{"id":1798,"date":"2008-10-31T15:37:24","date_gmt":"2008-10-31T18:37:24","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=1798"},"modified":"2008-10-31T15:37:24","modified_gmt":"2008-10-31T18:37:24","slug":"ja-editores-tem-6-lancamentos-na-feira-do-livro","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/ja-editores-tem-6-lancamentos-na-feira-do-livro\/","title":{"rendered":"J\u00c1 Editores tem seis lan\u00e7amentos na Feira do Livro"},"content":{"rendered":"<p><strong>Rolo Compressor,<br \/>\na m\u00e1quina de fazer gols<\/strong><br \/>\nRepleto de fotografias, Rolo Compressor \u2013 Mem\u00f3ria de um Time Fabuloso, do cronista esportivo Kenny Braga, ser\u00e1 apreciado pelos amantes do futebol de todas as cores, por trazer \u00e0 luz um pouco do que foi o futebol ga\u00facho no per\u00edodo em que a profissionaliza\u00e7\u00e3o no esporte, que j\u00e1 se consolidava em S\u00e3o Paulo e no Rio, ainda estava para come\u00e7ar no Rio Grande do Sul.<br \/>\nPara os colorados, ter\u00e1 o deleite especial de conhecer melhor o mitol\u00f3gico Rolo Compressor, o perfil dos seus principais personagens, dos craques que naquele cen\u00e1rio em que o mundo assistia a Segunda Guerra, come\u00e7avam a virar \u00eddolos da torcida, e depoimentos de alguns dos poucos que viram o Rolo jogar e est\u00e3o aqui para contar.<br \/>\nLan\u00e7amento dia 24 de outubro, 6\u00aa-feira, 18hs, no t\u00e9rreo do Mercado P\u00fablico de Porto Alegre, perto do Gambrinus e da Banca 40. Aut\u00f3grafos da Feira: 2 de novembro, domingo, 18h30, na pra\u00e7a.<br \/>\n<strong>As estradas de \u00e1gua<br \/>\ndo Rio Grande<\/strong><br \/>\nNavegar pelo territ\u00f3rio ga\u00facho \u00e9 poss\u00edvel e necess\u00e1rio. As hidrovias, adormecidas desde que o Brasil optou pelas rodovias como principal meio de transporte interno para cargas e pessoas, na d\u00e9cada de 1950, come\u00e7am a despertar impulsionadas por investimentos p\u00fablicos e privados.<br \/>\nJ\u00e1 \u00e9 poss\u00edvel fazer quase 800 quil\u00f4metros por hidrovias, e os planos chegam a prever um caminho de 1.300 quil\u00f4metros desde o rio Uruguai at\u00e9 o porto de Rio Grande, em obras para tornar-se o porto mais importante do Cone Sul, maior que os de Buenos Aires e Montevideo. Pelos rios e lagos at\u00e9 Rio Grande, o Mercosul ganha uma nova via para o mundo.<br \/>\nO livro-reportagem Navegando pelo Rio Grande, do jornalista Geraldo Hasse, conta a hist\u00f3ria deste Rio Grande aqu\u00e1tico, que n\u00e3o habita o imagin\u00e1rio popular. Desde a chegada dos primeiros desbravadores europeus, pela brava barra de Rio Grande; a epop\u00e9ia que foi a constru\u00e7\u00e3o dos molhes que domaram a entrada do porto; os rumos da povoa\u00e7\u00e3o do Estado determinada pelo cursos d\u2019\u00e1gua; e todo o potencial deste meio de transporte \u2013 tudo ilustrado com fotos e mapas. Um livro para estudantes de todas as idades.<br \/>\n<strong>Aut\u00f3grafos na Feira: 3 de novembro, 2\u00aa-feira, 17h30, na pra\u00e7a.<\/strong><br \/>\n<strong>Um invent\u00e1rio<br \/>\ndo Ferrabraz<\/strong><br \/>\nUma das regi\u00f5es mais pr\u00f3speras e urbanizadas Rio Grande do Sul, o Vale do Rio dos Sinos viu desaparecer grande parte de suas florestas. A comunidade da regi\u00e3o, liderada pela Organiza\u00e7\u00e3o N\u00e3o-Governamental Ara\u00e7\u00e1-piranga, iniciou um projeto para definir a cria\u00e7\u00e3o de uma unidade de conserva\u00e7\u00e3o com base no n\u00facleo da reserva do Morro do Ferrabraz.<br \/>\nPara garantir a conserva\u00e7\u00e3o do ambiente natural, flora e fauna remanescentes, a id\u00e9ia \u00e9 criar uma \u00e1rea de preserva\u00e7\u00e3o envolvendo, inicialmente, os munic\u00edpios de Araric\u00e1, Nova Hartz e Sapiranga. O respaldo do Minist\u00e9rio do Meio Ambiente, desde 2006, viabilizou o estudo para a cria\u00e7\u00e3o da unidade de conserva\u00e7\u00e3o, nos vales do Sinos e do Ca\u00ed. O livro Ferrabraz, Reserva da Biosfera resume o trabalho de caracteriza\u00e7\u00e3o da regi\u00e3o, que incluiu a elabora\u00e7\u00e3o de mapas e imagens, feito por uma equipe de 14 pesquisadores e apoiadores da ONG.  O livro foi organizado pelo bi\u00f3logo Lu\u00eds Fernando Stumpf e pelo jornalista Guilherme Kolling.<br \/>\nAut\u00f3grafos na Feira: 4 de novembro, 3\u00aa-feira, 19h30, na pra\u00e7a.<br \/>\n<strong>Chananeco<br \/>\nal\u00e9m da lenda<br \/>\n<\/strong><br \/>\nA micro-hist\u00f3ria \u00e9 efeita a partir de pesquisas como esta que resultou na biografia Chananeco, da Lenda para a Hist\u00f3ria, de C\u00e9sar Pires Machado. O historiador foi al\u00e9m do mito quase folcl\u00f3rico de Vasco Antonio da Fontoura Chananeco, um guerreiro que virou mote de causos sobre fa\u00e7anhas e bravuras mantidas vivas pela tradi\u00e7\u00e3o oral da Campanha ga\u00facha.