{"id":16239,"date":"2014-08-03T02:53:50","date_gmt":"2014-08-03T05:53:50","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=16239"},"modified":"2014-08-03T02:53:50","modified_gmt":"2014-08-03T05:53:50","slug":"uma-homenagem-ao-mestre-do-humor-e-da-literatura","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/uma-homenagem-ao-mestre-do-humor-e-da-literatura\/","title":{"rendered":"Uma homenagem ao mestre do humor e da literatura"},"content":{"rendered":"<p>Escritor, jornalista, humorista, cartunista, artista pl\u00e1stico, blogueiro, editor, tradutor (de Shakespeare, inclusive), dramaturgo&#8230; \u00c9 dif\u00edcil dizer em qual dessas \u00e1reas Millor Fernandes se destacou. Foi original e insuper\u00e1vel em quase tudo o que fez.<br \/>\nMorto em mar\u00e7o de 2012, agora foi homenageado no Festival Liter\u00e1rio Internacional de Parati, encerrado neste domingo,3.<br \/>\nHoje consagrado internacionalmente, o Festival de Parati teve em Millor um de seus primeiros participantes e um apoiador entusiasta. Justa homenagem e justa lembran\u00e7a de um dos mais l\u00facidos intelectuais que o Brasil j\u00e1 teve.<br \/>\n<a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Millor-Fernandes.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-16240 size-medium\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2014\/08\/Millor-Fernandes-300x182.jpg\" alt=\"Millor Fernandes\" width=\"300\" height=\"182\" \/><\/a><br \/>\nA obra de Mill\u00f4r \u00e9 extensa e diversificada: poemas, desenhos, narrativas, f\u00e1bulas, contos, sempre marcados pelo humor e ironia.<br \/>\nNo livro &#8220;Mill\u00f4r definitivo &#8211; A B\u00edblia do caos&#8221;, (Editora L&amp;PM pocket), encontram-se mais de 5 mil aforismos e pensamentos, apresentados por temas em ordem alfab\u00e9tica.<br \/>\nOutra obra interessante \u00e9 &#8220;A verdadeira hist\u00f3ria do Para\u00edso&#8221; (Editora Desiderata). O livro, que cont\u00e9m ilustra\u00e7\u00f5es do pr\u00f3prio autor, \u00e9 uma narrativa bem-humorada a respeito da origem da vida e o papel (nem sempre edificante) da humanidade no planeta terra.<br \/>\n&#8211; Al\u00e9m dos livros, os textos de Mill\u00f4r Fernandes podem ser acessados em http:\/\/www2.uol.com.br\/millor.<br \/>\n<strong>Cronologia:<\/strong><br \/>\nEm 1956, dividiu com Saul Steinberg (1914-1999) o primeiro pr\u00eamio na Exposi\u00e7\u00e3o Internacional do Museu de Caricatura de Buenos Aires. Nascido na Rom\u00eania e consagrado nos EUA, Steinberg tem uma trajet\u00f3ria compar\u00e1vel \u00e0 de Mill\u00f4r: ambos publicaram seus desenhos e ilustra\u00e7\u00f5es periodicamente em jornais e revistas, em Nova York e no Rio de Janeiro, e foram reconhecidos por suas impress\u00f5es muitas vezes sagazes, cr\u00edticos e mordazes, mas sempre repletas de um humor \u00edmpar, sobre o cotidiano de seus respectivos pa\u00edses.<br \/>\nNa d\u00e9cada de 1960, junto com Jaguar, Ziraldo, Fortuna, entre outros, funda o jornal &#8220;O Pasquim&#8221;, que marcaria o humor pol\u00edtico num per\u00edodo obscuro da hist\u00f3ria nacional. Colaborou com v\u00e1rios peri\u00f3dicos, entre eles a revista Veja, em dois per\u00edodos, entre 1968-1982 e 2004 -2009.<br \/>\nAo longo de sua vida, publicou mais de 40 livros de prosa, poesia, reflex\u00f5es, teatro, tradu\u00e7\u00f5es, cr\u00edtica e desenhos. Sem jamais deixar de produzir &#8211; afirmou, no fim da vida, que continuava a fazer &#8220;dez coisas ao mesmo tempo&#8221;, todos os dias &#8211; mesmo com problemas de sa\u00fade, manteve na internet a p\u00e1gina Mill\u00f4r Online. Publicado desde 2000, o site era um canal de acesso peri\u00f3dico ao seu pensamento e humor peculiares. (Com Claudio Willer)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Escritor, jornalista, humorista, cartunista, artista pl\u00e1stico, blogueiro, editor, tradutor (de Shakespeare, inclusive), dramaturgo&#8230; \u00c9 dif\u00edcil dizer em qual dessas \u00e1reas Millor Fernandes se destacou. Foi original e insuper\u00e1vel em quase tudo o que fez. Morto em mar\u00e7o de 2012, agora foi homenageado no Festival Liter\u00e1rio Internacional de Parati, encerrado neste domingo,3. 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