{"id":25664,"date":"2015-10-21T17:02:54","date_gmt":"2015-10-21T20:02:54","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=25664"},"modified":"2015-10-21T17:02:54","modified_gmt":"2015-10-21T20:02:54","slug":"pra-onde-vai-a-agapan","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/pra-onde-vai-a-agapan\/","title":{"rendered":"Pra onde vai a Agapan?"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">Matheus Chaparini\u00a0<\/span><br \/>\nA Agapan &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Prote\u00e7\u00e3o ao Ambiente Natural, uma das mais importantes e antigas entidades de defesa do ambiente no Brasil e na Am\u00e9rica Latina, em atividade desde 1971, est\u00e1 \u00e0 procura de nova sede. Ter\u00e1 que sair em novembro da sala que ocupa desde 2012 na avenida Osvaldo Aranha, no Bom Fim.<br \/>\nO aluguel do im\u00f3vel era pago por um s\u00f3cio-benem\u00e9rito, que, por quest\u00f5es de sa\u00fade, n\u00e3o pode mais se comprometer com a despesa. Sem condi\u00e7\u00f5es de arcar com a conta de R$ 1.400 mensais, a entidade vem promovendo atividades de arrecada\u00e7\u00e3o de fundos para ganhar tempo. No \u00faltimo s\u00e1bado, 17, aconteceu a primeira edi\u00e7\u00e3o do \u201cAlmo\u00e7o do Bem\u201d, que juntou alimenta\u00e7\u00e3o vegana, debate e canja musical.\u00a0Mas a mudan\u00e7a \u00e9 inevit\u00e1vel porque a propriet\u00e1ria do im\u00f3vel quer coloc\u00e1-lo \u00e0 venda.<br \/>\nPara tentar resolver o problema, a Prefeitura apresentou duas alternativas \u00e0 entidade. A primeira, foi a Casa da Estrela, um casar\u00e3o abandonado localizado no bairro Petr\u00f3polis, junto \u00e0 escadaria onde a rua Guararapes encontra a Camerino. A casa teria capacidade para abrigar tranquilamente todas atividades da associa\u00e7\u00e3o. A mudan\u00e7a seria vantajosa tamb\u00e9m para a comunidade do bairro, que se queixa da inseguran\u00e7a que traz a casa. H\u00e1 seis anos, o seguran\u00e7a da rua, Leonel Machado, \u00e9 quem cuida do im\u00f3vel. Ele garante que passa todas as noites ali e que as invas\u00f5es pararam. Mas, conta que antes a casa servia de abrigo para moradores de rua e esconderijo para assaltantes e usu\u00e1rios de droga. \u201cUma vez at\u00e9 tentaram colocar fogo em um casal que dormia no por\u00e3o. Por sorte, naquela noite eles n\u00e3o estavam\u201d, revela Leonel.<br \/>\nO problema \u00e9 que o casar\u00e3o de Petr\u00f3polis est\u00e1 em p\u00e9ssimas condi\u00e7\u00f5es. O custo estimado da reforma \u00e9 de R$ 2 milh\u00f5es. O im\u00f3vel pertence \u00e0 prefeitura de Porto Alegre e \u00e9 tombado. O munic\u00edpio deve reform\u00e1-lo, mas n\u00e3o h\u00e1 verba prevista. Outra quest\u00e3o \u00e9 que a obra levaria bastante tempo e a associa\u00e7\u00e3o precisa de uma solu\u00e7\u00e3o r\u00e1pida.<br \/>\n<figure id=\"attachment_25669\" aria-describedby=\"caption-attachment-25669\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/AGAPAN-2.