{"id":334,"date":"2007-11-20T13:11:20","date_gmt":"2007-11-20T16:11:20","guid":{"rendered":"http:\/\/75.126.185.46\/~jornalja\/?p=334"},"modified":"2007-11-20T13:11:20","modified_gmt":"2007-11-20T16:11:20","slug":"o-renascimento-da-arte","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-renascimento-da-arte\/","title":{"rendered":"O renascimento da arte"},"content":{"rendered":"<p align=\"center\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/cultura%203\/med_telas%20IE.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/p>\n<p class=\"menulat\" align=\"center\">Recupera\u00e7\u00e3o consumiu dois anos de trabalho (Foto: Helen Lopes\/J\u00c1)<\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\"><strong>Helen Lopes<\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Depois de quase dois anos de restaura\u00e7\u00e3o, os tr\u00eas quadros hist\u00f3ricos que ornamentam o sagu\u00e3o do Instituto de Educa\u00e7\u00e3o est\u00e3o prestes a ser reinaugurados. As telas ser\u00e3o entregues no in\u00edcio do ano letivo.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A recupera\u00e7\u00e3o das pinturas gigantes \u2013 entre as cinco maiores do Brasil \u2013 est\u00e1 nos retoques, mas ainda faltam recursos para as molduras e para instalar ilumina\u00e7\u00e3o adequada. Os quadros est\u00e3o na escadaria do Instituto de Educa\u00e7\u00e3o desde 1935 e, desde os anos oitenta, freq\u00fcentes tentativas de conserto foram feitas.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">No dia 19 de novembro, representantes dos governos estadual e federal poder\u00e3o ver em primeira m\u00e3o o resultado do trabalho, que custou desde mar\u00e7o de 2006 cerca de R$ 400 mil, financiados atrav\u00e9s das leis de incentivo \u00e0 cultura.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">\u201cPrecisamos da verba para concluir a recupera\u00e7\u00e3o e proteger as obras\u201d, explica a presidente da Associa\u00e7\u00e3o de Ex-alunos do col\u00e9gio, Am\u00e9lia Bulh\u00f5es, que pretende transformar o local em uma pinacoteca e projeta para mar\u00e7o de 2008 a inaugura\u00e7\u00e3o oficial do espa\u00e7o. Apesar de ainda n\u00e3o estarem totalmente prontos, os quadros j\u00e1 podem ser visitados pelo p\u00fablico, \u00e0s quintas-feiras, mediante agendamento.<\/span><\/p>\n<p><span class=\"linkbordo\" style=\"font-family: Times New Roman;font-size: small\"><strong>Debru\u00e7ados sobre as telas<\/strong><\/span><\/p>\n<p align=\"center\"><strong><span style=\"color: #cc3300\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/www.jornalja.com.br\/ktml2\/images\/uploads\/cultura%203\/med_telas%20IE2.jpg\" border=\"0\" alt=\"\" \/><\/span><\/strong><\/p>\n<p class=\"menulat\" align=\"center\"><span><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: xx-small\">Garibaldi e a Esquadra Faroupilha, de Luc\u00edlio de Albuquerque, era a tela mais deteriorada (Foto: Helen Lopes\/J\u00c1)<\/span><\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Seis pessoas, coordenadas pela artista pl\u00e1stica Leila Sudbrack, trabalharam na restaura\u00e7\u00e3o dos quadros pintados entre 1919 e 1923 por ordem do ent\u00e3o governador do Estado Ant\u00f4nio Borges de Medeiros.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A primeira pintura a sofrer interven\u00e7\u00e3o dos restauradores, em mar\u00e7o de 2006, foi A Tomada da Ponte da Azenha, de Augusto Luiz de Freitas. Apesar do p\u00e9ssimo estado de conserva\u00e7\u00e3o em que se encontrava, o material de qualidade utilizado pelo ga\u00facho em 1922 facilitou o trabalho da equipe de Sudbrack e evitou uma interven\u00e7\u00e3o radical, que alteraria suas caracter\u00edsticas originais. \u201cGra\u00e7as aos conhecimentos t\u00e9cnicos do artista a tela sobreviveu com exemplar dignidade aos maus tratos sofridos na sua primeira fase no Brasil\u201d, elogia o relat\u00f3rio.