{"id":19362,"date":"2014-11-10T02:46:37","date_gmt":"2014-11-10T04:46:37","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=19362"},"modified":"2014-11-10T02:46:37","modified_gmt":"2014-11-10T04:46:37","slug":"quando-o-xingamento-justifica-o-fascismo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/quando-o-xingamento-justifica-o-fascismo\/","title":{"rendered":"Quando o xingamento justifica o fascismo"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">Enio Squeff*<\/span><br \/>\nTalvez seja poss\u00edvel entender a imensa indigna\u00e7\u00e3o das pessoas com a reelei\u00e7\u00e3o de Dilma Rousseff.<br \/>\nDa multid\u00e3o de personalidades chiques, charmosos famosos e muitos de seus apoiadores fora dos est\u00e1dios, que xingaram de forma desabrida a presidenta, em plena Copa do Mundo, de uma maneira, no m\u00ednimo, indecente e est\u00fapida, s\u00f3 se podia esperar mesmo a atual viol\u00eancia, por enquanto verbal.<br \/>\nA\u00a0 revolta dos m\u00e9dicos talvez seja a mais sintom\u00e1tica e assustadora: que juramento de Hip\u00f3crates, qual nada! O que vale s\u00e3o os estritos e inaceit\u00e1veis juramentos de lealdade a uma corpora\u00e7\u00e3o argent\u00e1ria que surpreende pelo elitismo e pela total aus\u00eancia de vergonha \u00e0 exposi\u00e7\u00e3o p\u00fablica de seus preconceitos e mesquinhez.<br \/>\nMas a viol\u00eancia deve ser analisada.<br \/>\nPode ser uma mera demonstra\u00e7\u00e3o expl\u00edcita de paran\u00f3ia dizer que estamos a um passo da nazifica\u00e7\u00e3o do Brasil.<br \/>\nMas a crer nos testemunhos da guerra civil que ensang\u00fcentou os Balc\u00e3s, h\u00e1 que se p\u00f4r a barba de molho.<br \/>\nLi em alguns depoimentos dos Balc\u00e3s, que o sujeito acordava pela manh\u00e3 com seu vizinho a empunhar uma metralhadora, a atirar nele e na sua fam\u00edlia. No entanto, at\u00e9 o dia anterior, as comunidades mu\u00e7ulmanas, s\u00e9rvias &#8211; cat\u00f3licas ou n\u00e3o &#8211; cumprimentavam-se cerimoniosamente, com decidido afeto.<br \/>\nRespeitavam-se. Eis, por\u00e9m, que em nome da xenofobia devidamente incentivada pelas m\u00eddias \u00e9tnicas, assumir-se como assassino fez-se, de repente, uma esp\u00e9cie de obriga\u00e7\u00e3o.<br \/>\nPor que? A imprensa brasileira, quem sabe, possa dar algumas explica\u00e7\u00f5es.<br \/>\nCome\u00e7a por um dado humano. Nada pior para um jornalista do que ver suas<br \/>\nprevis\u00f5es irem por \u00e1gua abaixo.<br \/>\nO mantra de que o pa\u00eds est\u00e1 \u00e0 deriva, parece ser uma motivo condutor, assim que o sujeito senta no computador para seu trabalho di\u00e1rio.<br \/>\nO dito do Cat\u00e3o de que &#8220;Cartago delenda est&#8221;- ou seja, de que &#8220;Cartago, ou melhor, Bras\u00edlia, &#8220;deve ser destru\u00edda&#8221; explica-se na medida das frustra\u00e7\u00f5es n\u00e3o cumpridas com as pajelan\u00e7as di\u00e1rias que a maior parte dos jornalistas promove.<br \/>\nUma mo\u00e7a da Globo News, para os efeitos do que seu patr\u00e3o exige &#8211; referiu-se, h\u00e1 dias, ao Brasil como uma esp\u00e9cie de pa\u00eds long\u00ednquo: n\u00e3o temos o nosso governo &#8211; mas &#8220;esse governo&#8221;.<br \/>\nDif\u00edcil, na verdade, \u00e9 ent\u00e3o, conter o \u00f3dio, quando a infla\u00e7\u00e3o, ao contr\u00e1rio da afirma\u00e7\u00e3o do m\u00eas anterior, n\u00e3o se mostra &#8220;fora de controle&#8221;.<br \/>\nEm nenhuma democracia do mundo, a den\u00fancia de um meliante assume foros de verdade como no Brasil.