{"id":1682,"date":"2008-10-01T15:35:04","date_gmt":"2008-10-01T18:35:04","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=1682"},"modified":"2008-10-01T15:35:04","modified_gmt":"2008-10-01T18:35:04","slug":"brasil-produziu-351-milhoes-de-livros-em-2007","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/brasil-produziu-351-milhoes-de-livros-em-2007\/","title":{"rendered":"Brasil produziu 351 milh\u00f5es de livros em 2007"},"content":{"rendered":"<p>O mercado editorial brasileiro cresceu 6,4% em 2007 e seu faturamento anual foi de R$ 2,28 bilh\u00f5es, ante R$ 2,14 bilh\u00f5es no ano anterior. As editoras venderam no per\u00edodo um total de 200.257.845 exemplares, 8,2% a mais que em 2006, quando foram comercializados 185.061.646 exemplares. O n\u00famero de livros produzidos no Pa\u00eds, um dos oito maiores produtores de livros no mundo, cresceu ainda mais: 9,5% (351.396.288 exemplares, ante os 320.636.824 de um ano antes). Os dados foram anunciados hoje (1\/10), em S\u00e3o Paulo, pela C\u00e2mara Brasileira do Livro (CBL) e Sindicato Nacional de Editores de Livros (Snel) e fazem parte da pesquisa Produ\u00e7\u00e3o e Vendas do Setor Editorial Brasileiro 2007, realizada pela Funda\u00e7\u00e3o Instituto de Pesquisas Econ\u00f4micas (Fipe).<br \/>\nJ\u00e1 a quantidade de novos t\u00edtulos editados no Pa\u00eds caiu: foram lan\u00e7ados 18.356 obras, enquanto que no ano anterior esse n\u00famero chegou a 20.177. A quantidade de livros impressos em 1\u00aa edi\u00e7\u00e3o supera, no entanto, em 37,9% a de 2006: foram produzidos 112.248.282, ante 81.374.917. O total de t\u00edtulos editados no ano, o que inclui as reedi\u00e7\u00f5es, tamb\u00e9m foi menor. De acordo com o levantamento, 45.092 t\u00edtulos foram editados em 2007 (26.736 eram reedi\u00e7\u00f5es), contra 46.025 (25.848 reeditados) de 2006.<br \/>\n<strong>Religiosos e infantis &#8211;<\/strong> O maior aumento foi registrado na categoria de religiosos. Em 2007, foram editados 5.570 t\u00edtulos desse g\u00eanero no Pa\u00eds, 27% mais que em 2006, quando foram editados 4.383 t\u00edtulos. Na outra ponta, a maior queda se deu no setor de Cient\u00edficos, T\u00e9cnicos e Profissionais. Em 2007, foram editados 9.780 t\u00edtulos desse g\u00eanero no Pa\u00eds, 19% menos que os 12.081 de 2006. Os religiosos tamb\u00e9m foram respons\u00e1veis pelo maior aumento percentual no faturamento das editoras. Em 2007, a venda desses livros pelas editoras foi de R$ 273,1 milh\u00f5es, 12,8% maior que os R$ 242,1 milh\u00f5es de 2006.<br \/>\nO levantamento tamb\u00e9m mostrou que o maior aumento na produ\u00e7\u00e3o de livros se deu na literatura infantil. Em 2007, foram produzidos 14.753.213 de exemplares em 3.491 t\u00edtulos, contra 12.808.625 e 3.031, respectivamente, um ano antes, o que significa um aumento de 15,1%.<br \/>\n<strong>Livrarias \u2013<\/strong> As livrarias continuam sendo o canal mais importante para o escoamento da produ\u00e7\u00e3o, com quase metade dos neg\u00f3cios, mas houve um pequeno recuo na sua participa\u00e7\u00e3o: 49,1% para 47,6%. O maior aumento se deu nas vendas para a internet, que saltaram de 0,4% para 1,7%. Embora pequeno em n\u00fameros absolutos, o crescimento na participa\u00e7\u00e3o foi de 285%. Outro aumento significativo se deu nos segmento de venda de livros porta a porta. Em 2007, a participa\u00e7\u00e3o do setor foi de 9,6% no total de livros vendidos pelas editoras, o que representa uma evolu\u00e7\u00e3o de 91,3%. Em tempos de internet, quase 20 milh\u00f5es de exemplares foram vendidos pelas editoras a vendedores porta a porta, o que faz dele o terceiro canal de vendas mais importante para as editoras, ficando atr\u00e1s apenas das livrarias e dos pr\u00f3prios distribuidores (21,5% de participa\u00e7\u00e3o).<br \/>\nParticipa\u00e7\u00e3o \u2013 A pesquisa Produ\u00e7\u00e3o e Vendas do Setor Editorial Brasileiro 2007 consultou 545 editoras, mas apenas 59 delas responderam. Uma das raz\u00f5es apontadas pelos realizadores da pesquisa para a pouca disposi\u00e7\u00e3o das empresas est\u00e1 no temor com rela\u00e7\u00e3o \u00e0 divulga\u00e7\u00e3o de dados. Entretanto, segundo os coordenadores do estudo, o baixo n\u00famero de respondentes n\u00e3o comprometeu a representatividade da amostra se levado em conta o faturamento. Isso porque a tabula\u00e7\u00e3o dos dados dos question\u00e1rios foi feita a partir de uma classifica\u00e7\u00e3o das empresas de acordo com intervalos de faturamento. Para se ter uma id\u00e9ia, no grupo A, onde foram classificadas 417 editoras com faturamento de at\u00e9 R$ 1 milh\u00e3o por ano, apenas 11 empresas responderam. Por sua vez, no grupo D, onde foram enquadradas 13 editoras com faturamento superior a R$ 50 milh\u00f5es anuais, 10 enviaram suas respostas.<br \/>\n<em>Por Alexandre Malvestio, da ag\u00eancia Brasil Que L\u00ea<\/em><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>O mercado editorial brasileiro cresceu 6,4% em 2007 e seu faturamento anual foi de R$ 2,28 bilh\u00f5es, ante R$ 2,14 bilh\u00f5es no ano anterior. As editoras venderam no per\u00edodo um total de 200.257.845 exemplares, 8,2% a mais que em 2006, quando foram comercializados 185.061.646 exemplares. 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