{"id":1680,"date":"2008-10-01T14:50:09","date_gmt":"2008-10-01T17:50:09","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=1680"},"modified":"2008-10-01T14:50:09","modified_gmt":"2008-10-01T17:50:09","slug":"mais-duas-semanas-na-galeria-bublitz-exposicao-de-arte-africana","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/mais-duas-semanas-na-galeria-bublitz-exposicao-de-arte-africana\/","title":{"rendered":"Arte Africana na Galeria Bublitz por mais duas semanas"},"content":{"rendered":"<p><em>Devido ao sucesso de p\u00fablico, a galeria de arte mant\u00e9m at\u00e9 18 de outubro a mostra de pe\u00e7as trazidas da parte ocidental da \u00c1frica<\/em><br \/>\nS\u00e3o cerca de 180 objetos rec\u00e9m-trazidos de diversos pa\u00edses da chamada \u00c1frica Negra, conhecida tamb\u00e9m como \u00c1frica Subsaariana, que est\u00e3o em exposi\u00e7\u00e3o at\u00e9 o pr\u00f3ximo dia 18 de outubro na Galeria de Arte Bublitz, em Porto Alegre. A exposi\u00e7\u00e3o intitulada  II Mostra Bublitz de Arte Africana apresenta um pouco do modo de vida, dos costumes e das tradi\u00e7\u00f5es daqueles povos.<br \/>\nAs pe\u00e7as mostram, mais especificamente, trabalhos de lugares localizados na parte ocidental do continente, como Costa do Marfim, Gana, Guin\u00e9, Togo, Mali, Burkina Fasso, Gab\u00e3o e Congo, pertencentes \u00e0s etnias dan, bagas, bambara, baule, dogon, bobo e ashanti, entre outras. S\u00e3o pentes, tecidos, esculturas, m\u00e1scaras, cestos de palha, al\u00e9m de bancos e potes de madeira. \u201cH\u00e1 pe\u00e7as com valor de uso por terem participado em alguma atividade das aldeias africanas\u201d, explica os marchands e organizadores do acervo da exposi\u00e7\u00e3o, Adilson Falc\u00e3o e Bernardo Amado Figueiredo.<br \/>\nA II Mostra Bublitz de Arte Africana revela a diversidade e vitalidade da arte africana, com pe\u00e7as produzidas em um passado recente. Entre elas, algumas se destacam, como janelas de celeiro da etnia Dogon que vivem no Mali e as calaba\u00e7as em madeira feitas pelos wolof  do Senegal. Outro objeto que chama aten\u00e7\u00e3o s\u00e3o os denominados bonecos-marionetes Bambaras, origin\u00e1rios do Mali que s\u00e3o usados nos teatros infantis da regi\u00e3o. H\u00e1 ainda os tecidos conhecidos por Cubas, origin\u00e1rios do Congo, que durante muito tempo foram usados como moeda de troca no com\u00e9rcio da regi\u00e3o, e que s\u00e3o de beleza \u00edmpar.<br \/>\nA arte africana, resultado de uma grande influ\u00eancia de etnias e culturas presentes naquele continente, caracteriza-se por ser totalmente funcional, ou seja, voltada para a utiliza\u00e7\u00e3o do objeto. As m\u00e1scaras, por exemplo, representavam para os africanos um disfarce que permitia a incorpora\u00e7\u00e3o de esp\u00edritos e tamb\u00e9m a aquisi\u00e7\u00e3o de for\u00e7as m\u00e1gicas e m\u00edsticas, utilizadas em benef\u00edcio da comunidade para a cura de doentes, em rituais f\u00fanebres etc.<br \/>\nA exposi\u00e7\u00e3o ficar\u00e1 aberta \u00e0 visita\u00e7\u00e3o Av. Neusa Brizola, 143, por mais 15 dias, at\u00e9 18 de outubro, de segundas \u00e0s sextas-feiras, das 9h \u00e0s 19h, e aos s\u00e1bados, das 9h \u00e0s 16h, telefone 3029.0109.<br \/>\nMais informa\u00e7\u00f5es, assim como entrevistas, podem ser obtidas com o galerista Nicholas Bublitz atrav\u00e9s do telefone 51.8444.8901 ou com o marchand Adilson Falc\u00e3o no telefone 11-8626-3170.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Devido ao sucesso de p\u00fablico, a galeria de arte mant\u00e9m at\u00e9 18 de outubro a mostra de pe\u00e7as trazidas da parte ocidental da \u00c1frica S\u00e3o cerca de 180 objetos rec\u00e9m-trazidos de diversos pa\u00edses da chamada \u00c1frica Negra, conhecida tamb\u00e9m como \u00c1frica Subsaariana, que est\u00e3o em exposi\u00e7\u00e3o at\u00e9 o pr\u00f3ximo dia 18 de outubro na Galeria [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[432,327,433],"class_list":["post-1680","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-x-categorias-velhas","tag-africa","tag-arte","tag-cultura-africana"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-r6","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1680","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1680"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1680\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1680"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1680"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1680"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}