{"id":22802,"date":"2015-07-17T09:00:00","date_gmt":"2015-07-17T12:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=22802"},"modified":"2015-07-17T09:00:00","modified_gmt":"2015-07-17T12:00:00","slug":"a-revolucao-eolica-53-%e2%80%8b-%e2%80%8b-setor-ignora-crise-cresce-2gwano-e-busca-10-da-matriz-eletrica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/a-revolucao-eolica-53-%e2%80%8b-%e2%80%8b-setor-ignora-crise-cresce-2gwano-e-busca-10-da-matriz-eletrica\/","title":{"rendered":"A Revolu\u00e7\u00e3o E\u00f3lica (53)\u00a0\u200b- \u200b Setor ignora crise, cresce 2GW\/ano e busca 10% da matriz el\u00e9trica"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">\u200b\u200bPor \u200bCleber Dioni Te\u200bn\u200btardin\u200bi\u200b<\/span><br \/>\nA Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia E\u00f3lica \u2013 ABEE\u00f3lica projeta chegar no ano de 2020 com 20GW de capacidade instalada no pa\u00eds, o que representa 10% da matriz el\u00e9trica nacional.<br \/>\nO otimismo da entidade, que re\u00fane cerca de 100 empresas, baseia-se no desempenho apresentado at\u00e9 agora, em meio \u00e0 crise econ\u00f4mica.<br \/>\nO setor tem hoje no pa\u00eds uma pot\u00eancia instalada de 6,6GW, o que d\u00e1 5% da matriz. At\u00e9 o final do ano, ser\u00e3o acrescidos mais 3,2GW, j\u00e1 em constru\u00e7\u00e3o. Outros 14GW foram vendidos no \u00faltimo leil\u00e3o de energias renov\u00e1veis, realizado pelo governo em abril. A cada ano, est\u00e3o sendo vendidos entre 2 e 3GW.<br \/>\n&#8220;Vamos chegar em 2019 com 18GW instalados&#8221;, comemora a presidente da ABEE\u00f3lica, Elbia Gannoum. A executiva mineira falou com exclusividade ao J\u00c1 sobre os principais avan\u00e7os do setor e aproveitou para anunciar a cria\u00e7\u00e3o de uma rede de interc\u00e2mbio de \u00a0tecnologias e experi\u00eancias visando fortalecer a cadeia produtiva de energia e\u00f3lica.<br \/>\n<strong>Como est\u00e3o os investimentos em energia e\u00f3lica?<\/strong><br \/>\n<strong>Elbia Gannoum &#8211;<\/strong> Hoje, pela primeira vez, o Brasil possui pol\u00edtica para a energia e\u00f3lica e promove debates e eventos internacionais. Isso \u00e9 importante para mostrar \u00e0 sociedade o que a pesquisa cient\u00edfica traz de efeitos para a economia. O Brasil \u00e9 o segundo pa\u00eds mais atrativo do mundo em fontes renov\u00e1veis, s\u00f3 perde para a China. No ano passado, foi o quarto pa\u00eds que mais investiu no setor. J\u00e1 \u00e9 a d\u00e9cima economia em capacidade instalada de energia e\u00f3lica.<br \/>\n<strong>Essa crise n\u00e3o\u00a0\u200bafetou o setor ?<\/strong><br \/>\n\u200b\u200bO Brasil est\u00e1 enfrentando dificuldades de abastecimento devido \u00e0 queda dos n\u00edveis dos reservat\u00f3rios das hidrel\u00e9tricas, ent\u00e3o, com crise ou sem crescimento, o pa\u00eds tem que contratar energia, manter a capacidade instalada, e a\u00ed entra a necessidade de investimento em energia e\u00f3lica. De cinco anos para c\u00e1, 50% da energia contratada no pa\u00eds foi de energia a partir dos ventos porque \u00e9 a segunda fonte mais barata do Brasil. A terceira fonte \u00e9 30 ou 40 reais mais cara. \u00c9 o \u00fanico setor que est\u00e1 crescendo, o \u00fanico que est\u00e1 gerando empregos. Ano passado a ind\u00fastria e\u00f3lica criou 37 mil empregos, enquanto nos demais setores foram fechados 100 mil postos de trabalho.<br \/>\n<strong>Quanto ao pre\u00e7o, s\u00f3 perde para a energia hidrel\u00e9trica. Qual foi o pre\u00e7o praticado no \u00faltimo leil\u00e3o, em abril?