<br \/>\nAqui, se um criminoso \u00e9 preso, e se h\u00e1 suspeitas de seu envolvimento com pol\u00edticos &#8211; os que primeiro aparecem, mesmo sem provas, s\u00e3o os governistas. \u00c9 a den\u00fancia seletiva.<br \/>\nMas a id\u00e9ia de que a dela\u00e7\u00e3o premiada absolve o criminoso, <em>in limine<\/em>, de qualquer suspeita de que ele mente, quando afirma que uma senadora do PT recebeu alguns milh\u00f5es para a sua campanha, ser\u00e1 sempre o corrente, para a verdade insuspeita de que ela \u00e9 corrupta.<br \/>\nD\u00e1-se ent\u00e3o que na campanha di\u00e1ria, a que se dedica a imprensa oposicionista &#8211; ou seja, quase toda a imprensa &#8211; , cada palavra do criminoso passe a ser tida como uma verdade insofism\u00e1vel.<br \/>\nEntre os jesu\u00edtas, era corriqueira aceita\u00e7\u00e3o de que quando Roma falava n\u00e3o havia mais d\u00favida. Mude-se a id\u00e9ia para o Brasil, e o <em>Roma locuta, causa finita<\/em>, dos jesu\u00edtas, ser\u00e1 sempre t\u00e3o impositivamente aceito.<br \/>\nA velha quest\u00e3o de que o tempo poder\u00e1 dizer se tal coisa \u00e9 verdade, j\u00e1 n\u00e3o passa mais pelo imagin\u00e1rio coletivo. A imprensa diz, logo, n\u00e3o h\u00e1 d\u00favida.<br \/>\nAssim, se o governo afirma que &#8220;n\u00e3o h\u00e1 risco de racionamento de energia&#8221;, o fundamental, o correto \u00e9 precisar no t\u00edtulo que &#8220;n\u00e3o \u00e9 bem assim&#8221;. E um especialista ca\u00e7ado, algures, n\u00e3o s\u00f3 dir\u00e1 o contr\u00e1rio. \u00c9 o bastante para a manchete compuls\u00f3ria do dia seguinte.<br \/>\nA Copa do Mundo foi exemplar. N\u00e3o bastou que numerosos especialistas que pregavam a impossibilidade de o Brasil construir est\u00e1dios, como o fez, terem \u00a0sido desmentidos pelos fatos.<br \/>\nDiante da evid\u00eancia de que a imprensa errou, claro \u00a0que ningu\u00e9m ou muito poucos de seus cr\u00e9dulos leitores se convenceram de que eles tamb\u00e9m tinham errado.<br \/>\nDiante da evid\u00eancia da falha de profecia, como n\u00e3o compreender uma compensa\u00e7\u00e3o enraivecida bradada aos sete vento e para o mundo: &#8220;Dilma vai tomar no cu!&#8221; ?<br \/>\nPor que? Justamente por causa da frustra\u00e7\u00e3o &#8211; n\u00e3o \u00e9 preciso ser psiquiatra para explicar o fracasso do Brasil em campo: a garotada que vestiu a camisa verde amarela j\u00e1 estava fadada ao fracasso. Eram traidores para a quase totalidade da imprensa.<br \/>\nO Brasil fazia est\u00e1dios padr\u00e3o Fifa, mas n\u00e3o constru\u00eda escolas nem hospitais: logo, entregaram-se \u00e0 faina fadada ao fracasso de antem\u00e3o, de jogarem numa Copa em tudo odiada pelos torcedores conformados pela m\u00eddia.<br \/>\nPerder de forma humilhante, essa talvez a compensa\u00e7\u00e3o inconsciente consentida \u00e0 massa que xingou o governo por ter feito est\u00e1dios que at\u00e9 ontem a imprensa dizia n\u00e3o poderem ser constru\u00eddos. Como foram conclu\u00eddos a tempo e se tornaram um exemplo para o mundo, o &#8220;vai tomar no cu&#8221; foi a f\u00f3rmula salvadora encontrada.<br \/>\nComo na Alemanha nazista, a cada rev\u00e9s havia que pegar um judeu.<br \/>\nVem sendo assim desde que se decretou o costume da morte dos bodes expiat\u00f3rios.