{"id":318,"date":"2007-09-07T12:38:40","date_gmt":"2007-09-07T15:38:40","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=318"},"modified":"2007-09-07T12:38:40","modified_gmt":"2007-09-07T15:38:40","slug":"o-desafio-da-cultura-e-ser-popular-sem-perder-qualidade","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-desafio-da-cultura-e-ser-popular-sem-perder-qualidade\/","title":{"rendered":"\u201cO desafio da cultura \u00e9 ser popular sem perder qualidade\u201d"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/cultura%203\/filmagens.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p class=\"menulat\" align=\"center\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: xx-small\">Produ\u00e7\u00e3o da Casa de Cinema de Porto Alegre trata quest\u00e3o s\u00e9ria com bom humor\u00a0 (Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o\/J\u00c1)<\/span><\/p>\n<p align=\"left\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>Naira Hofmeister<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Pela primeira vez na hist\u00f3ria do Festival Internacional de Cinema de Gramado, o trof\u00e9u Eduardo Abelin foi concedido a uma institui\u00e7\u00e3o, a Casa de Cinema de Porto Alegre. H\u00e1 20 anos, um grupo de cineastas acreditou num projeto que possibilitasse produzir cinema fora do eixo Rio-S\u00e3o Paulo.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Os quinze primeiros anos foram dominados pela produ\u00e7\u00e3o de curtas-metragens e apenas em 2000, o primeiro longa (Toler\u00e2ncia, de Carlos Gerbase) foi exibido. O pulo do gato aconteceu em 2003, quando Jorge Furtado lan\u00e7ou <em>O Homem que Copiava<\/em>.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">O filme inaugura uma parceria que virou constante nos outros dois longas do diretor: seu protagonista sempre \u00e9 L\u00e1zaro Ramos. O \u00faltimo lan\u00e7amento da Casa de Cinema de Porto Alegre \u2013 tamb\u00e9m exibido em Gramado \u2013 \u00e9 <em>Saneamento B\u00e1sico, o filme<\/em>, ainda em cartaz nos cinemas do Estado.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Entre diversos compromissos de divulga\u00e7\u00e3o, Jorge Furtado, L\u00e1zaro Ramos e Bruno Garcia \u2013 que tamb\u00e9m participa da produ\u00e7\u00e3o \u2013 conversaram com a reportagem do <em><strong>J\u00c1<\/strong><\/em><span class=\"texto\"> sobre o <\/span><span class=\"texto\" style=\"font-family: Times New Roman;font-size: small\"> papel da arte na constru\u00e7\u00e3o de um mundo mais justo.<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/cultura%203\/paulojose.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><span class=\"menulat\"><span class=\"menulat\">Paulo Jos\u00e9 interpreta <\/span><span class=\"menulat\" style=\"font-family: Times New Roman;font-size: small\">Otaviano, um velho descendente de italiano desiludido<\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><span class=\"texto\"><strong>J\u00c1: O filme do Zico (L\u00e1zaro Ramos) \u00e9 um sucesso na escola, principalmente pela cena sensual da Silene (Camila Pitanga) se banhando na cachoeira. Prop\u00f5e um debate sobre educa\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong class=\"linkbordo\">Jorge Furtado:<\/strong> Se h\u00e1 alguma coisa que pode nos redimir da mis\u00e9ria total, dos senadores corruptos, da baixaria dos conflitos inventados pra vender jornal, \u00e9 a arte, a beleza. O Brasil n\u00e3o \u00e9 o pa\u00eds da roubalheira, sim a terra de Drummond, Chico Buarque, Noel Rosa. \u00c9 imposs\u00edvel n\u00e3o se seduzir vendo a Silene (Camila Pitanga) numa cachoeira da serra ga\u00facha, ao som de Billie Holiday. Quem n\u00e3o se comove tem que procurar um m\u00e9dico. Qualquer um acha lindo!<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>J\u00c1: Mas existe uma cr\u00edtica ao audiovisual educativo. E num momento em que se promove um debate sobre a TV p\u00fablica brasileira&#8230;<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong class=\"linkbordo\">Bruno Garcia:<\/strong> Precisamos cada vez mais da educa\u00e7\u00e3o, mas o sistema necessita de uma reforma. A televis\u00e3o \u00e9 uma ferramenta multifacetada que pode servir pra muitas coisas inclusive para educar. Mas precisa discutir o tempo todo, coisa que se tem feito muito pouco.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">L\u00e1zaro Ramos:<\/strong> Acho t\u00e3o dif\u00edcil tornar qualquer coisa educativa e atraente hoje em dia. Mudou tanto a cultura. Eu que n\u00e3o sou de outra \u00e9poca, mas sou, s\u00f3 consigo fazer uma coisa. Hoje o menino l\u00ea um livro, entra na Internet e joga videogame ao mesmo tempo.