{"id":27857,"date":"2015-12-29T17:29:54","date_gmt":"2015-12-29T20:29:54","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=27857"},"modified":"2015-12-29T17:29:54","modified_gmt":"2015-12-29T20:29:54","slug":"batucada-de-segunda","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/batucada-de-segunda\/","title":{"rendered":"Batucada de Segunda \u00e9 atra\u00e7\u00e3o cultural no ver\u00e3o de Porto Alegre"},"content":{"rendered":"<p><span class=\"assina\">MATHEUS CHAPARINI<\/span><br \/>\nDa outra ponta do eixo central da Reden\u00e7\u00e3o j\u00e1 se ouvia a marca\u00e7\u00e3o dos tambores em ritmo de ciranda. Chegando pr\u00f3ximo ao arco o que se via era uma grande roda com cerca de 30 percussionistas. Bumbos, pandeiros, tamborins e mineiros se misturavam em uma bagun\u00e7a at\u00e9 que bem organizada musicalmente. \u00c9 a Batucada de Segunda, evento criado h\u00e1 um ano, quase por acaso, que est\u00e1 crescendo e d\u00e1 ind\u00edcios de que vai se tornar uma tradi\u00e7\u00e3o na mon\u00f3tona \u00e9poca de virada de ano em Porto Alegre.<br \/>\nA ideia surgiu no final de 2014, por integrantes do Coletivo Das Flor, que re\u00fane moradores da Lomba do Pinheiro e diversos artistas da cidade e apresenta o espet\u00e1culo Lombay, uma f\u00e1bula urbana. \u201cEstava chegando o final do ano e n\u00e3o tinha nada para fazer na cidade\u201d, explica o baiano Tiago Expinho, um dos quatro fundadores da brincadeira, ao lado de Marcos Rangel, Vini Silva e Ismael Oliveira. \u201cO Expinho \u00e9 o culpado, o mentor intelectual\u201d, brinca Vini, mas Expinho rejeita o r\u00f3tulo: \u201c\u00c9 s\u00f3 olhar o evento pra ver que n\u00e3o tem isso, a maioria do pessoal que est\u00e1 aqui eu n\u00e3o fa\u00e7o ideia de onde seja.\u201d<br \/>\nO primeiro encontro, na \u00faltima segunda-feira de 2014, reuniu oito participantes. A vontade permaneceu e foi marcado mais um, para a semana seguinte e apareceram mais de cem pessoas. Na edi\u00e7\u00e3o desta segunda-feira, 28, eram pelo menos 150 presentes, entre jovens, adultos e fam\u00edlias. E assim ficou estabelecido: na primeira e na \u00faltima segundas-feiras do ano, tem batucada na Reden\u00e7\u00e3o.<br \/>\nOs quatro criadores do evento s\u00e3o artistas envolvidos em projetos culturais &#8211; Rangel j\u00e1 trabalhou com os grupos teatrais Falos e Stercus e Bacantes e hoje vive em S\u00e3o Paulo, Vini \u00e9 da Turucut\u00e1, Ismael \u00e9 do Maracatu Truv\u00e3o, entre outros, e Expinho \u00e9 cineasta &#8211; mas deixam claro que o objetivo do evento \u00e9 juntar gente para tocar e se divertir, sem compromisso com o profissionalismo.<br \/>\n<figure id=\"attachment_27859\" aria-describedby=\"caption-attachment-27859\" style=\"width: 725px\" class=\"wp-caption alignnone\"><img decoding=\"async\" class=\"size-full wp-image-27859\" src=\"https:\/\/jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2015\/12\/batucada-de-segunda2.jpg\" alt=\"Qualquer pessoa pode chegar com seu instrumento e se somar \u00e0 roda \/ Jornal J\u00e1\" width=\"725\" height=\"544\" \/><figcaption id=\"caption-attachment-27859\" class=\"wp-caption-text\">Qualquer pessoa pode chegar com seu instrumento e se somar \u00e0 roda \/ Jornal J\u00e1<\/figcaption><\/figure><br \/>\n\u201cVoc\u00ea pode dizer tranquilamente que aqui tem gente da Turucut\u00e1, do Bloco da Laje, do Maracatu Truv\u00e3o, das Batucas, diversos artistas de rua e moradores do entorno. \u00c9 um monte de gente que t\u00e1 na cidade sozinha e resolveu ficar sozinha junto\u201d, explica Expinho.<br \/>\nA reuni\u00e3o funciona de forma aberta e sem repert\u00f3rio definido. Qualquer pessoa pode chegar com seu instrumento e entrar na roda e cantar uma m\u00fasica e \u201cai que vida boa olel\u00ea\u201d e \u201cai que vida boa olal\u00e1\u201d. Daqui a pouco o que era ciranda vira coco, o coco vira samba, que vira ax\u00e9 e a brincadeira vai at\u00e9 a noite.<br \/>\nA pr\u00f3xima Batucada de Segunda acontece no dia 4 de janeiro, a partir das 18h, no Monumento ao Expedicion\u00e1rio, o Arco da Reden\u00e7\u00e3o.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>MATHEUS CHAPARINI Da outra ponta do eixo central da Reden\u00e7\u00e3o j\u00e1 se ouvia a marca\u00e7\u00e3o dos tambores em ritmo de ciranda. Chegando pr\u00f3ximo ao arco o que se via era uma grande roda com cerca de 30 percussionistas. 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