<\/strong><br \/>\nO pre\u00e7o do \u00faltimo leil\u00e3o de energias renov\u00e1veis se mostrou bem defasado em rela\u00e7\u00e3o ao custo de produ\u00e7\u00e3o da e\u00f3lica, porque as condi\u00e7\u00f5es macroecon\u00f4micas mudaram muito no \u00faltimo ano. C\u00e2mbio, financiamento, taxa de juros a longo prazo, participa\u00e7\u00e3o do grau de financiamento do dinheiro do banco versus do acionista, ent\u00e3o essas mudan\u00e7as que aconteceram de um ano pra c\u00e1 pressionaram muito os custos de produ\u00e7\u00e3o. Al\u00e9m disso, tem o fato de as empresas terem de nacionalizar os produtos torna mais caro. O pre\u00e7o foi de R$ 179 por MWh, hoje n\u00f3s entendemos que tem de ser R$ 210. A energia vendida para a Usina E\u00f3lica Cerro Chato (Santana do Livramento) foi de R$ 131, mas em valores atualizados \u00e9 de R$ 205.<br \/>\n<strong>A produ\u00e7\u00e3o de uma usina e\u00f3lica no Brasil est\u00e1 muito aqu\u00e9m da capacidade instalada?<\/strong><br \/>\nEstamos adaptando e estudando a tecnologia de ponta dos aerogeradores, que ainda vem de fora. Mas o nosso fator de produtividade \u00e9 da ordem de 50%, ao contr\u00e1rio da m\u00e9dia mundial que \u00e9 de 30%. Porque n\u00f3s temos dos melhores ventos do mundo.<br \/>\nNa \u00e9poca em que surgiram os primeiros parques no Brasil, n\u00f3s faz\u00edamos medi\u00e7\u00f5es da velocidade do vento a 50 metros de altura. Ent\u00e3o nos primeiros parques de Os\u00f3rio o c\u00e1lculo era de que a produ\u00e7\u00e3o m\u00e9dia seria de 30% da capacidade instalada, a mesma da Europa. A tecnologia mudou. Hoje s\u00e3o feitas medi\u00e7\u00f5es a 120 metros do ch\u00e3o. E a efici\u00eancia dos equipamentos melhorou bastante. A produ\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica no Brasil est\u00e1 caminhando rapidamente para assumir uma posi\u00e7\u00e3o de lideran\u00e7a no mundo.<br \/>\n<strong>O Mapa E\u00f3lico foi atualizado em todo o\u200b pa\u200b\u00eds\u200b?<\/strong><br \/>\nSe antes, em 2001, quando foi feito o Mapa E\u00f3lico, o potencial de capacidade instalada no Brasil era de 143 GW, hoje \u00e9 superior a 400GW. Ainda n\u00e3o se tem o n\u00famero exato porque somente dois estados atualizaram seus atlas: o Rio Grande do Sul tem 195GW, a Bahia tem outros 195GW. A\u00ed, j\u00e1 temos quase os 400GW. Ent\u00e3o, esse potencial \u00e9 bem maior com essas novas tecnologias. Estamos, inclusive, criando uma rede que facilite a comunica\u00e7\u00e3o e a troca de tecnologia entre os especialistas.<br \/>\n<strong>Como vai funcionar essa rede?<\/strong><br \/>\n\u00c9 a Rede Brasileira de Inova\u00e7\u00e3o de Energias Renov\u00e1veis Complementares. Vai reunir pesquisadores, investidores e financiadores de projetos de energia e\u00f3lica. A ideia \u00e9 colocar uma plataforma na Internet. O projeto est\u00e1 pronto e na fase de capta\u00e7\u00e3o de recursos. O objetivo \u00e9 facilitar a troca de tecnologias e experi\u00eancias e fortalecer a cadeia produtiva de energia e\u00f3lica.<br \/>\n<figure id=\"attachment_22807\" aria-describedby=\"caption-attachment-22807\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/SVP1_foto-Antonio-Henriqson.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-22807 size-full\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/SVP1_foto-Antonio-Henriqson.jpg\" alt=\"Parque Geribatu, em Santa Vit\u00f3ria do Palmar \/ foto Antonio Henriqson\" width=\"700\" height=\"411\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-22807\" class=\"wp-caption-text\">Parque Geribatu, em Santa Vit\u00f3ria do Palmar \/ foto Antonio Henriqson<\/figcaption><\/figure><br \/>\n<strong>A ind\u00fastria nacional de equipamentos e\u00f3licos est\u00e1 acompanhando o crescimento das usinas?