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Bruno:<\/strong> \u00c9 isso que eu digo, \u00e9 um desafio&#8230;<br \/>\nFurtado: Umberto Eco, no post scriptum de O Nome da Rosa, escreve sobre isso. Nos anos 60, se achava que a arte tinha que chocar, fazer alguma coisa que n\u00e3o coubesse na m\u00eddia. Era um quebra-quebra, o povo vomitava. O Chico (Buarque) no Roda Viva xingava todo mundo. O teatro era imundo, grosseiro. Era arte conceitual. Hoje a sociedade de consumo absorve tudo: punk, hippie, tudo virou grife. O conceito segundo Eco \u2013 e eu concordo completamente com ele \u2013 \u00e9 criar algo que seja popular e de qualidade. Isso \u00e9 o dif\u00edcil. Coisas de qualidade j\u00e1 est\u00e3o feitas! Basta ler Montaigne, Carlos Drummond de Andrade.<\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/cultura%203\/brunogarciaeomonstro.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><span class=\"menulat\">Bruno Garcia: &#8220;N\u00f3s nos distanciamos da Ilha da Fantasia (Bras\u00edlia), mas o dinheiro \u00e9 nosso, a gente \u00e9 que vota&#8221; <\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>J\u00c1: H\u00e1 quem diga que popular \u00e9 sin\u00f4nimo de ruim&#8230;<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong class=\"linkbordo\">Furtado:<\/strong> Esse \u00e9 outro conceito equivocado, tamb\u00e9m dos anos 60. Com poucas exce\u00e7\u00f5es como Van Gogh e Kafka \u2013 cuja arte expressa uma perturba\u00e7\u00e3o \u2013 todos os outros grandes artistas da hist\u00f3ria da humanidade (Shakespeare, Mozart, Cervantes, Charles Chaplin, Da Vinci, Beatles, Rolling Stones) foram muito populares. Porque a grande arte \u00e9 reconhecida. <\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>J\u00c1: Poderias citar um exemplo atual?<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong class=\"linkbordo\">Furtado:<\/strong> O Auto da Compadecida, a maior com\u00e9dia do teatro brasileiro, e que teve um sucesso extraordin\u00e1rio no cinema.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Bruno:<\/strong> O grau de popularidade foi t\u00e3o alto que foi a primeira vez na hist\u00f3ria da humanidade que um produto passou primeiro na televis\u00e3o e depois virou um filme.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">L\u00e1zaro:<\/strong> Uma vez eu vi Jorge [Furtado] e Guel [Arraes] conversando sobre isso e me apaixonei por eles. E roubei uma frase, que eu uso como se fosse minha, mas \u00e9 deles, o \u201cBiscoito Fino para massas\u201d.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Furtado:<\/strong> Isso \u00e9 M\u00e1rio de Andrade! A gente tamb\u00e9m roubou!<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">L\u00e1zaro:<\/strong> Isso me encorajou para fazer essa que \u00e9 a arte mais popular hoje, as novelas. Pensei de que maneira eu iria atuar para conseguir passar todas as mensagens em que eu acredito, sendo popular.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: small\"><span style=\"font-size: x-small\"><strong>J\u00c1: Qual \u00e9 o comprometimento do artista com a sociedade?<\/strong><\/span><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: small\"><span style=\"font-size: x-small\"><strong class=\"linkbordo\">Bruno:<\/strong> Total. E n\u00e3o s\u00f3 de um artista, todos n\u00f3s somos seres pol\u00edticos. S\u00f3 n\u00e3o somos fomentados a compreender. O brasileiro sempre se v\u00ea como um pregui\u00e7oso, essa coisa macuna\u00edmica de ficar na rede reclamando que o pa\u00eds t\u00e1 uma merda e tomando cacha\u00e7a. Dia desses, eu fiquei puto comigo e lancei um manifesto na Internet. Vamos fazer uma marcha at\u00e9 Bras\u00edlia!<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Furtado:<\/strong> A pol\u00edtica acaba seduzindo muita gente, mas quem sabe a gente n\u00e3o tenha que pensar menos em pol\u00edtica. H\u00e1 tanto espa\u00e7o para a pol\u00edtica&#8230; esses caras n\u00e3o merecem essa aten\u00e7\u00e3o toda!<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Bruno:<\/strong> N\u00f3s nos distanciamos da Ilha da Fantasia (Bras\u00edlia), mas o dinheiro \u00e9 nosso, a gente \u00e9 que vota.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Furtado:<\/strong> N\u00f3s vivemos tanto tempo numa ditadura que achamos que democracia iria resolver todos os problemas.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Bruno: <\/strong>E pelo contrario, n\u00e9?<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Furtado: <\/strong>O Renan Calheiros foi eleito, sabe!<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">L\u00e1zaro:<\/strong> Eu acredito muito pouco nas autoridades, por isso acho t\u00e3o importante os artistas dialogarem com quem n\u00e3o est\u00e1 no poder. Tocar essas pessoas rende muito mais art\u00edstica e politicamente falando.