{"id":1834,"date":"2008-12-01T09:48:45","date_gmt":"2008-12-01T12:48:45","guid":{"rendered":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/?p=1834"},"modified":"2008-12-01T09:48:45","modified_gmt":"2008-12-01T12:48:45","slug":"cpers-promete-guerra-sem-tregua-ao-governo-yeda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/cpers-promete-guerra-sem-tregua-ao-governo-yeda\/","title":{"rendered":"Cpers promete guerra sem tr\u00e9gua ao governo Yeda"},"content":{"rendered":"<p>A avalia\u00e7\u00e3o que o Cepers e seus aliados fizeram publicamente da greve \u00e9 positiva. &#8220;Nossa luta garantiu que os deputados n\u00e3o votem este ano o projeto do governo, nem qualquer projeto que retire direitos dos trabalhadores&#8221; explicou a presidente Rejane Oliveira. &#8220;Nunca na hist\u00f3ria do Cpers, tivemos tanto apoio da comunidade escolar&#8221;, completou.<br \/>\nNa verdade, a greve foi uma derrota. Os professores foram supreendido pelo projeto de um piso regional que o governo encaminhou aos deputados, em regime de urg\u00eancia, dois dias antes da assembl\u00e9ia geral em que o Cpers pretendia definir uma pauta de reivindica\u00e7\u00f5es para 2009.<br \/>\nA greve ent\u00e3o foi decidida em cima da hora e sem consenso. Logo em seguida foi abalroada por um endurecimento in\u00e9dito da governadora Yeda Crusius que mandou cortar o ponto e descontar do sal\u00e1rio os dias parados.<br \/>\nQuando os contra-cheques da novembro come\u00e7aram a chegar aos professores, com descontos, o apoio \u00e0 paralisa\u00e7\u00e3o se diluiu. Um acordo com os deputados, que se comprometeram n\u00e3o votar antes do projeto do piso regional apresentado pelo governo, permitiu uma sa\u00edda honrosa para o sindicato<br \/>\nA greve deflagrada por uma assembl\u00e9ia de dez mil pessoas, foi suspensa quinze dias depois por outra assembl\u00e9ia cinco vezes menor &#8211; n\u00e3o havia mais que duas mil pessoas no Gigantinho, na sexta-feira, 28.<br \/>\nTamb\u00e9m n\u00e3o estavam na mesa os deputados de oposi\u00e7\u00e3o que apoiam sistematicamente o Cpers. Alguns, como Raul Pont e Maria do Ros\u00e1rio, mandaram representantes, outros, como Raul Carrion, deram uma passada antes do in\u00edcio da assembl\u00e9ia &#8220;para deixar um abra\u00e7o aos companheiros&#8221; e foram atender outros compromissos.<br \/>\nNa sexta, 28, de manh\u00e3, em reuni\u00e3o do conselho geral do sindicado, foi decidida a suspens\u00e3o da greve e, como contrapartida, o acirramento do confronto com o governo, como forma de preservar a unidade entre as diversas correntes.<br \/>\nA tarde, as decis\u00f5es foram referendadas pela assembl\u00e9ia: voltar \u00e0s aulas, recorrer a justi\u00e7a para recuperar o corte nos sal\u00e1rios, reverter o corte do ponto, prejudicial para obten\u00e7\u00e3o de licen\u00e7as-pr\u00eamio, e refor\u00e7ar o ataque pol\u00edtico ao governo Yeda, que &#8220;sucateia as escolas e n\u00e3o hesita em cortar os m\u00edseros sal\u00e1rios dos professores, ao mesmo tempo em que d\u00e1 aumento de 89% aos secret\u00e1rios&#8221;. &#8220;N\u00e3o pode continuar&#8221;, &#8220;Fora Yeda&#8221; e &#8220;Fora Mariza&#8221; ser\u00e3o as palavras de ordem dessa nova etapa do movimento, cuja estrat\u00e9gia ser\u00e1 definida antes do in\u00edcio do ano letivo, em fevereiro.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A avalia\u00e7\u00e3o que o Cepers e seus aliados fizeram publicamente da greve \u00e9 positiva. &#8220;Nossa luta garantiu que os deputados n\u00e3o votem este ano o projeto do governo, nem qualquer projeto que retire direitos dos trabalhadores&#8221; explicou a presidente Rejane Oliveira. &#8220;Nunca na hist\u00f3ria do Cpers, tivemos tanto apoio da comunidade escolar&#8221;, completou. 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