{"id":27843,"date":"2015-12-29T10:49:04","date_gmt":"2015-12-29T13:49:04","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=27843"},"modified":"2015-12-29T10:49:04","modified_gmt":"2015-12-29T13:49:04","slug":"27843-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/27843-2\/","title":{"rendered":"Rep\u00f3rteres sem Fronteiras: 67 jornalistas morreram trabalhando em 2015"},"content":{"rendered":"<p>Sessenta e sete jornalistas foram mortos em todo o mundo em 2015 no exerc\u00edcio da profiss\u00e3o, de uma lista de 110 profissionais que perderam a vida em circunst\u00e2ncias pouco claras, segundo balan\u00e7o divulgado hoje (29) pela organiza\u00e7\u00e3o internacional Rep\u00f3rteres Sem Fronteiras (RSF).<br \/>\nOs dados mostram que, al\u00e9m desses, tamb\u00e9m morreram 27 blogueiros e outros sete colaboradores de meios de comunica\u00e7\u00e3o social, elevando para 787 o n\u00famero de profissionais de comunica\u00e7\u00e3o mortos na \u00faltima d\u00e9cada.<br \/>\nO Iraque teve o maior n\u00famero de jornalistas mortos em 2015 (nove confirmados de 11 poss\u00edveis), seguido da S\u00edria (nove confirmados de dez poss\u00edveis), ambos palco de conflitos armados e com a presen\u00e7a do grupo extremista Estado Isl\u00e2mico (EI). A Fran\u00e7a subiu ao terceiro lugar (oito v\u00edtimas), ap\u00f3s o atentado terrorista contra a reda\u00e7\u00e3o do jornal sat\u00edrico Charlie Hebdo, em 7 de janeiro. A lista negra segue com o I\u00e9men, o Sud\u00e3o do Sul, a \u00cdndia e o M\u00e9xico.<br \/>\nAo contr\u00e1rio do que aconteceu em 2014, a maioria das v\u00edtimas neste ano era jornalista local (97%) que trabalhava fora de zonas de conflito (64%). No ano passado, a maior parte dos 66 jornalistas mortos foi assassinada em \u00e1reas de guerra.<br \/>\n\u201c\u00c9 fundamental adotar um mecanismo concreto para a aplica\u00e7\u00e3o do direito internacional sobre a prote\u00e7\u00e3o dos jornalistas\u201d, declarou o secret\u00e1rio-geral da organiza\u00e7\u00e3o, Christophe Deloire. Neste sentido, considera fundamental que as Na\u00e7\u00f5es Unidas designem um \u201crepresentante especial\u201d para a prote\u00e7\u00e3o dos jornalistas.<br \/>\nA Rep\u00f3rteres Sem Fronteiras tamb\u00e9m recordou que dois dos jornalistas assassinados este ano s\u00e3o mulheres: a francesa Elsa Cayat (que morreu no ataque jihadista contra o Charlie Hebdo), e a somali Hindia Mohamed, v\u00edtima da explos\u00e3o de um carro bomba pela mil\u00edcia Shebab, no dia 3 de dezembro.<br \/>\nDados da RSF divulgados h\u00e1 duas semanas indicam ainda que neste ano 54 jornalistas foram sequestrados \u2013 alta de 34% na compara\u00e7\u00e3o com 2014; e 153 presos \u2013 queda de 14% na compara\u00e7\u00e3o com o ano anterior.<br \/>\nOs ref\u00e9ns encontram-se na S\u00edria (26), I\u00e9men (13), Iraque (10) e L\u00edbia (5); enquanto os presos est\u00e3o sobretudo na China (23), no Egito (22), Ir\u00e3 (18) e na Turquia (9). Os 66 restantes est\u00e3o presos pelo resto do mundo.<br \/>\nDa Ag\u00eancia Lusa\/Brasil<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Sessenta e sete jornalistas foram mortos em todo o mundo em 2015 no exerc\u00edcio da profiss\u00e3o, de uma lista de 110 profissionais que perderam a vida em circunst\u00e2ncias pouco claras, segundo balan\u00e7o divulgado hoje (29) pela organiza\u00e7\u00e3o internacional Rep\u00f3rteres Sem Fronteiras (RSF). 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