<\/strong><br \/>\nA exig\u00eancia de conte\u00fado nacional est\u00e1 associada ao financiamento, pois 95% dos parques constru\u00eddos no Brasil s\u00e3o financiados pelo BNDES, logo tem de ser aplicada a pol\u00edtica de nacionaliza\u00e7\u00e3o. A partir de 2010, quando se deu o processo de crescimetno do setor, o programa de nacionaliza\u00e7\u00e3o da ind\u00fastria de energia e\u00f3lica, que j\u00e1 existia desde o Proinfa (2002), come\u00e7ou a ser implementado com rigor. A partir de 2013, esse programa foi mudado e se tornou mais exigente. Hoje, 80% das turbinas em parques e\u00f3licos no Brasil t\u00eam que ser nacionalizadas. H\u00e1 um processo de implementa\u00e7\u00e3o gradual da nacionaliza\u00e7\u00e3o, que termina em junho de 2016. Estamos vivendo o auge dessa nacionaliza\u00e7a\u00e7\u00e3o e construindo, de fato, uma cadeia produtiva de energia e\u00f3lica.<br \/>\n<strong>Mas h\u00e1 parques menores que n\u00e3o precisaram dos recursos do BNDES<\/strong><br \/>\nSim, esses parques que n\u00e3o pegaram dinheiro do BNDES compram equipamento diretamente de outros pa\u00edses. N\u00e3o t\u00cam esse impedimento e nem \u00e9 bom que tenham mesmo, porque n\u00e3o faz sentido querer vetar o capital estrangeiro. Temos dois parques no Brasil que pegaram recurso externos e trouxeram m\u00e1quinas de fora. H\u00e1 um parque pequeno em Xangri-l\u00e1, que \u00e9 da Honda, de 27MW, para autoprodu\u00e7\u00e3o de energia. Os equipamentos s\u00e3o da Vestas, totalmente importados, embora essa empresa tamb\u00e9m tenha f\u00e1brica no Brasil. E tem outro, em Barra dos Coqueiros, que \u00e9 investimento chin\u00eas, de 90MW.<br \/>\n<strong>Havia um projeto de uma empresa indiana, que iria construir uma usina e\u00f3lica grande em Tapes&#8230;<\/strong><br \/>\nH\u00e1 uma f\u00e1brica de aerogeradores indiana, a Suslon, que est\u00e1 no Brasil desde 2007, e suas turbinas s\u00e3o bem comercializadas nos parques e\u00f3licos nacionais. Eles at\u00e9 participam do processo de constru\u00e7\u00e3o, mas n\u00e3o investem nos parques, pois s\u00e3o fornecedores de m\u00e1quinas.<br \/>\n<strong>E existem fabricantes de aerogeradores e de p\u00e1s, ou h\u00e9lices, no pa\u00eds?<\/strong><br \/>\nSim, h\u00e1 sete fabricantes de turbinas operando ativamente no pa\u00eds, tr\u00eas em processo de instala\u00e7\u00e3o, tr\u00eas fabricantes de p\u00e1s e muitos fabricantes de torres e fonrnecedores de outros servi\u00e7os. Por quest\u00e3o de log\u00edstica, as f\u00e1bricas tendem a se instalar pr\u00f3ximas aos parques e\u00f3licos. Ent\u00e3o, a maioria est\u00e1 indo para o Nordeste. H\u00e1 f\u00e1bricas em S\u00e3o Paulo que se instalaram antes desse crescimento da energia e\u00f3lica. A primeira f\u00e1brica que chegou ao Brasil tem quase 20 anos, a Wobben, de Sorocaba.<br \/>\n<strong>E no Rio Grande do Sul?<\/strong><br \/>\nAqui h\u00e1 f\u00e1bricas de torres, mas n\u00e3o de naceles, os aerogeradores. De p\u00e1s, n\u00e3o h\u00e1 necessidade porque h\u00e1 uma f\u00e1brica que come\u00e7ou um pouco depois da Wobben, que \u00e9 a segunda maior fabricante do mundo, a Tecsis, em Sorocaba, genuinamente brasileira, fundada por um engenheiro do ITA. E, h\u00e1 mais duas, um brasileira que se instalou h\u00e1 dois anos no Cear\u00e1, e outra americana, em Pernambuco. Ent\u00e3o essas tr\u00eas atendem \u00e0 demanda.<br \/>\n<figure id=\"attachment_22808\" aria-describedby=\"caption-attachment-22808\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption alignleft\"><a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Executivos-da-Eletrosul-MME-e-Eletrobras-na-UECC_foto-Umberto-Caletti_Ascom-Eletrosul.