{"id":25361,"date":"2015-10-15T20:16:26","date_gmt":"2015-10-15T23:16:26","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=25361"},"modified":"2015-10-15T20:16:26","modified_gmt":"2015-10-15T23:16:26","slug":"parecia-o-fim-do-mundo-diz-seguranca-da-redencao","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/parecia-o-fim-do-mundo-diz-seguranca-da-redencao\/","title":{"rendered":"\u201cParecia o fim do mundo!\u201d"},"content":{"rendered":"<p>Se o temporal da noite passada foi assustador pra quem estava seguro dentro de sua casa, para quem enfrentou vento, granizo e rel\u00e2mpagos dentro de uma casinha de compensado com pouco menos de 2m x 3m, a madrugada foi um filme de terror.<br \/>\n\u201cParecia o fim do mundo\u201d, definiu Jacques Rocha Menezes, seguran\u00e7a noturno das obras do eixo central do Parque da Reden\u00e7\u00e3o. \u201cEu e meu colega nos penduramos na estrutura do telhado, porque com o vento ele estava levantando mais de um palmo. Se a gente n\u00e3o segurasse ele tinha voado. A sensa\u00e7\u00e3o era de que a casinha estava levantando do ch\u00e3o.\u201d Um cipreste de mais de dez metros caiu pr\u00f3ximo \u00e0 porta.<br \/>\n<figure id=\"attachment_25366\" aria-describedby=\"caption-attachment-25366\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/DSCN3461.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-25366 size-full\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/DSCN3461.jpg\" alt=\"DSCN3461\" width=\"700\" height=\"525\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-25366\" class=\"wp-caption-text\">Jacques: &#8220;Se a gente n\u00e3o segurasse, o telhado tinha voado&#8221;<\/figcaption><\/figure><br \/>\nJacques e o colega Fl\u00e1vio da Silva Gomes cuidam a obra todas as noites, das 18h30 \u00e0s 6h30. Como a obra do eixo central est\u00e1 pronta, o trabalho costuma ser tranquilo. \u201cEsta noite eu me vi mal. Tenho quase 50 anos e nunca tinha visto uma coisa dessa\u201d, afirmou Fl\u00e1vio. \u201cTem tr\u00eas moradores de rua que ficam aqui ao lado. Eles estavam apavorados! Se corriam para um lado ca\u00eda uma \u00e1rvore, se corriam para o outro lado, ca\u00eda outra.\u201d<br \/>\n<figure id=\"attachment_25368\" aria-describedby=\"caption-attachment-25368\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/DSCN3474.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-25368 size-full\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/DSCN3474.jpg\" alt=\"DSCN3474\" width=\"700\" height=\"525\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-25368\" class=\"wp-caption-text\">Fl\u00e1vio: &#8220;Tenho quase 50 anos e nunca tinha visto uma coisa dessa.&#8221;<\/figcaption><\/figure><br \/>\nA casa \u00e9 feita de compensado com telhas met\u00e1licas e serve de vesti\u00e1rio para os funcion\u00e1rios da obra e de abrigo para os guardas da noite. Hoje o cabide voltou a ter v\u00e1rios casacos e bolsas. Com a queda dos tapumes da obras, a empresa respons\u00e1vel, a Torke Engenharia, precisou deslocar funcion\u00e1rios para recolocar o isolamento.<br \/>\nO abrigo de Jacques e Fl\u00e1vio fica ao lado do eixo central do parque, na altura do antigo Caf\u00e9 do Lago. O local fica parcialmente protegido do vento por algumas \u00e1rvores. Para Jacques, essas \u00e1rvores foram a salva\u00e7\u00e3o. \u201cEssa foi a nossa sorte. Se a casa fosse mais pro lado a gente tinha ido parar no espelho d\u2019\u00e1gua.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se o temporal da noite passada foi assustador pra quem estava seguro dentro de sua casa, para quem enfrentou vento, granizo e rel\u00e2mpagos dentro de uma casinha de compensado com pouco menos de 2m x 3m, a madrugada foi um filme de terror. \u201cParecia o fim do mundo\u201d, definiu Jacques Rocha Menezes, seguran\u00e7a noturno das [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":25367,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-25361","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-x-categorias-velhas"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-6B3","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25361","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=25361"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/25361\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=25361"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=25361"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=25361"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}