{"id":23428,"date":"2015-08-12T00:22:59","date_gmt":"2015-08-12T03:22:59","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=23428"},"modified":"2015-08-12T00:22:59","modified_gmt":"2015-08-12T03:22:59","slug":"negocios-criativos-dao-nova-vida-a-bento-figueiredo","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/negocios-criativos-dao-nova-vida-a-bento-figueiredo\/","title":{"rendered":"Neg\u00f3cios criativos d\u00e3o nova\u00a0vida \u00e0 Bento Figueiredo"},"content":{"rendered":"<p>Tem algo acontecendo naquela cal\u00e7ada da Bento Figueiredo. Pequenos e criativos neg\u00f3cios, inaugurados em sequ\u00eancia, est\u00e3o dando vida nova \u00e0 rua, de apenas um quarteir\u00e3o, entre a Ramiro e a Felipe Camar\u00e3o.<br \/>\nLucas Bueno, gerente do Lagon Brewery &amp; Pub sente a diferen\u00e7a atrav\u00e9s dos coment\u00e1rios dos clientes. \u201cTem gente dizendo que agora da pra passar o dia inteiro na Bento Figueiredo.\u201d<br \/>\nA rua hoje conta com tr\u00eas op\u00e7\u00f5es de almo\u00e7o, sorveteria, casa de churros, duas lojas, duas casas de cervejas especiais e espet\u00e1culos burlescos \u00e0 noite.<br \/>\nInaugurado em 2010, o Lagon trabalha com o conceito de brewery, um local que vende as cervejas que fabrica. At\u00e9 n\u00e3o muito tempo atr\u00e1s, o pub estava solit\u00e1rio, pr\u00f3ximo \u00e0 esquina com a Ramiro.<br \/>\n<figure id=\"attachment_23430\" aria-describedby=\"caption-attachment-23430\" style=\"width: 360px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/20150804_Lucas-Bueno-gerente-Lagom.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-23430\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/20150804_Lucas-Bueno-gerente-Lagom-180x300.jpg\" alt=\"Lucas Bueno, gerente do Lagom, abre \u00e0s 18h\" width=\"360\" height=\"600\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-23430\" class=\"wp-caption-text\">Lucas Bueno, gerente do Lagom \/ Fotos Patricia Marini<\/figcaption><\/figure><br \/>\nNo in\u00edcio deste ano, ganhou a companhia da loja de cervejas B\u00e1rbaros.<br \/>\nEm maio, mais um vizinho: a Vulp Bici Caf\u00e9, mudou-se da Miguel Tostes, para um espa\u00e7o maior, ao lado do Lagon. \u201cA gente sentiu necessidade de ter um espa\u00e7o voltado para o ciclista urbano em Porto Alegre, uma esp\u00e9cie de um ponto de encontro\u201d, explica Silvia Pont, s\u00f3cia do bicicaf\u00e9.<br \/>\nA Vulp tamb\u00e9m oferece almo\u00e7o vegano e disponibiliza uma oficina comunit\u00e1ria para quem quiser dar manuten\u00e7\u00e3o na sua bicicleta mediante uma contribui\u00e7\u00e3o espont\u00e2nea.<br \/>\n<figure id=\"attachment_23429\" aria-describedby=\"caption-attachment-23429\" style=\"width: 355px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/20150804_Vulp.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-23429\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/20150804_Vulp-180x300.jpg\" alt=\"No Vulp, almo\u00e7o vegano e manuten\u00e7\u00e3o de bicicletas \/ Fotos Patricia Marini \" width=\"355\" height=\"592\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-23429\" class=\"wp-caption-text\">No Vulp, almo\u00e7o vegano e manuten\u00e7\u00e3o de bicicletas<\/figcaption><\/figure><br \/>\nNo outro extremo da quadra, pr\u00f3ximo \u00e0 Felipe Camar\u00e3o, abriu em outubro do ano passado El Churrero, uma casa inspirada na tradi\u00e7\u00e3o dos churros argentinos e uruguaios. O propriet\u00e1rio, Lucas Menegassi, conta que costumava comer churros em uma churreria de Punta Del Este e sentia falta de um local semelhante em Porto Alegre, onde os churros geralmente s\u00e3o vendidos nas carrocinhas de rua. A partir da\u00ed, Lucas, que \u00e9 publicit\u00e1rio de forma\u00e7\u00e3o, viajou para Argentina e Espanha, se aprimorando e criando sua pr\u00f3pria receita de massa.