{"id":1824,"date":"2008-11-25T12:05:30","date_gmt":"2008-11-25T15:05:30","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/2008\/11\/25\/1824\/"},"modified":"2008-11-25T12:05:30","modified_gmt":"2008-11-25T15:05:30","slug":"1824","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/1824\/","title":{"rendered":"Tudo s\u00e3o flores na vida de Jo\u00e3o"},"content":{"rendered":"<p><figure id=\"attachment_2406\" aria-describedby=\"caption-attachment-2406\" style=\"width: 300px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"size-medium wp-image-2406\" title=\"19_01_09_florista_hps-thiago_piccoli01\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2009\/01\/19_01_09_florista_hps-thiago_piccoli01-300x199.jpg\" alt=\"\" width=\"300\" height=\"199\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-2406\" class=\"wp-caption-text\">Jo\u00e3o ganha a vida vendendo flores no bairro <em>(Foto: Thiago Piccoli)<\/em><\/figcaption><\/figure><br \/>\n<!--[if gte mso 9]&gt;  Normal 0 21   false false false        MicrosoftInternetExplorer4  &lt;![endif]--><!--[if gte mso 9]&gt;   &lt;![endif]--><!--[if !mso]&gt;--><span class=\"mceItemObject\" id=\"ieooui\"><\/span>  <!--[endif]--><br \/>\nPor <strong>Pedro Lauxen<\/strong><br \/>\nFa\u00e7a chuva ou fa\u00e7a sol, um personagem est\u00e1 sempre presente na movimentada esquina na frente do Pronto Socorro, na Osvaldo com Ven\u00e2ncio Aires, bem no cora\u00e7\u00e3o do Bom Fim: Jo\u00e3o Batista Oliveira Fagundes. No popular, ele \u00e9 o Jo\u00e3o das Flores.<br \/>\nEle \u00e9 do Alegrete. Tem 30 anos, mulher e quatro filhos. Est\u00e1 sempre de bem com a vida. E ganha bem vendendo flores na rua, h\u00e1 oito anos. \u201cEu trabalhava no Zaffari, mas o sal\u00e1rio era pequeno, mal dava pra sustentar o primeiro filho. Fiz outros tr\u00eas depois de ser florista\u201d, conta, bem-humorado.<br \/>\nPra garantir o sustento da filharada, Jo\u00e3o acorda as 6 todo dia, menos domingo. Vai de casa na Vila Safira e vai ao Ceasa, no Humait\u00e1, pra comprar suas flores. \u00c0s 8h j\u00e1 est\u00e1 na banca pronto para atender a freguesia.<br \/>\nQuem compra dele ? Familiares de pacientes do HPS, uma freguesia que se renova todo dia. Orgulhoso de seu cantinho na frente do Tabelionato, Jo\u00e3o sabe que \u00e9 uma figura popular no bairro. \u201cS\u00e3o muitos anos vendendo, passo mais tempo aqui do que em casa. Fico feliz quando as pessoas me cumprimentam, mesmo que n\u00e3o compre nada\u201d.<br \/>\nPensam que vender flores n\u00e3o rende ? \u201cDepois que vim pra c\u00e1 consegui sair do aluguel\u201d, comemora.<br \/>\nFlor mais vendida ? Cris\u00e2ntemos amarelos. O que significa presentear com eles ? S\u00e3o sinal de amor fr\u00e1gil, bem na medida pra quem est\u00e1 dod\u00f3i. Dizem os floristas que cris\u00e2ntemos aquecem, curam e fortalecem.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Por Pedro Lauxen Fa\u00e7a chuva ou fa\u00e7a sol, um personagem est\u00e1 sempre presente na movimentada esquina na frente do Pronto Socorro, na Osvaldo com Ven\u00e2ncio Aires, bem no cora\u00e7\u00e3o do Bom Fim: Jo\u00e3o Batista Oliveira Fagundes. No popular, ele \u00e9 o Jo\u00e3o das Flores. Ele \u00e9 do Alegrete. Tem 30 anos, mulher e quatro filhos. 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