{"id":29222,"date":"2016-02-04T16:31:00","date_gmt":"2016-02-04T19:31:00","guid":{"rendered":"https:\/\/jornalja.com.br\/?p=29222"},"modified":"2016-02-04T16:31:00","modified_gmt":"2016-02-04T19:31:00","slug":"29222-2","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/29222-2\/","title":{"rendered":"Celulose investiu R$ 100 milh\u00f5es em acesso rodovi\u00e1rio"},"content":{"rendered":"<p>A Celulose Riograndense apresentou \u00e0 comunidade e \u00e0 imprensa, na manh\u00e3 desta quinta-feira (04\/02), o novo acesso rodovi\u00e1rio que faz a liga\u00e7\u00e3o direta entre a planta industrial em Guaiba e a BR 116.<br \/>\n&nbsp;<br \/>\nPara viabilizar a via, que possui \u00a04,3 quil\u00f4metros de extens\u00e3o e um viaduto de 60 metros de extens\u00e3o com v\u00e3o central de 30 metros sobre a via urbana (Coletora Sul), a empresa investiu cerca de 100 milh\u00f5es de reais (US$ 24 milh\u00f5es).<br \/>\nDe acordo com Walter L\u00eddio Nunes, presidente da empresa, a obra foi planejada e executada para evitar que os caminh\u00f5es com origem ou destino \u00e0 f\u00e1brica circulem pelas vias p\u00fablicas de Gua\u00edba:<br \/>\n\u201cTodo o transporte de madeira, celulose, papel, res\u00edduos e equipamentos era feito, at\u00e9 ent\u00e3o, atrav\u00e9s das BR\u2019s 116 e 290, passando pela Av. Castelo Branco. Desde dezembro, quando o acesso privado ficou pronto, passamos a us\u00e1-lo em car\u00e1ter experimental. A expectativa \u00e9 que at\u00e9 mar\u00e7o, a totalidade das nossas cargas escoar\u00e1 exclusivamente pela nova via privada\u201d, explicou o presidente.<br \/>\nO executivo disse que, durante este per\u00edodo de aprendizado, as empresas transportadoras que prestam servi\u00e7os para a Celulose Riograndense treinar\u00e3o e capacitar\u00e3o seus motoristas para a utiliza\u00e7\u00e3o do novo trajeto.<br \/>\nA proje\u00e7\u00e3o \u00e9 que, por dia, 725 ve\u00edculos trafeguem no novo acesso, totalizando cerca de 1.400 viagens di\u00e1rias. Por ano, ser\u00e3o transportadas 7.600 toneladas de cargas pela rodovia rec\u00e9m inaugurada \u00a0(madeira, celulose, papel, res\u00edduos, insumos e equipamentos).<br \/>\nO acesso privado conta com um posto de identifica\u00e7\u00e3o para os caminh\u00f5es que chegam \u00e0 f\u00e1brica, estacionamento com 60 vagas e um pr\u00e9dio de apoio ao caminhoneiro, com sanit\u00e1rios e chuveiros.<br \/>\nPossui, tamb\u00e9m, instala\u00e7\u00f5es para pesagem de cargas e um local coberto para limpeza de ve\u00edculos (evitando que restos de materiais sejam carreados para as vias p\u00fablicas).<br \/>\nToda a frota de caminh\u00f5es que transporta a madeira utilizada pela f\u00e1brica possui computador a bordo e \u00e9 totalmente monitorada, via sat\u00e9lite, pela empresa. Um centro de opera\u00e7\u00f5es instalado na f\u00e1brica, em Gua\u00edba, controla em tempo real, o andamento de cada um dos ve\u00edculos onde quer que eles estejam (nos hortos florestais, ao longo das rodovias ou nas vias de acesso aos munic\u00edpios de Pelotas e Gua\u00edba). Este controle assegura que o motorista obede\u00e7a \u00e0s instru\u00e7\u00f5es de transporte, como velocidade adequada, dist\u00e2ncia entre ve\u00edculos para evitar forma\u00e7\u00e3o de comboios e facilitar as ultrapassagens de outros usu\u00e1rios, paradas obrigat\u00f3rias para recomposi\u00e7\u00e3o f\u00edsica do motorista, entre outras normas.<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Celulose Riograndense apresentou \u00e0 comunidade e \u00e0 imprensa, na manh\u00e3 desta quinta-feira (04\/02), o novo acesso rodovi\u00e1rio que faz a liga\u00e7\u00e3o direta entre a planta industrial em Guaiba e a BR 116. &nbsp; Para viabilizar a via, que possui \u00a04,3 quil\u00f4metros de extens\u00e3o e um viaduto de 60 metros de extens\u00e3o com v\u00e3o central [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":4,"featured_media":29226,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[26],"tags":[],"class_list":["post-29222","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-geral"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-7Bk","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29222","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=29222"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/29222\/revisions"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=29222"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=29222"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=29222"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}