am as vozes da corrup\u00e7\u00e3o e da trai\u00e7\u00e3o \u00e0 p\u00e1tria.&#8221;<br \/>\n06\/04\/64 \u2013 JORNAL DO BRASIL \u2013 &#8220;PONTES DE MIRANDA diz que For\u00e7as Armadas violaram a Constitui\u00e7\u00e3o para poder salv\u00e1-la!&#8221;<br \/>\n09\/04\/64 \u2013 JORNAL DO BRASIL \u2013 &#8220;Congresso concorda em aprovar Ato Institucional&#8221;.<br \/>\nEnvie sua contribui\u00e7\u00e3o para enriquecer essa pesquisa!<br \/>\n<span class=\"assina\">Pesquisa: Clarissa Pont<\/span><br \/>\nNa pauta do Congresso Nacional desta noite, uma corre\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica: ser\u00e1 analisado um projeto de resolu\u00e7\u00e3o que anula a sess\u00e3o de 1\u00ba de abril de 1964, que decretou vaga a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica quando o presidente Jo\u00e3o Goulart ainda estava em territ\u00f3rio brasileiro.<br \/>\nOs grandes jornais da \u00e9poca, O Globo \u00e0 frente, publicaram a mentira como manchete, e abriram caminho para a consolida\u00e7\u00e3o do golpe civil-militar.<br \/>\nA jornalista Cristiane Costa pesquisou as manchetes dos principais jornais naqueles dias, originalmente publicada no blog BrHistoria.<br \/>\nO Globo de 2 de abril de 1964: &#8220;Fugiu Goulart e a democracia est\u00e1 sendo restaurada&#8221;&#8230; &#8220;atendendo aos anseios nacionais de paz, tranq\u00fcilidade e progresso&#8230; as For\u00e7as Armadas chamaram a si a tarefa de restaurar a Na\u00e7\u00e3o na integridade de seus direitos, livrando-a do amargo fim que lhe estava reservado pelos vermelhos que haviam envolvido o Executivo Federal&#8221;.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Na pauta do Congresso Nacional desta noite, uma corre\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica: ser\u00e1 analisado um projeto de resolu\u00e7\u00e3o que anula a sess\u00e3o de 1\u00ba de abril de 1964, que decretou vaga a Presid\u00eancia da Rep\u00fablica quando o presidente Jo\u00e3o Goulart ainda estava em territ\u00f3rio brasileiro. \u201cRessurge a Democracia! 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