<br \/>\nAo lado do El Churrero, no n\u00famero 32, inaugurou na metade de julho a Von Teese. \u201cA ideia \u00e9 um lugar que pare\u00e7a um cabar\u00e9 dos anos 20 \u00e0 la Paris, mas que tamb\u00e9m tenha um mix de outros lugares, como o ch\u00e1 das cinco, por exemplo\u201d, explica Carolina Disegna, s\u00f3cia.<br \/>\nA Von Teese abre \u00e0s 15h, como uma casa de ch\u00e1. Quando a noite cai, vira um bar de coquet\u00e9is com espet\u00e1culos burlescos e diversas atra\u00e7\u00f5es, desde um m\u00e1gico at\u00e9 noites de poquer.<br \/>\nTamb\u00e9m chama a aten\u00e7\u00e3o de quem passa uma casinha cheia de antiguidades e cacarecos cenogr\u00e1ficos e com uma cadeira pendurada na fachada. \u201cA placa n\u00e3o ficou pronta para a inaugura\u00e7\u00e3o, ent\u00e3o eu acabei pendurando essa cadeira, porque ela representa muito a loja\u201d, explica Pierre Rosa, dono da Gama, \u201cum espa\u00e7o de usados e reciclados\u201d. Pierre \u00e9 produtor de cen\u00e1rios. \u201cH\u00e1 20 anos fa\u00e7o produ\u00e7\u00e3o de objetos pra cinema e publicidade. Agora tava na hora de ter um cen\u00e1rio meu, pra brincar todo dia, pra mexer, pra comprar, pra vender.\u201d<br \/>\nObjetos guardados da inf\u00e2ncia, trazidos de viagem ou adquiridos ao longo da vida, tudo ali est\u00e1 para neg\u00f3cio. A loja trabalha com compra, venda, troca e loca\u00e7\u00e3o. Pierre conta que reformou a casa, constru\u00edda em 1925, para deix\u00e1-la mais parecida com o visual original. A reforma toda foi feita em oito dias, em mais quatro a loja foi montada e no dia 20 de junho j\u00e1 estava aberta ao p\u00fablico.<br \/>\n<figure id=\"attachment_23431\" aria-describedby=\"caption-attachment-23431\" style=\"width: 361px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/20150804_vermelho23.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\" wp-image-23431\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/08\/20150804_vermelho23-180x300.jpg\" alt=\"Vermelho 23 trocou a noite pelo dia \" width=\"361\" height=\"601\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-23431\" class=\"wp-caption-text\">Vermelho 23 trocou a noite pelo dia<\/figcaption><\/figure><br \/>\nHouve um tempo em que o Vermelho 23, \u00e0 noite, era a \u00fanica atra\u00e7\u00e3o da rua. Hoje o estabelecimento funciona apena de dia, servindo almo\u00e7o. Mas com a nova movimenta\u00e7\u00e3o noturna, os vizinhos rec\u00e9m- chegados j\u00e1 especulam que a casa volte \u00e0 boemia. Jair Lussani, propriet\u00e1rio do Vermelho, nega.<br \/>\n\u00c0 tarde, as cadeiras na cal\u00e7ada convidam a sentar e ir ficando por ali. \u00c0 noite s\u00e3o a m\u00fasica, as luzes e o movimento crescente de pessoas&#8230; Realmente, tem algo acontecendo naquele cantinho antes quieto do Bom Fim.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Tem algo acontecendo naquela cal\u00e7ada da Bento Figueiredo. Pequenos e criativos neg\u00f3cios, inaugurados em sequ\u00eancia, est\u00e3o dando vida nova \u00e0 rua, de apenas um quarteir\u00e3o, entre a Ramiro e a Felipe Camar\u00e3o. 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