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-25669 size-full\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/AGAPAN-2.jpg\" alt=\"Vigia na Casa da Estrela, no Petr\u00f3polis\/Fotos Matheus Chaparini\" width=\"700\" height=\"525\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-25669\" class=\"wp-caption-text\">Vigia na Casa da Estrela, no Petr\u00f3polis\/Fotos Matheus Chaparini<\/figcaption><\/figure><br \/>\n&nbsp;<br \/>\nA outra poss\u00edvel sa\u00edda \u00e9 uma sala sob o viaduto Jos\u00e9 Eduardo Utzig, na esquina das avenidas Dom Pedro II e Benjamin Constant. \u00c9 uma pe\u00e7a com banheiro que atualmente serve como vesti\u00e1rio dos funcion\u00e1rios da Guarda Municipal. O espa\u00e7o precisa de pequenos reparos e deve ser entregue pela Prefeitura \u00e0 Agapan nas pr\u00f3ximas semanas. \u00c9 um paliativo. Provavelmente, as reuni\u00f5es n\u00e3o possam ser realizadas ali, mas o local pode abrigar o acervo, que al\u00e9m de livros, inclui toda a documenta\u00e7\u00e3o da entidade e materiais de divulga\u00e7\u00e3o. Para o\u00a0arquiteto e bi\u00f3logo Francisco Milanez, ex-presidente da associa\u00e7\u00e3o, n\u00e3o resolve o problema de dispor o material, mas pelo menos fica guardado. \u201cNosso maior sonho era ter uma biblioteca.\u201d<br \/>\n<span class=\"intermenos\">Imobili\u00e1ria\u00a0bancava os custos<\/span><br \/>\nO im\u00f3vel da Osvaldo Aranha \u00e9 uma ampla sala com uma pe\u00e7a para reuni\u00f5es e outras duas onde est\u00e1 o acervo encaixotado e empilhado. \u201cN\u00f3s vamos ter que fazer uma triagem nesse material. Tem coisa que pegou cupim, ent\u00e3o estamos vendo formas de descupinizar com m\u00e9todos naturais. A gente n\u00e3o pode tocar um venen\u00e3o que a gente combate, n\u00e9?\u201d, afirma o\u00a0atual vice-presidente, advogado Roberto Reb\u00e9s Abreu.<br \/>\nAt\u00e9 setembro deste ano quem arcava com as despesas da sala era a imobili\u00e1ria Guarida, do que decorre uma situa\u00e7\u00e3o um tanto inusitada. Que interesse teria uma empresa do ramo imobili\u00e1rio em gastar dinheiro com uma entidade ambiental? Acontece que a determina\u00e7\u00e3o vinha de um dos s\u00f3cios da empresa, Ederon Amaro Soares da Silva. \u201cN\u00e3o o conhe\u00e7o pessoalmente, mas parece que o Ederon tem um perfil um pouco diferente do perfil empresarial. Era decis\u00e3o dele destinar essa verba e eu nunca vi ele usar isso pra se promover\u201d, conta Abreu.<br \/>\n<figure id=\"attachment_25674\" aria-describedby=\"caption-attachment-25674\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Sede-Osvaldo-3.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-25674 size-full\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/Sede-Osvaldo-3.jpg\" alt=\"Sede Osvaldo (3)\" width=\"700\" height=\"525\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-25674\" class=\"wp-caption-text\">Uma das salas abriga o acervo<\/figcaption><\/figure><br \/>\n<figure id=\"attachment_25673\" aria-describedby=\"caption-attachment-25673\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/AGAPAN-Roberto-Reb\u00e9s-Abreu-1.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-25673 size-full\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/AGAPAN-Roberto-Reb\u00e9s-Abreu-1.jpg\" alt=\"Vigia na Casa da Estrela, no Petr\u00f3polis\/Fotos Matheus Chaparini \" width=\"700\" height=\"525\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-25673\" class=\"wp-caption-text\">Abreu, o vice-presidente<\/figcaption><\/figure><br \/>\nEm fun\u00e7\u00e3o de problemas de sa\u00fade, ele teve de se afastar das atividades da imobili\u00e1ria. Em setembro deste ano, a Agapan foi comunicada de que o aluguel n\u00e3o seria mais pago pela Guarida. Al\u00e9m disso, a propriet\u00e1ria pretende vender o im\u00f3vel e quer a libera\u00e7\u00e3o.