<br \/>\nCesar Pires Machado investigou quem foi, al\u00e9m da lenda, este carreteiro e bodegueiro de campanha, que largou a carreta cheia de mercadorias na beira da estrada para acompanhar uma tropa de guerreiros que pasava rumo \u00e0 Guerra do Paraguai e, de l\u00e1, voltou coronel.<br \/>\nAut\u00f3grafos na Feira: 12 de novembro, 4\u00aa-feira, 18h30, na pra\u00e7a.<br \/>\n<strong>Como chegamos<br \/>\n\u00e0 petroqu\u00edmica<br \/>\n<\/strong><br \/>\nA petroqu\u00edmica brasileira tem meio s\u00e9culo. A Petroqu\u00edmica Faz Hist\u00f3ria, dos jornalistas Elmar Bones e S\u00e9rgio Lagranha, narra os fatores econ\u00f4micos e pol\u00edticos que influ\u00edram na petroqu\u00edmica brasileira, especialmente no Rio Grande do Sul.<br \/>\nNa primeira parte, Bones conta como foi o movimento que mobilizou o Estado para que o 3\u00ba p\u00f3lo petroqu\u00edmico brasileiro fosse constru\u00eddo em Triunfo, tr\u00eas d\u00e9cadas atr\u00e1s. Na segunda parte, Lagranha descreve inova\u00e7\u00f5es tecnol\u00f3gicas e as demandas dos mercados, que hoje desenham um quadro completamente diferente do que era nas primeiras fases desta ind\u00fastria que hoje est\u00e1 presente no cotidiano de todos.<br \/>\n<strong>Antonio Olinto,<br \/>\natual h\u00e1 meio s\u00e9culo<br \/>\n<\/strong><br \/>\nLeitura obrigat\u00f3ria para quem escreve e satisfa\u00e7\u00e3o para quem gosta de ler, Jornalismo e Literatura, o ensaio que Antonio Olinto escreveu em 1952, volta a ser publicado, com um cap\u00edtulo final escrito especialmente para esta edi\u00e7\u00e3o de 2008.<br \/>\nAt\u00e9 agora, o \u00fanico exemplar dispon\u00edvel para venda no Brasil, usado, podia ser encontrado na estante de livros raros de um sebo paulista, por R$ 185,60. Este lan\u00e7amento \u00e9, portanto, uma oportunidade imperd\u00edvel para agregar este cl\u00e1ssico a toda e qualquer biblioteca razo\u00e1vel.<br \/>\nAos 89 anos, Olinto vive no Rio de Janeiro. Sai cedo de casa, rumo \u00e0s favelas e sub\u00farbios cariocas, a montar bibliotecas comunit\u00e1rias. \u00c9 um projeto ao qual se dedica h\u00e1 anos e se consolidou com a cria\u00e7\u00e3o do Instituto Antonio Olinto. Sua obra liter\u00e1ria estende-se poesia, romance, ensaio, cr\u00edtica liter\u00e1ria e an\u00e1lise pol\u00edtica. Montou uma preciosa cole\u00e7\u00e3o de arte africana, pela qual se interessou mesmo antes de viver na \u00c1frica, onde foi adido cultura na Nig\u00e9ria.<br \/>\nEm 1994, este mineiro de Ub\u00e1, nascido em 1919, recebeu pelo conjunto da sua obra o Pr\u00eamio Machado de Assis, da Academia Brasileira de Letras, a mais alta la\u00farea liter\u00e1ria do Brasil. Em 1997, foi eleito para a Academia na cadeira n\u00ba 8, sucedendo o escritor Antonio Callado. Seus romances s\u00e3o traduzidos em v\u00e1rios idiomas.<br \/>\nO livro Jornalismo e Literatura, editado pelo MEC em 1955, foi adotado e cursos de Jornalismo em todo o Brasil.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Rolo Compressor, a m\u00e1quina de fazer gols Repleto de fotografias, Rolo Compressor \u2013 Mem\u00f3ria de um Time Fabuloso, do cronista esportivo Kenny Braga, ser\u00e1 apreciado pelos amantes do futebol de todas as cores, por trazer \u00e0 luz um pouco do que foi o futebol ga\u00facho no per\u00edodo em que a profissionaliza\u00e7\u00e3o no esporte, que j\u00e1 [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[462,468,469],"class_list":["post-1798","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-x-categorias-velhas","tag-feira-do-livro","tag-ja-editores","tag-lancamentos"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":1280,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-menino-que-se-tornou-brizola\/","url_meta":{"origin":1798,"position":0},"title":"O Menino que se Tornou Brizola","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"28 de julho de 2008","format":false,"excerpt":"Autor: Cleber Dioni A vida de Leonel Brizola, com \u00eanfase para os primeiros anos em Porto Alegre, at\u00e9 o ex\u00edlio no Uruguai e a volta, quinze anos depois. \u00a0\"...\u00c9ramos todos jovens e nos identific\u00e1vamos com aquela massa an\u00f4nima a percorrer as ruas de Porto Alegre, gritando 'Get\u00falio', 'Get\u00falio' e empunhando\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Livros&quot;","block_context":{"text":"Livros","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/livros\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/07\/brizola.gif?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-t0","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1798","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=1798"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/1798\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=1798"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=1798"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=1798"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}