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">A tela mais deteriorada era Garibaldi e a Esquadra Farroupilha, de Luc\u00edlio de Albuquerque, pois estava na parede que mais sofreu com infiltra\u00e7\u00f5es. A pintura do piauiense \u00e9 tamb\u00e9m a mais antiga das tr\u00eas e data de 1919. A maior das tr\u00eas, A Chegada dos Casais A\u00e7orianos \u2013 que tem quase sete metros de largura \u2013 est\u00e1 recebendo os \u00faltimos retoques e deve estar plenamente conclu\u00edda no final de novembro.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana,Arial,Helvetica,sans-serif;font-size: x-small\">Para proteger as obras, todas as molduras ganharam um suporte met\u00e1lico para que n\u00e3o fiquem grudadas na parede, que por ser extremamente \u00famida, foi uma das principais causas da deteriora\u00e7\u00e3o ao longo dos \u00faltimos setenta anos.<\/span><\/p>\n<p align=\"justify\"><span style=\"font-family: Verdana;font-size: x-small\">*Esta reportagem \u00e9 um dos destaques da edi\u00e7\u00e3o 376 do J\u00c1 Bom Fim\/Moinhos, que j\u00e1 est\u00e1 circulando nos pontos de com\u00e9rcio da regi\u00e3o central de Porto Alegre.<\/span><\/p>\n<p>O renascimento da arte<\/p>\n","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Recupera\u00e7\u00e3o consumiu dois anos de trabalho (Foto: Helen Lopes\/J\u00c1) Helen Lopes Depois de quase dois anos de restaura\u00e7\u00e3o, os tr\u00eas quadros hist\u00f3ricos que ornamentam o sagu\u00e3o do Instituto de Educa\u00e7\u00e3o est\u00e3o prestes a ser reinaugurados. As telas ser\u00e3o entregues no in\u00edcio do ano letivo. A recupera\u00e7\u00e3o das pinturas gigantes \u2013 entre as cinco maiores do [&hellip;]<\/p>\n","protected":false},"author":5,"featured_media":0,"comment_status":"open","ping_status":"open","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_jetpack_memberships_contains_paid_content":false,"footnotes":""},"categories":[2],"tags":[],"class_list":["post-334","post","type-post","status-publish","format-standard","hentry","category-x-categorias-velhas"],"aioseo_notices":[],"jetpack_featured_media_url":"","jetpack_sharing_enabled":true,"jetpack-related-posts":[{"id":1280,"url":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/o-menino-que-se-tornou-brizola\/","url_meta":{"origin":334,"position":0},"title":"O Menino que se Tornou Brizola","author":"da Reda\u00e7\u00e3o","date":"28 de julho de 2008","format":false,"excerpt":"Autor: Cleber Dioni A vida de Leonel Brizola, com \u00eanfase para os primeiros anos em Porto Alegre, at\u00e9 o ex\u00edlio no Uruguai e a volta, quinze anos depois. \u00a0\"...\u00c9ramos todos jovens e nos identific\u00e1vamos com aquela massa an\u00f4nima a percorrer as ruas de Porto Alegre, gritando 'Get\u00falio', 'Get\u00falio' e empunhando\u2026","rel":"","context":"Em &quot;Livros&quot;","block_context":{"text":"Livros","link":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/category\/livros\/"},"img":{"alt_text":"","src":"https:\/\/i0.wp.com\/www.jornalja.com.br\/wp-content\/uploads\/2008\/07\/brizola.gif?resize=350%2C200&ssl=1","width":350,"height":200},"classes":[]}],"jetpack_shortlink":"https:\/\/wp.me\/pbQjBd-5o","_links":{"self":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/334","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=334"}],"version-history":[{"count":0,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/334\/revisions"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=334"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=334"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/www.jornalja.com.br\/arquivo\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=334"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}