<br \/>\nEm outubro o aluguel j\u00e1 pesou sobre a associa\u00e7\u00e3o. Abreu afirma que a entidade tem condi\u00e7\u00f5es financeiras de garantir o teto at\u00e9 o final de novembro.<br \/>\n<span class=\"intermenos\">Antiga sede foi destru\u00edda ilegalmente<\/span><br \/>\nA associa\u00e7\u00e3o j\u00e1 teve sede pr\u00f3pria. Mas a destrui\u00e7\u00e3o da casa da Agapan, em plena Semana do Meio Ambiente, foi uma hist\u00f3ria t\u00e3o esquisita quanto mal contada, que curiosamente rendeu pouca not\u00edcia na \u00e9poca.<br \/>\nEra uma segunda-feira, 6 de junho de 2011, o dia seguinte ao Dia Mundial do Meio Ambiente, quando os associados da Agapan receberam a not\u00edcia: a casa havia sido demolida. A pequena casa de madeira com telhado vivo situada na esquina das avenidas Aureliano de Figueiredo Pinto e Praia de Belas abrigava as reuni\u00f5es e possibilitava alguns experimentos como tijolos ecol\u00f3gicos, feitos com argila. O terreno pertence ao Munic\u00edpio e havia sido cedida pela Prefeitura pelo prazo de vinte anos.<br \/>\n<figure id=\"attachment_25671\" aria-describedby=\"caption-attachment-25671\" style=\"width: 700px\" class=\"wp-caption alignnone\"><a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/AGAPAN-4.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-25671 size-full\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/10\/AGAPAN-4.jpg\" alt=\"AGAPAN 4)\" width=\"700\" height=\"525\" \/><\/a><figcaption id=\"caption-attachment-25671\" class=\"wp-caption-text\">Terreno onde ficava antiga sede da Agapan, na Aureliano de Figueiredo Pinto<\/figcaption><\/figure><br \/>\nCorta pra outra cena.\u00a0Um casal decide abrir uma pizzaria, escolhe o endere\u00e7o e vai atr\u00e1s da papelada necess\u00e1ria para tirar o alvar\u00e1 junto \u00e0 Secretaria Municipal da Ind\u00fastria e Com\u00e9rcio (SMIC). S\u00f3 que o endere\u00e7o escolhido n\u00e3o \u00e9 deles.<br \/>\nOs ent\u00e3o futuros propriet\u00e1rios da pizzaria usaram o endere\u00e7o da Agapan na Receita Federal, Junta Comercial, CEEE e DMAE, constituindo a documenta\u00e7\u00e3o necess\u00e1ria para a obten\u00e7\u00e3o do alvar\u00e1 provis\u00f3rio. E a SMIC liberou o funcionamento, pois a demoli\u00e7\u00e3o s\u00f3 poderia ter sido autorizada pela Secretaria Municipal de Obras e Via\u00e7\u00e3o (SMOV).<br \/>\nA delegada da Policia Civil que cuidou do caso, a titular da Delegacia de Meio Ambiente, Elisangela Melo Reghelin, apurou que o banco de dados da Prefeitura n\u00e3o era atualizado em rela\u00e7\u00e3o aos im\u00f3veis p\u00fablicos. Assim, nada constava sobre o terreno adquirido pelo Munic\u00edpio em 1979.<br \/>\nA SMIC concedeu o alvar\u00e1 provis\u00f3rio \u00e0 empresa Peruzatto e Kindermann. Com o absurdo documento em m\u00e3os, a empresa contratou a Demolidora Gilberto Bexiga e p\u00f4s a casa abaixo.<br \/>\nA delegada constatou que os funcion\u00e1rios da SMIC n\u00e3o tiveram culpa e apenas seguiram os tr\u00e2mites normais. O casal respons\u00e1vel pela empresa foi indiciado por falsidade ideol\u00f3gica, tentativa de estelionato, esbulho possess\u00f3rio em concurso de pessoas e dano qualificado pelo preju\u00edzo da v\u00edtima. O arquiteto respons\u00e1vel pela demoli\u00e7\u00e3o foi indiciado como coautor pelo crime de dano qualificado e como part\u00edcipe do esbulho.