<br \/>\nO pior, no entanto, o mais grave n\u00e3o s\u00e3o os chiques, o <em>beautifull people et catervaa<\/em> vomitarem seus preconceitos, ou os basbaques a lhes repetirem para, quem sabe, se fazerem \u00e0 imagem e semelhan\u00e7a de seus \u00eddolos (os chicosos) &#8211; mas os intelectuais ou pseudo intelectuais, a aceitarem perfeitamente que uma Marina Silva lhes pudesse honrar; ou de ser o que ela dizia que era.<br \/>\nComo explicar que n\u00e3o lessem a biografia da senhora, onde o maior especulador do mundo, George Soros, aparece como seu principal incentivador- logo ele que \u00e9 um dos maiores investidores na ind\u00fastria da morte, a armamentista &#8211; que aparece a todo o momento sempre como seu guru &#8211; e que transformassem tal informa\u00e7\u00e3o n\u00e3o em decep\u00e7\u00e3o com a candidata, mas em &#8220;mais uma perf\u00eddia&#8221; do governo?<br \/>\n&#8220;Eu odeio o PT&#8221; &#8211; a frase \u00e9 dita e repetida com tranq\u00fcilidade por muitos.<br \/>\nSe isso quer dizer alguma coisa, n\u00e3o \u00e9 propriamente que os ditos intelectuais tenham qualquer raz\u00e3o para seu \u00f3dio &#8211; mas de que t\u00eam a desraz\u00e3o dos aut\u00eanticos seguidores da m\u00e1xima fascista de que a raiva \u00e9 mais importante do que qualquer exerc\u00edcio reflexivo. \u00c9 o anti-intelectualismo. &#8220;Viva la muerte, abajo la inteligencia&#8221;. Claro, n\u00e3o se fale dos cronistas das r\u00e1dios e das televis\u00f5es, ou dos respectivos bloqueiros da grande m\u00eddia. S\u00e3o mentirosos, pagos para mentirem, injuriarem e \u00a0se poss\u00edvel, matarem ( ainda que indiretamente). S\u00e3o sic\u00e1rios intelectuais. N\u00e3o matam com suas pr\u00f3prias m\u00e3os, mas incentivam o assass\u00ednio moral.<br \/>\nN\u00e3o dizem que a Justi\u00e7a Italiana absolveu Pizzolato por terem sido encontrados erros gritantes na a\u00e7\u00e3o 470.<br \/>\nInventam que vivemos na Venezuela (quando nem a pr\u00f3pria existe, como eles a pintam). Vendem suas mentiras a peso de ouro &#8211; o que, afinal, os explica.<br \/>\nNo momento seguinte, por\u00e9m, como s\u00e3o sinceramente invejados por terem seus nomes estampados nas colunas dos grandes jornais e das esta\u00e7\u00f5es de r\u00e1dio e TV, logo t\u00eam intelectuais at\u00e9 respeit\u00e1veis, a se fazerem seus porta-vozes.<br \/>\nDesisti sinceramente de romper com pessoas, amigos ou chegados, por suas falhas de car\u00e1ter, covardia ou simples insensatez. Os vertebrados intelectuais sempre existiram. E alguns revelaram-se grandes intelectuais, apesar de sua pusilanimidade.<br \/>\nElia Kazan colaborou com o macartismo e n\u00e3o deixou de ser um grande cineasta. Nelson Rodrigues foi um entusiasta do golpe militar brasileiro &#8211; e n\u00e3o se tornou um mau dramaturgo apesar disso.<br \/>\nOu seja, isso acontece, mas nunca entendi, nem entendo, como certos sujeitos medianamente informados puderam acreditar nos candidatos da m\u00eddia na elei\u00e7\u00e3o que passou.<br \/>\nOu bem n\u00e3o sabiam quem eram &#8211; o que \u00e9 grave, pois bastaria que lessem um pouco al\u00e9m dos jornal\u00f5es. Ou sabiam e sabem &#8211; mas gostaram do que leram e ouviram.<br \/>\nAceitaram, em suma, se encontrarem na estupidez e no \u00f3dio. E no fascismo.<br \/>\nDever\u00e3o engrossar logo, logo, a fileira dos saudosistas dos golpes.<br \/>\n*<strong>Jornalista e artista pl\u00e1stico<\/strong><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Enio Squeff* Talvez seja poss\u00edvel entender a imensa indigna\u00e7\u00e3o das pessoas com a reelei\u00e7\u00e3o de Dilma Rousseff. 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