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-22808 size-full\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/07\/Executivos-da-Eletrosul-MME-e-Eletrobras-na-UECC_foto-Umberto-Caletti_Ascom-Eletrosul.jpg\" alt=\"Executivos da, Eletrosul, Minist\u00e9rio de Minas e Energia e Eletrobras anunciando investimetnos no setor em 2011 \/ Foto Umberto Caletti_Ascom Eletrosul\" width=\"700\" height=\"465\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-22808\" class=\"wp-caption-text\">Executivos da, Eletrosul, Minist\u00e9rio de Minas e Energia e Eletrobras anunciando investimetnos no setor em 2011 \/ Foto Umberto Caletti_Ascom Eletrosul<\/figcaption><\/figure><br \/>\n<strong>Em termos de produ\u00e7\u00e3o de energia, o Rio Grande do Sul perde para alguns estados nordestinos&#8230;<\/strong><br \/>\nHoje, os estados com maior capacidade instalada de produ\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica s\u00e3o, na ordem, o Rio Grande do Norte, Bahia, Cear\u00e1 e Rio Grande do Sul.<br \/>\n<strong>Dif\u00edcil competir com os ventos do litoral nordestino.<\/strong><br \/>\nIsso de achar que os melhores ventos est\u00e3o no litoral, depende muito de que local estamos falando. No Nordeste, n\u00f3s descobrimos que o melhor vento do pa\u00eds fica no semi\u00e1rido baiano, na regi\u00e3o de Xique-xique, onde a velocidade m\u00e9dia do ventos varia de 10 a 12 metros por segundo ou de 36 a 46 quil\u00f4metros por hora. Para se ter ideia, em Santa Vit\u00f3ria do Palmar, que registra um dos melhores ventos no RS, segundo o Atlas E\u00f3lico, 40% do vento chegam a 8 m\/s ou 28,8 km\/h.<br \/>\n<span class=\"intermenos intertit\">RS \u00e9 mais atrativo, segundo especialista alem\u00e3o<\/span><br \/>\nO Rio Grande do Sul tem condi\u00e7\u00f5es de vento melhores do que a Alemanha para gera\u00e7\u00e3o de energia e\u00f3lica, segundo o Jens Peter Molly, diretor geral do Grupo DEWI, empresa alem\u00e3 com filial no Brasil, que atua na \u00e1rea de consultoria. Ele esteve em Porto Alegre, no fim de junho, onde foi palestrante da 14\u00aa edi\u00e7\u00e3o do Congresso Internacional de Engenharia do Vento.<br \/>\nPetter Molly conhece bem a realidade brasieira pois foi um dos autores do Programa de Incentivo \u00e0s Fontes Alternativas de Energia El\u00e9trica (Proinfa), institu\u00eddo no final do governo Fernando Henrique Cardoso, em 2012, com o objetivo de aumentar a produ\u00e7\u00e3o de eletricidade a partir de tr\u00eas fontes alternativas: o vento, a biomassa e as pequenas centrais hidrel\u00e9tricas.<br \/>\nSegundo ele, a velocidade dos ventos em solo ga\u00facho fica na m\u00e9dia de 8 metros por segundo, enquanto na Alemanha oscila entre 6 e 7 m\/s.\u00a0Mas, pondera, mesmo em condi\u00e7\u00f5es melhores que o pa\u00eds europeu, o Rio Grande do Sul, assim como outras regi\u00f5es brasileiras, sofre com a excessiva burocracia e com a falta de infraestrutura.\u00a0Ele exemplifica as diferen\u00e7as: &#8220;A Alemanha tem 25 anos de experi\u00eancia em energia e\u00f3lica. Todas as regras s\u00e3o transparentes para quem deseja investir neste setor. L\u00e1, propriet\u00e1rios das terras receberem 10% do rendimento anual, a possibilidade dos investidores obterem rendimento m\u00e9dio de 5 mil euros; no Brasil, os ganhos ainda s\u00e3o inseguros, pois dependem de leil\u00f5es do governo federal, e a libera\u00e7\u00e3o para funcionamento leva no m\u00ednimo sete anos.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>\u200b\u200bPor \u200bCleber Dioni Te\u200bn\u200btardin\u200bi\u200b A Associa\u00e7\u00e3o Brasileira de Energia E\u00f3lica \u2013 ABEE\u00f3lica projeta chegar no ano de 2020 com 20GW de capacidade instalada no pa\u00eds, o que representa 10% da matriz el\u00e9trica nacional. O otimismo da entidade, que re\u00fane cerca de 100 empresas, baseia-se no desempenho apresentado at\u00e9 agora, em meio \u00e0 crise econ\u00f4mica. 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