<br \/>\nO vice-presidente, Roberto Reb\u00e9s Abreu, conta que na \u00e9poca a Agapan decidiu n\u00e3o ingressar na Justi\u00e7a em rela\u00e7\u00e3o ao caso. \u201cO casal que derrubou a casa tinha uma longa ficha policial. A informa\u00e7\u00e3o que t\u00ednhamos \u00e9 de que eram quadrilheiros. O conselho decidiu n\u00e3o levar adiante a a\u00e7\u00e3o c\u00edvel, at\u00e9 pelo risco de repres\u00e1lias.\u201d<br \/>\nFrancisco Milanez era o presidente na \u00e9poca. Ele conta que a demoli\u00e7\u00e3o foi feita \u00e0 noite. \u201cOs caras foram super bem articulados, j\u00e1 vieram com caminh\u00e3o. Quando n\u00f3s chegamos l\u00e1, eles haviam derrubado a casa e levado algumas partes. Lembro que n\u00f3s est\u00e1vamos prestes a transferir nosso acervo pra l\u00e1. Foi nossa sorte, poder\u00edamos ter perdido muito mais.\u201d<br \/>\nDesde sua funda\u00e7\u00e3o a Agapan passou por diversas sedes alugadas ou emprestadas. A sede pr\u00f3pria veio com a constru\u00e7\u00e3o desta casa. \u201cQualquer entidade que preste um servi\u00e7o como o que a Agapan vem prestando tem que ter algum apoio. E eu n\u00e3o falo nem em dinheiro, mas em um local, para a seguran\u00e7a do nosso material. N\u00f3s temos a maior documenta\u00e7\u00e3o hist\u00f3rica sobre meio ambiente no Brasil\u201d, conclui Milanez.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\n<span class=\"intermenos\">O desafio \u00e9 a renova\u00e7\u00e3o<\/span><br \/>\nAtualmente a Agapan conta com mais de mil associados, por\u00e9m, o cadastro est\u00e1 desatualizado. Segundo Abreu, a entidade tem aproximadamente 50 membros atuantes e apenas 40 est\u00e3o em dia, o que piora a situa\u00e7\u00e3o financeira da entidade, que funciona na base do trabalho volunt\u00e1rio. A associa\u00e7\u00e3o \u00e9 uma das mais importantes e antigas entidades de defesa do ambiente no Brasil e na Am\u00e9rica Latina. O principal desafio hoje \u00e1 a renova\u00e7\u00e3o do pessoal.<br \/>\n\u201cN\u00f3s temos uma dificuldade de renova\u00e7\u00e3o, a maior parte do pessoal est\u00e1 h\u00e1 bastante tempo na institui\u00e7\u00e3o. A gente precisa trazer gente jovem pros quadros da Agapan, tentar agregar pessoas novas que possam tocar esse barco quando a gente n\u00e3o puder mais fazer\u201d, afirma o atual vice-presidente. Ele, que se associou formalmente h\u00e1 um ano e meio, e o atual presidente, Leonardo Melgarejo, podem ser considerados da nova gera\u00e7\u00e3o da Agapan. \u201cOs novatos j\u00e1 est\u00e3o com mais de 50\u201d, brinca.<br \/>\nMilanez, membro da associa\u00e7\u00e3o desde o primeiro ano, demonstra um otimismo em rela\u00e7\u00e3o \u00e0s redes sociais e \u00e0 internet. \u201cDe 2 ou 3 anos pra c\u00e1 que n\u00f3s come\u00e7amos a usar melhor as redes sociais, o que est\u00e1 nos dando uma nova faceta, de agilidade, para se mobilizar e para circular informa\u00e7\u00e3o. Estamos conseguindo mostrar melhor o nosso trabalho, isso ajuda a atrair gente nova.\u201d<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Matheus Chaparini\u00a0 A Agapan &#8211; Associa\u00e7\u00e3o Ga\u00facha de Prote\u00e7\u00e3o ao Ambiente Natural, uma das mais importantes e antigas entidades de defesa do ambiente no Brasil e na Am\u00e9rica Latina, em atividade desde 1971, est\u00e1 \u00e0 procura de nova sede. 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