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Furtado:<\/strong> \u00c9 o que a gente tem que fazer: teatro, cinema, literatura.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Bruno: <\/strong>Acho que sim, temos que fazer arte, mas \u00e0s vezes eu me sinto um pouco distanciado como cidad\u00e3o da coisa p\u00fablica.<\/span> <\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/cultura%203\/furtado.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p align=\"center\"><span class=\"menulat\">Furtado: &#8220;N\u00e3o podemos cair nesse erro de dizer que s\u00f3 depois que todos tiverem saneamento b\u00e1sico \u00e9 que vamos produzir cultura&#8221;<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>J\u00c1: O que falta para promover essa aproxima\u00e7\u00e3o?<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong class=\"linkbordo\">Furtado:<\/strong> Sem querer criticar a m\u00eddia, n\u00f3s vivemos numa cultura onde a ofensa sempre vence. Se n\u00f3s ficarmos tr\u00eas horas aqui conversando e eu falar mal de algu\u00e9m, essa \u00e9 a manchete. \u00c9 claro que a not\u00edcia \u00e9 um conflito, debate, s\u00f3 que na revista dessa semana, o esc\u00e2ndalo da semana passada n\u00e3o existe mais! J\u00e1 acabou! Ou voc\u00eas lembram quem \u00e9 a Rosinete Melanias?!<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">L\u00e1zaro:<\/strong> Secret\u00e1ria&#8230;<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Furtado:<\/strong> \u00c9, do Collor.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">L\u00e1zaro: <\/strong>Agora tem outra&#8230; Tamb\u00e9m com um nome esquisito.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Furtado: <\/strong>Zulei&#8230; Zuleidu Veras.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">L\u00e1zaro:<\/strong> E o Jacinto Lamas!! Esse nome \u00e9 o melhor!<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Furtado: <\/strong>Estar no meio da roda viva sem saber o que fazer cria um sentimento de imobilidade. Ou seja, a imprensa tem um papel importante, porque se n\u00e3o for oposi\u00e7\u00e3o, n\u00e3o \u00e9 nada. Mas falta tamb\u00e9m uma indica\u00e7\u00e3o do tipo, um deputado que N\u00c3O \u00e9 ladr\u00e3o! Apontar maneiras interessantes de pensar a pol\u00edtica, coisas positivas. Fazer cr\u00edtica \u00e9 f\u00e1cil.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>J\u00c1: Qual deve ser a medida de investimento p\u00fablico para cultura, por exemplo, e para quest\u00f5es de infra-estrutura, como saneamento b\u00e1sico?<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong class=\"linkbordo\">Furtado:<\/strong> N\u00e3o podemos cair nesse erro de dizer que s\u00f3 depois que todos tiverem saneamento b\u00e1sico \u00e9 que vamos produzir cultura. A sociedade \u00e9 uma coisa org\u00e2nica, tudo tem que ser feito ao mesmo tempo. N\u00e3o d\u00e1 para deixar Ouro Preto ruir, esquecer as Miss\u00f5es, fechar todos os jornais, editoras, o teatro municipal, porque n\u00e3o temos saneamento b\u00e1sico para todo mundo. Mesmo porque a arte faz com que as coisas se movam. Uma pe\u00e7a como Inimigo do Povo [de Ibsen]. Fala sobre um lugar tur\u00edstico que n\u00e3o quer divulgar a contamina\u00e7\u00e3o da \u00e1gua para n\u00e3o perder visitantes. A cultura pensa o pa\u00eds, inclusive saneamento e educa\u00e7\u00e3o.<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong class=\"texto\">J\u00c1: Mas tem aquela hist\u00f3ria de que esgoto n\u00e3o d\u00e1 voto&#8230;<\/strong><\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong class=\"linkbordo\">Furtado: <\/strong>Ah sim&#8230; porque t\u00e1 embaixo da terra!<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Bruno:<\/strong> O que \u00e9 bastante discut\u00edvel. Realmente \u00e9 perigoso fazer coisas que n\u00e3o s\u00e3o vis\u00edveis, n\u00e3o est\u00e3o na m\u00eddia. Mas h\u00e1 trabalhos que s\u00e3o reconhecidos pela popula\u00e7\u00e3o mesmo.<br \/>\n<strong class=\"linkbordo\">Furtado:<\/strong> Por outro lado tem aquela hist\u00f3ria de que 50% das casas t\u00eam saneamento b\u00e1sico e 95% t\u00eam televis\u00e3o&#8230;<\/span><\/p>\n<p class=\"texto\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>J\u00c1: Voltamos a\u00ed ao ponto de partida&#8230;<\/strong><\/span><\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Produ\u00e7\u00e3o da Casa de Cinema de Porto Alegre trata quest\u00e3o s\u00e9ria com bom humor\u00a0 (Fotos: Divulga\u00e7\u00e3o\/J\u00c1) Naira Hofmeister Pela primeira vez na hist\u00f3ria do Festival Internacional de Cinema de Gramado, o trof\u00e9u Eduardo Abelin foi concedido a uma institui\u00e7\u00e3o, a Casa de Cinema de Porto Alegre. 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