{"id":18315,"date":"2014-09-28T22:27:43","date_gmt":"2014-09-29T01:27:43","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=18315"},"modified":"2014-09-28T22:27:43","modified_gmt":"2014-09-29T01:27:43","slug":"panfletagem-em-copacabana-alerta-que-maconha-tambem-e-remedio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/panfletagem-em-copacabana-alerta-que-maconha-tambem-e-remedio\/","title":{"rendered":"Panfletagem em Copacabana alerta que maconha tamb\u00e9m \u00e9 rem\u00e9dio"},"content":{"rendered":"<p>Pais e parentes de pessoas que poderiam ser tratadas com medicamentos derivados da maconha andaram por Copacabana, no Rio, na tarde de domingo, em ato pelo acesso aos rem\u00e9dios, com a legaliza\u00e7\u00e3o das subst\u00e2ncias pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa). Atualmente, a importa\u00e7\u00e3o de medicamentos sujeitos a controle especial, sem registro no pa\u00eds, por pessoa f\u00edsica, s\u00f3 \u00e9 poss\u00edvel por meio de pedido excepcional de importa\u00e7\u00e3o para uso pessoal.<br \/>\nO grupo distribuiu cartilhas que abordam casos em que os rem\u00e9dios podem auxiliar o tratamento de algumas doen\u00e7as e conversou com as pessoas que passavam, pela orla de Copacabana, sobre os argumentos em defesa de medidas que facilitem o com\u00e9rcio e diminuam os pre\u00e7os. Segundo o engenheiro Marcos Fernandes, de 31 anos, a libera\u00e7\u00e3o da importa\u00e7\u00e3o para uso pessoal n\u00e3o resolve o problema, pois o gasto que se tem com a compra \u00e9 muito elevado para grande parte dos brasileiros.<br \/>\n&#8220;O importante \u00e9 regulamentar n\u00e3o s\u00f3 o uso medicinal, mas tamb\u00e9m o plantio e a produ\u00e7\u00e3o dos derivados da maconha. Gasto R$ 1 mil por m\u00eas importando. A maioria das pessoas n\u00e3o tem a condi\u00e7\u00e3o de pagar, e a gente pode conseguir baratear plantando no Brasil&#8221;, defendeu.<br \/>\nEle conta que sua filha, de 6 anos, sofre de s\u00edndrome de Rett e parou de ter convuls\u00f5es fortes desde que come\u00e7ou a tomar o canabidiol. Antes, as crises eram constantes: &#8220;Ela est\u00e1 melhorando muito&#8221;, comemora.<br \/>\nA empres\u00e1ria Deolinda da Rocha Rodrigues, de 49 anos, tamb\u00e9m conseguiu autoriza\u00e7\u00e3o de uso pessoal para importar o rem\u00e9dio para a filha de 23 anos, que sofre convuls\u00f5es de dif\u00edcil controle h\u00e1 20 anos. Desde que o rem\u00e9dio passou a ser administrado, h\u00e1 menos de um m\u00eas, a jovem n\u00e3o teve mais consuls\u00f5es: &#8220;Minha filha n\u00e3o conseguia ir ao banheiro sozinha.&#8221; Ela chegava a ter de 30 a 50 crises convulsivas por dia. &#8220;Ela \u00e9 especial, estava chateada e se sentia prisioneira.&#8221;<br \/>\nDurante os 20 anos com tratamentos convencionais, ela conta que a filha sofria com queda de cabelo, perda de apetite, enjoo e outros efeitos colaterais. &#8220;Quando as pessoas ouvem que \u00e9 derivado da maconha, elas se assustam, mas quando voc\u00ea explica, elas entendem. O importante \u00e9 explicar&#8221;, argumenta ela, que defende que o governo federal custeie a importa\u00e7\u00e3o do canabidiol, enquanto n\u00e3o regulamenta a produ\u00e7\u00e3o em territ\u00f3rio nacional.<br \/>\nNo Senado, a Comiss\u00e3o de Direitos Humanos est\u00e1 fazendo uma rodada de audi\u00eancias p\u00fablicas para avaliar a legaliza\u00e7\u00e3o da maconha no Brasil. (Com informa\u00e7\u00f5es da Ag\u00eancia Brasil\/EBC)<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Pais e parentes de pessoas que poderiam ser tratadas com medicamentos derivados da maconha andaram por Copacabana, no Rio, na tarde de domingo, em ato pelo acesso aos rem\u00e9dios, com a legaliza\u00e7\u00e3o das subst\u00e2ncias pela Ag\u00eancia Nacional de Vigil\u00e2ncia Sanit\u00e1ria (Anvisa). 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