{"id":27567,"date":"2015-12-13T22:44:15","date_gmt":"2015-12-14T01:44:15","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=27567"},"modified":"2015-12-13T22:44:15","modified_gmt":"2015-12-14T01:44:15","slug":"livros-para-presentear-geraldo-hasse-da-as-dicas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/livros-para-presentear-geraldo-hasse-da-as-dicas\/","title":{"rendered":"Sugest\u00f5es de presentes de Natal"},"content":{"rendered":"<p>Se o prezado leitor ainda n\u00e3o decidiu que presente vai enviar para aquele(a) amigo(a) distante, eis \u00a0aqui algumas sugest\u00f5es de livros produzidos em 2015 no RS.<br \/>\nO primeiro \u00e9 uma barbada de J\u00c1 Editora: <strong><em><a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/hirs2015\/\">Hist\u00f3ria Ilustrada do Rio Grande do Sul<\/a><\/em><\/strong>, reedi\u00e7\u00e3o atualizada de uma s\u00e9rie de fasc\u00edculos lan\u00e7ada em 1997. Um livro de peso, com 350 p\u00e1ginas.<br \/>\n<a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/HIRS2015_CAPA_web1.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone size-full wp-image-27569\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/HIRS2015_CAPA_web1.jpg\" alt=\"HIRS2015_CAPA_web\" width=\"283\" height=\"372\" \/><\/a><br \/>\nA segunda sugest\u00e3o (por ordem de lan\u00e7amento) \u00e9 <strong><em>Esse Tal de Borghettinho<\/em><\/strong>, de Marcio Pinheiro (Belas Letras, 240 p\u00e1ginas).<br \/>\nJornalista (filhos de jornalistas) que conhece m\u00fasica, M\u00e1rcio Pinheiro foi bastante al\u00e9m da biografia do gaiteiro Renato Borghetti, o cinquent\u00e3o que est\u00e1 nos palcos h\u00e1 mais de 30 anos: tra\u00e7ou um amplo panorama da m\u00fasica regional ga\u00facha.<br \/>\nPreenchendo uma lacuna na historiografia da m\u00fasica do RS, fala de todo mundo, do Radam\u00e9s Gnatalli a Vitor Ramil, passando por Barbosa Lessa, Teixeirinha, Pedro Raimundo, Irm\u00e3os Bertussi, Luiz Carlos Borges e os modernos que t\u00eam como <em>habitat<\/em> a Cidade Baixa.<br \/>\n\u00c9 tanta gente que faz falta um \u00edndice remissivo, mas a leitura \u00e9 f\u00e1cil porque o livro apresenta uma boa arquitetura narrativa. Se o livro for para uma segunda edi\u00e7\u00e3o, o autor promete aprofundar o cap\u00edtulo final sobre a F\u00e1brica de Gaiteiros, o genial projeto do Borghettinho estabelecido em Barra do Ribeiro e difundido em escolas do Estado.<br \/>\nA outra op\u00e7\u00e3o musical \u00e9 <strong><em>ELIS &#8211; Uma Biografia Musical<\/em><\/strong>, de Arthur de Faria (Arquip\u00e9lago, 272 p\u00e1ginas). \u00a0M\u00fasico que n\u00e3o perdeu o fio como jornalista, Arthur de Faria disseca a vigorosa veia musical de Elis ao mesmo tempo em que esmiu\u00e7a as contradi\u00e7\u00f5es de sua vida e sua carreira, encerradas aos 36 anos, em 1982, com uma overdose de coca\u00edna.<br \/>\nArthur de Faria escreve leve e vai costurando hist\u00f3rias intercaladas aqui e ali por detalhes que somente um m\u00fasico poderia sacar. Revela os bastidores de shows e discos n\u00e3o com o vi\u00e9s de fofoqueiro, mas com curiosidade de colega da m\u00fasica. Como daquela vez em que Elis demitiu em cena um m\u00fasico mineiro que insistia em improvisar durante os espet\u00e1culos. Segundo Faria, foi assim: \u201cEu gostaria agora de apresentar esses m\u00fasicos maravilhosos. Na guitarra, tocando comigo <strong>pela \u00faltima vez&#8230;<\/strong>Toninho Horta!\u201d<br \/>\n<a href=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Elis-biografia-capa.jpg\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-27575 \" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/Elis-biografia-capa-209x300.jpg\" alt=\"Elis - biografia capa\" width=\"253\" height=\"358\" \/><\/a><br \/>\nAqui e aqui Faria breca a narrativa com par\u00e1grafos de uma ou duas palavras. Vai revelando assim o g\u00eanio desconcertante da cantora que nasceu na Vila IAPI e cresceu fazendo programa de audit\u00f3rio no r\u00e1dio de Porto Alegre. \u00a0Acaba compondo uma biografia mais rica e interessante do que as anteriores &#8212; <em>Furac\u00e3o Elis<\/em>, de Regina Echeverria, escrita poucos anos depois da morte da artista; e o recente livro de Julio Maria, jornalista de S\u00e3o Paulo que se debru\u00e7a sobre detalhes da morte e da vida da cantora.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Se o prezado leitor ainda n\u00e3o decidiu que presente vai enviar para aquele(a) amigo(a) distante, eis \u00a0aqui algumas sugest\u00f5es de livros produzidos em 2015 no RS. O primeiro \u00e9 uma barbada de J\u00c1 Editora: Hist\u00f3ria Ilustrada do Rio Grande do Sul, reedi\u00e7\u00e3o atualizada de uma s\u00e9rie de fasc\u00edculos lan\u00e7ada em 1997. 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