{"id":15681,"date":"2014-07-22T16:44:55","date_gmt":"2014-07-22T19:44:55","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=15681"},"modified":"2014-07-22T16:44:55","modified_gmt":"2014-07-22T19:44:55","slug":"ponte-interditada-prejudica-60-municipios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/ponte-interditada-prejudica-60-municipios\/","title":{"rendered":"Ponte interditada prejudica 60 munic\u00edpios"},"content":{"rendered":"<p>A ponte sobre o rio Uruguai na BR 158, divisa Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com 1003 metros de extens\u00e3o, est\u00e1 parcialmente interditada h\u00e1 oito meses \u2013 afetando uma vasta regi\u00e3o produtiva do sul do Pa\u00eds, com pesados preju\u00edzos econ\u00f4micos.<br \/>\nO presidente da Organiza\u00e7\u00e3o das Cooperativas de Santa Catarina (Ocesc), Marcos Ant\u00f4nio Zordan, considerou a situa\u00e7\u00e3o um \u201cdescalabro nacional\u201d.<br \/>\nO problema se arrasta desde novembro do ano passado, quando motoristas e pedestres alertaram as autoridades sobre balan\u00e7os e movimenta\u00e7\u00f5es excessivas das estruturas da ponte localizada entre os munic\u00edpios de Irai (RS) e Palmitos (SC), nas microrregi\u00f5es do noroeste sul-rio-grandense e oeste catarinense.<br \/>\nAl\u00e9m de situar-se no tra\u00e7ado da BR 158, a ponte marca o quil\u00f4metro zero da BR-386.<br \/>\nT\u00e9cnicos do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) inspecionaram, na \u00e9poca, a ponte e decretaram situa\u00e7\u00e3o de emerg\u00eancia.<br \/>\nAp\u00f3s diversas vistorias na estrutura, engenheiros e projetistas da autarquia constataram falhas em um dos v\u00e3os. As placas da ponte se movem em condi\u00e7\u00f5es acima do considerado normal. Com o movimento intenso, as prote\u00e7\u00f5es laterais, em concreto, tamb\u00e9m foram danificadas.<br \/>\n<span class=\"intertit\">infiltra\u00e7\u00f5es e emendas<\/span><br \/>\nEmbaixo, \u00e9 poss\u00edvel perceber que h\u00e1 infiltra\u00e7\u00e3o nas emendas. O DNIT acredita que a movimenta\u00e7\u00e3o da ponte decorra do desgaste das borrachas que cal\u00e7am a estrutura.<br \/>\nO documento elaborado pelo DNIT foi encaminhado ao Minist\u00e9rio dos Transportes, em Bras\u00edlia, e a obra emergencial na ponte, com dispensa de licita\u00e7\u00e3o, j\u00e1 deveria estar conclu\u00edda, mas nunca foi contratada.<br \/>\n\u201cEssa situa\u00e7\u00e3o absurda causa enormes preju\u00edzos para toda a regi\u00e3o\u201d, resume Zordan.<br \/>\nDesde novembro do ano passado o tr\u00e1fego ocupa apenas meia pista. Com as cheias de junho deste ano, a situa\u00e7\u00e3o agravou-se. Desde o dia 11 deste m\u00eas de julho, al\u00e9m de meia pista, s\u00f3 podem transitar autom\u00f3veis e caminh\u00f5es com no m\u00e1ximo 16 toneladas.<br \/>\nOu seja: o transporte pesado n\u00e3o pode mais utilizar uma das principais liga\u00e7\u00f5es entre os dois Estados do extremo sul do Brasil.<br \/>\nDeixam de passar pela regi\u00e3o mais de 1.000 carretas por dia. Agora, esses ve\u00edculos pesados fazem desvios de mais de 200 quil\u00f4metros mais ao oeste (via Tenente Portela, Itapiranga) ou mais ao leste (via Chapec\u00f3, Nonoa\u00ed).<br \/>\n&#8220;Essa situa\u00e7\u00e3o dificulta e encarece a circula\u00e7\u00e3o de m\u00e1quinas, equipamentos, gr\u00e3os, aves e su\u00ednos, prejudicando as empresas, as cooperativas, os consumidores e os munic\u00edpios \u201c, assinala o presidente da Ocesc.<br \/>\nAl\u00e9m dos preju\u00edzos para as empresas que dependem do transporte de mat\u00e9rias-primas, produtos e mercadorias, com o fim do transporte pesado, o com\u00e9rcio regional est\u00e1 sofrendo: caiu em 70% o movimento dos postos de combust\u00edveis, mec\u00e2nicas, restaurantes, borracharias e hot\u00e9is do entorno da ponte.<br \/>\nO DNIT est\u00e1 sinalizando os trechos pr\u00f3ximos \u00e0 ponte para que os motoristas possam pegar rotas alternativas.<br \/>\nATO<br \/>\nLideran\u00e7as empresariais, profissionais e pol\u00edticas dos dois Estados manter\u00e3o encontro com o superintendente do DNIT do Rio Grande do Sul na ter\u00e7a-feira (29), \u00e0s 14 horas, na C\u00e2mara de Vereadores de Irai (RS).<br \/>\nLogo em seguida, far\u00e3o ato p\u00fablico na ponte. Um dos organizadores \u00e9 o empres\u00e1rio Ivan Dallagnol, propriet\u00e1rio do Posto Kakareko.<br \/>\nO evento reunir\u00e1 representantes de 60 munic\u00edpios prejudicados pelo atual status da ponte.<br \/>\n&nbsp;<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A ponte sobre o rio Uruguai na BR 158, divisa Rio Grande do Sul e Santa Catarina, com 1003 metros de extens\u00e3o, est\u00e1 parcialmente interditada h\u00e1 oito meses \u2013 afetando uma vasta regi\u00e3o produtiva do sul do Pa\u00eds, com pesados preju\u00edzos econ\u00f4micos. 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