{"id":12878,"date":"2013-12-20T20:27:53","date_gmt":"2013-12-20T23:27:53","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=12878"},"modified":"2013-12-20T20:27:53","modified_gmt":"2013-12-20T23:27:53","slug":"o-velho-pink-floyd-uniu-geracoes-no-bar-ocidente","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-velho-pink-floyd-uniu-geracoes-no-bar-ocidente\/","title":{"rendered":"O velho Pink Floyd uniu gera\u00e7\u00f5es no bar Ocidente"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">Francisco Ribeiro (colaborou S\u00e9rgio Lagranha)<\/span><br \/>\nO \u201cProjeto Pink Floyd das antigas\u201d \u2013 reuni\u00e3o de m\u00fasicos com o objetivo de tocar m\u00fasicas da primeira fase do renomado conjunto ingl\u00eas \u2013 entusiasmou o p\u00fablico que nesta \u00faltima quinta-feira (19\/12) lotou a pista do bar Ocidente, em Porto Alegre.<br \/>\nNo repert\u00f3rio, cl\u00e1ssicos \u2013 como Atom heart mother, Astronomy domine, Lucifer Sam, Bike, Interestellar overdrive, Echoes, Cymbaline, e A soucerful of secret \u2013 que fizeram a alegria da galera \u2013 v\u00e1rias gera\u00e7\u00f5es misturadas \u2013 que dan\u00e7ou e, principalmente, viajou ao som psicod\u00e9lico e progressivo de uma das maiores bandas de todos os tempos.<br \/>\nFundado h\u00e1 quase meio s\u00e9culo e oficialmente extinto em 1996 \u2013 embora os membros sobreviventes da banda (David Gilmour, Roger Waters e Nick Mason) \u00e0s vezes se re\u00fanam para tocar \u2013 o Pink Floyd tem milh\u00f5es de f\u00e3s pelo mundo, incluindo m\u00fasicos de grande talento que sentem um grande prazer em se apresentarem como covers dos seus \u00eddolos.<br \/>\nTal \u00e9 o caso dos membros do \u201cProjeto Pink Floyd das antiga\u201d, formado por Chico Paix\u00e3o, guitarra e voz; Leonardo Boff, teclado e voz; Pedro Porto, baixo; Pedro Hahn, bateria; e Fernanda Lantz, proje\u00e7\u00f5es. Criado em 2004, o Projeto, segundo um dos seus idealizadores, Pedro Porto, da banda ga\u00facha Ultramen, passa fundamentalmente pelo conceito de uma escola de f\u00e3s: identidade, admira\u00e7\u00e3o, e, simplesmente, uma imensa vontade de tocar essas m\u00fasicas maravilhosas, \u00fanicas.<br \/>\nO Projeto circunscreve um per\u00edodo da hist\u00f3ria do Pink Floyd: vai de 1967, ano do lan\u00e7amento do \u00e1lbum \u201cThe piper at the gates of dawn\u201d, que teve a participa\u00e7\u00e3o do guitarrista e vocalista Syd Barret; at\u00e9 o lan\u00e7amento de \u201cObscured by clouds\u201d, em 1972. Grande per\u00edodo lis\u00e9rgico e experimental do s\u00e9culo passado, misturando vanguardas art\u00edsticas e revolucion\u00e1rias.<br \/>\nTrata-se de um rico legado. E foi para curti-lo que na t\u00f3rrida noite de quinta-feira (19\/12), cerca de 200 pessoas \u2013 a maioria tendo idade para ser neto(a) de Gilmour, Mason e Waters \u2013 lotou a pista do Ocidente para ouvir o grupo que homenageia os velhos bardos ingleses. O som era envolvente, podia-se dan\u00e7ar, ou balan\u00e7ar suavemente em m\u00fasicas como \u201cCymbaline\u201d: \u201cits high time, Cymbaline, it\u2019s high time, Cymbaline, please wake me\u201d.<br \/>\nImposs\u00edvel n\u00e3o ficar acordado com a altura dos acordes das guitarras, teclado, bateria, que dificultavam a conversa, mas aproximavam as pessoas pela cumplicidade que as unia, provocada pela qualidade das can\u00e7\u00f5es, das performances dos m\u00fasicos. O sentimento era de lembran\u00e7as que na verdade se atualizavam, pois, apesar do tempo, Pink Floyd continua soando moderno e maravilhoso como um bom Debussy psicod\u00e9lico. Ou, como se diria nos long\u00ednquos anos 1970: que baita som!<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Francisco Ribeiro (colaborou S\u00e9rgio Lagranha) O \u201cProjeto Pink Floyd das antigas\u201d \u2013 reuni\u00e3o de m\u00fasicos com o objetivo de tocar m\u00fasicas da primeira fase do renomado conjunto ingl\u00eas \u2013 entusiasmou o p\u00fablico que nesta \u00faltima quinta-feira (19\/12) lotou a pista do bar Ocidente, em Porto Alegre. 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